quinta-feira, 15 de outubro de 2026
Dona do ChatGPT denuncia à PF planos de usuários para matar Lula
Thiago dos Reis: “A gente vai virar essa eleição”
Deputado recém-eleito defende mobilização digital para ampliar o alcance de Lula e conquistar eleitores no segundo turno
O deputado recém-eleito Thiago dos Reis afirmou que a disputa nas redes sociais será determinante para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições de 2026. Em entrevista ao Boa Noite 247, da TV 247, ele avaliou que o campo governista conseguiu mobilizar eleitores nas ruas durante o primeiro turno, mas foi superado pela extrema direita na comunicação digital. Para reverter esse cenário, defendeu uma mudança na atuação de militantes, influenciadores e apoiadores do presidente, com foco na ampliação do alcance das mensagens para além do eleitorado que já apoia Lula.
“Onde a gente levou uma surra foi nas redes. Nas redes sociais a gente perdeu. Então a gente precisa focar nas redes sociais”, declarou Thiago, ao relatar uma reunião com Lula na qual o deputado André Janones apresentou sua avaliação sobre a campanha.
Segundo Thiago, a esquerda chegou ao primeiro turno sem mobilizar todo o seu potencial de comunicação. Ele atribuiu parte desse comportamento à expectativa de que Lula venceria a eleição sem a necessidade de ampliar o envolvimento dos apoiadores. Enquanto isso, afirmou, a extrema direita manteve uma atuação voltada à produção e à circulação de conteúdos nas plataformas digitais.
“A esquerda entrou na eleição como um time de futebol que entra meio assim: ‘Ah, já ganhou’. Não põe o pé em dividida”, comparou. Na avaliação do parlamentar, essa postura contribuiu para que influenciadores, personalidades públicas e eleitores deixassem de participar da campanha durante uma etapa em que a disputa pela atenção dos usuários já estava em andamento.
Satisfação no trabalho chega a 81% e 74% dizem que renda é suficiente, aponta FGV
Maioria dos trabalhadores brasileiros aprova ocupação atual e declara conseguir arcar com gastos essenciais
Moedas de reais - Crédito: Reuters/Bruno Domingos
O nível de satisfação dos trabalhadores brasileiros com o seu emprego principal atingiu 81% no trimestre encerrado em setembro de 2026, somando os percentuais dos que se declaram satisfeitos (66,7%) e muito satisfeitos (14,3%), aponta a Sondagem do Mercado de Trabalho divulgada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE). Além disso, 74,1% dos entrevistados afirmaram que a renda auferida no trabalho tem sido suficiente para cobrir despesas essenciais, como moradia, educação, alimentação ou saúde.
Como Flávio pretende atacar Lula no primeiro debate do 2º turno

Mãe de Flávio Bolsonaro foi suplente de deputado preso por lavagem de dinheiro
Lula convoca militância para seu “exército” no WhatsApp
Presidente convida apoiadores para canal com 4,4 milhões de seguidores após liberação pelo TSE
Lula - Crédito: Ricardo Stuckert
O presidente Lula (PT) convocou a militância para ingressar no canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), e afirmou que usará o celular da primeira-dama Janja da Silva para participar da comunidade digital. A declaração foi feita em um vídeo ao lado do parlamentar mineiro, gravado após a Justiça Eleitoral autorizar a retomada do funcionamento da página.
Na gravação, o deputado Janones relembrou uma promessa feita anteriormente aos seguidores, citando que, caso a comunidade atingisse a marca de 5 milhões de inscritos, Lula compraria um aparelho de celular próprio para ingressar no canal e dar orientações diretas aos integrantes.
Em tom descontraído, o parlamentar brincou sobre o risco de ser acusado de desinformação caso o compromisso não fosse cumprido pelo presidente da República. “Pessoal, a campanha do nosso adversário está alegando que eu estou distribuindo fake news no canal do Exército Lula. Eu não distribuí nenhuma, mas eu corro o risco de distribuir, porque eu falei lá no último vídeo que eu fiz com esse aqui que, se o canal atingir 5 milhões de inscritos, ele ia comprar um celular. Agora, se ele não fizer isso, aí eu vou ter divulgado uma fake news”, disse Janones.
Reação popular e oposição pressionam contra homenagem a Flávio Bolsonaro em Salvador
Abaixo-assinado com mais de 140 mil assinaturas e vereadores questionam concessão de honraria ao senador
A concessão do Título de Cidadão Soteropolitano ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem provocado uma onda de manifestações contrárias em Salvador (BA), reduto eleitoral historicamente associado ao PT, relata Milena Teixeira, do Metrópoles. A Câmara Municipal da capital baiana recebeu milhares de mensagens de protesto por meio da Ouvidoria após o anúncio de que a homenagem será entregue neste sábado (17), durante um evento no Farol da Barra.
Na terça-feira (13), os vereadores aprovaram a transferência da sede do Legislativo municipal para o local da cerimônia, marcada para as 15h. Candidato à Presidência da República, Flávio receberá a honraria durante o evento, que será realizado em um trio elétrico.
A reação à homenagem também se intensificou nas redes sociais, onde um dos abaixo-assinados que pede a revogação do título já contabiliza mais de 140 mil assinaturas. No texto, os organizadores afirmam que a homenagem não representa os valores defendidos por parte da população soteropolitana e questionam a escolha do senador para receber a honraria.
“Como soteropolitanos, estamos profundamente preocupados com a recente concessão de uma honraria a Flávio Bolsonaro, estabelecida por meio da Resolução nº 3.592/2026. Esta decisão surpreendeu muitos, incluindo moradores que acreditam que o senador não representa o povo de Salvador de maneira justa e adequada”, diz um trecho da petição.
Vorcaro comprou jornalismo da Globo, mostram mensagens com executivo
Campanha de Lula exige que Meta compense em dobro redução de alcance nas redes
Petição foi encaminhada ao presidente do TSE, Nunes Marques
Lula e Nunes Marques - Crédito: Ricardo Stuckert e Antonio Augusto/TSE
A coligação Brasil Pronto Pra Mais, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, pediu ao ministro-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, providências sobre “seletividade algorítmica” da empresa de tecnologia Meta, bem como a derrubada de rede de 255 perfis de inteligência artificial e a devolução do alcance reduzido injustamente nas plataformas sociais da companhia.
Segundo a coligação, a plataforma descumpre o plano de conformidade que ela própria apresentou ao tribunal. A petição aponta redução de alcance de conteúdos do candidato e de apoiadores e a desativação da conta de anúncios da campanha.
O documento descreve alcance desproporcional de perfis do campo adversário, como o do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-RJ). A petição cita uma rede de 255 perfis geridos com IA revelada pela agência Aos Fatos, conteúdos sintéticos mantidos no ar na janela vedada e anúncios irregulares, alguns pagos do exterior.
Na peça, a coligação menciona o assistente Meta AI, que teria se recusado a gerar material do presidente Lula e produzido cartazes do adversário, o candidato do PL, senador Flávio Bolsonaro (RJ).
Alckmin leva alerta do “risco Flávio” ao interior de São Paulo
Vice-presidente faz ofensiva no interior paulista para mobilizar prefeitos e reforçar apoio a Lula
Vice-presidente Geraldo Alckmin - Crédito: Cadu Gomes/VPR
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) tem feito uma ofensiva junto a aliados no interior paulista para ampliar o diálogo com prefeitos e ex-prefeitos e argumentar que um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL) seria um risco para os municípios, relata Vinicius Passarelli, do Metrópoles.
Na sexta-feira (16), Alckmin realizará um “encontro municipalista suprapartidário” em Hortolândia, no interior paulista. O objetivo é iniciar uma mobilização com políticos regionais e usar a rede de relações construída como governador para angariar apoio a Lula na reta final de campanha.
A articulação é conduzida pelo ex-prefeito de Araraquara Marcelo Barbiéri, que também já foi presidente da Associação Paulista de Municípios. Segundo ele, a ideia é fortalecer Alckmin como “porta-voz” das cidades paulistas junto ao governo federal.
Quem é Marcus Amim, ex-secretário de Polícia Civil do Rio preso pela PF
Delegado e ex-presidente do Detran foi preso pela Polícia Federal na 8ª fase da Operação Unha e Carne
O delegado Marcus Amim, ex-secretário de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro e ex-presidente do Detran-RJ, foi preso pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (15) na 8ª fase da Operação Unha e Carne. A prisão foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em uma investigação sobre conexões de agentes públicos com grupos criminosos que atuam no Rio de Janeiro.
Durante a apuração, os investigadores descobriram uma extensa rede de postos de combustíveis localizada no Grande Rio. A estrutura teria movimentado R$ 7,6 bilhões em um suposto esquema de lavagem de dinheiro operado com a anuência de políticos.
Formado em Direito pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Amim ingressou nos quadros da Polícia Civil em 2002. Ao longo de sua trajetória como delegado, esteve à frente de unidades estratégicas da corporação, incluindo a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), a Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) e a 27ª DP (Vicente de Carvalho). Antes de assumir a chefia da Polícia Civil e a presidência do Detran-RJ, ele ganhou notória visibilidade por suas participações em programas de televisão e por sua presença nas redes sociais.
Quaest mostra que migração da 3ª via para Flávio Bolsonaro não é automática e aponta vantagem de Lula entre abstenções
Migração da terceira via não é automática e aponta divisão do eleitorado, enquanto o presidente Lula lidera entre os que se abstiveram no primeiro turno
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro - Crédito: REUTERS/Adriano Machado
A primeira pesquisa Quaest para o segundo turno da corrida presidencial, divulgada na quarta-feira (14), indica um cenário de forte acirramento na disputa entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT), mais de uma semana após a primeira volta do pleito. O levantamento, contratado por O Globo e TV Globo, mostra um cenário de empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com o candidato do PL numericamente à frente, com 46% das intenções de voto, contra 44% do atual chefe do Executivo. Outros 9% afirmam que pretendem votar em branco, anular ou que não irão votar, enquanto 1% se declara indeciso.
Flávio Bolsonaro teme derrota para Lula no debate da Band e vai em busca do ‘zero a zero’
QG da campanha do candidato do PL traça metas defensivas e planeja provocações para tentar desestabilizar o presidente Lula
Lula e Flávio Bolsonaro - Crédito: Ricardo Stuckert I Divulgação
A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) traçou três metas estratégicas, segundo Malu Gaspar, do jornal O Globo, para o primeiro confronto direto e ao vivo contra o presidente Lula (PT) neste segundo turno das eleições presidenciais, previsto para a noite do próximo domingo (18) no debate promovido pela TV Band.
O encontro marca o primeiro embate direto na televisão entre Lula e Flávio Bolsonaro nesta campanha eleitoral, em um momento em que os dois candidatos aparecem tecnicamente empatados na liderança das pesquisas de intenção de voto. De acordo com o mais recente levantamento da Quaest, o parlamentar do PL soma 46% da preferência do eleitorado, contra 44% do presidente.
A confirmação da participação de Flávio Bolsonaro no programa da Band ocorreu após um recuo do próprio senador, que decidiu aceitar o embate depois que Lula confirmou presença. A decisão de ir ao estúdio, porém, desperta profunda apreensão entre os aliados do filho de Jair Bolsonaro (PL). A avaliação interna do QG do PL é que Lula possui muito mais experiência, desenvoltura e preparo para enfrentar situações de debate ao vivo. Pesa contra o candidato do PL o histórico de sua participação em um debate anterior promovido pela mesma emissora, em 2016, quando ele disputava a prefeitura do Rio de Janeiro e precisou abandonar o programa no intervalo após sofrer um mal-estar — ocasião em que acabou derrotado na disputa municipal.
Diante do histórico negativo e do favoritismo do adversário no formato de debate, a primeira meta estabelecida pela equipe de Flávio é garantir pelo menos um resultado neutro, qualificado por integrantes de sua campanha como um “zero a zero”. A lógica do comando do PL é defensiva: como o senador ostenta uma ligeira margem numérica sobre Lula, empatar no desempenho da transmissão é suficiente para manter a liderança atual. “Se mantiver tudo do jeito que está, Flávio ainda assim sai na vantagem. Ele só precisa sair no zero a zero”, declarou um influente interlocutor do senador.
Márcio Canella, 2º deputado mais votado do RJ, é preso por lavagem de dinheiro
Juristas pedem suspeição de Nunes Marques no TSE após bloqueio do “Exército do Lula”
Associação Brasileira de Juristas pela Democracia aponta indícios de parcialidade em decisões contra canal de apoio ao presidente e cobra tratamento igualitário
A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) deve protocolar nesta quinta-feira (15) um pedido de suspeição por parcialidade contra o ministro Kássio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A iniciativa ocorre após uma sequência de decisões do magistrado que resultaram na suspensão do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, coordenado pelo deputado federal André Janones e utilizado por apoiadores da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As informações são do jornal O Globo.
A entidade questiona a legalidade das medidas adotadas por Nunes Marques e aponta indícios de tratamento desigual entre as campanhas presidenciais de Lula e Flávio Bolsonaro (PL). O canal de apoio ao petista voltou a funcionar na noite de quarta-feira (14), depois de permanecer bloqueado por determinação judicial.
O pedido será apresentado no âmbito de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que já tramita no TSE, instaurada a partir de uma iniciativa da campanha de Flávio Bolsonaro. A ABJD pretende ingressar no processo na condição de terceira interessada, argumentando que as decisões questionadas ultrapassam os interesses das candidaturas envolvidas e apresentam consequências para a coletividade.
Com aproximadamente dois mil integrantes, a associação sustenta que existe interesse público relevante capaz de justificar sua participação no processo. Conforme uma fonte da entidade ouvida pelo jornal, esse fundamento é necessário porque, em condições normais, a organização não teria legitimidade para atuar diretamente na ação eleitoral.
quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Eduardo Bolsonaro chama Moraes de “câncer” e rejeita voltar ao Brasil para cumprir pena
“A luta social venceu”: Erika Hilton comemora aprovação do fim da 6×1
Após atacar fim da 6×1, Flávio demora quatro horas para entrar na sessão e vota sim

TSE manda bolsonaristas retirarem posts que associam “Marcha para Exu” a ato de Lula
Kassio Nunes Marques manda reativar canal “Exército do Lula” no WhatsApp

Em vitória do governo Lula e dos trabalhadores, Senado aprova o fim da escala 6×1
Índice de rejeição de Flávio Bolsonaro supera o de Lula, mostra Quaest
De acordo com a pesquisa, 91% dos eleitores afirmam que já decidiram seu voto para o segundo turno
Lula e Flávio Bolsonaro - Crédito: Ricardo Stuckert I Divulgação
O candidato à Presidência da República pela extrema direita brasileira, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), registra 54% de rejeição entre os eleitores, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 53%, mostrou a pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (14). A diferença de um ponto percentual entre os candidatos está dentro da margem de erro de dois pontos. O levantamento também revela que 91% dos entrevistados consideram definitiva sua escolha para o segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro, enquanto 9% admitem a possibilidade de mudar de candidato.
O levantamento, encomendado pela TV Globo e pelo jornal O Globo, ouviu 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de outubro. A Quaest estabeleceu um nível de confiança de 95% e registrou a pesquisa na Justiça Eleitoral sob o número BR-08729/2026. Os resultados mostram que os dois candidatos enfrentam índices de rejeição superiores à metade do eleitorado consultado.
De acordo com os dados divulgados pela Quaest, os percentuais de rejeição são:
● Flávio Bolsonaro (PL): 54%
● Lula (PT): 53%
A diferença de um ponto percentual não representa uma distância estatisticamente significativa entre os dois concorrentes. Considerando a margem de erro, a rejeição ao senador pode oscilar entre 52% e 56%, enquanto a do presidente pode variar de 51% a 55%.



















