Polícia Civil do DF indiciou militar flagrado transportando a arma, mas poupou Jair Bolsonaro
A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu o inquérito sobre a pistola Glock 17, calibre 9 mm, registrada em nome de Jair Bolsonaro (PL) e apreendida em poder do sargento Estácio Leite da Silva Filho durante uma blitz em Taguatinga, no dia 15 de junho. A corporação indiciou o militar por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, mas não apontou crime cometido pelo ex-presidente, segundo relatório final da 17ª Delegacia de Polícia do DF.
De acordo com o relatório da Polícia Civil do DF, a arma foi encontrada no assoalho de um veículo Honda Civic abordado por policiais militares por volta de 23h30, na região da QND 11, em Taguatinga. No momento da abordagem, Estácio afirmou que era servidor do GSI e que a pistola pertencia a Bolsonaro. Já na delegacia, segundo o documento, ele disse que havia levado o armamento para fazer um pequeno conserto e que pretendia devolvê-lo no dia seguinte.
