Prato feito sobe 7,2% desde janeiro e chega a R$ 31,90. Sul tem a refeição mais cara e Norte registra o menor valor médio
Crédito: Brasil 247/DALL-E
O preço médio do prato feito subiu 7,2% desde janeiro e chegou a R$ 31,90 em junho no Brasil. O levantamento também aponta o Sul como a região onde a refeição é mais cara, enquanto o Norte apresenta o menor valor médio, segundo a Folha de São Paulo.
A alta foi calculada pelo Índice Prato Feito (IPF), elaborado pelo Núcleo de Estudos Econômicos da Faculdade do Comércio de São Paulo (FAC-SP), instituição mantida pela Associação Comercial de São Paulo. Em janeiro, a refeição custava, em média, R$ 29,77. Em março, o preço havia avançado para R$ 30,27.
Na comparação entre março e junho, a elevação foi de 5,4%. O resultado indica que o custo de uma das refeições mais consumidas pelos trabalhadores brasileiros continuou avançando ao longo do primeiro semestre de 2026.
Com o valor médio de R$ 31,90, uma pessoa que almoça fora durante 20 dias úteis desembolsaria aproximadamente R$ 638 por mês apenas com o prato feito. O cálculo não inclui gastos com bebidas, sobremesas, transporte ou eventuais taxas cobradas por aplicativos de entrega.
A edição mais recente do IPF analisou 887 preços considerados válidos nas cinco regiões do país. A coleta foi realizada tanto presencialmente nos estabelecimentos quanto em plataformas digitais de entrega de alimentos.
Para a pesquisa, o prato feito é definido como uma refeição composta por arroz, feijão, uma proteína, salada e algum tipo de guarnição. A combinação permite acompanhar de forma direta como as variações dos alimentos e dos custos dos restaurantes chegam ao consumidor.
