Presidente cita Alckmin, Haddad e Simone Tebet para planos em São Paulo em meio a articulações por uma aliança nacional com o MDB
Vice-presidente Geraldo Alckmin; ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e presidente Luiz Inácio Lula da Silva em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília 25/08/2025 REUTERS/Adriano Machado (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, pela primeira vez, que admite a possibilidade de não repetir a atual chapa com Geraldo Alckmin (PSB) na candidatura à reeleição em 2026, abrindo espaço para novas composições políticas. A declaração ocorre em meio às movimentações do PT para atrair o MDB e formar uma aliança nacional mais ampla na corrida ao Palácio do Planalto, relata o jornal O Globo.
Em entrevista ao UOL, Lula disse que Alckmin, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), são nomes considerados para disputar o governo de São Paulo, destacando o peso eleitoral do estado e a necessidade de um palanque forte. O presidente aumentou o tom ao afirmar que os aliados já compreendem o papel estratégico que podem desempenhar no maior colégio eleitoral do país.
“Nós temos muitos votos em São Paulo e temos condições de ganhar as eleições em São Paulo. Eu ainda não conversei com o Haddad, ainda não conversei com o Alckmin, mas eles sabem que têm um papel para cumprir em São Paulo. Eles sabem. A Simone (Tebet) também tem um papel para cumprir, também não conversei com ela”, declarou Lula.