Análise é do professor e diretor da Quaest, Felipe Nunes, com base na nova pesquisa do instituto divulgada nesta quarta-feira (10)
Eleitores independentes e da direita não-bolsonarista reduziram o apoio ao senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e ajudaram o presidente Lula (PT) a ampliar sua vantagem nas simulações eleitorais de 2026, segundo análise do professor e diretor da Quaest, Felipe Nunes, com base na nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). No primeiro turno estimulado, o presidente aparece com 39%, contra 29% do senador, uma diferença de 10 pontos percentuais.
Na avaliação de Felipe Nunes, o bolsonarismo segue consolidado em torno de Flávio Bolsonaro, mas o mesmo não ocorre com outros segmentos da direita. “O bolsonarismo continua firme com Flávio (94%), mas repare que a direita não-bolsonarista aparece bem menos adepta a Flávio no 1º turno”, afirmou o diretor da Quaest em análise publicada no X.
Segundo ele, esse grupo já começa a se dividir entre diferentes nomes. “Já são 11% deles com intenção de votar em Renan, 10% em Lula e 6% em Caiado”, escreveu Nunes. No cenário geral de primeiro turno, Renan Santos e Ronaldo Caiado aparecem com 3% cada. Aécio Neves e Romeu Zema têm 2% cada, enquanto os indecisos somam 10%.
