segunda-feira, 24 de agosto de 2026

PF amplia cerco sobre Dark Horse e cobra da Ancine dados sobre financiamento

 Em ofício enviado à agência, a PF “a situação jurídica atual” do longa, “bem como o cronograma de execução da obra eventualmente informado ao órgão regulador”

Cartaz do filme Dark Horse- Jair Bolsonaro-Flávio Bolsonaro-Daniel Vorcaro
Crédito: Dark Horse-Flávio Bolsonaro-Jair Bolsoanro (Foto: Divulgação/Jair Bolsonaro/Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil/Flávio Bolsonaro/Adriano Machado/Reuters/Daniel Vorcaro/Reprodução/ Montagem/IA Dall-e)

A Polícia Federal avançou sobre a estrutura jurídica e financeira de “Dark Horse”, filme sobre a trajetória política de Jair Bolsonaro, e deu prazo de dez dias para que a Agência Nacional do Cinema (Ancine) entregue informações sobre a produção. A apuração tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro André Mendonça. A informação foi divulgada por Malu Gaspar, em sua coluna no jornal O Globo.

Os investigadores querem saber qual é a situação jurídica da obra, quem são as pessoas físicas e jurídicas envolvidas, como se deu o financiamento e se houve uso de recursos públicos, incentivos fiscais ou benefícios ligados a políticas federais de fomento ao audiovisual.

O pedido à Ancine foi formalizado em ofício de duas páginas, assinado na última terça-feira (18). No documento, a PF solicita que a agência “esclareça a situação jurídica atual” do longa, “bem como o cronograma de execução da obra eventualmente informado ao órgão regulador”. Os investigadores também pedem dados sobre registro, “comunicação de produção, certificação ou qualquer outro procedimento administrativo relacionado à obra cinematográfica”.

Fachin recebe Janja para discutir combate à violência contra a mulher

 O encontro busca estender os instrumentos de proteção a mulheres ameaçadas ou submetidas a violência em outros contextos

Janja discursa durante o lançamento da candidatura de Lula no estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, e destaca o papel das mulheres na construção política e social do país.
Crédito: Reprodução

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, recebe nesta segunda-feira (24) a primeira-dama Janja da Silva para discutir o combate à violência contra a mulher e apresentar medidas do Judiciário voltadas à prevenção do feminicídio, à proteção de vítimas e à resposta mais rápida do Estado diante de situações de risco.

Segundo reportagem do Metrópoles, a reunião ocorre a pedido de Janja. Fachin deverá apresentar as ações do Poder Judiciário no âmbito do Pacto dos Três Poderes Contra o Feminicídio, iniciativa que busca articular medidas institucionais para ampliar a proteção às mulheres.

Um dos principais temas do encontro será a aplicação prática de decisão recente do plenário do STF que ampliou o alcance das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha para situações que não se restringem ao ambiente doméstico.

Derrite, Tebet, André do Prado e Marina estão tecnicamente empatados pelo Senado em SP

 Os dados são da pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (24)

Simone Tebet, Guilherme Derrite e Marina Silva - Crédito: Gerado por IA

O deputado federal Guilherme Derrite (PP) e a ex-ministra Simone Tebet (PSB) lideram a disputa ao Senado em São Paulo, com 18% e 17% das intenções de voto, respectivamente, em cenário de empate técnico. André do Prado (PL), com 15%, e Marina Silva (Rede), com 14%, aparecem próximos dos dois primeiros colocados, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (24).

O levantamento indica uma disputa aberta pelas duas cadeiras de São Paulo no Senado, com quatro candidatos separados por apenas quatro pontos percentuais e, portanto, dentro ou muito próximos da margem de erro de dois pontos.

Flávio Bolsonaro escala aliados para barrar votação do fim da escala 6×1 antes da eleição

 Oposição tenta adiar análise no Senado para impedir vitória de Lula após reaproximação com Alcolumbre

Flávio Bolsonaro -  Crédito: Lula Marques/Agência Brasil

A possibilidade de votação da Proposta de Emenda à Constituição que acaba com a escala de trabalho 6×1 entrou no centro da disputa eleitoral e mobilizou a campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que tenta impedir que a medida avance no Senado antes das eleições.

Segundo o jornal O Globo, a movimentação foi deflagrada após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), sinalizar que poderia pautar a PEC depois de uma reaproximação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A proposta é uma das bandeiras eleitorais do petista e estava travada desde maio.

Lula intensifica acenos ao eleitorado feminino enquanto Flávio Bolsonaro acumula desgastes

 Campanha do presidente vê eleitorado feminino como estratégico para a reeleição e busca ampliar vantagem sobre o candidato do PL

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva - Crédito: Ricardo Stuckert

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai reforçar a ofensiva sobre o eleitorado feminino, tratado pelo núcleo petista como um dos segmentos decisivos para a disputa presidencial. O próximo movimento será um encontro com lideranças mulheres em Belo Horizonte, marcado para sábado (29), com a previsão de reunir cerca de 5 mil participantes de diferentes estados.

Segundo o Metrópoles, a intenção do PT é usar o ato para alinhar estratégias dos próximos meses e “dar o tom” da campanha junto a candidatas, dirigentes partidárias e aliadas políticas. Entre os temas previstos para o encontro estão o combate à violência contra a mulher, incluindo a violência digital, a igualdade salarial, a saúde feminina e a ampliação da presença de mulheres nos espaços de poder.

O foco no público feminino tem peso eleitoral direto. As mulheres somam 83,8 milhões de eleitoras no Brasil, o equivalente a 52,83% do eleitorado nacional. Pesquisas recentes indicam vantagem de Lula sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) nesse segmento. Levantamento da Quaest divulgado no início de agosto apontou o petista com 47% das intenções de voto entre as mulheres, contra 35% do candidato do PL.

Lula cobra campanha corpo a corpo para disputar votos e defender resultados do governo

 Presidente orienta aliados a reforçar presença nas ruas, defender resultados da economia e enfrentar bolsonaristas no contato direto com eleitores

Lula e Janja  -  Crédito: Ricardo Stuckert

A estratégia eleitoral do presidente Lula (PT) passou a priorizar uma ofensiva de rua, com cobrança direta para que aliados intensifiquem o corpo a corpo nos bairros e disputem voto a voto em uma campanha considerada acirrada. A orientação é que petistas e apoiadores estejam mais presentes no território, munidos de dados positivos do governo, sobretudo na área econômica. As informações foram publicadas pela Folha de São Paulo.

Segundo relatos, Lula tem repetido a aliados que “não se perde nem se ganha uma eleição de véspera” e defendido cautela, organização e presença constante nas ruas.

Deputados investigados no STF ampliam patrimônio em R$ 33,9 milhões

 Os parlamentares aparecem em investigações conduzidas pela Polícia Federal entre 2020 e 2026

Sóstenes Cavalcante - Crédito: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Nove deputados federais investigados em processos no Supremo Tribunal Federal (STF) registraram, em conjunto, aumento de R$ 33,9 milhões no patrimônio declarado à Justiça Eleitoral entre 2022 e 2026. Levantamento publicado pelo UOL nesta segunda-feira (24), com base nos registros de candidatura apresentados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mostra que o maior crescimento foi o do deputado Fernando Coelho Filho (União Brasil-PE), cujos bens aumentaram R$ 13,3 milhões no período.

Os parlamentares aparecem em investigações conduzidas pela Polícia Federal entre 2020 e 2026 envolvendo suspeitas de desvios de emendas parlamentares, irregularidades em licitações e uso da cota parlamentar. Os procedimentos chegam ao Supremo em razão do foro por prerrogativa de função. Como parte dos processos tramita sob sigilo, o levantamento considerou deputados que já tiveram a participação nas apurações tornada pública por operações policiais ou pedidos formulados pela PF.

Integram a relação Carlos Jordy (PL-RJ), Dal Barreto (União Brasil-BA), Elmar Nascimento (União Brasil-BA), Félix Mendonça Júnior (PDT-BA), Fernando Coelho Filho (União Brasil-PE), Júnior Mano (PSB-CE), Juscelino Filho (União Brasil-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). A maior parte disputa a reeleição em 2026. Jordy concorre ao Senado pelo Rio de Janeiro, enquanto Júnior Mano é candidato a primeiro suplente de senador na chapa de Cid Gomes (PSB).

Campanha de Lula vai ao TSE contra ação ‘coordenada e inautêntica’ sobre preços dos alimentos

 Equipe do presidente acusa perfis ligados ao bolsonarismo de espalhar conteúdos com roteiros e imagens idênticos

Presidente Lula  -  Crédito: Ricardo Stuckert

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir a abertura de investigação sobre uma suposta operação digital “coordenada e inautêntica” envolvendo publicações contra o petista a respeito dos preços dos alimentos. As informações foram divulgadas pela jornalista Daniela Lima, em sua coluna no UOL

O material que será levado pelo PT à Justiça aponta semelhanças em roteiros, imagens, objetos em cena, gestos e estrutura de fala em vídeos publicados por influenciadores impulsionados por lideranças do PL.

De acordo com o levantamento citado pela coluna, mais de 20 influenciadores aparecem na documentação reunida pela campanha de Lula. Alguns deles, segundo o material, relataram em suas próprias redes ter recebido doações de empresários e de canais bolsonaristas depois de publicarem conteúdos contra o presidente.

Candidatos da direita escondem Flávio Bolsonaro em materiais de campanha

 Materiais eleitorais de aliados priorizam figuras como Michelle Bolsonaro e Nikolas Ferreira e ampliam desgaste do presidenciável

Flávio Bolsonaro  - Crédito: Andressa Anholete/Agência Senado

A dificuldade de Flávio Bolsonaro (PL) para consolidar alianças na disputa presidencial passou a aparecer também dentro do próprio campo político. Candidatos da direita em diferentes estados têm dado mais destaque à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) do que ao presidenciável em materiais de campanha, segundo reportagem de O Globo.

Lula diz que nível da política brasileira “caiu muito” e critica candidatos que buscam “lacrar” na internet

 Presidente afirmou que a política brasileira perdeu qualidade e comparou cenário atual com disputas de décadas anteriores

Presidente Lula  -  Crédito: Ricardo Stuckert.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, em entrevista exclusiva à TV Record neste domingo (23), que a política brasileira perdeu qualidade nos últimos anos e criticou candidatos que, segundo ele, apostam na espetacularização nas redes sociais como caminho para disputar cargos públicos

Lula afirmou que há pessoas que acreditam que a exposição na internet seria suficiente para justificar uma candidatura à Presidência da República. “Tem gente que acha que pode ser candidato por causa da internet”, declarou.

“Tem gente que acha que brincar na internet ou lacrar na internet dá a ele o direito de ser presidente da República. Ser presidente é diferente, é tomar decisões. Tomar decisões é uma coisa séria, não é brincadeira. Então, eu acho que caiu, empobreceu”, completou.

Flávio Bolsonaro cresce, mas Lula segue na liderança da corrida eleitoral, diz pesquisa


      Lula e Flávio Bolsonaro. Foto: reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o primeiro turno da disputa presidencial de 2026, mas está tecnicamente empatado com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), segundo a pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (24). Lula registra 41% das intenções de voto na pesquisa estimulada, ante 37% de Flávio.

A diferença de quatro pontos entre os dois candidatos está no limite da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Em comparação com a rodada de 17 de agosto, Lula manteve os 41%, enquanto Flávio passou de 36% para 37%, oscilação dentro da margem.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 5%. Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) têm 3% cada, enquanto Augusto Cury (Avante) soma 2%. Votos brancos, nulos ou em nenhum candidato representam 5%, e 3% não souberam ou não responderam.

Pesquisa BTG/Nexus divulgada em 24 de agosto

Entrevista de Lula na Record teve o dobro da audiência do debate esvaziado na Band

De acordo com dados consolidados de medição em tempo real às 20h57, a Record registrou 4,28 pontos com a exibição da entrevista de Lula, consolidando a terceira colocação isolada

Lula concede entrevista a Mariana Godoy  - Crédito: Ricardo Stuckert

Os números de audiência em tempo real na Grande São Paulo registraram a preferência do público na noite de domingo. Enquanto a Record exibia a entrevista exclusiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à jornalista Mariana Godoy no Domingo Espetacular, a emissora alcançou mais que o dobro dos índices marcados pelo debate presidencial da Band, transmitido na mesma faixa horária.

O embate dos números na Grande São Paulo

De acordo com dados consolidados de medição em tempo real às 20h57, a Record registrou 4,28 pontos com a exibição da entrevista de Lula, consolidando a terceira colocação isolada.

No mesmo minuto, o debate promovido pelo programa Band Eleições, que reuniu os candidatos Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante), amargou a quarta colocação com apenas 2,06 pontos — menos da metade do alcance obtido pela conversa com o presidente da República.

Audiência das emissoras às 20h57:

        Globo: 16,13 pontos (Fantástico)

        SBT: 7,84 pontos (Programa Silvio Santos)

        Record: 4,28 pontos (Lula na Record / Domingo Espetacular)

        Band: 2,06 pontos (Band Eleições / Debate)

        RedeTV!: 0,75 ponto (Para Aqui!)

        XSports: 0,26 ponto (Rodada XSports)

        TV Aparecida: 0,25 ponto (Aparecida Sertaneja)

        TV Cultura: 0,12 ponto (De Olho no Voto)

domingo, 23 de agosto de 2026

Zema desiste e 1º debate presidencial terá apenas três candidatos


      Romeu Zema. Foto: Reprodução

O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais, desistiu de participar do debate promovido pela Band neste domingo (23). Com a saída dele, a rodada deve reunir apenas Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante).

A equipe de Zema relacionou a decisão à ausência do presidente Lula (PT) e afirmou que a emissora havia alterado a data para permitir a participação do petista. “Diante da ausência de Lula e de outros concorrentes, a alteração de data perdeu o seu propósito inicial. Nesse contexto, esta assessoria informa que Romeu Zema também não participará deste debate”, declarou.

Lula decidiu não comparecer ao encontro. A ausência do presidente também levou o senador Flávio Bolsonaro (PL) a sinalizar que pode desistir. O parlamentar avalia que, sem o petista, passaria a concentrar as críticas dos demais adversários.

Após a confirmação da desistência de Zema, Caiado divulgou um áudio por meio de sua assessoria e garantiu presença: “Me perguntaram aí se eu irei ao debate. Minha gente, todo mundo me conhece. Eu não dou marcha à ré nem para trem carregado de dinamite. Estarei lá”.

Dino veta indicação de emendas por presidentes de partidos

O ministro Flávio Dino. Foto: Reprodução

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou neste domingo (23) que Câmara e Senado considerem nulas eventuais emendas indicadas por presidentes de partidos sem mandato no Congresso e por ex-parlamentares. Ele ordenou que os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), comuniquem imediatamente a decisão às áreas técnicas das duas Casas.

“Qualquer ato, tabela, expediente, comunicação, planilha, ofício ou solicitação que pretenda atribuir a presidente de partido político ou a ex-parlamentar a autoria, titularidade ou poder de indicação sobre emenda parlamentar deve ser considerado juridicamente inidôneo e revestido de nulidade absoluta, não podendo servir de fundamento para a prática de atos administrativos destinados à execução da despesa pública”, afirmou Dino na decisão.

“Se cometeu erro, vai ser julgado”, diz Lula sobre o filho à Record


         O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante entrevista à Record. Foto: Reprodução/TV Record

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou tentar impedir as investigações contra seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e disse tratar o caso com “muita seriedade” em entrevista à Record neste domingo (23). Ele também comentou as apurações relacionadas ao ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola. Com informações do Estadão.

“Eu não sou um presidente que tenta proibir investigação. Eu não ameaço mandar ministro embora. Eu não ameaço punir delegado. Investigue-se”, afirmou Lula.

O presidente disse que o filho deverá responder às suspeitas e citou as possíveis consequências das apurações. “Meu filho sabe se cometeu erro, ele vai ser julgado, vai ser punido ou vai ser inocentado. Mas ele tem que provar a inocência dele”, declarou.

Crítica da Lei Rouanet, Regina Duarte busca R$ 1,1 milhão com recurso para peça com a filha


                    Regina Duarte. Foto: Divulgação

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou recentemente uma produtora de São Paulo a captar R$ 1,1 milhão por meio da Lei Rouanet para a montagem do espetáculo “A filha da…”, que tem como protagonistas as atrizes Regina Duarte e Gabriela Duarte, mãe e filha.

Regina ocupou a Secretaria Especial da Cultura durante o governo de Jair Bolsonaro, entre março e maio de 2020. A atriz deixou o cargo após uma passagem marcada por conflitos e mudanças na política cultural do governo.
A autorização para captação dos recursos chama atenção também pelo histórico de Regina em relação à própria Lei Rouanet.

Durante o governo Bolsonaro, ela apoiou publicamente medidas que buscavam reduzir o limite de cachês pagos com recursos incentivados pelo mecanismo.

Regina Duarte e Bolsonaro. Foto: Divulgação
Em uma publicação no Instagram, Regina compartilhou, à época, o anúncio feito por André Porciuncula, então secretário de Fomento da Secretaria Especial da Cultura. A medida previa a redução do teto para cachês de artistas em projetos financiados pela Lei Rouanet.

Na postagem, Regina classificou a mudança como uma “novidade importante no setor cultural brasileiro”.

Dino dá cinco dias para partidos do Centrão explicarem emendas


                          O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal. Foto: Reprodução

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu cinco dias para que Podemos e Solidariedade prestem informações sobre a participação de presidentes partidários na indicação de emendas parlamentares.

A decisão, publicada no domingo, estabelece multa diária de R$ 100 mil caso as siglas continuem sem responder. Dino também determinou a intimação pessoal de Renata Abreu, presidente do Podemos, e Paulinho da Força, presidente do Solidariedade, com advertência expressa sobre a cobrança.

Em julho, o ministro intimou os dirigentes de todos os partidos a esclarecer se presidentes das legendas definiam, geriam, distribuíam ou operacionalizavam emendas. Podemos e Solidariedade foram os únicos partidos que não se manifestaram.

Avante, Cidadania, MDB, Missão, Novo, PCdoB, PDT, PL, PP, PRD, PSB, PSD, PSDB, PSol, PT, PV, Rede, Republicanos e União Brasil responderam ao STF. As legendas afirmaram que seus dirigentes não possuem competência para controlar ou indicar esses recursos.

Haddad diz que Datafolha está “meio esquisito” em SP e cita pesquisas internas divergentes

 Levantamento divulgado nesta sexta-feira (21) aponta Tarcísio com 45% e Haddad com 27% no primeiro turno

Fernando Haddad  -  Crédito: Diogo Zacarias / Divulgação

 Fernando Haddad (PT), candidato ao governo de São Paulo, questionou neste sábado (22) os resultados da mais recente pesquisa Datafolha sobre a disputa estadual. O levantamento aponta o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) com 45% das intenções de voto no primeiro turno, contra 27% do petista.

A declaração foi dada durante um evento na Barra Funda, em São Paulo, que contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e das candidatas ao Senado Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede).

“O Datafolha está meio esquisito. Tem quatro candidatos que eu não conheço, que somam 9% do eleitorado. Respeito todos os institutos, mas tenho duas pesquisas internas que estão muito destoantes, fora da margem de erro”, afirmou Haddad.

O levantamento citado pelo candidato foi divulgado na sexta-feira (21). O Datafolha ouviu 1.610 pessoas entre terça-feira (18) e quarta-feira (19) de agosto. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é SP-01806/2026.

Sem Lula e Flávio, primeiro debate presidencial terá quatro candidatos; veja quem participa


              Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) – Foto: Reprodução

A Band realiza neste domingo (23), às 20h, o primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026. O encontro deve contar com Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sinalizou à direção da emissora que não pretende participar do debate. O petista não reservou espaço em sua agenda de campanha para se preparar para o encontro.

A ausência de Lula também deve levar Flávio Bolsonaro (PL) a não comparecer. A campanha do senador afirma que ele pretende participar dos debates em que o presidente estiver presente. Apesar disso, a equipe de Flávio buscou todas as credenciais a que o candidato tem direito para o evento.

Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro – Foto: Ton Molina/GettyImages/Saulo Cruz/Agência Senado
O movimento foi interpretado pela Band como uma sinalização de que Flávio ainda poderia comparecer. Auxiliares do candidato, porém, afirmam que a tendência continua sendo pela ausência do senador.

Por que patrimônio elevado de candidatos não é investigado?

 Declaração de bens é obrigatória e pública, mas aumento patrimonial, por si só, não comprova irregularidade; entenda quando Justiça Eleitoral e o MP podem agir

Augusto Cury, Romeu Zema, Lula, Flávio Bolsonaro e Renan Santos | Foto: Reprodução

Casas, fazendas, ações, empresas, aplicações financeiras e até a ausência de patrimônio. A declaração de bens dos candidatos é uma das informações disponibilizadas pela Justiça Eleitoral durante o período eleitoral e costuma chamar a atenção dos eleitores, principalmente quando há diferenças expressivas entre o patrimônio informado em uma eleição e o declarado anos depois.

Neste ano, por exemplo, candidatos à Presidência apresentaram patrimônios bastante distintos. Augusto Cury (Avante) declarou R$ 242,2 milhões; Romeu Zema (Novo), R$ 178,7 milhões; Ronaldo Caiado (PSD), R$ 52,5 milhões; enquanto Flávio Bolsonaro (PL) informou R$ 8,1 milhões e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), R$ 4,7 milhões. Na outra ponta, Samara Martins (UP) declarou R$ 33 mil, e Hertz Dias (PSTU) informou que não tinha bens a declarar.

Mas uma declaração que parece incompatível com a renda, a profissão ou o patrimônio conhecido de um candidato gera automaticamente uma investigação? Não.

A declaração de bens é um dos documentos exigidos para o registro de candidatura. A legislação eleitoral determina que o pedido de registro seja acompanhado da relação de bens do candidato. Para as eleições de 2026, a regulamentação do TSE estabelece que essas informações sejam apresentadas de forma simplificada, com a indicação do bem e do valor declarado à Receita Federal.

Globo transmite público da Festa do Peão de Barretos xingando Lula

 

Público da Festa do Peão de Barretos durante transmissão da Globo
Público ocupa as arquibancadas da Festa do Peão de Barretos durante transmissão televisiva. Foto: Reprodução
Durante uma entrada ao vivo diretamente da Festa do Peão de Barretos, a TV Globo captou parte do público entoando insultos contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na noite de sábado (22). O episódio ocorreu em Barretos, no interior de São Paulo, durante a abertura de um dos maiores eventos de rodeio do país.

No coro, os presentes gritavam: “Ei, Lula, vai tomar no c*”. O áudio ambiente foi veiculado pela emissora.

As ofensas aconteceram em uma festa fortemente associada ao agronegócio, setor no qual a direita e o bolsonarismo mantêm expressiva presença política.

Zema lidera arrecadação na 1ª semana de campanha; Lula só supera Augusto Cury


       Lula ao lado de Eduardo Paes, Janja da Silva e crianças no ato de campanha no Rio de Janeiro. Foto: Reprodução

Romeu Zema (Novo) liderou a arrecadação declarada pelos candidatos à Presidência na primeira semana da campanha eleitoral de 2026, com R$ 2,7 milhões. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou R$ 165,5 mil, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) e Ronaldo Caiado (PSD) ainda não informaram receitas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com informações de uol.

O PT transferiu R$ 150 mil do fundo partidário para a campanha de Lula. Três pessoas físicas doaram os R$ 15,5 mil restantes, conforme os dados disponíveis no sistema DivulgaCand.

A direção nacional do Novo repassou R$ 2,5 milhões à campanha de Zema. Uma doação de pessoa física, no valor de R$ 200 mil, completou o total declarado pelo candidato.

Renan Santos (Missão) registrou R$ 1,22 milhão em receitas. A campanha atribuiu R$ 1.220.288 desse montante a contribuições recebidas por meio de vaquinha virtual.