Diretor da Quaest cita conflito com Michelle, queda na espontânea e vantagem de Lula como sinais da fragilidade de Flávio Bolsonaro
Crédito: Divulgação | Andressa Anholete/Agência Senado
O diretor da Quaest, Felipe Nunes, avaliou que a nova rodada da pesquisa Genial/Quaest expõe uma “fragilidade” da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). Em postagem no X nesta quarta-feira (15), o cientista político citou o conflito com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o recuo do senador na intenção espontânea de voto e a ampliação da vantagem do presidente Lula (PT) como sinais das dificuldades enfrentadas pela campanha do PL.
A análise de Nunes foi publicada após a divulgação do levantamento nacional que mostra Lula com saldo positivo de aprovação pela primeira vez desde dezembro de 2024. A aprovação do trabalho do presidente chegou a 48%, enquanto a desaprovação ficou em 47%. Outros 5% não souberam ou não responderam. Os dois índices estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro da pesquisa.

“Essa fragilidade da campanha de Flávio pode ser justificada por alguns fatores”, escreveu Felipe Nunes. Para o diretor da Quaest, um dos elementos mais importantes foi o desentendimento público entre Flávio e Michelle Bolsonaro, episódio que chegou ao conhecimento de 49% dos entrevistados.

