Abrava pede fim de paralisações após aprovação de MP que muda regras do transporte de cargas
A Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava) pediu o fim das paralisações de caminhoneiros após a aprovação da Medida Provisória 1.343/2026, que estabelece novas regras para o transporte rodoviário de cargas e ainda precisa ser sancionada pelo presidente Lula (PT). O apelo foi feito na terça-feira (14) pelo presidente da entidade, Wallace Landim, conhecido como Chorão, informa a CNN Brasil.
Em um vídeo divulgado após a votação no Congresso Nacional, ele afirmou que os caminhoneiros devem encerrar os protestos e direcionar a mobilização para a aplicação das medidas incluídas no texto. “Agora é a hora de desmobilizar e a gente, todo mundo unido, como trabalhou na MP, trabalhar junto à ANTT para trazer o mais rápido possível uma tranquilidade para a nossa categoria”, declarou Landim.
O dirigente defendeu que as lideranças dos caminhoneiros passem a atuar junto à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para acelerar a implementação das novas normas. Na avaliação dele, a aprovação da medida oferece maior segurança aos profissionais da categoria, principalmente àqueles que trabalham no Porto de Santos, em São Paulo.
Landim também agradeceu o envolvimento dos transportadores autônomos durante a tramitação da proposta no Legislativo e ressaltou a participação das lideranças que defenderam a aprovação da medida provisória.
“Parabéns caminhoneiro, parabéns pela votação da MP”, afirmou o presidente da Abrava.
A MP 1.343/2026 modifica regras relacionadas à contratação do transporte rodoviário de cargas. Durante a análise no Congresso, o texto recebeu apoio de entidades representativas dos caminhoneiros, que apresentaram a medida como uma forma de ampliar a proteção aos transportadores autônomos.
Com a aprovação pelos parlamentares, o texto será encaminhado para a sanção presidencial. Somente após essa etapa e a regulamentação das novas regras será possível avançar na aplicação das mudanças previstas para o setor de transporte de cargas.
Fonte: Brasil 247 com informações da CNN Brasil
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