segunda-feira, 2 de novembro de 2026

VÍDEO: Coro de Lula é tocado no GP do México na Fórmula 1

Torcedores ocupam a pista do Autódromo Hermanos Rodríguez após o Grande Prêmio da Cidade do México. Foto: Reprodução


Um vídeo gravado durante o Grande Prêmio da Cidade do México de Fórmula 1 viralizou nas redes sociais ao registrar o tradicional canto “Olê, olê, olê, olá, Lula, Lula” no Autódromo Hermanos Rodríguez. A cena ocorreu no último domingo (1º), uma semana depois da reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Brasil.

O registro foi feito depois da bandeirada, quando os portões foram abertos para que torcedores entrassem na pista antes da cerimônia do pódio. A música associada há décadas ao petista pôde ser ouvida durante a transmissão e rapidamente chamou a atenção de brasileiros que acompanhavam a corrida.

O episódio no México ocorre em meio a uma internacionalização de símbolos usados na campanha que reelegeu Lula. O gesto de formar a letra “L” com o polegar e o indicador, por exemplo, deixou de aparecer apenas em atos políticos brasileiros e passou a ser reproduzido por lideranças e militantes progressistas em outros países.



A própria presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, fez o “L” diante das câmeras ao comemorar a vitória do brasileiro. “Estamos felizes, muito contentes com a vitória de Lula no Brasil”, disse ela, classificando o resultado como um “sopro de esperança” para a América Latina e o Caribe.



Na Europa, a apropriação do símbolo ficou especialmente evidente na Espanha. Em um comício da Frente Ampla em Madri, a ex-prefeita de Barcelona Ada Colau convocou o público: “Vamos todas levantar o braço com o ‘L’ de Lula”.

O primeiro-ministro Pedro Sánchez também passou a associar sua campanha à experiência brasileira e declarou: “Se o Brasil conseguiu, a Espanha consegue”, em meio à disputa contra o avanço da direita e da extrema-direita.


Na França, apoiadores de Jean-Luc Mélenchon também passaram a reproduzir a referência. Vídeos mostram militantes fazendo primeiro o “L” de Lula e depois transformando o gesto em um “M”, de Mélenchon. Grupos ligados à esquerda francesa também começaram a copiar métodos de mobilização digital utilizados na campanha brasileira para a eleição presidencial de 2027.

Fonte: DCM

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