quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Eduardo Bolsonaro chama Moraes de “câncer” e rejeita voltar ao Brasil para cumprir pena
“A luta social venceu”: Erika Hilton comemora aprovação do fim da 6×1
Após atacar fim da 6×1, Flávio demora quatro horas para entrar na sessão e vota sim

TSE manda bolsonaristas retirarem posts que associam “Marcha para Exu” a ato de Lula
Kassio Nunes Marques manda reativar canal “Exército do Lula” no WhatsApp

Em vitória do governo Lula e dos trabalhadores, Senado aprova o fim da escala 6×1
Índice de rejeição de Flávio Bolsonaro supera o de Lula, mostra Quaest
De acordo com a pesquisa, 91% dos eleitores afirmam que já decidiram seu voto para o segundo turno
Lula e Flávio Bolsonaro - Crédito: Ricardo Stuckert I Divulgação
O candidato à Presidência da República pela extrema direita brasileira, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), registra 54% de rejeição entre os eleitores, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 53%, mostrou a pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (14). A diferença de um ponto percentual entre os candidatos está dentro da margem de erro de dois pontos. O levantamento também revela que 91% dos entrevistados consideram definitiva sua escolha para o segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro, enquanto 9% admitem a possibilidade de mudar de candidato.
O levantamento, encomendado pela TV Globo e pelo jornal O Globo, ouviu 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de outubro. A Quaest estabeleceu um nível de confiança de 95% e registrou a pesquisa na Justiça Eleitoral sob o número BR-08729/2026. Os resultados mostram que os dois candidatos enfrentam índices de rejeição superiores à metade do eleitorado consultado.
De acordo com os dados divulgados pela Quaest, os percentuais de rejeição são:
● Flávio Bolsonaro (PL): 54%
● Lula (PT): 53%
A diferença de um ponto percentual não representa uma distância estatisticamente significativa entre os dois concorrentes. Considerando a margem de erro, a rejeição ao senador pode oscilar entre 52% e 56%, enquanto a do presidente pode variar de 51% a 55%.
Flávio Bolsonaro recua e defende volta do “Exército do Lula”a pós PT pedir suspensão de canal bolsonarista no TSE
Campanha petista pediu ao TSE suspensão de 48 horas do canal “Tropa do Flávio” para garantir tratamento igual às duas candidaturas
O senador Flávio Bolsonaro (PL) se manifestou nesta quarta-feira (14) a favor do restabelecimento imediato do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), após a coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) solicitar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o grupo “Tropa do Flávio” também fosse suspenso por 48 horas.
Segundo a coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, com Diego Alejandro, Jullia Gouveia e Karina Matias, a manifestação do senador foi apresentada apenas 13 minutos depois de a coligação Brasil Pronto Pra Mais protocolar o pedido de suspensão do canal ligado à campanha bolsonarista. Flávio concordou com a reativação do grupo administrado por Janones, independentemente do cumprimento integral do prazo de 48 horas, desde que fossem observadas as condições estabelecidas pelo ministro Kassio Nunes Marques.
A movimentação ocorre em meio a uma disputa judicial sobre as regras aplicadas aos canais de mobilização eleitoral no WhatsApp. A campanha de Lula reivindica tratamento equivalente para as duas candidaturas, depois que o canal criado por Janones foi retirado do ar por determinação do TSE.
Quaest aponta empate técnico: Flávio Bolsonaro tem 46% contra 44% de Lula

Moraes reduz pena de ex-ministro de Bolsonaro preso por trama golpista
Flávio Bolsonaro pede a Kássio censura contra página de artistas que apoiam Lula
Em vitória de Lula, CCJ do Senado aprova PEC da Segurança
Proposta avança após votação relâmpago e segue para o plenário do Senado
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado concluiu nesta quarta-feira (14) a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, uma das prioridades do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A medida, que busca ampliar a integração das forças policiais e fortalecer o combate ao crime organizado, segue agora para o plenário da Casa.
A conclusão da votação ocorreu de maneira acelerada, após o colegiado analisar três destaques que haviam ficado pendentes desde 2 de setembro, quando o texto principal foi aprovado. O relator da proposta, senador Rogério Carvalho (PT-SE), rejeitou as alterações apresentadas e preservou a versão aprovada pela Câmara dos Deputados.
A decisão faz parte de uma estratégia para acelerar a tramitação da PEC e permitir que sua votação seja concluída antes do segundo turno das eleições. Ao manter o texto encaminhado pelos deputados, a comissão também evita, nesta etapa, mudanças que poderiam prolongar a análise da proposta no Congresso.
A aprovação definitiva da PEC é considerada estratégica pelo governo Lula, que pretende criar o Ministério da Segurança Pública após a conclusão da tramitação. A nova estrutura é uma das iniciativas planejadas pelo Executivo para ampliar a coordenação federal das políticas de segurança e do enfrentamento às organizações criminosas.
Ministério Público federal abre apuração sobre moderação de conteúdo das eleições por Meta e X
O objetivo é apurar as práticas de moderação adotadas pelas empresas durante as eleições devido às reclamações de bloqueios, suspensões de contas, remoções de publicações e restrições de alcance
O Ministério Público Federal (MPF) abriu um procedimento administrativo com o objetivo de apurar as práticas de moderação de conteúdo adotadas pelas empresas Meta e X durante as eleições de 2026, informou o órgão, após reclamações de bloqueios, suspensão de contas, remoções de publicações e restrições de alcance.
Segundo o documento do MPF, com data de terça-feira, os procuradores receberam uma representação formulada por organizações que monitoram o trabalho das “big techs” relatando “volume expressivo de notícias (mais de 1.000 casos registrados) de bloqueios, suspensão de contas, remoções de publicações e restrições de alcance promovidos por plataformas digitais — especialmente a Meta (Instagram, Facebook e WhatsApp) e o X — contra cidadãos, jornalistas, comunicadores, veículos independentes de imprensa, entidades estudantis e movimentos sociais”.
Uma das organizações que assinam o pedido, a CTRL+Z, detalha em seu site que, além de já ter documentado mais de 1.000 casos de restrições e banimentos, 22% dos casos documentados são de contas ou postagens censuradas sem explicação –- o que tem afetado, além de cidadãos comuns, também movimentos sociais e estudantis, segundo a entidade.
Procuradas, a Meta e o X não responderam de imediato a pedido de comentário.
A subprocuradora-geral da República Paula Bajer Fernandes, procuradora federal adjunta dos Direitos do Cidadão, determinou o envio de ofício à Meta para que informe em cinco dias como é feito o monitoramento, detalhando os episódios reportados. Por ora, não houve providências a serem adotadas pelo X, conforme o documento.
Alcolumbre pretende promulgar fim da escala 6×1 na próxima terça-feira
PEC deve ser votada em dois turnos nesta quarta-feira no Senado e pode garantir a Lula uma importante vitória política antes do segundo turno das eleições
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), trabalha com a possibilidade de promulgar, na próxima terça-feira (20), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece o fim da escala de trabalho 6×1. A medida, uma das principais bandeiras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), poderá ser aprovada ainda nesta quarta-feira (14), caso obtenha o apoio necessário em duas votações no plenário da Casa.
Segundo informações publicadas pelo jornal O Globo, Alcolumbre comunicou a aliados sua intenção de concluir a tramitação da proposta e realizar a promulgação na próxima semana. O presidente do Senado avalia que há condições políticas para garantir a aprovação do texto em dois turnos, permitindo que a mudança constitucional seja formalizada antes do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro.
A iniciativa ganhou importância na reta final da disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL). O presidente busca transformar a aprovação do fim da escala 6×1 em uma conquista de seu governo, associando sua candidatura à redução da jornada de trabalho e à ampliação dos direitos dos trabalhadores.
Meta diz que adotou medidas, mas IA segue fazendo propaganda pró-Flávio

Campanha de Lula aciona TSE contra Meta por favorecer Flávio Bolsonaro e cobra investigação sobre vídeos de Nikolas
Coligação questiona alcance milionário de vídeos de Nikolas Ferreira e pede ao TSE investigação sobre distribuição de conteúdo político no Instagram
A equipe jurídica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou, nesta quarta-feira (14), novos documentos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para reforçar uma ação contra a Meta, controladora do Instagram e do Facebook. A coligação suspeita que os mecanismos de distribuição de conteúdo da empresa estejam beneficiando a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL), enquanto publicações ligadas à campanha pela reeleição do presidente enfrentariam restrições de alcance.
Segundo o jornal O Globo, a nova manifestação concentra parte das suspeitas no desempenho das publicações do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), aliado de Flávio Bolsonaro. Os advogados de Lula apontam diferenças expressivas entre o número de seguidores do parlamentar e as visualizações registradas em seus vídeos, além de questionarem os critérios utilizados pela plataforma para recomendar conteúdos políticos.
A petição foi encaminhada ao ministro Marco Aurélio Bellizze, relator da ação. A campanha argumenta que o alcance das publicações de Nikolas seria incompatível com os parâmetros de distribuição informados pela própria Meta, especialmente diante das dificuldades enfrentadas pelos perfis associados ao presidente.
“Em termos claros, a META vem entregando a campanha de Flávio Bolsonaro a uma quantidade de usuários e usuárias que sequer celebridades internacionais alcançam. Não há como conceber equilíbrio na disputa eleitoral com esse cenário”, afirma o documento apresentado ao TSE.
Zanin dá 48 horas para Anatel explicar falhas no 1º turno das eleições
Ministro do STF exige relatório detalhado e determina que problemas sejam corrigidos até 22 de outubro
Cristiano Zanin - Crédito: Antonio Augusto/STF
O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (14) que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) apresente, no prazo de 48 horas, explicações detalhadas sobre as falhas registradas no acesso gratuito aos serviços digitais da Justiça Eleitoral durante o primeiro turno das eleições de 2026. A decisão também estabelece que os proble as sejam corrigidos até 22 de outubro, antes da votação do segundo turno.
A determinação atende parcialmente a um pedido do Partido Verde (PV), apresentado no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1355. O objetivo é assegurar que eleitores com planos de telefonia móvel pré-pagos, mesmo sem saldo ou franquia de dados disponível, consigam acessar gratuitamente as plataformas oficiais da Justiça Eleitoral.
Zanin exigiu que a Anatel encaminhe ao Supremo um relatório detalhado sobre a fiscalização do cumprimento da medida que garantiu acesso gratuito ao portal de checagem de notícias falsas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além dos demais sites e aplicativos eleitorais, nas 72 horas anteriores e nas 24 horas posteriores ao primeiro turno.
Lula cresce e reduz distância para Flávio Bolsonaro, dizem trackings encomendados por bancos
Levantamentos internos de duas grandes instituições financeiras apontam recuperação do presidente na disputa pelo segundo turno
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou uma recuperação nas intenções de voto em relação a Flávio Bolsonaro (PL), segundo levantamentos internos encomendados por duas grandes instituições bancárias. Os dados indicam uma redução da vantagem que o candidato do PL mantinha sobre o petista na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (14) pelo jornalista Lauro Jardim, em sua coluna no jornal O Globo.
De acordo com a publicação, pelo menos dois levantamentos de acompanhamento eleitoral, conhecidos como trackings, identificaram uma movimentação favorável a Lula ao longo dos últimos dias.
Campanha de Lula aciona TSE contra Meta por favorecer Flávio Bolsonaro nas redes
IA da Meta se nega a produzir materiais para Lula, mas elabora conteúdos pró-Flávio Bolsonaro. Organização CTRL+Z também pressiona Nunes Marques, presidente do TSE, a reagir
A campanha do presidente Lula (PT) apresentou uma nova petição ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta quarta-feira (14), em que volta a acusar a Meta, empresa de tecnologia norte-americana proprietária do Facebook, do Instagram e do WhatsApp, de interferir na disputa eleitoral em favor do senador Flávio Bolsonaro (PL), informa a Folha de São Paulo.
A equipe de Lula compilou registros que indicam que a inteligência artificial da Meta se recusa a criar material de campanha para o presidente, ao mesmo tempo em que atende a pedidos semelhantes em relação ao senador Flávio Bolsonaro. “Sim, o algoritmo da Meta é enviesado, pratica seletividade algorítmica e permite que Flávio Bolsonaro e seus apoiadores produzam, em massa, conteúdos eleitorais ilícitos e de fácil replicação”, diz a peça jurídica.
‘Além de mentiroso, Flávio Bolsonaro é dissimulado e perverso’, afirma Gleisi Hoffmann
Deputada critica postura do candidato, que promete votar pelo fim da escala 6×1 e, ao mesmo tempo, sinaliza a empresários que vai rever a medida
Gleisi Hoffmann e Flávio Bolsonaro - Crédito: Joédson Alves/Agência Brasil | Lula Marques/ Agência Brasil
A ex-ministra e deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) fez duras críticas ao senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), acusando-o de atuar de forma dissimulada em relação ao fim da escala de trabalho 6×1.
Em publicação realizada nas redes sociais nesta quarta-feira (14), a parlamentar reagiu às sinalizações do adversário ao setor empresarial e disparou: “nem cumpriu a promessa de votar contra a escala 6×1 e Flávio Bolsonaro já promete a aliados que, se eleito, vai rever a medida. Além de mentiroso é dissimulado e perverso”.
A manifestação da deputada ocorre no momento em que a campanha de Flávio Bolsonaro passa a emitir acenos ao empresariado, indicando que poderá promover alterações na legislação que extingue a jornada 6×1 caso vença o segundo turno das eleições presidenciais. A articulação é feita de forma paralela ao anúncio público de que o candidato votará a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), uma das principais pautas sociais defendidas pelo presidente Lula (PT), seu oponente na disputa pelo Palácio do Planalto.


















