sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Professoras denunciam PMs por tomar camisetas de Lula e forçar suspeitos a usá-las
‘Equipe de Flávio Bolsonaro queria atingir o canal de Lula por medo de debate’, dispara Lindbergh (vídeo)
Segundo o petista, o senador está com medo da repercussão do debate entre os presidenciáveis nas plataformas digitais
Lindbergh Farias - Crédito: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) comemorou nesta sexta-feira (23) a decisão do ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que impede o presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, de suspender administrativamente o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, que já bateu os 10 milhões de inscritos. Em vídeo na rede social X, o petista afirmou que a equipe do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) queria atingir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com uma possível suspensão da plataforma, porque o senador da extrema direita está com medo da repercussão do debate previsto para esta sexta-feira (23), a partir das 21h20, no Jornal Nacional, com mediação do jornalista César Tralli.
“O presidente do TSE tinha feito uma consulta à meta e deu um prazo de 24 horas. Olha, o que a gente estava achando é que ele queria tirar o canal exército do Lula no ar, justamente na hora do debate, na hora da repercussão no debate, sim”, disse. “Vitória da democracia, muito importante”, acrescentou o petista.
Transporte coletivo de passageiros será gratuito em Apucarana no segundo turno das eleições
Suspensão da cobrança da tarifa será neste domingo (25/10), das 6 às 19 horas, conforme decreto municipal
A Prefeitura de Apucarana informa que o transporte coletivo urbano será gratuito neste domingo (25/10), data do segundo turno das eleições de 2026. A suspensão da cobrança da tarifa pública, das 6 às 19 horas, está prevista no Decreto Municipal nº 319/2026, assinado pelo prefeito Rodolfo Mota.
A medida tem como objetivo garantir condições igualitárias para que a população exerça seu direito e dever de voto, conforme estabelecido no decreto.
O documento também determina que o serviço de transporte coletivo, operado pela Viação Apucarana Ltda. (VAL), funcione de forma eficiente e adequada à demanda, com a disponibilização da frota necessária para atender aos usuários, observada a programação estabelecida pelo poder concedente. A mesma medida de gratuidade esteve em vigor no primeiro turno das eleições, realizado no dia 4 de outubro.
Conforme o decreto, o Município pagará à VAL pela prestação do serviço de transporte gratuito de eleitores nos dois turnos das eleições.
Fonte: Pòrtal de Notícias da Prefeitura
“Flávio Bolsonaro fugiu do compromisso de abrir todos os sigilos, inclusive do Willer Tomaz”, diz Camilo Santana
Coordenador da campanha de Lula afirma que candidato do PL não cumpriu compromisso de abrir dados bancários e fiscais de familiares e do advogado Willer Tomaz
Senador Camilo Santana (PT-CE) fala em entrevista coletiva - Crédito: Reprodução/Youtube
O senador Camilo Santana (PT-CE), um dos coordenadores da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), acusou Flávio Bolsonaro (PL) de não cumprir o acordo firmado entre as duas candidaturas para a abertura de sigilos bancários e fiscais dos presidenciáveis e de seus familiares. A declaração foi feita nesta sexta-feira (23), durante entrevista coletiva na sede da campanha petista, em Brasília.
O entendimento entre as campanhas previa a divulgação de movimentações financeiras e conversas dos candidatos à Presidência da República e de integrantes de suas famílias, com o objetivo de permitir a apuração de possíveis irregularidades. A iniciativa havia sido apresentada inicialmente por Lula durante o debate presidencial promovido pela Band.
Durante a coletiva, Camilo afirmou que Flávio Bolsonaro não teria atendido às condições estabelecidas para a abertura dos dados. O senador também mencionou o advogado Willer Tomaz ao cobrar o cumprimento integral do compromisso.
“O candidato Flávio fugiu do compromisso de abrir todos os sigilos, inclusive do Willer Tomaz”, declarou Camilo Santana. Ainda segundo ele, o documento apresentado pelo PL permite a abertura dos sigilos de Flávio apenas após decisão da Justiça.
Fonte: Brasil 247
Lula pede cassação de Flávio Bolsonaro: Dark Horse e suspeita de dinheiro do PCC em campanha
Ação no TSE aponta R$ 69 milhões em transferências ligadas ao filme. Petição inclui o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) e Alfredo Gaspar, candidato a vice do senador da extrema direita na eleição presidencial
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu nesta sexta-feira (23) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a cassação da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu adversário no segundo turno, por suspeitas de financiamento eleitoral ilícito e abuso de poder econômico. O documento pediu que investigadores apurem se recursos provenientes de estruturas financeiras investigadas por lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC) beneficiaram a campanha do senador, direta ou indiretamente. O pedido consta na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), apresentada pela Coligação Brasil Pronto pra Mais, que apoia a reeleição do petista. A petição também solicitou investigação sobre movimentações de aproximadamente R$ 69 milhões vinculadas ao filme Dark Horse, retrato biográfico de Jair Bolsonaro (PL).
Além de Flávio Bolsonaro, o documento incluiu o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) e o candidato a vice-presidente Alfredo Gaspar (PL) entre os investigados. A coligação solicita a cassação do registro ou diploma da chapa presidencial e a declaração de inelegibilidade de Flávio e Eduardo por oito anos. A iniciativa consta de uma.
O processo chegou à Corregedoria-Geral Eleitoral, sob responsabilidade do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. Os advogados sustentam que a produção cinematográfica, apresentada como um projeto comercial, pode ter funcionado como instrumento de promoção política financiado por recursos sem identificação adequada de origem.
A campanha também pede que a Justiça Eleitoral investigue se parte do dinheiro destinado ao projeto audiovisual sustentou atividades políticas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, incluindo iniciativas que, segundo a petição, favoreceram a candidatura presidencial de seu irmão. A AIJE apresentada pela coligação do presidente Lula tem nº 0603371-06.2026.6.00.0000.
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Movimentação bancária e despesas do casal

Dados internos apontam tendência de virada de Lula sobre Flávio Bolsonaro, diz ex-diretor do Datafolha
Mauro Paulino afirma afirma que indicadores por idade, gênero e religião mostram avanço do presidente Lula na reta final da eleição
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro - Crédito: Ricardo Stuckert | Vittor Sales
A evolução dos indicadores eleitorais nas últimas semanas aponta para uma possível ultrapassagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo Palácio do Planalto. A avaliação é de Mauro Paulino, ex-diretor-geral do Datafolha, que identifica uma tendência de crescimento do petista e de enfraquecimento do candidato do PL às vésperas do segundo turno, marcado para domingo (25).
Paulino apresentou sua análise nesta sexta-feira (23), durante entrevista ao programa Pulso Político, conduzido pela jornalista Daniela Lima, no UOL. O especialista, que atualmente dirige a Brazil Pulse, afirmou que os dados detalhados das pesquisas indicam uma movimentação favorável a Lula, embora o levantamento mais recente do Datafolha tenha registrado empate entre os candidatos.
“Estamos às vésperas de uma ultrapassagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro”, declarou Paulino.
A avaliação ocorre após a divulgação, na quinta-feira (22), de uma pesquisa Datafolha que mostrou Lula e Flávio Bolsonaro com 50% dos votos válidos cada um. Apesar da igualdade no resultado geral, o ex-diretor do instituto considera que a análise dos diferentes segmentos do eleitorado revela mudanças que podem alterar o equilíbrio da disputa nos últimos dias de campanha.
“Os dados internos, todas as evoluções apontam para uma recuperação de Lula e uma leve queda na preferência por Flávio Bolsonaro”, afirmou.
Temendo derrota, Eduardo defende fuga de Flávio Bolsonaro em caso de derrota para Lula
Ex-deputado cassado questiona a segurança das urnas eletrônicas em podcast nos EUA e recomenda que o irmão deixe o país se perder o segundo turno
O ex-deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro afirmou que seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), deveria deixar o Brasil caso seja derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25). Durante uma entrevista a um podcast estadunidense, Eduardo também voltou a levantar suspeitas de fraude nas urnas eletrônicas, embora tenha admitido não possuir provas de irregularidades no sistema eleitoral brasileiro.
As declarações, segundo o G1, ocorreram durante uma participação presencial de Eduardo no programa Louder with Crowder, apresentado pelo comentarista político estadunidense Steven Crowder. A entrevista abordou a disputa presidencial brasileira, a situação judicial da família Bolsonaro e a possibilidade de derrota de Flávio nas urnas.
Ao ser questionado sobre o que a família faria caso o senador não conquistasse a Presidência, Eduardo chegou a mencionar, em suposto tom de brincadeira, uma intervenção militar dos EUA. “Mandar os fuzileiros navais”, respondeu, antes de rir.
Crowder reagiu afirmando que uma operação desse tipo provocaria protestos da esquerda nos Estados Unidos. O apresentador também fez referência à possibilidade de uma ação militar para retirar pessoas de uma prisão.
Na sequência, Eduardo passou a defender que Flávio deixasse o território brasileiro caso Lula fosse reeleito.
“Se meu irmão não ganhar, eu sou a favor de que meu irmão saia do país. Com certeza. Com certeza”, declarou.
A recomendação foi apresentada depois de Eduardo acusar Lula de ameaçar seu irmão durante um debate presidencial. Segundo ele, o presidente teria mencionado a possibilidade de Flávio perder o mandato parlamentar e passar a ser investigado.
“Teve uma parte do debate em que o Lula disse: olha, você vai perder a eleição. No ano que vem você não vai mais ser senador. Não vai ter imunidade. E nós vamos investigar tudo sobre você. Ele disse isso abertamente, no meio do debate. Ele estava ameaçando meu irmão”, afirmou Eduardo.
Lula cresce, Flávio Bolsonaro cai e eleição fica empatada, revela Ipespe
Nova pesquisa mostra que vantagem do senador caiu de cinco para apenas um ponto percentual; presidente avança na reta final da disputa
A nova pesquisa Ipespe/Abrapel, divulgada nesta sexta-feira (23), mostra o crescimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a redução da vantagem de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). A diferença entre os candidatos caiu para apenas um ponto percentual, configurando empate técnico às vésperas da votação.
No levantamento estimulado, Flávio Bolsonaro aparece com 48% das intenções de voto, contra 47% de Lula. Outros 3% declararam voto branco ou nulo, enquanto 2% não souberam responder. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais.
Vantagem de Flávio despenca de cinco pontos para um
A evolução das três rodadas revela uma trajetória de aproximação entre os candidatos. Na primeira pesquisa, realizada entre 6 e 8 de outubro, Flávio tinha 49%, contra 44% de Lula. Na segunda rodada, o senador recuou para 48%, enquanto o presidente avançou para 46%. Agora, o petista chega a 47%, reduzindo a diferença para apenas um ponto.

Nos votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, Flávio caiu de 52,7% para 50,5%, enquanto Lula cresceu de 47,3% para 49,5%. Em duas semanas, a vantagem do candidato do PL despencou de 5,4 para apenas um ponto percentual.

A pesquisa espontânea confirma o movimento de aproximação. Lula passou de 43% para 46% nas três rodadas, enquanto Flávio recuou de 48% para 47%.

Ministro do TSE barra suspensão de canal Exército do Lula sem decisão do plenário da Corte
Segundo o ministro Floriano de Azevedo Marques, o presidente do TSE, Kassio Nunes, também não poderá usar competências das plataformas digitais para impor novas restrições à campanha do PT
O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta sexta-feira (23) que o presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, não poderá voltar a suspender administrativamente o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG). De acordo com a decisão, eventuais medidas para interromper ou restringir o funcionamento da plataforma de mobilização de apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dependem de uma decisão judicial do plenário do tribunal.
O magistrado também proibiu que Nunes Marques utilize as competências administrativas de fiscalização das plataformas digitais para impor novas restrições ao “Exército do Lula”. A determinação permanece em vigor até que o plenário da Justiça Eleitoral examine a controvérsia em um processo judicial.
“Defiro ainda a liminar para os fins de determinar que a Presidência se abstenha de exercer sua competência administrativa […] para determinar a suspensão, retirada ou restrição o funcionamento do Canal designado “Exército de Lula” até que sobrevenha alguma decisão de Plenário em sede jurisdicional que emita decisão neste sentido”, afirma um trecho da decisão.
Meta cobrou até 43% mais de Lula do que de Flávio Bolsonaro por anúncios, aponta estudo
Pesquisa da UFRJ identifica indícios de tratamento desigual nas eleições e questiona falta de transparência da empresa sobre os preços cobrados
Um levantamento realizado pelo NetLab, laboratório de estudos de internet e redes sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em parceria com o International Panel on the Information Environment (IPIE), identificou indícios de que a Meta, empresa responsável pelo Facebook e Instagram, cobrou valores significativamente mais elevados da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do que da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) para a veiculação de anúncios políticos no primeiro turno das eleições presidenciais de 2026.
Segundo reportagem publicada pelo jornal O Globo nesta sexta-feira (23), a pesquisa constatou que a campanha de Lula pagou entre 33% e 43% a mais do que a de Flávio Bolsonaro por mil pessoas alcançadas, dependendo do modelo estatístico utilizado. O estudo também aponta possíveis descumprimentos das exigências de transparência estabelecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que dificultam a fiscalização dos gastos eleitorais nas plataformas digitais.
Os pesquisadores analisaram 7.677 anúncios políticos publicados entre 16 de agosto e 4 de outubro de 2026. Os dados foram obtidos por meio da Biblioteca de Anúncios da Meta e abrangem 19 páginas vinculadas a 11 candidaturas à Presidência da República.
Para avaliar as diferenças nos preços, os especialistas aplicaram quatro modelos estatísticos, considerando variáveis relacionadas às estratégias das campanhas, aos leilões de publicidade, ao perfil demográfico dos usuários e à distribuição geográfica do público alcançado.
Em três desses modelos, foram identificadas diferenças estatisticamente significativas, todas desfavoráveis à campanha de Lula. Os resultados apontaram custos 33%, 39% e 43% superiores aos registrados pela candidatura de Flávio Bolsonaro. No quarto modelo, a diferença foi de 10%, mas sem significância estatística.
Renan Santos diz que seu eleitor que votar em Flávio Bolsonaro “é uma pessoa humilhada” (vídeo)
Ex-presidenciável manda recado a seus eleitores: “se você vota no 22, saiba que você foi alvo de uma humilhação, de uma manipulação baixa, de alguém que te desrespeita”
Renan Santos -
O ex-candidato à Presidência da República Renan Santos, do partido Missão, utilizou suas redes sociais nesta sexta-feira (23) para tecer duras críticas às táticas políticas e publicitárias empregadas por Pablo Marçal na campanha de Flávio Bolsonaro (PL) neste segundo turno.
Em uma série de vídeos postados na função stories de seu perfil oficial, o dirigente partidário analisou o distanciamento de Marçal do núcleo da campanha do candidato do PL, evento que ocorre exatamente na véspera do debate organizado pela TV Globo. Na avaliação de Renan, Flávio Bolsonaro enfrenta um momento delicado no pleito ao caminhar para o confronto televisivo, mas o foco central de sua manifestação foi expor o método de cooptação do eleitorado jovem empregado pelo influenciador.
A estratégia adotada por Marçal foi comparada por Renan Santos a técnicas agressivas de vendas dirigidas a pessoas em momento de vulnerabilidade emocional. Segundo a análise do ex-presidenciável, o processo de abordagem ao seu eleitorado passa por etapas estruturadas de desconstrução, desqualificação e apresentação de uma figura salvadora.
O plano de ação do empresário começaria, de acordo com o relato de Renan, pelo desmonte do conjunto de valores da militância. “Todo modelo de venda desses caras tem que começar destruindo o sistema de crenças das pessoas. Então ‘olha, seu mindset é derrotado’, ‘você não dá certo na vida porque você tem mentalidade de pobre, de peão’, ‘você não entra com a mentalidade de um milionário’. Ele destrói o sistema de crenças das pessoas. Ou seja, tudo aquilo que a pessoa tinha como válido é mentira. E aquilo cai por terra”, argumentou.
De Queiroz ao STJ: como Flávio Bolsonaro chegou à defesa de PM réu por matar Ana Clara
Senador foi recrutado para facilitar acesso a ministros do STJ e tentar impedir que policial acusado pela morte de Ana Clara fosse levado a júri popular
Ana Clara e Flávio Bolsonaro - Crédito: Reprodução/Redes sociais | Carlos Moura/Agência Senado
A participação de Flávio Bolsonaro (PL) na defesa de um policial militar acusado de matar Ana Clara Gomes Machado, de apenas 5 anos, envolveu articulações junto a ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ausência de cobrança de honorários e uma ligação anterior com o advogado de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador. O objetivo era impedir que o cabo Bruno Dias Delaroli, réu por homicídio qualificado, fosse submetido ao Tribunal do Júri pela morte da criança, atingida por um disparo de fuzil durante uma operação policial em Niterói, no Rio de Janeiro.
Segundo reportagem do jornal O Globo, Flávio passou a integrar a equipe de defesa em abril de 2024, a convite do advogado criminalista Paulo Márcio Ennes Klein. A escolha levou em consideração não apenas sua formação jurídica, mas também sua condição de senador e a possibilidade de obter acesso aos ministros do STJ. A atuação do parlamentar, que não recebeu honorários, consistiu principalmente em acompanhar o advogado em reuniões com magistrados para apresentar os argumentos favoráveis ao policial.
Polícia Federal cumpre mandados contra corrupção eleitoral
Ação dá sequência a apurações iniciadas após prisões em flagrante e apreensões às vésperas do primeiro turno
Crédito: Polícia Federal/divulgação -
Uma operação para aprofundar investigações sobre esquemas de corrupção eleitoral no município de Rorainópolis, no interior do estado de Roraima, foi deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (23). A ofensiva decorre de um inquérito instaurado a partir da prisão em flagrante de duas pessoas na véspera da votação do primeiro turno do pleito de 2026, informa Mirelle Pinheiro no Metrópoles.
Novos mandados de busca e apreensão foram cumpridos pelos agentes corporativos ao longo do dia. Segundo a Polícia Federal, o intuito central do cumprimento das ordens judiciais é colher provas inéditas para encorpar o conjunto probatório e dar robustez às apurações em andamento no município roraimense.
Cientista político vê tendência de virada de Lula após novo Datafolha
Datafolha: Lula cresce 6 pontos entre ricos e Flávio perde 5
Inflação desacelera para 0,32% em outubro, aponta IBGE
IPCA-15 recua 0,38 ponto percentual em relação a setembro, com alívio na conta de luz, mas alimentos registram alta de 0,88%
Consumidores em supermercado no Rio de Janeiro - Crédito: REUTERS/Nacho Doce
A prévia da inflação oficial brasileira desacelerou em outubro de 2026, com alta de 0,32%, abaixo dos 0,70% registrados em setembro. O resultado representa uma redução de 0,38 ponto percentual na comparação mensal, apesar da pressão exercida pelos preços dos alimentos. A queda no custo da energia elétrica ajudou a conter o índice.
Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15). Com o resultado, o indicador acumula avanço de 4,15% no ano e de 4,62% nos últimos 12 meses. A taxa acumulada em 12 meses ficou acima dos 4,47% registrados na medição anterior. Em outubro de 2025, a variação mensal havia sido de 0,18%.
Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, oito apresentaram aumento de preços em outubro. A maior pressão veio de Alimentação e Bebidas, que registrou alta de 0,88% e respondeu por 0,19 ponto percentual do resultado geral, mais da metade da inflação do mês.








