Sociólogo e diretor do Instituto Vox Populi analisa a reta final da campanha, desconstrói o mito da correlação mecânica entre aprovação de governo e voto, e aponta o esvaziamento irreversível da chamada terceira via
Crédito: Divulgação | REUTERS/Adriano Machado
A pouco mais de duas semanas do primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, o cenário eleitoral entra em sua fase mais sensível e decisiva. Em entrevista concedida neste sábado (19) ao jornalista Mário Vitor Santos, no programa Forças do Brasil, transmitido pela TV 247, o sociólogo, cientista político e presidente do Instituto Vox Populi, Marcos Coimbra, fez uma radiografia minuciosa da disputa, alertando para tentativas recorrentes de tumultuar o ambiente democrático e detalhando a mecânica silenciosa que move o eleitorado que define a eleição na última hora.
A pouco mais de duas semanas do primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, o cenário eleitoral entra em sua fase mais sensível e decisiva. Em entrevista concedida neste sábado (19) ao jornalista Mário Vitor Santos, no programa Forças do Brasil, transmitido pela TV 247, o sociólogo, cientista político e presidente do Instituto Vox Populi, Marcos Coimbra, fez uma radiografia minuciosa da disputa, alertando para tentativas recorrentes de tumultuar o ambiente democrático e detalhando a mecânica silenciosa que move o eleitorado que define a eleição na última hora.


