domingo, 4 de outubro de 2026

Lula admite “frustração” pela derrota de Haddad para Tarcísio: “quem perdeu foi o povo de São Paulo”

 Presidente lamenta resultado no estado paulista e critica não eleição de Simone Tebet e Marina Silva para o Senado

Lula, Fernando Haddad e Marina Silva durante ato de campanha em São Paulo

 O presidente Lula (PT) expressou publicamente sua decepção com o resultado das urnas no estado de São Paulo, lamentando a derrota de Fernando Haddad (PT) na disputa pelo governo paulista contra Tarcísio de Freitas (Republicanos), além da não eleição de Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) para as vagas ao Senado Federal, que acabaram sendo conquistadas por Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL).

Ao analisar o cenário no maior colégio eleitoral do país, o chefe do Executivo fez uma defesa enfática da trajetória política de Haddad e questionou a escolha do eleitorado paulista pela terceira vez. “A cada vez que o Haddad perde uma eleição aqui em São Paulo eu fico frustrado. O Haddad é uma daquelas joias que alguém consegue produzir, e o estado de São Paulo produziu, a universidade produziu, e que ele não pode simplesmente perder uma eleição sem que a gente diga: ‘Haddad, não foi você que perdeu a eleição; quem perdeu foi o povo de São Paulo’. É a terceira vez. Se você for analisar o que o Tarcísio fez no estado de São Paulo, nada. Me diga uma grande obra. As obras são pensadas com o dinheiro do governo federal. Mas ele foi eleito. Talvez a culpa seja nossa, não dele, de não ter tentado mostrar para o povo a realidade”, declarou o presidente.

Haddad liga para Tarcísio e promete oposição construtiva

 Petista desejou boa sorte ao governador reeleito e disse que fará oposição para melhorar a vida dos paulistas

                      Fernando Haddad  - Crédito: Diogo Zacarias / Divulgação


 Após o resultado da disputa pelo governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT) revelou ter telefonado para Tarcísio de Freitas (Republicanos) para desejar “boa sorte” no novo mandato e afirmou que atuará na oposição ao governador reeleito.

Segundo a CNN Brasil, Haddad informou, em pronunciamento na noite deste domingo (4), que a ligação ocorreu por volta das 19h11, pouco antes de a reeleição de Tarcísio ser confirmada. Com 93,9% das urnas apuradas, o governador registrava 62,75% dos votos válidos, enquanto o petista somava 36,33%.

Haddad afirmou ter feito “críticas programáticas” ao adversário durante a campanha, mas ressaltou que as divergências partiram de pessoas que desejam o bem de São Paulo. Ao avaliar a disputa, destacou o nível do embate político travado no estado.

“Na condição de oposição, fizemos um embate de alto nível, digno do povo paulista, que é trabalhador, correto, empreendedor… Um povo muito admirável. Penso que foi uma campanha que vai nos orgulhar sempre. Torno público o telefonema que dei, desejando o melhor para o estado”, afirmou.

Após passar pelo primeiro turno, Flávio Bolsonaro diz que Brasil quer “mudança”

 Candidato do PL teve 47,12%, contra 45,05% de Lula, e afirmou que resultado mostra desejo de “mudança”

Flávio BolsonaroCrédito: Charles Vieira/Campanha Flávio Bolsonaro Read more on smry.ai: https://smry.ai/https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/12/em-ato-no-rj-flavio-bolsonaro-ataca-moraes-e-diz-que-fim-do-sigilo-do-caso-master-tera-impacto-zero.ghtml#:~:text=Charles%20Vieira%2FCampanha%20Fl%C3%A1vio%20Bolsonaro

 Após terminar o primeiro turno da eleição presidencial à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (4) que o resultado das urnas demonstra que o país deseja uma “mudança”. Com 99,55% das urnas apuradas, o senador registrava 47,12% dos votos, enquanto Lula aparecia com 45,05%. Em sua primeira declaração após a confirmação do segundo turno, Flávio comemorou o desempenho nas urnas e destacou ter recebido quase 56 milhões de votos. 

“Estou muito feliz pelo voto de confiança. São quase 56 milhões de brasileiros. Não poderia estar mais realizado de identificar que o Brasil quer mudança. Fiquei feliz com o resultado em todas as regiões”, afirmou, de acordo com O Globo.

Flávio também sustentou que esteve próximo de liquidar a disputa ainda no primeiro turno e afirmou que o resultado eleitoral representaria o “fim da era do PT”.

“Há a possibilidade real de daqui a três semanas o Brasil dar a resposta de que quer um governo moderno, com menos ministérios, que vai indicar ao menos quatro ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que não vai interferir em eleições”, declarou.

“Amanhã começa uma nova eleição”, diz Lula, após resultado do primeiro turno

Após disputa acirrada nas urnas, presidente projeta segundo turno e prega união para mostrar diferenças de propostas

Luiz Inácio Lula da Silva após votar em São Bernardo do Campo (SP), em 4 de outubro de 2026. - Crédito: REUTERS/Alexandre Meneghini

– O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, em entrevista coletiva concedida após a apuração dos votos no primeiro turno das eleições, que a disputa entra em uma nova fase decisiva e que o trabalho de mobilização recomeça imediatamente, segundo informações concedidas em pronunciamento oficial. No pleito realizado neste domingo (4), Flávio Bolsonaro (PL) alcançou 47,1% dos votos válidos, enquanto o atual chefe do Executivo registrou 45,08%, confirmando a realização do segundo turno entre os dois candidatos.

Durante a declaração à imprensa, Lula ressaltou o papel do eleitorado e celebrou o exercício democrático no país. “Acabamos de ter uma lição da democracia no Brasil, por votação do povo brasileiro. Precisamos começar essa entrevista agradecendo aos milhões de brasileiros que foram às urnas dar seu voto”, declarou o presidente.

Sergio Moro é eleito governador do Paraná

 Estado tem mais de 99% das urnas apuradas

Sergio Moro - Crédito: Saulo Cruz/Agência Senado

 O ex-juiz parcial e senador Sergio Moro (PL) foi eleito neste domingo (4) para o governo do Paraná. Com 99,9% das urnas apuradas, o candidato conseguiu 50,10 % (3,1 milhões) de votos. 

Em segundo lugar apareceu o candidato Sandro Alex (PSD), com 25,35 % (1,5 milhão votos). Na terceira posição ficou Requião Filho (PDT), com 23,48 % (1,4 milhão). 

Em quarto lugar ficou Luiz França (Missão), com 0,71 % (44 mil votos), seguido por Tayná Miessa (UP), com 0,23 % (14 mil).

Doutor Alexandre Salomão (MDO) teve 0,07 % (4 mil), Samuel De Mattos (PSTU) conseguiu 0,03 % (2 mil) e Adriano Funileiro (PCO), 0,02 % (1,5 milhão). 

Para o Senado foram eleitos Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo).

Fonte: Brasil 247




Com 99% das urnas apuradas, Lula e Flávio Bolsonaro vão ao 2° turno


      Luiz Inácio Lula da Silva. Foto: Reprodução

O senador Flávio Bolsonaro (PL) terminou o primeiro turno da eleição presidencial à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e os dois disputarão o Planalto em 25 de outubro. Com 99% das urnas apuradas, a confirmação do segundo turno consolidou uma nova disputa direta entre a esquerda e a direita.

Flávio Bolsonaro somou 47,26% dos votos, enquanto Lula alcançou 44,89%. A diferença de pouco mais de dois pontos percentuais colocou o senador em vantagem na largada da etapa final da campanha.

Após votar, Lula cita caso Master e diz que país não pode ficar “nas mãos de milicianos”


          Luiz Inácio Lula da Silva durante votação em São Bernardo do Campo. Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, criticou adversários e citou o Banco Master após votar neste domingo (4) em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo. Ele afirmou que o futuro do país não pode ficar nas mãos de “milicianos” envolvidos no que chamou de “orgia que se faz em torno da quadrilha do Banco Master”.

Lula registrou o voto às 9h15 na Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo, no bairro Assunção, seu berço político no ABC Paulista. O presidente chegou ao local por volta das 9h, acompanhado da primeira-dama Janja Lula da Silva e de integrantes do governo.

Ao falar com jornalistas, Lula contrapôs a venda de armas à distribuição de livros didáticos nas escolas. “O Brasil não irá para a frente facilitando a venda de armas, o Brasil irá para a frente facilitando a distribuição de livros didáticos nas escolas”, disse.

O petista declarou estar confiante na vitória e agradeceu a participação dos eleitores, inclusive dos que votam contra sua candidatura. “O fato concreto é as pessoas se mobilizarem democraticamente”, afirmou.

Jogador da seleção australiana manifesta apoio a Lula e publica número 13

 Meia da seleção australiana também compartilhou imagem de Sócrates, símbolo da Democracia Corintiana

      Jackson Irvine - Crédito: Reprodução / Instagram

O meia Jackson Irvine, um dos principais jogadores da seleção da Austrália, manifestou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste domingo (4), dia das eleições no Brasil, ao publicar nas redes sociais uma imagem com o número 13.

Irvine colocou o número associado ao PT sobre sua camisa da seleção australiana, na qual tradicionalmente utiliza a numeração 22. Nas eleições presidenciais de 2026, o 13 identifica a candidatura de Lula, enquanto o número 22 é utilizado por Flávio Bolsonaro (PL), seu principal adversário na disputa pelo Palácio do Planalto.

Flávio Bolsonaro é vaiado e chamado de “miliciano” ao acompanhar voto da mulher


Flávio Bolsonaro dentro do carro enquanto os eleitores vaiam, e junto a esposa após votar. Foto: Reprodução/Mídia Ninja e Globonews

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) foi hostilizado neste domingo (4), dia do primeiro turno das eleições, ao acompanhar a votação da mulher em uma escola particular na Tijuca, na zona norte do Rio de Janeiro. Na saída do local, o candidato ouviu vaias e gritos de “fascista” e “miliciano”.

O grupo que protestava contra o senador também entoou palavras de apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu principal adversário na disputa pelo Palácio do Planalto. As manifestações ocorreram enquanto Flávio deixava a escola.

Um apoiador do candidato do PL reagiu aos protestos e chamou Lula de “ladrão”. A resposta provocou uma troca de provocações entre os presentes, mas o episódio não evoluiu para tumulto no local de votação.

 

Flávio Bolsonaro comete crime eleitoral ao pedir voto no dia da eleição no Rio




O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) cometeu crime eleitoral ao pedir votos para si próprio neste domingo (4), dia do primeiro turno das eleições, logo depois de votar em uma escola de Vila Isabel, na zona norte do Rio de Janeiro.

Após deixar a urna na Escola Municipal Barão Homem de Mello, Flávio falou com jornalistas e fez um pedido explícito para que os eleitores votassem nele ainda no primeiro turno.

“A imprensa vai ser perseguida, os políticos serão perseguidos, o brasileiro será perseguido e vai ser o fim do nosso país. Então peço aos brasileiros que não permitam que isso aconteça e já me deem o voto de confiança em Flávio Bolsonaro agora no primeiro turno”, disse.

A legislação eleitoral proíbe pedido de voto, aliciamento e propaganda eleitoral no próprio dia da votação. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informa que, no dia da eleição, pedir votos, distribuir propaganda ou abordar eleitores para influenciar sua escolha pode caracterizar crime de boca de urna.

No caso de Flávio, a declaração foi feita publicamente, diante da imprensa, e não deixou dúvida sobre o candidato que ele estava promovendo. Além do pedido explícito de voto, o senador afirmou que “a única alternativa é Flávio Bolsonaro”, reforçando a tentativa de influenciar a escolha dos eleitores justamente no dia em que eles comparecem às urnas.

“Um dia muito importante para o brasileiro pôr fim nesta era do atraso… que apostou tudo, que perdeu a linha de usar dinheiro público, máquina pública, para tentar interferir nas eleições. Os amigos do Lula interferiram nas eleições, e isso tem que mudar. O Brasil não aguenta mais 4 anos disso, e a única alternativa é Flávio Bolsonaro”, afirmou.

Qual lei Flávio Bolsonaro infringiu

O principal dispositivo é o artigo 39, § 5º, da Lei nº 9.504/1997, a Lei das Eleições.

O dispositivo estabelece que constituem crimes, no dia da eleição, entre outras condutas, a arregimentação de eleitores e a propaganda de boca de urna, além da divulgação de propaganda de partidos ou candidatos. O inciso II trata especificamente da “arregimentação de eleitor ou a propaganda de boca de urna”, enquanto o inciso III criminaliza a divulgação de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos no dia do pleito. (Tribunal Superior Eleitoral)

A pena prevista no § 5º é de detenção de seis meses a um ano, com possibilidade de substituição por prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, além de multa de 5 mil a 15 mil UFIRs. (Tribunal Superior Eleitoral)

Zema entra com celular na cabine de votação em Minas, mesmo sendo proibido

 A norma estabelece que o eleitor deve desligar o aparelho antes de votar e deixá-lo no local indicado pela mesa receptora


 O candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) entrou com um celular na mão na cabine de votação na manhã deste domingo (4), durante o primeiro turno das eleições de 2026. O episódio ocorreu na Escola Estadual Delfim Moreira, em Araxá, no Alto Paranaíba, em Minas Gerais.

Imagens do momento mostram Zema se dirigindo à urna com o aparelho em uma das mãos. A conduta contraria as regras da Justiça Eleitoral, que proíbem o eleitor de portar celular dentro da cabine de votação, mesmo que o equipamento esteja desligado.

A norma estabelece que o eleitor deve desligar o aparelho antes de votar e deixá-lo no local indicado pela mesa receptora. O equipamento permanece sob a guarda dos mesários até que a votação seja concluída e deve ficar em local visível tanto para a mesa quanto para o próprio eleitor.

A restrição não vale apenas para telefones celulares. Máquinas fotográficas, filmadoras, equipamentos de radiocomunicação e qualquer dispositivo capaz de registrar, transmitir ou divulgar o voto também não podem ser levados até a urna eletrônica.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a medida existe para preservar o sigilo do voto e evitar que o eleitor fotografe, grave ou produza algum tipo de comprovação da escolha feita na urna. A regra também busca dificultar práticas como compra de votos, em que alguém poderia exigir uma prova da opção registrada pelo eleitor.

A proibição está prevista na Lei das Eleições. O artigo 91-A da Lei nº 9.504/1997 impede que o eleitor porte celular, máquina fotográfica ou filmadora dentro da cabine de votação.

Fez o L? Internautas apontam que Padre Marcelo Rossi declarou voto em Lula com gesto

 – O padre Marcelo Rossi publicou neste domingo (4) um vídeo sobre o exercício da cidadania pouco antes de seguir para sua seção eleitoral

          “Fez o L”: seguidores associam gesto de padre Marcelo Rossi a apoio a Lula - Crédito: Reprodução

O padre Marcelo Rossi publicou neste domingo (4) um vídeo sobre o exercício da cidadania pouco antes de seguir para sua seção eleitoral, e um gesto feito pelo religioso passou a ser interpretado por seguidores como uma referência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O religioso apareceu fazendo com a mão um gesto associado por parte dos seguidores ao “L” usado por apoiadores de Lula durante a campanha eleitoral. Não há, porém, no material apresentado, uma declaração explícita de Marcelo Rossi afirmando apoio ao presidente ou relacionando o movimento à candidatura petista.

Na legenda da publicação, o padre escreveu: “Amados Exercendo minha cidadania!!! A ALEGRIA DO SENHOR É NOSSA FORÇA”. Ele também acrescentou as hashtags #jesus, #gratidão e #fé.


Fonte: Brasil 247

Lula reafirma certeza na vitória nas eleições após votar em São Paulo e avisa: “O Brasil não irá para frente com miliciano”

 “Estou certo de que nós temos uma participação a nível nacional muito grande, e estou certo de que vamos ganhar essas eleições”, afirmou o presidente Lula neste domingo

Luiz Inácio Lula da Silva após votar em São Bernardo do Campo (SP), em 4 de outubro de 2026. (Crédito: REUTERS/Alexandre Meneghini)


 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste domingo (4), após votar em São Bernardo do Campo (SP), estar certo de que será reeleito. Ele aproveitou para alfinetar seu rival, o senador Flávio Bolsonaro (PL-SP), sem citá-lo diretamente ao falar dos casos envolvendo o Banco Master e milícias criminosas.

Hoje é um dia glorioso para o Brasil”, disse Lula a jornalistas, acrescentando:

“Acho que hoje vamos decidir uma nova página da história desse país”.

“O que está em jogo é a definição de um projeto de Brasil”

“O povo terá de escolher entre o fortalecimento do regime democrático ou a barbárie, entre o positivismo e o negacionismo, entre o desenvolvimento e o atraso, entre o crescimento econômico e o retrocesso”.

“O povo é soberano e o resultado do povo será acatado por todos os 215 milhões de brasileiros”.

“Estou muito confiante não só pelo governo que fizemos, mas pelo trabalho que realizamos durante a campanha”.

“Estou certo de que nós temos uma participação a nível nacional muito grande, e estou certo de que vamos ganhar essas eleições”.

“Estou confiante que fizemos muito, mas ainda é preciso fazer muito mais”.

“O que fizemos até agora foi uma coisa que para muitos parecia impossível”.

“E ainda falta muito, nós precisamos fazer o dobro do que fizemos para que a gente possa fazer com que o Brasil tenha certeza de que seu futuro estará garantido”.

“O Brasil não irá para frente facilitando a venda de armas. O Brasil irá para frente facilitando a distribuição de livros didáticos nas escolas”.

“O Brasil não irá para frente com miliciano”.

“O Brasil não irá para frente com essa orgia que se faz em torno da quadrilha do Banco Master. O Brasil vai para frente com seriedade, comportamento, caráter e dignidade dos seus governantes”.

Fonte: Brasil 247

Lula vence eleição contra Flávio Bolsonaro na China Continental

 Xangai é a cidade chinesa com maior número de votos para Lula entre três regiões analisadas

Luiz Inácio Lula da Silva  - Crédito: Ricardo Stuckert

Na China, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as eleições presidenciais entre os eleitores brasileiros que votaram nas urnas de Pequim, Xangai e Cantão, na China Continental. A informação foi divulgada neste domingo (4) pela jornalista brasileira radicada na China Iara Vidal, com base nos boletins de urna das três localidades.

Somados os resultados, Lula recebe 268 dos 408 votos nominais, o equivalente a 65,7% dos votos destinados a candidatos até o momento. Flávio Bolsonaro (PL) fica em segundo lugar, com 98 votos, ou 24,0%. A diferença entre os dois candidatos foi de 170 votos.

Em Pequim, Lula obtém 104 votos, contra 22 de Flávio Bolsonaro. A seção registra 134 votos nominais, dos quais 77,6% são destinados ao presidente.

Em Xangai, Lula recebe 116 votos, enquanto Flávio Bolsonaro registra 41. A seção contabiliza 182 votos nominais. Com isso, Lula alcança 63,7% dos votos nominais, e Flávio Bolsonaro, 22,5%. O boletim registra ainda três votos em branco e 12 nulos, em um total de 197 eleitores que compareceram à seção.

Em Cantão, Lula recebe 48 votos, contra 35 de Flávio Bolsonaro, em um universo de 92 votos nominais. O presidente obtém 52,2% dos votos nominais registrados na localidade.

Consideradas as três regiões, Lula recebe mais de seis em cada dez votos nominais. A diferença de 170 votos em relação a Flávio Bolsonaro representa uma vantagem de aproximadamente 41,7 pontos percentuais.

Xangai é a cidade com o maior número de votos para Lula entre as três regiões analisadas, com 116. Pequim, por sua vez, apresenta a maior proporção de votos destinados ao candidato, com 77,6% dos votos nominais.

Ao todo, as três seções registram 432 comparecimentos: 136 em Pequim, 197 em Xangai e 99 em Cantão. Os boletins contabilizam, respectivamente, 342, 739 e 419 eleitores aptos.

Em Hong Kong, região administrativa especial da China, o senador venceu por uma margem estreita. O candidato do PL recebeu 105 votos, contra 99 do presidente Lula.

O resultado oficial da votação no exterior seguirá o mesmo cronograma da apuração nacional e será divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após as 17h, no horário de Brasília.

Fonte: Brasil 247

Kassio suspende veto à candidatura de Deltan ao Senado pelo PR


      Deltan Dallagnol. Foto: Reprodução

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, suspendeu neste domingo (4) a decisão que havia indeferido a candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado pelo Paraná. Com a medida, o registro eleitoral do ex-procurador permanece deferido com recurso. Com informações de CNN.

A decisão suspensa partiu do ministro Floriano de Azevedo Marques na noite anterior à eleição. Ele havia barrado a candidatura e determinado a nulidade dos votos destinados à chapa de Deltan.

Deltan poderá receber votos normalmente nas urnas enquanto o recurso estiver em análise. A validade dos votos, porém, dependerá do julgamento do caso pelo plenário do TSE.

Kassio Nunes Marques não analisou se Deltan é ou não inelegível. O presidente da Corte tratou exclusivamente dos efeitos imediatos da decisão individual tomada por Floriano.
Presidente do TSE questiona decisão individual às vésperas da eleição

Para Kassio, uma decisão monocrática não poderia produzir efeitos definitivos sobre a candidatura e sobre os votos antes da manifestação do colegiado. O ministro apontou risco de impacto direto no processo eleitoral em andamento.

O ministro Kassio Nunes Marques. Foto: Carlos Moura/STF
O presidente do TSE também criticou o momento em que Floriano decidiu pelo indeferimento. A medida saiu quando as urnas já estavam preparadas para a votação.

Na decisão, Kassio afirmou haver “flagrante ilegitimidade na via adotada” e risco de “grave lesão à ordem pública eleitoral”. A suspensão impede, por ora, a anulação dos votos dados à chapa.

O plenário do TSE ainda deverá julgar o recurso e definir a situação eleitoral de Deltan. Até essa análise, o candidato seguirá na disputa pelo Senado no Paraná com os votos contabilizados de forma condicionada.

Fonte: DCM com informações da CNN Brasil

Lula faz último apelo pelo voto 13 e associa Flávio Bolsonaro a roubo no INSS e quadrilha do Banco Master

 Em áudio, presidente Lula contrapõe êxitos de seu governo a escândalos envolvendo o senador, sem citá-lo diretamente

Lula em São Paulo - Crédito: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou um recado aos eleitores brasileiros, pedindo a eles que votem 13 nas urnas para reelegê-lo. Sem mencionar o senador e candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Lula associou o parlamentar ao roubo do INSS, à quadrilha ligada ao Banco Master e ao negacionismo educacional.

“Aqui quem fala é o presidente Lula. Eu queria dizer que você vai decidir o destino do seu país; ou você escolhe votar em alguém que se preocupou com a educação nesse país, com emprego, com o desenvolvimento econômico e com o crescimento econômico, ou alguém que criou a quadrilha da Previdência, ou alguém que criou a quadrilha do Banco Master, ou alguém que não acredita na educação e que preferiu vender armas ao invés de distribuir livros. É simples, vote 13 por você, pela sua família e pela vitória do povo brasileiro. Vote 13, Lula presidente”, disse Lula.


O áudio do presidente Lula foi divulgado em grupo público de WhatsApp na noite de sábado (13), após a realização de uma transmissão ao vivo com a militância.

Fonte: Brasil 247

Lula vence em seis países da Ásia e Oceania e é superado por Flávio nas Filipinas e Tailândia


Boletins de urna da votação de brasileiros na Nova Zelândia. Foto: Reprodução

Luiz Inácio Lula da Silva liderou os boletins de urna disponíveis em seis países da Ásia e da Oceania neste domingo (4), enquanto Flávio Bolsonaro ficou à frente nas Filipinas e na Tailândia. A votação para presidente já terminou em Austrália, China, Coreia do Sul, Filipinas, Japão, Coreia do Norte, Timor-Leste, Malásia, Nova Zelândia, Singapura, Tailândia e Taiwan. Com informações de g1.

TSE derruba candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado e manda anular votos


      Deltan Dallagnol. Foto: Reprodução

O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), derrubou a candidatura de Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado pelo Paraná e determinou a anulação dos votos destinados ao ex-procurador da Lava Jato. A decisão monocrática saiu neste sábado (3), na véspera do primeiro turno.

O magistrado mandou o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) alterar imediatamente a situação do registro para “indeferida”. A ordem determina votos nulos mesmo se os sistemas eleitorais não conseguirem atualizar a condição da candidatura antes da votação de domingo (4).

Azevedo Marques acolheu recurso da coligação Paraná para Todos, que apoia Requião Filho (PDT) ao governo paranaense. O grupo contestou a decisão do TRE-PR que havia autorizado Deltan a concorrer à vaga no Senado.

A decisão reverte o entendimento adotado pelo tribunal paranaense em setembro. A maioria do TRE-PR avaliou que as circunstâncias apresentadas para a eleição permitiam uma conclusão distinta da que levou o TSE a cassar o mandato de deputado federal de Deltan em 2023.

Sim, o presidente Lula merece um quarto mandato e tem o apoio do Brasil 247

A reconstrução foi o primeiro passo. O próximo é transformar o país, com melhores empregos, mais igualdade, mais tecnologia e mais soberania

Lula  - Crédito: Ricardo Stuckert/PR

Lula assumiu, em 2023, um país devastado: instituições sob ataque, fome de volta, orçamento capturado. Reconstruiu o Estado sem abrir mão da democracia.

Os resultados estão aí. O Brasil saiu do Mapa da Fome, o desemprego chegou aos menores níveis da série histórica, a renda do trabalhador voltou a crescer, a inflação caiu para a meta e o real se fortaleceu.

A reforma tributária, enterrada por décadas, foi aprovada. A isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil corrige uma injustiça antiga e passa a conta aos super-ricos.

O desmatamento na Amazônia caiu, e o Brasil sediou a COP30 em Belém como protagonista da agenda climática. Bolsa Família, Pé-de-Meia, Minha Casa Minha Vida e o Novo PAC voltaram ao centro da ação do Estado.

Na frente externa, Lula enfrentou o tarifaço estadunidense com soberania, sem se curvar. Na frente institucional, o STF condenou Jair Bolsonaro pela tentativa de golpe de Estado. Quem tentou derrubar a democracia pela violência responde por isso.

sábado, 3 de outubro de 2026

Quaest: Derrite, André do Prado, Marina Silva e Tebet estão empatados em São Paulo

 Pesquisa espontânea mostra que 68% dos eleitores ainda não decidiram seus votos para o Senado

       Guilherme Derrite, Marina Silva e Simone Tebet - Crédito: Divulgação

A disputa pelas duas vagas de São Paulo no Senado chega à véspera da eleição com quatro candidatos tecnicamente empatados. Guilherme Derrite (PP) registra 25% dos votos válidos, André do Prado (PL) tem 23%, enquanto Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) aparecem com 22% cada.

Os dados são da pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3) e encomendada pela Globo. O levantamento ouviu 3.702 eleitores paulistas entre sexta-feira (2) e este sábado. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Lula se aproxima de vitória no 1° turno e ganha de todos no 2°, diz pesquisa CNT/MDA




A pesquisa CNT/MDA divulgada neste sábado (3), véspera da eleição, mostra o presidente Lula (PT) com 43,1% das intenções de voto no primeiro turno, contra 38% de Flávio Bolsonaro (PL). Considerados apenas os votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, o petista chega a 47,8%, enquanto o senador registra 42,1%.

O resultado coloca Lula a pouco mais de dois pontos do patamar de 50% necessário para encerrar a disputa já neste domingo (4), embora a pesquisa, isoladamente, não permita afirmar que isso ocorrerá.

Na sequência aparecem Augusto Cury (Avante), com 3,2% dos votos totais, Ronaldo Caiado (PSD), com 3%, Renan Santos (Missão), com 1,5%, e Romeu Zema (Novo), com 0,8%. Outros candidatos somam 0,5%. Brancos e nulos representam 4%, enquanto 4,7% ainda estão indecisos.

Pesquisa CNT/MDA divulgada em 3 de outubro
A distância entre Lula e Flávio nos votos válidos é de 5,7 pontos percentuais. O cientista político Dawisson Belém Lopes destacou que essa diferença representa, em números absolutos, aproximadamente 6 milhões de votos e comparou o cenário ao primeiro turno de 2022, quando Lula terminou à frente de Jair Bolsonaro.

Lula tem 47% e Flávio Bolsonaro 46% em eventual 2º turno, diz Datafolha

 Presidente perde um ponto e candidato do PL ganha um; diferença cai de três para um ponto percentual

Lula e Flávio Bolsonaro  - Crédito: Ricardo Stuckert/PR I Reuters

A disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) aparece praticamente empatada em uma eventual segunda etapa da eleição presidencial. Lula registra 47% das intenções de voto, enquanto Flávio chega a 46%, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (3).

O levantamento é o último do instituto antes do primeiro turno e mostra uma redução da vantagem do presidente em relação à rodada anterior. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois candidatos estão em situação de empate técnico.

Na pesquisa anterior, divulgada em 1º de outubro, Lula aparecia com 48%, enquanto Flávio Bolsonaro tinha 45%. Desde então, portanto, o presidente oscilou um ponto para baixo, enquanto o candidato do PL avançou um ponto. A diferença entre os dois caiu de três para apenas um ponto percentual.

No novo levantamento, 6% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos. Outros 2% disseram estar indecisos. Na rodada anterior, os percentuais eram de 6% e 1%, respectivamente.

Segundo turno

Os números apresentados pelo Datafolha são:

  • Lula (PT): 47%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 46%
  • Branco, nulo ou nenhum: 6%
  • Indecisos: 2%

A proximidade entre os dois principais nomes da disputa também aparece nos números relativos ao primeiro turno.

Lula tem 45% dos votos válidos no primeiro turno

Considerando apenas os votos válidos — critério utilizado pela Justiça Eleitoral para a apuração oficial, que exclui votos brancos e nulos —, Lula aparece com 45%, contra 42% de Flávio Bolsonaro.

Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 4%. Renan Santos (Missão) e o escritor Augusto Cury (Avante) registram 3% cada. Romeu Zema (Novo) soma 1%.

Samara Martins (UP), Rui Costa Pimenta (PCO), Edmilson Costa (PCB), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) aparecem com 0% dos votos válidos no levantamento.

Os números do primeiro turno são:

  • Lula (PT): 45%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 42%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 4%
  • Renan Santos (Missão): 3%
  • Augusto Cury (Avante): 3%
  • Romeu Zema (Novo): 1%
  • Samara Martins (UP): 0%
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
  • Edmilson Costa (PCB): 0%
  • Wilson Grassi (Democrata): 0%
  • Clariana Barão (DC): 0%
  • Hertz Dias (PSTU): 0%

O Datafolha ouviu 4.006 eleitores em 3 de outubro. A pesquisa foi contratada pelo Grupo Globo e pela Folha de S.Paulo, tem margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o código BR-01708/2026.