
terça-feira, 25 de agosto de 2026
Amiga de Lulinha denuncia ameaças após vazamentos do gabinete de Mendonça

Ana Castela soma R$ 22,6 milhões em shows pagos por prefeituras em 2026
Produtora de “Dark Horse” muda versão sobre emendas de R$ 850 mil
Zema toma invertida após citar fake news sobre o 8/1 na sabatina do Jornal Nacional
Justiça manda Derrite retirar do ar fake news sobre Haddad
Decisão de Dino sobre “Dark Horse” dá munição a aliados de Lula contra Flávio Bolsonaro
Compartilhamento de dados da Polícia Civil com a Polícia Federal pode acelerar apurações e acirra disputa judicial no STF durante a corrida eleitoral
A decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), de autorizar o compartilhamento com a Polícia Federal de dados obtidos pela Polícia Civil de São Paulo sobre a produtora do filme “Dark Horse” entusiasmou o entorno do presidente Lula (PT). A expectativa de aliados do governo é de que a medida acelere a apuração referente ao financiamento da obra cinematográfica sobre Jair Bolsonaro (PL) ainda durante o período da campanha eleitoral, transformando o caso em munição política contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, informa Jussara Soares, da Folha de São Paulo.
A determinação de Flávio Dino foi proferida na segunda-feira (24) no âmbito de um inquérito que investiga a destinação de emendas parlamentares para a produção cinematográfica. Paralelamente, o próprio senador Flávio Bolsonaro é alvo de uma investigação sobre o mesmo caso no STF, sob a relatoria do ministro André Mendonça. O inquérito para apurar o repasse e a aplicação dos recursos foi instaurado em julho por determinação de Mendonça, motivado por um áudio divulgado em maio no qual o parlamentar pede apoio financeiro ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, para financiar a obra.
Daniel Vorcaro pagou US$ 38 mil por serviço de luxo na Disney para ex-diretor do BC, aponta PF
Depoimento de empresário à Polícia Federal detalha benesses concedidas ao ex-chefe de Fiscalização do Banco Central em viagem aos Estados Unidos, em desdobramento da Operação Compliance Zero
O empresário Léo Serrano, proprietário da consultoria de serviços de luxo SL Consulting, afirmou em depoimento prestado à Polícia Federal (PF) que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, antigo proprietário do Banco Master, desembolsou US$ 38 mil para custear um serviço de concierge exclusivo ao ex-diretor do Banco Central (BC) Paulo Sérgio Neves de Souza durante uma viagem aos parques da Disney e da Universal, em Orlando, nos Estados Unidos, informa Ramiro Brites, do Metrópoles.
A oitiva de Serrano, realizada por videoconferência na manhã de segunda-feira (24) na sede da PF na Lapa, em São Paulo, durou cerca de 10 minutos e teve como foco exclusivo o atendimento prestado ao ex-servidor do BC. O delegado responsável pela condução das investigações acompanhou a sessão diretamente de Brasília.
PF amplia investigação sobre filme de Bolsonaro
Dados da Polícia Civil são essenciais para a PF rastrear R$ 61 milhões destinados ao filme sobre Jair Bolsonaro e apurar o uso de emendas
A Polícia Federal poderá rastrear os R$ 61 milhões destinados ao filme sobre Jair Bolsonaro e aprofundar a apuração sobre o uso de emendas parlamentares após receber dados da Polícia Civil de São Paulo. Segundo a CNN Brasil, o compartilhamento das informações foi autorizado na segunda-feira (24) pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A medida deve permitir o cruzamento dos elementos reunidos pela investigação paulista com os dados de dois inquéritos da PF relacionados a “Dark Horse”. De acordo com a CNN Brasil, uma frente apura a participação do empresário Daniel Vorcaro no financiamento da produção, enquanto a outra investiga a destinação de cerca de R$ 2 milhões em emendas parlamentares.
Salário mínimo de 2027 traz ganho real para trabalhadores e aposentados
Previsão do governo é elevar piso nacional para R$ 1.741, com reajuste acima da inflação e impacto também sobre benefícios previdenciários e assistenciais
O salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em 2027, mantendo a política de valorização do piso nacional com ganho real para trabalhadores, aposentados e beneficiários de programas vinculados ao mínimo. A previsão foi confirmada pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, e será incorporada ao projeto de Orçamento do próximo ano, segundo o Valor Econômico.
O valor ainda não é definitivo. A cifra poderá ser atualizada até o fim do ano, quando estiverem disponíveis os indicadores utilizados no cálculo do reajuste, especialmente a inflação acumulada e os parâmetros relacionados ao crescimento da economia.
A projeção representa uma nova elevação do poder de compra do piso nacional dentro da política retomada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que prevê reajustes acima da inflação.
PF confirma que contratos citados em reportagens sobre Fábio Luís não foram assinados
Investigação relata tratativas e projetos que não avançaram no Ministério da Saúde; pasta afirma que iniciativas não tiveram encaminhamento nem repercussão e defesas negam irregularidades
As investigações da Polícia Federal sobre negociações envolvendo a lobista Roberta Luchsinger e Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, confirmam um ponto central sobre as reportagens que vêm mencionando Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva: os contratos discutidos nas tratativas investigadas não foram assinados e os negócios não se concretizaram.
Segundo informações publicadas pela Folha de S. Paulo, a PF identificou três frentes de negociações que buscavam abrir negócios relacionados ao Ministério da Saúde. Entre elas estavam projetos envolvendo medicamentos à base de cannabis, testes de diagnóstico para dengue e outras arboviroses e possíveis parcerias produtivas com a Indústria Química do Estado de Goiás (Iquego).
Nenhuma dessas iniciativas, porém, resultou nos contratos pretendidos.
Juliana Brizola lidera no Rio Grande do Sul e tem vantagem numérica sobre Zucco no 2º turno
Real Time Big Data aponta pedetista com 38% no 1º turno. Senado tem empate técnico triplo
Juliana Brizola (PDT) lidera a disputa pelo governo do Rio Grande do Sul, com 38% das intenções de voto, e tem vantagem numérica sobre Luciano Zucco (PL) em uma eventual disputa de segundo turno. O levantamento também aponta empate técnico entre três candidatos ao Senado e aprovação de 56% do governador Eduardo Leite (PSD), segundo pesquisa do Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (25).
No cenário estimulado de primeiro turno para o Palácio Piratini, Juliana abre seis pontos de vantagem sobre Zucco, que soma 32%. Na terceira posição aparece o vice-governador Gabriel Souza (MDB), com 19%, seguido pelo ex-prefeito de Guaíba Marcelo Maranata (PSDB), que registra 4%, de acordo com o Real Time Big Data.
Os eleitores que afirmam votar em branco ou anular o voto representam 3% da amostra. Outros 3% não souberam ou não responderam.
A pesquisa ouviu 1,6 mil eleitores gaúchos entre os dias 20 e 24 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código RS-09640-2026.
⊛ Juliana tem 45% contra 41% de Zucco
O Real Time Big Data testou três cenários de eventual segundo turno. No confronto entre Juliana Brizola e Luciano Zucco, a candidata do PDT aparece numericamente à frente, com 45% das intenções de voto, contra 41% do deputado federal.
Considerada a margem de erro de dois pontos percentuais, os dois candidatos estão tecnicamente empatados. Os indecisos representam 7% dos entrevistados, mesmo percentual registrado pelos votos brancos e nulos.
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
Em 6 anos e meio, municípios do Paraná gastaram quase R$ 1,2 bilhão com shows
Justiça proíbe amigo de Jair de usar nome “Bolsonaro” nas urnas
Podemos diz a Dino que direção nacional da legenda não controla emendas parlamentares
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Tarcísio termina mandato com déficit de R$ 12,2 bilhões em SP
Dino diz que emendas parlamentares são o “maior vetor da corrupção” no Brasil
Ministro do STF atribui avanço de desvios a mudanças fiscais adotadas durante a pandemia da Covid-19
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta segunda-feira (24) que as emendas parlamentares se tornaram o “maior vetor da corrupção” no Brasil. A declaração foi dada durante participação remota em um evento da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). As informações são do jornal Folha de São Paulo.
Dino relacionou o cenário às alterações nas regras fiscais promovidas durante a pandemia da Covid-19. Segundo o ministro, a criação do chamado “orçamento de guerra”, com a flexibilização de limites fiscais, abriu espaço para o surgimento de mecanismos criminosos dentro do sistema orçamentário.
“Surge a ideia de um novo orçamento, que foi chamado de orçamento de guerra. Uma regra que permitiria o banimento de praticamente todos os limites fiscais. É algo a ser estudado: como tão rapidamente engenhos criminosos se formaram por dentro disso”, disse.
Na avaliação do magistrado, as emendas parlamentares deixaram de cumprir a finalidade de aperfeiçoar “políticas públicas nacionais e regionais” e passaram a atender a “interesses de cunho privatista e eleitoral, muitas vezes envolvendo esquemas de corrupção e desvio de recursos públicos de amplitude nacional”.
Fim da escala 6×1: relator quer entregar parecer na quinta, mas avalia mudar texto da Câmara
Congresso terá apenas uma semana de votações antes das eleições, aumentando a pressão pela aprovação
O senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o fim da escala de trabalho 6×1, pretende apresentar seu parecer na quinta-feira (27), com o objetivo de levar a matéria à votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na semana seguinte. O parlamentar, no entanto, ainda não decidiu se manterá integralmente o texto aprovado pela Câmara dos Deputados.
Em entrevista à Folha de São Paulo nesta segunda-feira (24), Aziz afirmou que ainda analisará a versão encaminhada pelos deputados antes de fechar seu relatório. “Quero apresentar o relatório na quinta, para podermos votar na outra quarta-feira [na CCJ]. Ainda vou analisar a proposta, não decidi se manterei ou não [o texto da Câmara]”, declarou.
Moraes diz que modelo eleitoral brasileiro faliu e defende voto distrital misto
Vice-presidente do STF afirmou que o sistema atual enfraquece partidos e o Congresso; ministro também cobrou mudanças no Judiciário
Ministro Alexandre de Moraes
O ministro Alexandre de Moraes, vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta segunda-feira (24) uma reforma política no Brasil e afirmou que o atual modelo eleitoral “faliu”. Para ele, o sistema vigente favorece a eleição de parlamentares sem vínculo programático sólido com partidos e dificulta a governabilidade.
As declarações foram feitas durante palestra em congresso do Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCMSP), onde Moraes recebeu homenagens, segundo informações do SBT News. O ministro também defendeu mudanças no Judiciário, com foco em celeridade processual, segurança jurídica e combate ao crime organizado.
“Não há caminho mais seguro para manutenção da democracia, mesmo com todos os problemas, do que fortalecer as instituições”, afirmou Moraes.
Ao tratar do período democrático iniciado com a Constituição de 1988, o ministro citou crises institucionais enfrentadas pelo país, como dois impeachments presidenciais e a tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023. Ainda assim, disse que o Brasil resistiu.
“O Brasil continua hoje, 24 de agosto, uma democracia forte, com eleições marcadas. E nós temos que fortalecer as instituições. E fortalecer exige reformas em todos os poderes”, declarou.
Dino autoriza PF a acessar dados de operação contra produtora de Dark Horse
Material apreendido em investigação da Polícia Civil de SP será compartilhado com inquérito que apura suspeita de uso de emendas parlamentares no financiamento do filme sobre Bolsonaro
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o compartilhamento com a Polícia Federal de dados apreendidos em uma operação da Polícia Civil de São Paulo contra Karina Ferreira da Gama, produtora envolvida no filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro. A decisão atende a um pedido da PF e permite que o material seja incorporado ao inquérito que apura se recursos públicos de emendas parlamentares foram usados no financiamento do longa. A informação foi publicada pela coluna de Bela Megale, do jornal O Globo.
VÍDEO: Cristian Cravinhos declara voto em Flávio Bolsonaro por “mais segurança”
Ministros defendem definição do TSE sobre IA antes do horário eleitoral
Corte tem maioria para manter proibição de deepfakes, mas pedido de vista de Nunes Marques adiou julgamentos sobre o tema
Integrantes do Tribunal Superior Eleitoral avaliam que a Corte precisa encerrar, antes do início do horário eleitoral gratuito, as dúvidas sobre os limites do uso de inteligência artificial na campanha deste ano. A preocupação central é evitar insegurança jurídica e impedir que candidatos passem a testar os limites da resolução eleitoral sobre deepfakes. As informações foram publicadas pelo blog de Valdo Cruz, no G1.
Ministros do TSE defendem que o tribunal confirme de forma expressa a proibição do uso de deepfakes já prevista nas regras eleitorais, diante do avanço de conteúdos produzidos por inteligência artificial generativa.
O debate ganhou força porque o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, e aliados têm usado vídeos feitos com inteligência artificial com imagens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em uma estratégia vista por integrantes da Corte como um desafio ao entendimento da Justiça Eleitoral.