segunda-feira, 24 de agosto de 2026

VÍDEO: Cristian Cravinhos declara voto em Flávio Bolsonaro por “mais segurança”


 Cristian Cravinhos, Daniel Cravinhos e Flávio Bolsonaro em montagem de fotografias. Foto: Reprodução

Condenado a 38 anos e seis meses de prisão pelo assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen, Cristian Cravinhos declarou que vota em Flávio Bolsonaro (PL) para a Presidência e afirmou que pretende disputar um cargo público no futuro. Ele expôs as posições em vídeos publicados ao lado do ator Rafa Martinz, produtor de conteúdo adulto.

Ao justificar o apoio ao senador, Cravinhos disse: “Cara, eu voto 22 para ter um Brasil mais lúdico, onde a educação é valorizada e a saúde também”.

Na mesma fala, ele defendeu o fim da impunidade, melhores escolas e hospitais e mais segurança nas cidades. “Acho que a cidade precisa um pouco muito mais de segurança, muito mais de escola e muito mais de saúde para chegar no futuro melhor”, afirmou.

Ao lado de Rafa Martinz, Cravinhos também citou a “diminuição de crimes” entre os motivos de seu voto em Flávio Bolsonaro.


Cristian Cravinhos diz que quer concorrer a prefeito ou senador

Questionado sobre a possibilidade de entrar na política, Cristian Cravinhos disse considerar uma candidatura o caminho para participar da vida pública. “Eu acho que vai ser o único meio da gente tentar fazer alguma coisa em vida. É se candidatar em alguma coisa, ou prefeito, senador, para qualquer coisa, para poder tentar fazer a nossa parte como cidadão”, declarou.

Cravinhos participou, com o irmão Daniel Cravinhos e Suzane von Richthofen, do assassinato de Manfred e Marísia, pais de Suzane, em 2002. O caso ganhou ampla repercussão nacional e levou à condenação dos três envolvidos.

Depois de deixar a prisão em regime aberto, ele tentou obter renda com a venda de quadros e pinturas que produziu durante o encarceramento. A repercussão da série “Tremembé” voltou a colocar seu nome em evidência.

Em julho de 2026, Cravinhos passou a vender fotos e vídeos de conteúdo adulto pelas redes sociais. Ele cobrava R$ 120 por um vídeo solo acompanhado de três fotografias e anunciou a intenção de criar um perfil em plataforma de assinatura.

Fonte: DCM

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