

Regra aprovada por unanimidade busca impedir pagamentos acima do teto constitucional e padronizar verbas do Judiciário
O Conselho Nacional de Justiça aprovou por unanimidade uma resolução que estabelece o contracheque único para juízes, em uma tentativa de ampliar o controle sobre salários, verbas indenizatórias e eventuais pagamentos acima do teto constitucional, hoje equivalente à remuneração dos ministros do Supremo Tribunal Federal, de R$ 46.366,19. A regra aprovada por unanimidade busca impedir pagamentos acima do teto constitucional e padronizar verbas do Judiciário, informa o G1.
Pela nova norma, cada magistrado deverá receber mensalmente apenas um documento com o detalhamento completo de sua remuneração. A medida impede a utilização de contracheques parciais, complementares ou folhas suplementares para registrar valores pagos separadamente, prática que, segundo o presidente do CNJ, ministro Edson Fachin, dificulta a fiscalização do limite remuneratório previsto na Constituição.
Os tribunais terão prazo de 60 dias para se adequar às novas exigências. A resolução determina que os pagamentos sejam apresentados de forma padronizada e individualizada, com discriminação clara de salários, verbas indenizatórias e demais valores repassados a cada magistrado.
Ministro do STF requer parecer da PGR sobre pedido para ampliar rol de investigados no processo que apura a atuação de Eduardo Bolsonaro nos EUA
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, abriu prazo de cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República se manifeste sobre o pedido de inclusão de Jair Bolsonaro (PL) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no inquérito que apura a atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. A solicitação foi apresentada pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e mira a possibilidade de ampliar os alvos da investigação em curso no Supremo, informa a CNN Brasil.
Eduardo Bolsonaro já é réu no Supremo após ser acusado de articular sanções contra o Brasil e autoridades brasileiras a partir dos Estados Unidos. O ex-deputado está em território norte-americano desde fevereiro de 2025 e, conforme a denúncia, teria atuado para interferir no julgamento de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.
Jornalista avalia que operação da PF contra Cláudio Castro atingiu em cheio a articulação presidencial de Flávio Bolsonaro
O governo federal publicou, em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) na noite de segunda-feira (25), o decreto que regulamenta uma nova subvenção econômica para a gasolina. A medida busca amenizar os efeitos da disparada internacional do petróleo provocada pela guerra no Irã.
Em portaria separada, o Ministério da Fazenda definiu o valor da subvenção para a comercialização da gasolina A em R$ 0,44 por litro. O benefício já havia sido anunciado pela equipe econômica na semana passada e deve permitir uma recomposição nos preços praticados pela Petrobras sem impacto significativo ao consumidor final.
Deputada questiona por que sigilos fiscal e bancário de Flávio Bolsonaro não foram quebrados após revelações sobre Vorcaro e o Master
A deputada federal e ex-ministra Gleisi Hoffmann (PT-PR) cobrou nesta terça-feira (26) a quebra dos sigilos fiscal e bancário do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após as revelações sobre a relação do senador com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Em postagem nas redes sociais, Gleisi questionou a ausência de medidas mais duras de investigação diante das informações já divulgadas sobre as tratativas entre os dois.
“Depois de tudo o que aconteceu entre Flavio Bolsonaro e Vorcaro, uma pergunta que não quer calar: por que seus sigilos fiscal e bancário não são quebrados?”, escreveu Gleisi Hoffmann na publicação.


A vereadora Eduarda Campopiano (PL-SP), de 22 anos, acusou assédio durante um debate no Podcast RedCast exibido no sábado (23/5). A discussão reuniu mulheres que se identificam como “bruxas” e outras como cristãs. Durante o episódio, a participante Savani Shakti disse à vereadora: “Eu te chuparia toda, garota”.