Deputado comemora vantagem de Lula e chama atenção para rejeição de 54% de Flávio Bolsonaro
O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) comemorou neste sábado (15) os números de uma nova pesquisa Quaest sobre a disputa presidencial, destacando a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a rejeição ao senador Flávio Bolsonaro.
Em mensagem divulgada após a publicação do levantamento, Lindbergh ressaltou os números que colocam Lula à frente de Flávio Bolsonaro, por 38% a 31%.
“Acabou de sair pesquisa Quaest, pessoal. Lula na frente, 38 a 31”, afirmou o deputado.
⦾ Rejeição de Flávio Bolsonaro é destacada
Lindbergh também chamou atenção para o índice de rejeição atribuído a Flávio Bolsonaro. Segundo os dados mencionados pelo parlamentar, o senador registra 54% de rejeição, o maior patamar destacado por ele entre os nomes avaliados.
“E é importante dizer, a rejeição do Flávio Bolsonaro é a maior, 54%”, disse Lindbergh.
O índice de rejeição é um dos indicadores relevantes para avaliar o potencial de crescimento das candidaturas ao longo da campanha, uma vez que mede a parcela do eleitorado que declara resistência a determinado nome.
⦾ Lula lidera cenário citado pelo deputado
A vantagem de sete pontos percentuais mencionada por Lindbergh reforça, na avaliação política expressada pelo parlamentar, a posição competitiva de Lula na corrida presidencial.
O presidente aparece com 38%, contra 31% de Flávio Bolsonaro no cenário citado pelo deputado. A declaração de Lindbergh ocorre em meio à intensificação da disputa política e eleitoral, com aliados do governo buscando mobilizar sua base em torno da candidatura presidencial.
⦾ Lindbergh aposta no quarto mandato de Lula
Ao comentar o resultado, o líder petista adotou um tom de mobilização e associou os números à possibilidade de Lula conquistar um quarto mandato como presidente da República. “Vamos com tudo, pessoal! É Lula tetra!”, afirmou Lindbergh.
A expressão faz referência às quatro vitórias presidenciais de Lula caso seja eleito novamente. O petista venceu as eleições de 2002, 2006 e 2022 e busca ampliar sua trajetória eleitoral em uma nova disputa pelo Palácio do Planalto.
Fonte: Brasil 247
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