segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Caso Orelha: novo VÍDEO e testemunha podem mudar andamento das investigações


           Cão Orelha, que foi agredido por adolescentes em SC. Foto: reprodução

Novos elementos podem mudar o rumo da apuração sobre a morte do cão comunitário Orelha, caso que gerou forte comoção em Florianópolis. Imagens inéditas obtidas durante a investigação indicam que um dos adolescentes suspeitos estava acompanhado de outra jovem na orla da Praia Brava no mesmo dia em que o animal foi encontrado gravemente ferido, em 4 de janeiro.

Os registros, exibidos pelo programa “Domingo Espetacular”, mostram os dois adolescentes circulando pela beira da praia na data em que ocorreu a suposta agressão. O material foi incorporado ao inquérito policial e passou a ser analisado como parte da investigação sobre os atos infracionais atribuídos aos jovens envolvidos.

Segundo a Polícia Civil, as imagens já estão sob análise e a jovem que aparece ao lado do adolescente foi convocada para prestar depoimento como testemunha. A expectativa dos investigadores é que o relato contribua para esclarecer a dinâmica dos fatos e ajude a definir o grau de participação de cada envolvido no episódio.

A delegacia responsável informou que pretende concluir na próxima semana a perícia do conteúdo extraído dos celulares apreendidos durante a investigação. O trabalho inclui o cruzamento de dados das mídias digitais com depoimentos já colhidos, o que pode fornecer uma linha do tempo mais precisa do que ocorreu na Praia Brava naquele dia.


De acordo com a Polícia Civil, Orelha, também conhecido como Preto, foi agredido em 4 de janeiro. O cachorro, que vivia de forma comunitária na região, foi encontrado agonizando por frequentadores da praia e apresentava ferimentos considerados extremamente graves.

O animal foi encaminhado a uma clínica veterinária, mas, devido à severidade das lesões, precisou ser submetido à eutanásia no dia seguinte, 5 de janeiro. O laudo aponta lesão grave na cabeça, especialmente no lado esquerdo, além de inchaço intenso, sangramento pelo nariz e pela boca e indícios de fraturas na mandíbula e no maxilar.

Diante da violência dos ferimentos, a polícia passou a tratar o caso como agressão de extrema crueldade. Inicialmente, quatro adolescentes foram apontados como suspeitos. Um deles apresentou provas de que não estava no local no momento da agressão e foi retirado da investigação.

Outros dois jovens, que haviam viajado para a Disney, nos Estados Unidos, retornaram ao Brasil na quinta-feira (29) e foram alvos de mandados de busca e apreensão.

Além da morte de Orelha, a Polícia Civil apura a possibilidade de outra agressão contra um cachorro na mesma região da Praia Brava. Informações que possam colaborar com as investigações podem ser repassadas de forma anônima pelo Disque-Denúncia, no telefone 181.

Fonte: DCM

“Coregasmo”: influencer fit revela orgasmo durante aula de pilates; entenda

 

A influencer fit Sarah Lloyd. Foto: reprodução
A modelo fitness Sarah Lloyd, de 25 anos, relatou ter tido um “coregasmo” (orgasmo induzido por exercício) durante uma aula de pilates. “Descobri minha técnica mágica para orgasmos por acaso”, contou ela em suas redes sociais. O episódio ocorreu durante elevações de perna, quando ela sentiu um formigamento e uma sensação similar à do clímax sexual.

Segundo Lloyd, após cerca de dez repetições, entrou em pânico e precisou parar o exercício. “Não sei se minha respiração ofegante me entregou”, revelou. A pesquisadora sexual Debby Herbenick, autora de “The Coregasm Workout”, estima que cerca de 10% das pessoas experimentam esse fenômeno, geralmente em exercícios que exigem muito dos músculos abdominais.

Os “coregasmos” são mais comuns em movimentos como abdominais, elevações de perna e agachamentos. Lloyd afirma que agora evita o exercício. “Simplesmente tenho que recusar. Não consigo fazer, senão literalmente tenho um orgasmo”, disse. Apesar da experiência, ela segue frequentando academias diariamente.

Fonte: DCM

Marçal é obrigado a pagar R$ 100 mil por dizer que Boulos usa cocaína

 

Pablo Marçal e Guilherme Boulos durante o debate da TV Bandeirantes, no Morumbi, Zona Sul da capital paulista, em 8 de agosto de 2024. Foto: Reprodução/YouTube
Pablo Marçal foi condenado pela Justiça de São Paulo a pagar uma indenização de R$ 100 mil a Guilherme Boulos (PSOL) por ter divulgado mentiras durante a campanha eleitoral de 2024 à Prefeitura da capital, associando falsamente o adversário ao uso de cocaína. A decisão aponta que o influenciador espalhou fake news com o objetivo de atingir a honra do então candidato, conforme informações do colunista Rogério Gentile, do UOL.

A condenação tem como base a divulgação, por Marçal, de um laudo médico falso nas redes sociais, às vésperas do primeiro turno. O documento, com assinatura forjada de um médico já falecido, afirmava que Boulos teria sofrido um suposto “surto psicótico grave, em delírio persecutório e ideias homicidas, apresentando período de confusão mental e episódios de agitação”.

O papel também atribuía ao então candidato do PSOL o uso de cocaína e recomendava sua internação psiquiátrica. A informação era falsa e foi desmentida posteriormente por laudos periciais da Polícia Civil e da Polícia Federal.

À esquerda, documento com a assinatura original de José Roberto de Souza. À direita, documento falsificado usado por Marçal. Foto: reprodução
Antes mesmo da divulgação do laudo falso, Marçal já vinha associando Boulos ao uso de drogas em outras ocasiões. Em 8 de agosto de 2024, durante um debate na TV Bandeirantes, ao indicar que o adversário era o destinatário de uma pergunta, ele imitou o gesto de cheirar cocaína e citou um ministro do governo Lula.

Seis dias depois, em outro debate, voltou a atacar o então candidato, afirmando que ele era um “aspirador de pó”. “Vou mostrar que você [Boulos] é o maior aspirador de pó da cidade de São Paulo”, declarou.


Juiz fala em fraude e ação planejada

Ao proferir a sentença, o juiz Danilo Fadel de Castro afirmou que a conduta de Marçal caracterizou fraude e ultrapassou os limites do debate democrático.

“Não se trata aqui de opinião, de sátira ou de hipérbole retórica. Trata-se da fabricação fria e calculada de uma mentira documental para ludibriar o eleitorado e destruir a honra do adversário”, escreveu. Segundo ele, “a alegação de desconhecimento da falsidade beira a má-fé”, já que o réu vinha anunciando a divulgação da suposta “bomba” dias antes.

O magistrado ressaltou ainda que, embora o debate político admita críticas duras, isso não autoriza crimes contra a honra nem a disseminação deliberada de informações falsas. “A imunidade da crítica não autoriza a prática de crimes contra a honra, tampouco a fabricação e disseminação dolosa de fatos sabidamente inverídicos (fake news)”, afirmou.

Defesa nega intenção e fala em liberdade de expressão

Na defesa apresentada à Justiça, Marçal afirmou que não participou de conluio para forjar documentos e que “jamais teve ciência ou anuência prévia acerca da falsidade do referido laudo”. Segundo ele, apenas compartilhou um conteúdo recebido, sem condições imediatas de verificar sua autenticidade.

O influenciador também sustentou que suas “manifestações políticas e satíricas” foram falas inseridas no contexto eleitoral, protegidas pela liberdade de expressão, e que não configuraram acusação criminosa nem prática deliberada de desinformação. “O réu [Marçal], enquanto candidato, exerceu o direito de se posicionar em relação a seu adversário político, não extrapolando os limites constitucionais da crítica política”, alegou a defesa.

Marçal ainda pode recorrer da decisão.

Fonte: DCM com informações do UOL

Chile, Brasil e México lançam candidatura conjunta de Michelle Bachelet à ONU

Postulação da ex-presidente chilena à Secretaria-Geral destaca articulação latino-americana e defesa do multilateralismo

     Michele Bachelet (Foto: REUTERS/Pierre Albouy)

O presidente do Chile, Gabriel Boric, oficializou nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, a candidatura de Michelle Bachelet ao cargo de secretária-geral das Nações Unidas. O anúncio ocorreu durante uma cerimônia no Palácio de La Moneda, em Santiago, com a presença de autoridades diplomáticas do Brasil e do México, consolidando uma iniciativa inédita de coordenação regional na América Latina. As informações são do El Maipo.

O registro formal da postulação cumpre um compromisso previamente assumido pelo governo chileno. A cerimônia contou com a participação da própria Michelle Bachelet, do chanceler Alberto van Klaveren e dos embaixadores do Brasil e do México no Chile, Paulo Pacheco e Laura Moreno, respectivamente.

◎ Iniciativa tripartite inédita

Durante o evento, Boric destacou o caráter histórico da candidatura conjunta, que reúne Chile, Brasil e México, os três maiores países da América Latina. Segundo ele, a articulação contou com o respaldo direto dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Claudia Sheinbaum.

“A candidatura da presidenta Bachelet será apresentada conjuntamente com os países irmãos Brasil e México. Agradeço a convicção e a coragem do presidente Lula da Silva e da presidenta Claudia Sheinbaum, com quem estive conversando ao longo desses meses”, afirmou o presidente chileno.

Boric também ressaltou que a ação expressa uma posição política comum da região diante dos desafios globais, ao afirmar que a iniciativa demonstra “a vontade comum de contribuir para a governança global e para o fortalecimento do multilateralismo”, além de reforçar a expectativa de que a América Latina e o Caribe façam ouvir sua voz na construção de soluções internacionais.

◎ Experiência política e trajetória internacional

Ao defender a candidatura, Boric destacou a trajetória de Michelle Bachelet, lembrando que ela foi a primeira mulher eleita duas vezes para a Presidência do Chile e que acumulou experiência relevante no sistema das Nações Unidas, ao ocupar o cargo de alta comissária da ONU para os Direitos Humanos.

“Sua trajetória como chefe de Estado por duas vezes no Chile, a primeira mulher, uma mulher que abre caminhos, demonstra uma experiência política e humana que lhe permite oferecer uma contribuição séria e substantiva ao trabalho das Nações Unidas, em um momento em que o mundo precisa de mais cooperação, confiança e responsabilidade compartilhada”, declarou.

◎ “Sinto-me muito honrada”, afirma Bachelet

Em sua fala, Michelle Bachelet agradeceu o apoio dos três governos latino-americanos e destacou o significado político da candidatura conjunta.

“Sinto-me muito honrada por ser candidata à Secretaria-Geral não apenas pelo Chile, mas também pelo Brasil e pelo México. Assumo a tremenda responsabilidade que isso significa”, afirmou a ex-presidente.

Bachelet avaliou que o respaldo simultâneo dos três países “reflete um compromisso compartilhado e renova a esperança de que podemos trabalhar juntos por objetivos comuns”, mesmo em um cenário internacional marcado por tensões e instabilidade geopolítica.

A ex-presidente chilena também defendeu a necessidade de reformas internas no sistema das Nações Unidas para responder aos desafios atuais. “Em um contexto de múltiplas crises, conflitos, mudança climática, profundas desigualdades e irrupção tecnológica, as Nações Unidas precisam se renovar para continuar sendo legítimas, mais modernas, eficientes e transparentes”, declarou.

A candidatura de Michelle Bachelet foi formalmente registrada nesta segunda-feira em Nova York, dando início ao processo de escolha do próximo secretário-geral da ONU e consolidando uma das mais relevantes articulações diplomáticas recentes da América Latina no cenário multilateral.

Fonte: Brasil 247 com informações do portal El Maipo

Isenção do Imposto de Renda passa a valer em 2026 para salários de até R$ 5 mil

Nova tabela do IRPF começa a refletir nos contracheques, amplia faixa de alívio tributário e reduz imposto para quem ganha até R$ 7.350

23.01.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de celebração da contratação de 2 milhões de moradias no “Minha Casa, Minha Vida” e entrega de 1.337 moradias em Maceió. Residencial Dr. Pedro Teixeira Duarte I e II. Maceió (AL) - Brasil Foto: Ricardo Stuckert / PR (Foto: Ricardo Stuckert / PR)

Os trabalhadores brasileiros com renda mensal de até R$ 5 mil passam a contar, a partir de fevereiro, com isenção total do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). A mudança decorre da atualização da tabela do imposto e já começa a aparecer nos contracheques, embora as novas regras tenham validade retroativa aos salários pagos desde janeiro.

Com a reformulação, quem recebe até R$ 7.350 mensais também é beneficiado por uma redução progressiva no imposto retido na fonte, o que amplia o alcance do alívio tributário. Segundo estimativas do Ministério da Fazenda, cerca de 16 milhões de contribuintes devem ser impactados pela medida, que reforça a política de desoneração sobre a renda do trabalho.

A nova tabela garante isenção integral do IRPF para trabalhadores com carteira assinada, servidores públicos, aposentados e pensionistas do INSS ou de regimes próprios, desde que a renda mensal total não ultrapasse R$ 5 mil. O benefício se estende igualmente ao pagamento do décimo terceiro salário. Para rendimentos acima de R$ 7.350, permanece em vigor a tabela progressiva atual, cuja alíquota máxima chega a 27,5%.

Até 2025, a faixa de isenção do Imposto de Renda contemplava apenas quem ganhava até dois salários mínimos, o equivalente a R$ 3.036. Com a ampliação do limite para R$ 5 mil, a economia anual para o contribuinte pode alcançar até R$ 4 mil, considerando também o décimo terceiro salário.

A reforma instituiu ainda uma faixa intermediária de transição, com desconto gradual para salários entre R$ 5 mil e R$ 7.350. O objetivo é evitar o chamado “degrau tributário”, situação em que pequenos reajustes salariais resultam em aumentos desproporcionais no imposto devido. Nessa faixa, os impactos variam conforme a renda: para quem recebe R$ 5.500, a redução mensal do imposto pode chegar a cerca de 75%; salários de R$ 6.500 podem gerar uma economia aproximada de R$ 1.470 por ano; e rendimentos de R$ 7 mil podem resultar em alívio anual em torno de R$ 600. O valor final, no entanto, depende de cada caso, considerando outras fontes de renda e deduções.

Para compensar a redução de arrecadação provocada pela ampliação da isenção, a nova política tributária prevê aumento do imposto para contribuintes de alta renda. Quem recebe a partir de R$ 50 mil mensais, ou R$ 600 mil por ano, passará a pagar uma alíquota progressiva que pode chegar a 10%. Já rendas anuais superiores a R$ 1,2 milhão estarão sujeitas a uma alíquota mínima efetiva de 10%.

De acordo com dados do governo, cerca de 141 mil brasileiros passarão a ser enquadrados no Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM), voltado especificamente para a alta renda e que também alcança parte dos contribuintes que recebem dividendos, parcela dos lucros distribuídos pelas empresas a seus acionistas.

Apesar de os efeitos da nova tabela já serem percebidos nos salários pagos em 2026, a obrigação de declarar o Imposto de Renda permanece inalterada no próximo ano para quem se enquadrar nos critérios legais. Isso ocorre porque a declaração entregue em 2026 corresponde ao ano-base de 2025, período anterior à vigência das novas regras.

Assim, o impacto integral da atualização da tabela de isenção e dos descontos progressivos só será refletido na Declaração do Imposto de Renda de 2027, que terá como referência os rendimentos recebidos ao longo de 2026.

Fonte: Brasil 247

Calendário de fevereiro de 2026 reúne carnaval, feriados e datas marcantes

Mês terá folia entre 14 e 17 de fevereiro e concentra celebrações culturais e de saúde no Brasil

     Carnaval de Olinda (Foto: Sumaia Villela/Agência Brasil)

Fevereiro de 2026 será marcado pelo Carnaval, que acontece oficialmente entre os dias 14 e 17, além de uma série de datas comemorativas relevantes para a cultura, a saúde pública e o calendário institucional brasileiro. O mês, tradicionalmente mais curto, concentra pontos facultativos que impactam a rotina de trabalho e o planejamento de atividades em todo o país, especialmente no setor público e em áreas ligadas ao turismo e aos serviços, segundo o jornal O Globo.

Além da festa popular que mobiliza milhões de pessoas, fevereiro também abriga datas simbólicas como o Dia de Iemanjá, celebrado em 2 de fevereiro, e o Dia Mundial do Câncer, em 4 de fevereiro, voltado à conscientização e à prevenção da doença. Ao longo do mês, outras efemérides reforçam pautas sociais, profissionais e culturais, compondo um calendário diverso e significativo.

O Carnaval de 2026 começa oficialmente no sábado, 14 de fevereiro, e se estende até a terça-feira, dia 17. A segunda-feira (16) e a terça-feira de Carnaval são consideradas pontos facultativos, enquanto a Quarta-Feira de Cinzas, em 18 de fevereiro, tem expediente facultativo até as 14h em repartições públicas. No mesmo dia 16, também é celebrado o Dia do Repórter, coincidindo com o período da folia.

Entre as principais datas comemorativas de fevereiro de 2026 estão o Dia do Publicitário, em 1º de fevereiro; o Dia da Navegação do Rio São Francisco, em 3 de fevereiro; o Dia Nacional da Mamografia, em 5 de fevereiro; o Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas, em 7 de fevereiro; o Dia do Atleta Profissional, em 10 de fevereiro; e o Dia Mundial do Rádio, em 13 de fevereiro.

O calendário nacional de 2026 prevê ainda feriados distribuídos ao longo do ano que possibilitam fins de semana prolongados. Entre eles estão a Confraternização Universal, em 1º de janeiro; a Paixão de Cristo, em 3 de abril; Tiradentes, em 21 de abril; o Dia do Trabalho, em 1º de maio; a Independência do Brasil, em 7 de setembro; Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro; Finados, em 2 de novembro; o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, em 20 de novembro; e o Natal, em 25 de dezembro.

Além dos feriados nacionais, o governo federal definiu pontos facultativos em datas como o Carnaval, Corpus Christi, o Dia do Servidor Público e as vésperas de Natal e Ano Novo, o que amplia as possibilidades de organização da agenda ao longo de 2026. O conjunto dessas datas faz do calendário do próximo ano uma ferramenta essencial para o planejamento pessoal, profissional e institucional.

Fonte: Brasil 247 com informações do jornal O Globo

Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago nesta segunda

INSS, seguro-desemprego e contribuições têm novos valores

Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago nesta segunda (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Por Wellton Máximo, repórter da Agência Brasil - O novo salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago nesta segunda-feira (2) aos trabalhadores. O valor pode ser conferido no contracheque referente a janeiro.

O reajuste de 6,79%, equivalente a R$ 103, foi oficializado pelo Decreto 12.797/2025. O aumento segue a política de valorização do salário mínimo, que combina inflação (INPC) e crescimento do Produto In terno Bruto (PIB), respeitando os limites do arcabouço fiscal, que restringe o reajuste a 2,5% acima da inflação do ano anterior.

Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começaram a receber o novo salário mínimo no último dia 26. O pagamento segue até sexta-feira (6), conforme o número final do cartão, sem considerar o dígito verificador.

☉ Quanto vale o mínimo em 2026

•    Mensal: R$ 1.621;

•    Diário: R$ 54,04;

•    Hora: R$ 7,37.

☉ Como foi calculado

•    Inflação pelo INPC: 4,18%;

•    Somada ao crescimento real do PIB: 3,4%;

•    Adicional de 3,4% limitado a 2,5% pelo arcabouço fiscal;

•    Reajuste total: 6,79%.


☉ Impactos

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o novo salário mínimo impacta 61,9 milhões de brasileiros. O aumento deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia em 2026.

O reajuste tem efeitos amplos tanto sobre a renda das famílias quanto sobre as contas públicas. O governo estima impacto combinado de R$ 110 bilhões na economia, ao considerar o reajuste e a isenção do IR. No entanto, haverá custo adicional para a Previdência Social estimado em R$ 39,1 bilhões.

Além de afetar diretamente trabalhadores que recebem o piso nacional, o novo valor serve como referência para uma série de benefícios previdenciários, assistenciais e trabalhistas, como aposentadorias do INSS, pensões, seguro-desemprego e salário-família.

Confira como ficam os benefícios e as contribuições atreladas ao salário-mínimo:

☉ INSS

•    Benefícios no piso (1 salário mínimo): reajuste integral de 6,79%, para R$ 1.621

•    Acima do piso: reajuste de 3,90% (INPC de 2025)

•    Teto do INSS: R$ 8.475,55

Contribuições ao INSS (CLT)

•    Até R$ 1.621: 7,5%

•    De R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84: 9%

•    De R$ 2.902,85 a R$ 4.354,27: 12%

•    De R$ 4.354,28 a R$ 8.475,55: 14%

Autônomos, facultativos e MEI

•    Plano normal (20%): R$ 324,20

•    Plano simplificado (11%): R$ 178,31

•    Baixa renda (5%): R$ 81,05

•    MEI (5%): R$ 81,05

Seguro-desemprego

•    Reajustado pelo INPC (3,90%), com vigência desde 11 de janeiro

•    Parcela mínima: R$ 1.621

•    Parcela máxima: R$ 2.518,65

•    Valor varia conforme salário médio dos últimos meses.

Salário-família

•    Salário-família: R$ 67,54 por dependente

•    Pago a quem recebe até R$ 1.980,38 mensais


Fonte: Brasil 247


VÍDEO: “Se for provado, tem que pagar”, diz pai de jovem suspeito de matar o cão Orelha


    O cão Orelha. Foto: reprodução

A investigação sobre a morte do cão comunitário Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis, analisa cerca de mil horas de imagens de câmeras de segurança. A polícia já ouviu mais de 20 testemunhas, mas ainda não encontrou registros do momento exato do crime. “Do momento da agressão, não. Nós temos um fecho de indícios convergentes”, afirmou a delegada ao “Fantástico”, da TV Globo.

Dois dos quatro adolescentes suspeitos voltaram dos Estados Unidos na quinta-feira (29) e tiveram os celulares apreendidos no aeroporto. “Os celulares estão em posse da Polícia Científica, que está realizando a extração de todas as informações”, explicou o delegado Renan Balbino. Os nomes não são divulgados por serem menores de idade.

O pai de um dos investigados defendeu o filho ao “Fantástico”: “Se ele fez alguma coisa e ficar provado, ele tem que responder. Mas tem que ser provado”. O advogado de duas famílias pede que a investigação apure a “verdade” e responsabilize apenas os culpados “na medida da sua culpabilidade”. Veja a matéria completa:

Fonte: DCM

Os celulares que ficam sem o acesso ao WhatsApp a partir deste mês


       Aplicativo do WhatsApp aberto em celular. Foto: reprodução

A partir de 1º de fevereiro, o WhatsApp deixou de funcionar em celulares considerados antigos por não cumprirem os requisitos mínimos de atualização. A medida visa otimizar a segurança, o desempenho e a incorporação de novas funções. Dispositivos afetados não poderão abrir o app nem enviar ou receber mensagens.

O aplicativo avalia quais dispositivos usam softwares muito antigos e têm poucos usuários. A falta de atualizações expõe os aparelhos a riscos de segurança, vírus e malwares. “Antes de deixar de oferecer suporte, você receberá uma notificação no WhatsApp”, informa o Centro de Ajuda da plataforma, recomendando a atualização do sistema.

É necessário Android 5.0 ou superior e iOS 15.1 ou posterior. A maioria dos modelos sem acesso foi lançada há mais de uma década e não recebe mais atualizações dos fabricantes. Confira a lista de celulares incompatíveis no site oficial de suporte do WhatsApp:

  • Samsung – Galaxy S3, S4, S4 Mini, S5, Note 2, Core, Trend, J2, Ace 4
  • LG – Optimus L3, L5, L7, F5, L3 II Dual, L5 II
  • Motorola – Moto G (1ª geração), Moto E (1ª geração)
  • Sony – Xperia Z2, Z3, M
  • Huawei – Ascend Mate, G740, D2
  • HTC – Desire 500, One M8
  • Apple  iPhone 5, 5c, 5s, 6, 6 Plus
Fonte: DCM

As 7 doenças que podem ser transmitidas por beijos no Carnaval

Pessoas se beijando no carnaval. Foto: Amanda Dias/BHAZ

O beijo no Carnaval pode transmitir diversas doenças, alerta o infectologista Roberto Figueiredo, o “Dr. Bactéria”. “Há pessoas que beijam mais de 20 em um bloco”, afirmou em entrevista ao Globo. A boca concentra vírus e bactérias que são compartilhados no contato íntimo. Confira sete enfermidades associadas ao beijo:

Mononucleose, a “doença do beijo”, causa febre, ínguas e pode evoluir para problemas bucais graves. Infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) como sífilis, gonorreia, herpes e HPV também podem ser passadas, gerando feridas e lesões na boca. Doenças respiratórias, incluindo gripe e Covid-19, também são transmitidas pela saliva.

Doenças do trato digestivo, como as causadas por rotavírus e hepatite A, provocam vômitos e diarreia. A candidíase oral, ou “sapinho”, forma placas brancas na boca. A caxumba inflama as glândulas salivares e causa febre. A catapora (varicela) também pode ser transmitida pela saliva, com sintomas de manchas vermelhas e febre.

Fonte: DCM 

Bolsonarista fugitivo do 8/1 engana Itamaraty e PF, consegue passaporte e vai à Europa


        O bolsonarista Apolo Carvalho da Silva, de 28 anos. Foto: Reprodução

O bolsonarista Apolo Carvalho da Silva, réu pelos atos golpistas de 8 de Janeiro e foragido da Justiça brasileira, conseguiu enganar a Polícia Federal (PF) e o Itamaraty, obteve um novo passaporte mesmo com mandado de prisão em aberto e ordem judicial para impedir a emissão de documentos, deixou o México e chegou à Europa, onde pediu “proteção internacional” ao governo da Espanha, conforme informações do UOL.

Erros no uso dos sistemas do Itamaraty e da PF, além da falta de comunicação entre servidores, permitiram que Apolo burlasse determinações judiciais e deixasse o país. O bolsonarista, de 28 anos, responde por incitação ao crime e associação criminosa no âmbito dos ataques de 8 de Janeiro.

O próprio Itamaraty reconheceu que houve “falha” e “concessão indevida de passaporte comum”, e o documento só foi cancelado em 29 de janeiro. Em nota, o ministério afirmou que iniciou uma revisão das práticas de emissão de documentos de viagem “para evitar equívocos como o que lamentavelmente ocorreu no México”.

◎ Histórico de fugas pela América Latina

Em 2024, Apolo fugiu do Brasil e se juntou a outros investigados pelos ataques aos Três Poderes que haviam se refugiado na Argentina. Meses depois, ele participou de uma nova fuga, passando por Peru e Colômbia. O grupo seguiu então para o México e alguns chegaram aos Estados Unidos, onde foram presos.

Apolo permaneceu no México entre janeiro e dezembro do ano passado, estabelecendo-se no estado de Querétaro, a cerca de 200 km da capital, onde trabalhava como mecânico. Esta foi a base a partir da qual ele articulou sua terceira fuga.

◎ Pedido de passaporte com boletim falso

Em 2 de setembro de 2025, Apolo foi à Cidade do México e registrou um boletim de ocorrência no qual afirmou ter “perdido” o passaporte. “Perdi meu passaporte no centro da Cidade do México. Eu me dei conta da falta do documento ao chegar ao hotel”, mentiu o bolsonarista. “Estava no México como turista.”

Com o boletim em mãos, ele checou a lista de documentos exigidos pelo consulado brasileiro e apresentou carteira de motorista original, segunda via da certidão de nascimento obtida pela internet, título eleitoral digital, comprovante de pagamento de multas por não ter votado nas eleições de 2024 e o número do CPF. Também informou um endereço falso para evitar ser localizado.

Naquele momento, Apolo estava sob determinação do ministro do STF Alexandre de Moraes, que o obrigava a usar tornozeleira eletrônica, permanecer em casa, não deixar o país e entregar o passaporte. A decisão também ordenava que a Polícia Federal e o Itamaraty tomassem “todas as providências necessárias para obstar a emissão de quaisquer outros passaportes em nome do investigado”.

O passaporte original havia sido entregue por Apolo em 18 de setembro de 2023 à Vara de Execuções Criminais de Uberaba (MG). Mesmo assim, nada disso foi verificado pelos funcionários do consulado brasileiro no México.

Mandado de prisão está em aberto desde 2024
Mandado de prisão do bolsonarista Apolo Carvalho da Silva está em aberto desde 2024. Foto: Reprodução

◎ Documento foi emitido dentro de área brasileira

O novo passaporte foi emitido em 29 de setembro e assinado pelo vice-cônsul Gustavo Alexandre Magalhães, com a justificativa de ter sido “concedido em substituição a passaporte extraviado”. O consulado funciona na Cidade do México, onde também operam a Embaixada do Brasil e dois representantes da Polícia Federal, um delegado e um agente.

Apesar disso, nenhum dos servidores envolvidos identificou que Apolo tinha mandado de prisão expedido em setembro de 2024, nem que havia ordens expressas para cancelamento e bloqueio de documentos.

Passaporte novo foi expedido por consulado no México em 2025
Passaporte novo do bolsonarista foi expedido por consulado no México em 2025. Foto: Reprodução/UOL

Após conseguir o passaporte, Apolo permaneceu no México por mais algum tempo, levantando dinheiro para comprar a passagem aérea. Em dezembro, embarcou para a Espanha, onde foi recebido por outro apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Oswaldo Eustáquio.

Já em território espanhol, procurou a polícia em Almería, a cerca de 540 km de Madri, e formalizou o pedido de “proteção internacional”. Ele vive atualmente na capital espanhola e deverá se apresentar no dia 16 de abril à brigada da Direção Geral da Polícia para a primeira audiência do processo.

Apolo será acompanhado pelo advogado Fábio Pagnozzi, defensor da ex-deputada Carla Zambelli, que também está foragida e foi presa na Itália. A expectativa da defesa é repetir o desfecho obtido por Oswaldo Eustáquio, que conseguiu proteção na Espanha e não foi extraditado.

“A Espanha se mostrou muito receptiva às pessoas do 8 de Janeiro”, afirmou Pagnozzi ao UOL. Segundo ele, o pedido equivale a asilo político e se baseia na alegação de “perseguição política” contra opositores no Brasil.

Em recurso à Espanha, governo deve dizer que Oswaldo Eustáquio cometeu crimes comuns e não será perseguido no Brasil | G1
Oswaldo Eustáquio e Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução

◎ Provas da invasão aos Três Poderes

Vídeos encontrados no celular de Apolo e analisados pela perícia da Polícia Federal mostram o arte-finalista dentro das invasões de 8 de janeiro de 2023, usando boné branco, máscara improvisada com a bandeira do Brasil e camiseta azul. Em alguns registros, é possível ouvir frases como “tá invadido”, “tudo nosso” e “é nosso”, conforme laudo do perito Jorge Ricardo Oliveira.

Apesar disso, Apolo foi preso apenas no dia seguinte, no acampamento em frente ao quartel-general do Exército, o que impediu que fosse denunciado por crimes mais graves, como golpe de Estado, dano ao patrimônio e abolição violenta do Estado democrático de Direito.

Em janeiro de 2024, Apolo recusou um acordo com o Ministério Público que encerraria o processo mediante confissão, pagamento de multa de R$ 20 mil, prestação de serviços comunitários e participação em um curso sobre democracia. A defesa sustenta que as acusações são genéricas e que ele temia ser preso por descumprimentos de horário relacionados à tornozeleira eletrônica.

Segundo Pagnozzi, o arte-finalista também receia que, ao retornar ao Brasil, o Ministério Público utilize a perícia do celular para pedir o agravamento da pena, incluindo acusações de golpe de Estado e dano ao patrimônio.

Fonte: DCM com informações do UOL

Lula escala ministros para garantir palanques em estados-chave em 2026

Planalto pressiona Haddad, consolida Tebet em São Paulo e mobiliza governo para evitar fragilidade eleitoral nos maiores colégios do país

                           Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Preocupado com a montagem de palanques competitivos nos principais estados do país, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensificou a articulação política para fortalecer alianças regionais de olho nas eleições de 2026. A estratégia inclui pressão direta para que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), dispute o governo de São Paulo, além do engajamento de ministros com forte capital político em missões eleitorais consideradas estratégicas pelo Palácio do Planalto, segundo o jornal O Globo.

A avaliação interna é de que Lula não pode chegar à próxima disputa presidencial com apoios frágeis em estados de grande peso eleitoral, o que poderia comprometer o desempenho nacional da campanha. Auxiliares do presidente afirmam que há preocupação especial com a possibilidade de partidos de centro, hoje representados na Esplanada dos Ministérios, se aproximarem de candidaturas bolsonaristas nos estados. Diante da dificuldade de formalizar alianças amplas, a orientação tem sido dialogar com diferentes setores dessas legendas para evitar que fechem acordos estruturados com o campo adversário.

Segundo interlocutores do presidente, Lula não pretende assumir riscos desnecessários e avalia escalar ministros com força política para atuar diretamente nos estados. A lógica é manter um conjunto de nomes competitivos disponíveis para diferentes cenários, funcionando como uma espécie de reserva estratégica. A ideia é responder rapidamente a mudanças no quadro eleitoral e impedir perdas em regiões consideradas decisivas.

Nesse contexto, a pressão sobre Fernando Haddad ganhou novo fôlego. Em entrevista ao O Globo, o ministro da Educação, Camilo Santana (PT), elevou o tom da cobrança e afirmou que Haddad não pode se dar ao “luxo” de tomar uma decisão individual. Apesar de o titular da Fazenda já ter manifestado mais de uma vez que não deseja disputar cargos eletivos, o PT segue tratando seu nome como 'plano A' para o governo paulista e avalia que Lula avançou no processo de convencimento.

Haddad, por sua vez, tem defendido internamente a participação na coordenação da campanha e na formulação do programa de governo. Integrantes do partido próximos ao presidente afirmam que Lula evita impor decisões, mas atua diretamente na construção de consensos, sobretudo nos estados mais sensíveis do ponto de vista eleitoral.

Em São Paulo, a definição mais concreta envolve a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB). Após conversas recentes com Lula, ela aceitou disputar o Senado pelo estado e deve deixar o ministério até o fim de março para viabilizar a mudança de domicílio eleitoral. No Planalto, a avaliação é de que sua candidatura amplia o alcance do palanque lulista, especialmente junto ao eleitorado de centro.

Tebet passou a ser tratada como peça estruturante da chapa majoritária em São Paulo, em um cenário no qual Haddad permanece como principal nome ao governo estadual. Ainda não há definição sobre sua permanência no MDB ou eventual migração para outra legenda da base aliada. O vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin (PSB), também é citado como alternativa para reforçar o palanque paulista, embora tenha sinalizado a interlocutores que não pretende disputar cargos eletivos.

Outro movimento observado no estado é o da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que passou a dialogar com partidos da base e fora dela sobre uma possível candidatura ao Senado. Ela indicou disposição para participar da construção eleitoral em São Paulo, o que tende a ampliar a disputa interna no campo aliado ao presidente.

No Nordeste, região em que Lula obteve vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL) em 2022, o governo considera essencial repetir o desempenho. Camilo Santana anunciou que deixará o Ministério da Educação para atuar na articulação de alianças e no apoio à reeleição do governador do Ceará, Elmano Freitas (PT), que enfrenta a ameaça de Ciro Gomes (PSDB). Camilo é visto como 'plano B' ao governo estadual caso Elmano não avance nas pesquisas, e Lula já teria dito a assessores que não aceita perder o Ceará.

A experiência recente reforça o peso político de Camilo no estado. Em 2024, Fortaleza foi a única capital conquistada pelo PT, com a vitória de Evandro Leitão sobre o bolsonarista André Fernandes (PL), resultado atribuído à articulação conduzida pelo ex-governador.

Na Bahia, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) deve enfrentar o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil). O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), deve deixar o cargo em abril com a intenção inicial de disputar o Senado, mas aliados discutem a possibilidade de ele concorrer ao governo estadual caso Jerônimo enfrente dificuldades eleitorais.

Já nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, a avaliação do Planalto é de que a esquerda dificilmente alcançará maioria, mas precisa reduzir a diferença. No Paraná, Lula decidiu escalar a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), para disputar o Senado. O plano inicial previa sua reeleição à Câmara, mas, a pedido do presidente, ela passou a ser considerada para a Casa Alta como forma de fortalecer a chapa em um estado considerado adverso.

Desde que assumiu o ministério, Gleisi intensificou o diálogo com lideranças regionais e com partidos estratégicos. Sua equipe elabora um mapeamento das candidaturas mais competitivas e das possíveis alianças. Entre aliados de Lula, a avaliação é de que a prioridade é montar o melhor time possível nos estados, inclusive com a recuperação de nomes que estavam fora da política, desde que apresentem potencial eleitoral.

Fonte: Brasil 247 com informações do jornal O Globo