quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Abates de bovinos, suínos e frangos atingem níveis históricos no 3º trimestre

Demanda interna e externa impulsiona recordes na pecuária e eleva produção de carnes no Brasil

Abates de bovinos, suínos e frangos atingem níveis históricos no 3º trimestre (Foto: Agência Brasil )

Os abates de bovinos, suínos e frangos alcançaram marcas inéditas no terceiro trimestre de 2025, refletindo o aquecimento do mercado e a ampliação da oferta. Os números, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam crescimento em todos os segmentos acompanhados.

Segundo dados das Estatísticas da Produção Pecuária referentes ao período, a expansão é resultado direto do aumento da demanda no Brasil e no exterior, aliado à queda nos custos de produção, influenciada pela boa safra de grãos.

Bovinos têm alta de 7,4% e exportações batem recorde

No terceiro trimestre, foram abatidas 11,28 milhões de cabeças de bovinos, alta de 7,4% sobre o mesmo período de 2024 e crescimento de 7,1% em relação ao trimestre anterior. O volume de carcaças chegou a 2,97 milhões de toneladas, elevação de 6,5% na comparação anual.

A gerente de Pecuária do IBGE, Angela Lordão, destacou que o avanço decorre de um conjunto de fatores estruturais. “Esse cenário reflete uma combinação de fatores que estimularam investimentos e otimizaram a produção pecuária. Entre eles, destacam-se a forte demanda interna e externa das carnes bovina, suína e de frango, a influência positiva de uma boa safra de grãos que impactou diretamente a redução dos custos de produção, e as rigorosas medidas sanitárias implementadas no país”, afirmou.

Lordão ressaltou ainda o resultado das vendas ao exterior. “No segmento da carne bovina, as exportações atingiram recorde, mesmo diante da aplicação de tarifas pelos EUA no período, que até o segundo trimestre se mantinha como nosso segundo maior comprador, atrás apenas da China”.

Abate de suínos cresce e exportações alcançam patamares inéditos

O setor de suínos registrou o abate de 15,81 milhões de cabeças no terceiro trimestre, avanço de 5,3% sobre 2024 e de 4,8% frente ao trimestre anterior. O peso das carcaças somou 1,49 milhão de toneladas, aumento de 6,1% em comparação ao mesmo intervalo do ano anterior.

Segundo Angela Lordão, o desempenho também foi impulsionado pelo mercado internacional. “As exportações de carne suína também atingiram patamares inéditos tanto em volume quanto em faturamento, com as Filipinas como principal destino. Internamente, cortes mais acessíveis e práticos têm aumentado o consumo”, destacou.

Avicultura recupera status sanitário e soma 1,69 bilhão de abates

A avicultura também registrou crescimento. O abate de 1,69 bilhão de frangos representou alta de 2,9% sobre 2024 e de 3,0% ante o segundo trimestre de 2025. O peso acumulado das carcaças atingiu 3,60 milhões de toneladas, aumento de 3,1% no ano.

A retomada da credencial sanitária do país, após a superação de notificações de influenza aviária, foi essencial para o setor. “A rápida retomada do status de livre de influenza aviária foi muito importante para a avicultura nacional, garantindo o acesso da carne de frango brasileira aos mercados internacionais”, afirmou Lordão.

Leite registra maior aquisição da série histórica, mas preço ao produtor cai

A aquisição de leite cru somou 7,01 bilhões de litros, um acréscimo de 10,2% em relação a 2024 e avanço de 7,9% ante o trimestre anterior. Apesar do aumento, o preço pago ao produtor recuou.

“Este aumento na produção é fruto de maiores investimentos realizados na atividade nos últimos períodos, devido à melhor margem, e de condições climáticas mais favoráveis. Contudo, o cenário de maior produção interna somado a importações elevadas não foi acompanhado na mesma intensidade pela demanda, resultando em queda no preço pago ao produtor pelo leite cru desde abril”, explicou Angela Lordão. No trimestre, o valor médio ficou em R$ 2,57, redução de 8,2% em um ano.

Curtumes elevam processamento e produção de ovos mantém alta anual

A Pesquisa Trimestral do Couro registrou a recepção de 11,42 milhões de peças inteiras de couro cru bovino, aumento de 8,2% em comparação ao mesmo trimestre de 2024.

A produção de ovos alcançou 1,24 bilhão de dúzias, crescimento de 2,6% no ano, mantendo o segundo maior resultado da série histórica, mesmo com leve recuo em relação ao trimestre anterior.

Pesquisas do IBGE orientam setor agropecuário

As estatísticas divulgadas fazem parte de um conjunto de levantamentos trimestrais do IBGE sobre a conjuntura agropecuária. Desde 2018, parte dos resultados é divulgada de forma antecipada para ampliar o acesso às informações. Os dados completos do quarto trimestre serão publicados em 18 de março de 2026.

Fonte: Brasil 247


Câmara notifica Eduardo Bolsonaro sobre perda de mandato por excesso de faltas

Presidente da Câmara, Hugo Motta, abriu prazo de cinco dias para que o parlamentar apresente sua defesa

     Eduardo Bolsonaro (Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), notificou o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sobre o processo administrativo que pode resultar na perda de seu mandato por excesso de faltas. O parlamentar está nos Estados Unidos desde março e acumula ausências nas sessões legislativas. Segundo a coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, a notificação foi assinada por Motta na terça-feira (9) e divulgada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (10), oficializando a abertura do procedimento interno contra o filho 03 de Jair Bolsonaro.

Prazo para defesa e regras regimentais

O documento determina que Eduardo Bolsonaro apresente sua defesa por escrito no prazo de cinco dias úteis, conforme prevê o Ato da Mesa nº 37, de 2009, e o Regimento Interno da Câmara. O prazo se encerra na próxima semana.

“Dessa forma, fica o Deputado, por meio deste edital, NOTIFICADO (sic) para que, querendo, apresente manifestação escrita nos autos do referido processo, no prazo de 5 (cinco) dias úteis, em observância ao art. 3º, caput, do Ato da Mesa nº 37, de 2009 e ao art. 240, parágrafo 2º, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados”, diz um trecho do texto.

Com a exigência formalizada, a continuidade do processo dependerá da resposta do parlamentar ou da ausência de manifestação dentro do prazo estabelecido.

Faltas acumuladas podem resultar em cassação

Hugo Motta já afirmou que Eduardo Bolsonaro já alcançou o número considerado suficiente de faltas para justificar a cassação do mandato. O presidente da Câmara destacou que a Mesa Diretora deverá se posicionar após a análise do processo. Motta afirmou que o colegiado tende a se orientar pelos registros formais das ausências e que a tendência é que a Mesa “apresente o resultado pela cassação do seu mandato”.

Fonte: Brasil 247 com informações do Metrópoles

CCJ da Câmara aprova cassação do mandato de Carla Zambelli

Parecer por cassar a deputada vai ao plenário após condenações no STF. Expectativa é de que a votação ocorra ainda nesta quarta-feira

Brasília - 24/09/2025 - Reunião da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara para ouvir a deputada federal Carla Zambelli (Foto: Lula Marques/Agência Brasil)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10) o relatório apresentado pelo deputado Cláudio Cajado (PP-BA), que recomenda a cassação do mandato da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). O parecer aprovado pela comissão seguirá agora para a análise do plenário, conforme orientação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Para que a cassação seja confirmada, são necessários ao menos 257 votos favoráveis. As informações são da CNN Brasil.

Cassação avança após aval da CCJ

Zambelli foi condenada duas vezes pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Uma das decisões ocorreu em razão da invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ação cometida em conjunto com o hacker Walter Delgatti.

A segunda condenação refere-se ao episódio em que a deputada, armada, perseguiu e ameaçou um homem nas ruas de São Paulo na véspera do segundo turno das eleições de 2022, configurando porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal. Em ambas as ocasiões, o STF determinou a perda do mandato parlamentar.

Condenações no STF pesam contra a deputada

Após a primeira condenação, Zambelli deixou o Brasil e seguiu para a Itália. Ela foi presa em julho deste ano, após uma operação conduzida em cooperação por autoridades brasileiras e italianas. Com a aprovação do relatório na CCJ, o processo alcança sua fase decisiva. A palavra final passará pelo plenário, onde os deputados votarão pela manutenção ou cassação do mandato.

Processo será decidido pelo plenário da Câmara

A votação exigirá maioria absoluta para confirmar a cassação e encerrar o mandato da parlamentar. A expectativa é de que a votação ocorra ainda nesta quarta-feira (10).

Fonte: Brasil 247 com informações da CNN Brasil

Flamengo vence o Cruz Azul e avança à semifinal no Catar

Rubro-negro supera mexicanos por 2 a 1 com dois gols de Arrascaeta

Giorgian de Arrascaeta marca o gol da vitória do Flamengo sobre o Cruz Azul, em partida válida pelas quartas de final do torneio Intercontinal de 2025 (Foto: Adriano Fontes/Flamengo)

O Flamengo iniciou sua campanha na Copa Intercontinental com vitória na quarta-feira (10), ao derrotar o Cruz Azul por 2 a 1 no estádio Ahmad bin Ali, em Doha. A equipe comandada por Filipe Luís mostrou superioridade durante boa parte do duelo.

Nos primeiros minutos, o time carioca buscou controlar a posse e pressionou a saída adversária. A estratégia deu resultado com o brilho de Giorgian De Arrascaeta, autor dos dois gols rubro-negros que definiram o confronto. O Cruz Azul ainda marcou com Jorge Sánchez, mas não conseguiu impor ritmo suficiente para ameaçar a classificação brasileira.

Interesse nacional

Dados do Google Trends mostram grande interesse pela partida em estados do Norte e Sudeste do Brasil ao longo das horas que antecederam o duelo.
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Com o triunfo, o Flamengo avança à semifinal e terá pela frente o Pyramids, do Egito, no sábado (13), às 14h (de Brasília). Quem vencer garante lugar na decisão contra o Paris Saint-Germain.

Fonte: Brasil 247

PF desmonta rede que aliciava mulheres para exploração sexual no exterior

Operação Rufiã mira esquema que enviava brasileiras para países da Ásia e Europa, segundo a Polícia Federal

PF desmonta rede que aliciava mulheres para exploração sexual no exterior (Foto: Divulgação/Arquivo/PF)

A Polícia Federal informou, nesta quarta-feira (10/12), que deflagrou a Operação Rufiã para desarticular duas organizações criminosas dedicadas ao tráfico internacional de mulheres.

De acordo com a PF, a operação teve como foco a repressão ao aliciamento e envio de brasileiras para exploração sexual em países da Europa e da Ásia. A investigação revelou que cerca de 100 vítimas já foram identificadas ao longo do inquérito.

Mandados e prisões

A ofensiva cumpriu mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em Goiás, além do bloqueio de bens que podem alcançar R$ 58 milhões. Também foram decretadas prisões preventivas contra as principais investigadas.

Uma das líderes do esquema foi capturada em Goiás nesta quarta-feira (10). Conforme a PF, ela mantinha redes transnacionais de exploração sexual com atuação em diversos países, incluindo Sérvia, Jordânia, Israel, Áustria, Croácia, Emirados Árabes Unidos e Montenegro.

Como funcionava o aliciamento

As investigações apontam que o grupo recrutava mulheres por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens, oferecendo promessas de altos lucros e viagens financiadas. Ao chegarem ao exterior, as vítimas eram submetidas a condições degradantes, jornadas exaustivas, retenção de documentos, ameaças, chantagens e monitoramento constante por aplicativos de geolocalização.

Cooperação internacional e enquadramentos criminais

A Operação Rufiã contou com apoio da Europol e ocorreu simultaneamente no Brasil e em países europeus, com o objetivo de reunir provas e responsabilizar os envolvidos. A detida poderá responder por tráfico internacional de pessoas, redução à condição análoga à escravidão e organização criminosa.

Em comunicado, a Polícia Federal ressaltou seu compromisso no enfrentamento ao tráfico de pessoas e reforçou a importância de denúncias anônimas, que podem ser feitas pelo telefone 194 ou pelo site oficial da PF.

Fonte: Brasil 247

"Nunca antes um governo entregou tanto", diz Lula ao anunciar R$ 39 bilhões para educação, saúde e saneamento

São R$ 28 bilhões para UBS, creches e escolas e outros R$ 11 bilhões do Novo PAC Seleções nas modalidades Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário

Presidente Lula durante cerimônia de anúncios dos projetos habilitados pelo Novo PAC Seleções. (Foto: Ricardo Stuckert / PR)

O governo federal anunciou um conjunto de investimentos que ultrapassa R$ 39 bilhões para fortalecer a infraestrutura social do país, com foco em educação, saúde e saneamento básico. Os recursos serão direcionados a municípios, estados e instituições públicas, privadas e filantrópicas.

As informações foram publicadas originalmente pelo Portal do Planalto em 10 de dezembro. O anúncio foi feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao lado dos ministros Rui Costa (Casa Civil), Jader Filho (Cidades), Alexandre Padilha (Saúde) e Camilo Santana (Educação). Durante a cerimônia, Lula destacou que a etapa marca a última entrega do Novo PAC iniciado em 2023.

“Vou terminar este ano mais do que feliz e digo algo que eu sempre dizia: nunca antes um governo entregou tanto em tão pouco tempo como nós estamos entregando”, declarou o presidente ao ressaltar o volume de obras concluídas e autorizadas.

FIIS garante obras e equipamentos essenciais

A cerimônia marcou a liberação de R$ 28,1 bilhões do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS), destinados a 1.701 propostas. O pacote contempla construção e ampliação de creches, escolas, quadras, UBS, UPAs, policlínicas, CAPS, maternidades, hospitais e diversos equipamentos de uso coletivo.

Lula enfatizou a imparcialidade no processo de seleção. “Nunca nos preocupamos em saber de qual partido é o governador, o prefeito ou em quem votou. Não me interessa saber. O que interessa é se tem um problema e se a gente pode encaminhar a solução. O povo é o dono do poder neste país”, afirmou.

Com previsão de R$ 18 bilhões para 2025 e R$ 10 bilhões para 2026, o FIIS já autorizou R$ 18,4 bilhões para propostas na área de saúde e R$ 9,7 bilhões para educação, consolidando uma carteira ampla de projetos estruturantes.

Municípios recebem novos investimentos

No eixo da saúde, 1.119 municípios de todas as regiões — exceto Roraima, que não enviou propostas — serão beneficiados. Além disso, 233 iniciativas de instituições públicas, privadas e filantrópicas foram habilitadas. No setor educacional, 1.129 municípios de 25 estados foram autorizados a contratar o financiamento.

Rui Costa explicou que o fundo foi criado para atender demandas que não couberam no orçamento do PAC Seleções. “O presidente Lula autorizou criar esse fundo de infraestrutura social para fazer um financiamento específico, com carência de dois anos, com juros muito diferenciados. Para que os prefeitos e governadores possam construir uma creche ou hospital que queriam, mas não foram atendidos no Orçamento da União”, afirmou.

Camilo Santana ressaltou que as obras ampliam a capacidade das redes de ensino. “Com essas obras pré-selecionadas, vamos chegar a 8 mil obras de educação básica feitas. São obras que vão transformar vidas”, disse o ministro da Educação.

Saneamento básico tem expansão recorde

O governo também apresentou três resultados do Novo PAC Seleções 2025, que somam R$ 11,2 bilhões. No abastecimento de água em áreas urbanas, foram selecionadas 69 propostas que beneficiarão 86 municípios com R$ 5 bilhões. Em áreas rurais, R$ 644,8 milhões irão para 153 municípios de 12 estados.

A área de esgotamento sanitário receberá R$ 5,6 bilhões destinados a 66 propostas em 53 municípios. Com essa etapa, a carteira de saneamento do Novo PAC passou de R$ 49 bilhões para R$ 61,2 bilhões, abrangendo drenagem e gestão de resíduos sólidos.

“Desde 2015, não havia uma seleção de saneamento neste país. Ainda existem mais de 70 milhões de brasileiros que não têm esgoto tratado e mais de 30 milhões que não têm água tratada. Os investimentos representam o compromisso verdadeiro deste governo de que a gente possa olhar para aquelas pessoas que são mais vulneráveis”, afirmou Jader Filho.

Próximos passos para estados e municípios

Os projetos habilitados deverão ser apresentados ao BNDES e a instituições financeiras credenciadas, que farão análises de risco, engenharia e viabilidade. Os financiamentos terão carência de 24 meses e prazo de até 20 anos para pagamento.

Entre as obras previstas, estão tecnologias sustentáveis aplicadas especialmente em áreas de escassez hídrica, beneficiando milhares de famílias em zonas rurais e urbanas.

Fonte: Brasil 247

Pedro Serrano: inconstitucionalidade do PL da dosimetria pode ser debatida

Jurista afirma que proposta recria juízo sobre decisões do STF e defende veto de Lula

        Pedro Serrano, na TV 247 (Foto: Reprodução Youtube)

O jurista constitucionalista Pedro Serrano afirmou, em entrevista publicada pelo UOL News, que o Projeto de Lei da Dosimetria pode enfrentar questionamentos de inconstitucionalidade. A análise foi feita após declarações do deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), autor da proposta.

No segundo parágrafo da entrevista, o UOL destaca que Serrano vê na fala de Motta — ao avaliar como “pesadas” e “injustas” decisões do Supremo Tribunal Federal contra Jair Bolsonaro e seus aliados — uma tentativa de revisão judicial por via legislativa, algo que, segundo ele, afronta a separação entre os poderes.

Serrano explica que o Legislativo não tem prerrogativa para revisar julgamentos ou substituir o papel jurisdicional do STF. “A própria fala do presidente Hugo Motta é de que a decisão judicial [do STF, sobre Bolsonaro e seus aliados] foi pesada, foi injusta, foi sobrecarregada em relação aos réus etc. Ou seja, ele está reavaliando um juízo de justiça. Esse não é o papel do Legislativo”, afirmou. Para ele, “o Legislativo inova a ordem jurídica, ele produz novos direitos e obrigações. Ele não aplica os direitos e obrigações que ele mesmo cria. Ele não está autorizado a querer substituir o Judiciário no seu papel de Justiça. E isso é inconstitucional. Então esse debate [da inconstitucionalidade] pode haver sim”.

O constitucionalista também defendeu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem responsabilidade política e moral de vetar qualquer iniciativa que represente ameaça ao equilíbrio democrático. Segundo ele, o sistema de freios e contrapesos impõe ao chefe do Executivo participação ativa na formação das leis. “Eu creio que Lula pode vetar. O presidente da República participa do processo legislativo, inclusive. Uma lei nunca é aprovada só pelo Legislativo, por causa do nosso sistema de freios e contrapesos”, declarou.

Serrano prosseguiu afirmando que o presidente tem um dever histórico diante do tema: “No plano moral, a meu ver, moral político, Lula tem o dever de vetar, por causa da sua própria trajetória em defesa da democracia. Se depois o Congresso vai derrubar é outro problema. O que o Supremo vai fazer depois do Congresso é ainda outro problema. Eu acho que Lula tem o dever de vetar e acho que o Supremo tem que debater ao menos essa questão da constitucionalidade dessa lei”.

Fonte: Brasil 247 com informações do UOL

Dino alerta para risco de arquivamento de investigações sobre emendas


O ministro comunicou aos colegas da corte que as apurações podem ser engavetadas

    Flávio Dino (Foto: Antonio Augusto/STF)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino tem relatado a colegas da Corte sua preocupação com a falta de sustentação interna para avançar nas investigações que tratam da transparência e do uso de emendas parlamentares. As informações são da jornalista Andréia Sadi, do g1.

Dino, relator de ações que questionam a execução de recursos destinados por parlamentares, teme que a ausência de apoio dentro do próprio tribunal impeça a continuidade das apurações, que vêm mobilizando diferentes frentes do Congresso Nacional.

Nos últimos anos, Dino determinou a suspensão do pagamento de R$ 4,2 bilhões em emendas que careciam de transparência e acionou a Polícia Federal para investigar o caso. Em agosto, ordenou que o Tribunal de Contas da União (TCU) identificasse informações detalhadas sobre 964 emendas individuais sem plano de trabalho. Mais recentemente, como presidente da 1ª Turma do STF, pautou o julgamento de deputados do Partido Liberal (PL) acusados de desviar recursos públicos por meio dessas verbas.

Nos bastidores, o ministro admite viver um momento de forte contestação. Ele tem dito a interlocutores que se sente "com a cabeça a prêmio" no Congresso devido a decisões que acabaram unindo centro, direita e esquerda em reação contrária. Dino afirma ainda que é “um juiz, não um herói”, ressaltando que suas decisões seguem critérios jurídicos, mas acabam repercutindo no campo político.

O magistrado também relembra que pedidos de impeachment contra ministros do STF são avaliados no Senado, onde o tema ganhou tração nos últimos meses. Ele tem alertado a colegas que um eventual processo desse tipo não apenas remove uma autoridade do cargo, mas pode impedir o exercício de funções públicas por vários anos, ampliando o impacto da medida.

Fonte: Brasil 247 com informações do G1

CCJ do Senado aprova fim da escala 6x1 e PEC segue ao plenário

O texto reduz o limite semanal para 36 horas

Projeto foi aprovado na CCJ, com relatoria do senador Vanderlan Cardoso. Anulação de parte da regulamentação do Estatuto do Desarmamento vai a Plenário (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira a proposta de emenda constitucional que redefine a jornada máxima de trabalho no país. O texto reduz o limite semanal para 36 horas e estabelece, de forma obrigatória, dois dias consecutivos de descanso remunerado.

A matéria, relatada pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE), altera o artigo 7º da Constituição e foi incluída de última hora na pauta da sessão. A votação simbólica ocorreu em menos de cinco minutos, logo após a aprovação do pacote antifacção.

A inclusão inesperada gerou protestos do senador Eduardo Girão (Novo-CE), que contestou a falta de aviso prévio sobre a deliberação. “Eu fico triste com esse procedimento na CCJ. Estudamos as matérias pautadas e, às vésperas do recesso, aparece uma extra pauta. Confesso que me sinto violentado por essa atitude”, afirmou, ao defender que o debate seja retomado em plenário.

O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), rebateu a crítica ao destacar que a proposta era discutida há meses no colegiado. “Lamento que Vossa Excelência não tenha participado de nenhuma das três audiências públicas que realizamos. Todos tiveram oportunidade de debater”, disse. Ele afirmou ainda que havia compromisso de votar a PEC antes do fim do ano legislativo. “Sempre atendo pedidos de colegas para pautar matérias fora da ordem. Fiz isso hoje, como faço com todos”, completou.

Transição gradual até as 36 horas

O texto aprovado prevê uma implementação escalonada. No primeiro ano após a promulgação, a jornada máxima cairá para 40 horas semanais. A partir daí, será reduzida em uma hora por ano até atingir o limite final de 36 horas, sem qualquer redução salarial. Até o fim da transição, permanece válido o teto atual de 44 horas por semana.

O parecer destaca que a proposta segue diretrizes da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que desde 1962 recomenda a adoção gradual de jornadas de 40 horas como padrão social. O relator cita estudos que mostram que reduções anteriores — como a de 48 para 44 horas em 1988 — não provocaram aumento do desemprego e ainda elevaram o salário real por hora.

O documento também compara a legislação brasileira com experiências internacionais. Países como Chile e Equador já adotam jornadas mais curtas, e a média da União Europeia é de 36 horas semanais. De acordo com o relatório, a implantação em etapas garante previsibilidade às empresas para o planejamento das escalas.

Descanso semanal de dois dias consecutivos

A PEC incorporou duas emendas que reforçam direitos trabalhistas: a garantia de dois dias consecutivos de repouso remunerado — preferencialmente aos sábados e domingos — e a irredutibilidade salarial durante todo o processo de transição.

Com a aprovação na CCJ, o texto segue agora ao plenário do Senado, onde precisará ser votado em dois turnos.

O que prevê a PEC

  • Limite constitucional da jornada: até 8 horas diárias e 36 semanais, distribuídas em até cinco dias.

  • Descanso obrigatório de dois dias: inclusão do direito a dois dias consecutivos de repouso remunerado, preferencialmente aos fins de semana.

  • Transição sem redução salarial: 40 horas no primeiro ano; redução de uma hora por ano até 36 horas; vedação de corte salarial.

  • Manutenção do limite atual durante a transição: teto de 44 horas segue válido até a conclusão das etapas.

  • Base internacional: referência às orientações da OIT e a padrões adotados em outros países.

  • Evidências nacionais: estudos apontam impactos positivos de reduções anteriores na jornada de trabalho.

  • Saúde e segurança: destaque para benefícios no bem-estar do trabalhador e no equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
Fonte: Brasil 247

Perfis de políticos somem temporariamente da busca do Instagram

Usuários relatam falha ao procurar contas de figuras públicas; instabilidade levanta dúvidas sobre transparência da plataforma

Facebook, TikTok, Twitter, YouTube e Instagram são exibidos em um smartphone. (Foto: REUTERS/Dado Ruvic)

A instabilidade na busca do Instagram gerou uma onda de questionamentos na manhã desta quarta-feira, após usuários relatarem que não conseguiam encontrar perfis de diversas figuras públicas. A situação envolveu nomes da esquerda e da direita e ganhou grande repercussão nas redes sociais.

A falha ocorreu por volta das 10h15, quando o portal testou a ferramenta de busca e observou que contas como a do presidente Lula não apareciam. A mesma inconsistência foi identificada em perfis de outros políticos, enquanto nomes como Jair Bolsonaro, Geraldo Alckmin, Guilherme Boulos e Fernando Haddad continuavam sendo exibidos normalmente.

Uma nova verificação realizada às 11h30 mostrou que as contas que haviam “desaparecido” haviam retornado à busca do Instagram. A empresa responsável pela plataforma, a Meta, foi questionada pelo portal, mas ainda não apresentou esclarecimentos sobre o episódio.

A lista de perfis que ficaram temporariamente fora do ar inclui o presidente Lula (PT); Erika Hilton (PSOL-SP), deputada federal; Gleisi Hoffmann (PT), ministra da Secretaria de Relações Institucionais; Nikolas Ferreira (PL-MG), deputado federal; Eduardo Bolsonaro (PL-SP), deputado federal; Flávio Bolsonaro (PL-RJ), senador; Carlos Bolsonaro (PL), vereador do Rio de Janeiro; Caroline de Toni (PL-SC), deputada federal; e Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo.

O Partido dos Trabalhadores divulgou nota criticando a plataforma e acusando o Instagram de esconder perfis de lideranças da sigla. Em comunicado, o PT afirmou: "O Instagram está te impedindo de ver o perfil do presidente Lula! Hoje o Instagram está escondendo o perfil do presidente Lula e de outras figuras aliadas nas ferramentas de busca da plataforma! Isso é inadmissível e deve ser denunciado por todos nós! As big techs, empresas donas das principais redes sociais, se vendem como espaços democráticos, mas estão tentando determinar o que você pode ver!"

Fonte: Brasil 247

Chefe da polícia legislativa que agrediu jornalistas desmente Motta e diz que ordem partiu dele


       Marcelo Guedes de Resende, diretor da Polícia Legislativa: agressão a jornalistas

Após a pancadaria no Salão Verde da Câmara, que resultou em agressões a jornalistas, o policial legislativo Marcelo Guedes de Resende desmentiu a versão oficial do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Em resposta à repercussão negativa, Motta havia negado, através de sua assessoria, ter dado a ordem para a retirada forçada dos profissionais de imprensa durante o protesto de Glauber Braga (PSOL-RJ), que ocupou a cadeira da presidência da Casa.

No entanto, o policial, chefe do Departamento de Polícia Legislativa Federal, confirmou que as ordens partiram diretamente da presidência.

Resende foi filmado por várias emissoras e por celulares de presentes empurrando e atacando jornalistas que estavam no local. As imagens das agressões, que se espalharam rapidamente nas redes sociais e nos telejornais, mostraram a violência contra repórteres e cinegrafistas que cobriam o ato.


O incidente aconteceu na terça-feira (9), quando Glauber Braga, em protesto contra a condução dos trabalhos por Hugo Motta, se sentou na cadeira da presidência da Câmara. O ato gerou um grande tumulto, e a segurança foi chamada para retirar o parlamentar.

Profissionais de imprensa, que se aglomeravam na saída do plenário, foram empurrados, agredidos com pontapés e socos enquanto os agentes abriam caminho para Glauber se dirigir ao lugar onde concederia entrevista.

“Precisava disso? Precisava dessa violência? Só pedi o mínimo: que me tratassem com o mesmo respeito que tiveram com aqueles que sequestraram a Mesa da Câmara por 48 horas”, declarou Glauber, criticando o tratamento desigual com relação aos golpistas.

Fonte: DCM

Eduardo Bolsonaro, Haddad e Alckmin lideram disputa pelo Senado por São Paulo

Haddad e Alckmin lideram os cenários testados, enquanto Eduardo Bolsonaro é o mais lembrado

       São Paulo (SP) 29.06.2024 - Lula, Alckmin e Haddad (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

A disputa pelas duas vagas do Senado que São Paulo renovará em 2026 aparece aberta e marcada pelo equilíbrio, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Paraná Pesquisas. O estudo, realizado entre 4 e 8 de dezembro de 2025, ouviu 1.680 eleitores em 85 municípios e detalha as tendências do eleitorado paulista para o Legislativo federal.

Os dados espontâneos revelam que Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Fernando Haddad (PT) e Geraldo Alckmin (PSB) surgem como os nomes mais competitivos na largada da corrida.

No primeiro cenário, Haddad lidera com 40,3% das menções, seguido por Eduardo Bolsonaro, que aparece com 30,7%. Já Alckmin figura em segundo cenário testado, onde alcança 41,9% das intenções de voto, sendo o mais bem posicionado entre os postulantes desse conjunto de alternativas. O segundo colocado, neste caso, é Guilherme Derrite (PP), que tem 23,9%.

Fonte: Brasil 247

Dallagnol é chamado de “canalha” por Beto Richa durante bate-boca em aeroporto


O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) e o ex-procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol (Novo-PR) – Reprodução/Agência Câmara

O deputado federal Beto Richa (PSDB-PR) e o ex-procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol (Novo-PR) discutiram no aeroporto de Curitiba, enquanto aguardavam o embarque para Brasília. Segundo relatos de pessoas que presenciaram a cena, a troca de acusações ocorreu na fila de embarque.

A discussão começou após Richa chamar Dallagnol de “canalha”. Em resposta, o ex-procurador afirmou: “E você é um bandido, deveria estar preso”. O deputado questionou supostas ilegalidades cometidas por Dallagnol durante a condução da operação Lava Jato.

Dallagnol, por sua vez, sugeriu que os dois discutissem “ponto a ponto” o processo que resultou na prisão de Richa durante a operação. Apesar do tom elevado, não houve agressão física entre os envolvidos.

aeroporto de Curitiba
Aeroporto de Curitiba, onde discussão aconteceu – Divulgação

Em declaração a Lauro Jardim, do jornal O Globo, Richa afirmou que abordou Dallagnol após ter sido encarado pelo ex-procurador no local. Segundo ele, os dois já haviam se encontrado no dia anterior em um clube da capital paranaense, mas não conversaram naquela ocasião.

O deputado declarou ainda que foi perseguido por Dallagnol durante a Lava Jato e que mensagens atribuídas ao ex-procurador comprovariam essa versão. Além dos dois, também estavam no mesmo voo os deputados Filipe Barros (PL-PR) e Reinhold Stephanes (PSD-PR).

Ex-governador do Paraná, Richa foi preso no âmbito de investigações por suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa relacionadas à concessão de rodovias estaduais. Os processos foram posteriormente arquivados por decisão do ministro Dias Toffoli. Richa também já moveu ação por danos morais contra Dallagnol, mas o pedido de indenização foi negado pela Justiça.

Fonte: DCM

Bolsa Família chega a 18,7 milhões de beneficiários nesta quarta

Programa distribui benefícios antecipados antes do Natal e mobiliza mais de R$ 12,7 bilhões em repasses

      Bolsa Família (Foto: Lyon Santos/MDS)

O pagamento de dezembro do Bolsa Família começa nesta quarta-feira (10) com uma cobertura que chega a 18,7 milhões de famílias em todos os 5.570 municípios do país. A informação foi divulgada originalmente pelo governo federal, que antecipou o calendário para garantir a conclusão dos repasses antes do Natal.

O valor médio transferido neste mês é de R$ 691,37, resultado de um investimento federal que ultrapassa R$ 12,7 bilhões. Os pagamentos seguem o final do Número de Identificação Social (NIS) e ocorrem até o dia 23.

O programa também ativa o protocolo de enfrentamento a desastres climáticos, permitindo que 179 municípios recebam o benefício de forma unificada já no primeiro dia do calendário. A medida contempla 120 cidades do Rio Grande do Norte, 32 do Paraná — algumas delas afetadas por tornados no mês passado — além de nove em Sergipe, sete em São Paulo, seis em Roraima, três no Amazonas e duas no Piauí.

☉ Auxílio Gás atende 4,4 milhões de famílias
Neste mês, o Auxílio Gás acompanha o fluxo de pagamentos do Bolsa Família, direcionado às famílias em situação de maior vulnerabilidade. O investimento de R$ 485 milhões garante o adicional de R$ 110 a 4,4 milhões de beneficiários, valor equivalente ao preço médio do botijão residencial.

☉ Benefício Primeira Infância alcança 8,4 milhões de crianças
Entre os componentes do programa retomado em 2023, o Benefício Primeira Infância assegura R$ 150 adicionais para cada criança de zero a seis anos registrada na família. Em dezembro, 8,4 milhões de crianças recebem o repasse, que soma R$ 1,19 bilhão.

☉ Complementares somam R$ 717 milhões
Outros benefícios complementares — no valor de R$ 50 — chegam a 14,4 milhões de crianças e adolescentes entre sete e 18 anos, além de 626 mil gestantes e 459 mil nutrizes. Juntos, esses repasses superam R$ 717 milhões.

☉ Grupos específicos recebem repasses prioritários
O programa também mantém grupos prioritários em dezembro, incluindo 243 mil famílias com pessoas indígenas, 285 mil com quilombolas, 390 mil com catadores de materiais recicláveis, 247 mil com pessoas em situação de rua, 56 mil com indivíduos resgatados de trabalho análogo ao escravo e 3,9 mil crianças em situação de trabalho infantil.

☉ Perfil dos beneficiários
O Bolsa Família segue marcado pela predominância feminina na chefia das famílias: 84% das responsáveis são mulheres, totalizando 15,7 milhões. Pessoas negras (pretas e pardas) representam 73,29% dos beneficiários, somando 35,8 milhões de indivíduos.

☉ Regra de Proteção mantém famílias no programa após acesso ao emprego
A Regra de Proteção permite que beneficiários permaneçam no programa por até um ano após conseguirem emprego formal ou aumento de renda, recebendo 50% do valor do benefício. Em dezembro, 2,3 milhões de famílias continuam amparadas por essa medida.

☉ Distribuição por regiões e estados
O Nordeste concentra o maior número de famílias contempladas: 8,7 milhões, com repasses de R$ 5,9 bilhões. Em seguida aparecem Sudeste (5,26 milhões e R$ 3,54 bilhões), Norte (2,43 milhões e R$ 1,74 bilhão), Sul (1,28 milhão e R$ 862 milhões) e Centro-Oeste (986 mil e R$ 680 milhões).

A Bahia lidera entre os estados, com 2,3 milhões de beneficiários e investimento de R$ 1,5 bilhão. São Paulo vem na sequência, com 2,18 milhões de famílias. Outros seis estados superam a marca de 1 milhão de atendidos: Pernambuco, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Pará e Maranhão.

☉ Roraima tem o maior valor médio
Roraima registra o maior valor médio de repasse neste mês, de R$ 788,93. Também apresentam médias elevadas Amazonas (R$ 772), Acre (R$ 744), Amapá (R$ 730), Rio Grande do Sul (R$ 722) e Rondônia (R$ 721).

Fonte: Brasil 247