O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, tem usado seu comportamento durante a pandemia de Covid-19 para tentar se apresentar como um nome mais moderado em relação a Jair Bolsonaro (PL). Segundo a Folha, ele passou a se definir como o “Bolsonaro que toma vacina”, em referência à sua defesa dos imunizantes a partir do primeiro semestre de 2021.
Antes de adotar esse discurso, porém, Flávio defendeu medicamentos sem eficácia comprovada contra a Covid-19, como cloroquina e hidroxicloroquina. Em setembro de 2020, após ser infectado pelo coronavírus, o senador publicou uma mensagem afirmando ter usado esses remédios desde os primeiros sintomas.
“Estou curado da Covid-19, graças a Deus! Tratei, desde os primeiros sintomas, com hidroxicloroquina e azitromicina, com acompanhamento médico! Comigo, já são quase 3,3 milhões de brasileiros recuperados!”, escreveu Flávio Bolsonaro na ocasião.





