Ministro diz que saída de seu grupo inviabilizaria o Psol e defende unidade da esquerda em 2026
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, anunciou que permanecerá no Psol após meses de discussões sobre uma possível filiação ao PT. A decisão ocorre em meio a divergências internas e ao debate sobre estratégias eleitorais para 2026. O dirigente avaliou que a saída de seu grupo político poderia comprometer a sobrevivência institucional da sigla. As informações são do Valor Econômico.
Em nota divulgada nas redes sociais, Boulos afirmou que o Movimento por uma Revolução Solidária, ala do partido ligado ao ministro, seguirá integrando o Psol. “Comunicamos a decisão do nosso grupo político (Movimento por uma Revolução Solidária) de permanecer no Psol para a disputa das eleições de 2026. Apesar do grave erro assumido pela maioria do partido em rejeitar compor uma federação da esquerda, entendemos que o Psol tem sua importância na esquerda brasileira e que sua inviabilização institucional não faria bem ao campo progressista”.

