sábado, 24 de outubro de 2026
“VAR” desmente Flávio sobre Petrobras com VÍDEO em que ele defende privatização
VÍDEO: Globo desmente Flávio sobre deboche de Bolsonaro a vítimas da Covid
VÍDEO: Renata Lo Prete desmente Flávio Bolsonaro ao vivo em fala sobre desmatamento
Lula “nocauteou” Flávio Bolsonaro, diz Vera Magalhães após debate da Globo
Moraes quebra sigilos de empresa de Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro
Lula venceu o debate e tem saldo positivo entre indecisos, diz Lavareda
Cientista político atribuiu nota 7,8 ao presidente, contra 7,0 de Flávio Bolsonaro, e apontou recuperação de Lula ao longo do confronto, com vantagem nos três últimos blocos
Lula no debate da Globo - Crédito: Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve desempenho superior ao do senador Flávio Bolsonaro (PL) no último debate presidencial da TV Globo, realizado na sexta-feira (23), segundo análise do cientista político Antonio Lavareda. Em sua avaliação dos quatro blocos do confronto, Lavareda atribuiu média de 7,8 a Lula e 7,0 a Flávio, apontando vantagem do presidente em três dos quatro segmentos do programa.
“Lula venceu o debate por margem clara, embora não esmagadora”, afirmou Lavareda em sua análise. Segundo o cientista político, Flávio começou melhor, com pequena vantagem no primeiro bloco, mas Lula conseguiu se recuperar a partir do segundo e ampliou a diferença na etapa final.
O levantamento de Lavareda atribuiu as seguintes notas aos candidatos:
| Bloco | Lula | Flávio Bolsonaro |
|---|---|---|
| Primeiro | 7,1 | 7,4 |
| Segundo | 8,0 | 6,9 |
| Terceiro | 7,8 | 7,3 |
| Quarto | 8,4 | 6,3 |
| Média | 7,8 | 7,0 |
A maior diferença ocorreu no quarto bloco, quando Lula recebeu nota 8,4, contra 6,3 de Flávio Bolsonaro.
sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Professoras denunciam PMs por tomar camisetas de Lula e forçar suspeitos a usá-las
‘Equipe de Flávio Bolsonaro queria atingir o canal de Lula por medo de debate’, dispara Lindbergh (vídeo)
Segundo o petista, o senador está com medo da repercussão do debate entre os presidenciáveis nas plataformas digitais
Lindbergh Farias - Crédito: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) comemorou nesta sexta-feira (23) a decisão do ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que impede o presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, de suspender administrativamente o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, que já bateu os 10 milhões de inscritos. Em vídeo na rede social X, o petista afirmou que a equipe do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) queria atingir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com uma possível suspensão da plataforma, porque o senador da extrema direita está com medo da repercussão do debate previsto para esta sexta-feira (23), a partir das 21h20, no Jornal Nacional, com mediação do jornalista César Tralli.
“O presidente do TSE tinha feito uma consulta à meta e deu um prazo de 24 horas. Olha, o que a gente estava achando é que ele queria tirar o canal exército do Lula no ar, justamente na hora do debate, na hora da repercussão no debate, sim”, disse. “Vitória da democracia, muito importante”, acrescentou o petista.
Transporte coletivo de passageiros será gratuito em Apucarana no segundo turno das eleições
Suspensão da cobrança da tarifa será neste domingo (25/10), das 6 às 19 horas, conforme decreto municipal
A Prefeitura de Apucarana informa que o transporte coletivo urbano será gratuito neste domingo (25/10), data do segundo turno das eleições de 2026. A suspensão da cobrança da tarifa pública, das 6 às 19 horas, está prevista no Decreto Municipal nº 319/2026, assinado pelo prefeito Rodolfo Mota.
A medida tem como objetivo garantir condições igualitárias para que a população exerça seu direito e dever de voto, conforme estabelecido no decreto.
O documento também determina que o serviço de transporte coletivo, operado pela Viação Apucarana Ltda. (VAL), funcione de forma eficiente e adequada à demanda, com a disponibilização da frota necessária para atender aos usuários, observada a programação estabelecida pelo poder concedente. A mesma medida de gratuidade esteve em vigor no primeiro turno das eleições, realizado no dia 4 de outubro.
Conforme o decreto, o Município pagará à VAL pela prestação do serviço de transporte gratuito de eleitores nos dois turnos das eleições.
Fonte: Pòrtal de Notícias da Prefeitura
“Flávio Bolsonaro fugiu do compromisso de abrir todos os sigilos, inclusive do Willer Tomaz”, diz Camilo Santana
Coordenador da campanha de Lula afirma que candidato do PL não cumpriu compromisso de abrir dados bancários e fiscais de familiares e do advogado Willer Tomaz
Senador Camilo Santana (PT-CE) fala em entrevista coletiva - Crédito: Reprodução/Youtube
O senador Camilo Santana (PT-CE), um dos coordenadores da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), acusou Flávio Bolsonaro (PL) de não cumprir o acordo firmado entre as duas candidaturas para a abertura de sigilos bancários e fiscais dos presidenciáveis e de seus familiares. A declaração foi feita nesta sexta-feira (23), durante entrevista coletiva na sede da campanha petista, em Brasília.
O entendimento entre as campanhas previa a divulgação de movimentações financeiras e conversas dos candidatos à Presidência da República e de integrantes de suas famílias, com o objetivo de permitir a apuração de possíveis irregularidades. A iniciativa havia sido apresentada inicialmente por Lula durante o debate presidencial promovido pela Band.
Durante a coletiva, Camilo afirmou que Flávio Bolsonaro não teria atendido às condições estabelecidas para a abertura dos dados. O senador também mencionou o advogado Willer Tomaz ao cobrar o cumprimento integral do compromisso.
“O candidato Flávio fugiu do compromisso de abrir todos os sigilos, inclusive do Willer Tomaz”, declarou Camilo Santana. Ainda segundo ele, o documento apresentado pelo PL permite a abertura dos sigilos de Flávio apenas após decisão da Justiça.
Fonte: Brasil 247
Lula pede cassação de Flávio Bolsonaro: Dark Horse e suspeita de dinheiro do PCC em campanha
Ação no TSE aponta R$ 69 milhões em transferências ligadas ao filme. Petição inclui o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) e Alfredo Gaspar, candidato a vice do senador da extrema direita na eleição presidencial
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu nesta sexta-feira (23) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a cassação da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu adversário no segundo turno, por suspeitas de financiamento eleitoral ilícito e abuso de poder econômico. O documento pediu que investigadores apurem se recursos provenientes de estruturas financeiras investigadas por lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC) beneficiaram a campanha do senador, direta ou indiretamente. O pedido consta na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), apresentada pela Coligação Brasil Pronto pra Mais, que apoia a reeleição do petista. A petição também solicitou investigação sobre movimentações de aproximadamente R$ 69 milhões vinculadas ao filme Dark Horse, retrato biográfico de Jair Bolsonaro (PL).
Além de Flávio Bolsonaro, o documento incluiu o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) e o candidato a vice-presidente Alfredo Gaspar (PL) entre os investigados. A coligação solicita a cassação do registro ou diploma da chapa presidencial e a declaração de inelegibilidade de Flávio e Eduardo por oito anos. A iniciativa consta de uma.
O processo chegou à Corregedoria-Geral Eleitoral, sob responsabilidade do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. Os advogados sustentam que a produção cinematográfica, apresentada como um projeto comercial, pode ter funcionado como instrumento de promoção política financiado por recursos sem identificação adequada de origem.
A campanha também pede que a Justiça Eleitoral investigue se parte do dinheiro destinado ao projeto audiovisual sustentou atividades políticas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, incluindo iniciativas que, segundo a petição, favoreceram a candidatura presidencial de seu irmão. A AIJE apresentada pela coligação do presidente Lula tem nº 0603371-06.2026.6.00.0000.
Secretário que pediu prisão de petistas a PMs se pronuncia: “Brincadeira”
Flávio Bolsonaro já teve sigilo quebrado; saiba o que foi revelado
Movimentação bancária e despesas do casal

Dados internos apontam tendência de virada de Lula sobre Flávio Bolsonaro, diz ex-diretor do Datafolha
Mauro Paulino afirma afirma que indicadores por idade, gênero e religião mostram avanço do presidente Lula na reta final da eleição
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro - Crédito: Ricardo Stuckert | Vittor Sales
A evolução dos indicadores eleitorais nas últimas semanas aponta para uma possível ultrapassagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo Palácio do Planalto. A avaliação é de Mauro Paulino, ex-diretor-geral do Datafolha, que identifica uma tendência de crescimento do petista e de enfraquecimento do candidato do PL às vésperas do segundo turno, marcado para domingo (25).
Paulino apresentou sua análise nesta sexta-feira (23), durante entrevista ao programa Pulso Político, conduzido pela jornalista Daniela Lima, no UOL. O especialista, que atualmente dirige a Brazil Pulse, afirmou que os dados detalhados das pesquisas indicam uma movimentação favorável a Lula, embora o levantamento mais recente do Datafolha tenha registrado empate entre os candidatos.
“Estamos às vésperas de uma ultrapassagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro”, declarou Paulino.
A avaliação ocorre após a divulgação, na quinta-feira (22), de uma pesquisa Datafolha que mostrou Lula e Flávio Bolsonaro com 50% dos votos válidos cada um. Apesar da igualdade no resultado geral, o ex-diretor do instituto considera que a análise dos diferentes segmentos do eleitorado revela mudanças que podem alterar o equilíbrio da disputa nos últimos dias de campanha.
“Os dados internos, todas as evoluções apontam para uma recuperação de Lula e uma leve queda na preferência por Flávio Bolsonaro”, afirmou.
Temendo derrota, Eduardo defende fuga de Flávio Bolsonaro em caso de derrota para Lula
Ex-deputado cassado questiona a segurança das urnas eletrônicas em podcast nos EUA e recomenda que o irmão deixe o país se perder o segundo turno
O ex-deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro afirmou que seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), deveria deixar o Brasil caso seja derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25). Durante uma entrevista a um podcast estadunidense, Eduardo também voltou a levantar suspeitas de fraude nas urnas eletrônicas, embora tenha admitido não possuir provas de irregularidades no sistema eleitoral brasileiro.
As declarações, segundo o G1, ocorreram durante uma participação presencial de Eduardo no programa Louder with Crowder, apresentado pelo comentarista político estadunidense Steven Crowder. A entrevista abordou a disputa presidencial brasileira, a situação judicial da família Bolsonaro e a possibilidade de derrota de Flávio nas urnas.
Ao ser questionado sobre o que a família faria caso o senador não conquistasse a Presidência, Eduardo chegou a mencionar, em suposto tom de brincadeira, uma intervenção militar dos EUA. “Mandar os fuzileiros navais”, respondeu, antes de rir.
Crowder reagiu afirmando que uma operação desse tipo provocaria protestos da esquerda nos Estados Unidos. O apresentador também fez referência à possibilidade de uma ação militar para retirar pessoas de uma prisão.
Na sequência, Eduardo passou a defender que Flávio deixasse o território brasileiro caso Lula fosse reeleito.
“Se meu irmão não ganhar, eu sou a favor de que meu irmão saia do país. Com certeza. Com certeza”, declarou.
A recomendação foi apresentada depois de Eduardo acusar Lula de ameaçar seu irmão durante um debate presidencial. Segundo ele, o presidente teria mencionado a possibilidade de Flávio perder o mandato parlamentar e passar a ser investigado.
“Teve uma parte do debate em que o Lula disse: olha, você vai perder a eleição. No ano que vem você não vai mais ser senador. Não vai ter imunidade. E nós vamos investigar tudo sobre você. Ele disse isso abertamente, no meio do debate. Ele estava ameaçando meu irmão”, afirmou Eduardo.
Lula cresce, Flávio Bolsonaro cai e eleição fica empatada, revela Ipespe
Nova pesquisa mostra que vantagem do senador caiu de cinco para apenas um ponto percentual; presidente avança na reta final da disputa
A nova pesquisa Ipespe/Abrapel, divulgada nesta sexta-feira (23), mostra o crescimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a redução da vantagem de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). A diferença entre os candidatos caiu para apenas um ponto percentual, configurando empate técnico às vésperas da votação.
No levantamento estimulado, Flávio Bolsonaro aparece com 48% das intenções de voto, contra 47% de Lula. Outros 3% declararam voto branco ou nulo, enquanto 2% não souberam responder. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais.
Vantagem de Flávio despenca de cinco pontos para um
A evolução das três rodadas revela uma trajetória de aproximação entre os candidatos. Na primeira pesquisa, realizada entre 6 e 8 de outubro, Flávio tinha 49%, contra 44% de Lula. Na segunda rodada, o senador recuou para 48%, enquanto o presidente avançou para 46%. Agora, o petista chega a 47%, reduzindo a diferença para apenas um ponto.

Nos votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, Flávio caiu de 52,7% para 50,5%, enquanto Lula cresceu de 47,3% para 49,5%. Em duas semanas, a vantagem do candidato do PL despencou de 5,4 para apenas um ponto percentual.

A pesquisa espontânea confirma o movimento de aproximação. Lula passou de 43% para 46% nas três rodadas, enquanto Flávio recuou de 48% para 47%.

Ministro do TSE barra suspensão de canal Exército do Lula sem decisão do plenário da Corte
Segundo o ministro Floriano de Azevedo Marques, o presidente do TSE, Kassio Nunes, também não poderá usar competências das plataformas digitais para impor novas restrições à campanha do PT
O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta sexta-feira (23) que o presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, não poderá voltar a suspender administrativamente o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG). De acordo com a decisão, eventuais medidas para interromper ou restringir o funcionamento da plataforma de mobilização de apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dependem de uma decisão judicial do plenário do tribunal.
O magistrado também proibiu que Nunes Marques utilize as competências administrativas de fiscalização das plataformas digitais para impor novas restrições ao “Exército do Lula”. A determinação permanece em vigor até que o plenário da Justiça Eleitoral examine a controvérsia em um processo judicial.
“Defiro ainda a liminar para os fins de determinar que a Presidência se abstenha de exercer sua competência administrativa […] para determinar a suspensão, retirada ou restrição o funcionamento do Canal designado “Exército de Lula” até que sobrevenha alguma decisão de Plenário em sede jurisdicional que emita decisão neste sentido”, afirma um trecho da decisão.










