quinta-feira, 5 de março de 2026

Após orar por Bolsonaro, Luiza Possi anuncia carreira gospel: "Deus em primeiro lugar"

A cantora Luiza Possi, de 41 anos, revelou que está prestes a iniciar uma nova etapa em sua carreira musical

     Luiza Possi (Foto: Reprodução Instagram)

A cantora Luiza Possi, de 41 anos, revelou que está prestes a iniciar uma nova etapa em sua carreira musical. Após mais de duas décadas interpretando canções sobre relacionamentos e sentimentos humanos, a artista afirmou que pretende direcionar sua música para a fé cristã gospel e para a expressão de sua devoção religiosa.

A declaração foi feita em um vídeo publicado nas redes sociais na última terça-feira (3). Segundo a cantora, sua carreira sempre esteve ligada a composições que abordam sentimentos e relações afetivas. “Sempre cantei o amor. Eu acredito no amor do silêncio, não o amor que performa. Eu acredito no amor que permanece, não o amor que vai embora. Eu acredito no amor que fica depois que ninguém mais escolhe ficar. Eu canto esse amor, sempre cantei”, afirmou.

Erika Hilton propõe fim de aposentadoria para juízes condenados por violência contra mulheres

PEC apresentada pela deputada prevê demissão de magistrados condenados por violência contra mulheres, crianças ou crimes contra a dignidade sexual

      Erika Hilton (Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)

A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) apresentou uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da aposentadoria compulsória como punição para magistrados condenados por violência contra mulheres, crianças e adolescentes ou por crimes contra a dignidade sexual. A iniciativa estabelece que, nesses casos, a penalidade máxima aplicada seja a demissão do cargo, após a conclusão de todos os procedimentos legais e garantido o direito de defesa, informa Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo.

PF deflagra operação contra vazamento ilegal de dados de Moraes

Operação Dataleaks apura organização criminosa suspeita de obter, adulterar e vender informações sigilosas

         Terceira Sessão do julgamento do caso Marielle Franco no STF (Foto: Rosinei Coutinho/STF)

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (5) a Operação Dataleaks, voltada a desarticular uma organização criminosa suspeita de acessar, modificar e comercializar ilegalmente dados pessoais e sensíveis extraídos de bases governamentais e privadas, informa Camila Bomfim, do G1. As investigações indicam que informações relacionadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes foram manipuladas e inseridas em uma plataforma que vendia esse tipo de conteúdo.

Moraes e Dino votam para negar prisão domiciliar a Bolsonaro

Alexandre de Moraes e Flávio Dino votam contra pedido da defesa que alegava risco à saúde do ex-presidente condenado por tentativa de golpe

      O ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília-DF - 14/09/2025 (Foto: REUTERS/Mateus Bonomi)

O Supremo Tribunal Federal (STF) analisa nesta quinta-feira (5) a situação prisional do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. A Primeira Turma da Corte discute, em sessão no plenário virtual, se mantém o ex-mandatário detido na Papudinha, unidade do complexo penitenciário da Papuda, em Brasília.

Vorcaro tinha ‘fila de pagamento’ de autoridades, indica PF

Mensagens recuperadas pela Polícia Federal indicam que o dono do Master definia prioridades em repasses a autoridades, com menções a nomes do Congresso

          Vorcaro tinha ‘fila de pagamento’ de autoridades, indica PF (Foto: Divulgação)

A Polícia Federal identificou mensagens que indicariam a existência de uma “fila de pagamentos” a autoridades supostamente organizada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Os diálogos foram encontrados em aparelhos apreendidos durante as investigações e envolveriam trocas de mensagens com seu operador financeiro e cunhado, Fabiano Zettel, segundo Daniela Lima, do UOL.

Investigadores tiveram acesso a conversas nas quais Zettel encaminhava a Vorcaro listas de débitos e cobrava orientações sobre quem deveria receber primeiro. O material sugere que o banqueiro indicava quais pagamentos deveriam ter prioridade e quais poderiam aguardar.

PF achou diálogos de Vorcaro com Ciro Nogueira e apura ordem de “pagamento pra Ciro” no caso Banco Master

Mensagens extraídas do celular do banqueiro Daniel Vorcaro citam encontros e comemoração de emenda sobre o FGC

       Ciro Nogueira (Foto: Andressa Anholete / Agência Senado)

A Polícia Federal encontrou, no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, diálogos com o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e mensagens internas com referência a um “pagamento pra Ciro”, sem sobrenome, o que levou investigadores a aprofundar checagens sobre possíveis indícios de crime envolvendo o empresário e o parlamentar. As informações foram publicadas pelo jornal Estado de S. Paulo.

Segundo o material apreendido e descrito por investigadores, as conversas entre Vorcaro e o senador tratariam de temas políticos, amenidades e marcação de encontros. A PF também identificou mensagens em que o banqueiro se refere ao senador como “grande amigo de vida” e comemora uma iniciativa legislativa atribuída a Ciro Nogueira que, na avaliação de políticos e agentes do mercado, poderia beneficiar o Banco Master.

Ciro Nogueira e Rueda voaram em helicóptero de Vorcaro após corrida da F1 em SP


         Ciro Nogueira, presidente do PP, e Antônio Rueda, do União Brasil. Foto: reprodução

O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, ofereceu um helicóptero para Antônio Rueda, presidente do União Brasil, e Ciro Nogueira, do PP, deixarem o autódromo de Interlagos após o Grande Prêmio de Fórmula 1 de São Paulo, em 2024. O episódio aparece em registros obtidos a partir da quebra de sigilo telefônico do empresário, investigado pela Polícia Federal e preso sob suspeita de comandar um esquema de fraude financeira e ameaças contra adversários.

Segundo informações obtidas pela Folha, Vorcaro recebeu em 2 de novembro de 2024 um e-mail da empresa Prime You confirmando a solicitação de três voos de helicóptero partindo do Kartódromo Ayrton Senna com destino ao Aeroporto de Congonhas. O deslocamento estava previsto para o fim da tarde do dia 3 de novembro, após a corrida de Fórmula 1 realizada no Autódromo de Interlagos.

Quem é quem no grupo “A Turma”, rede ligada a Daniel Vorcaro investigada por ataques e intimidação de opositores

Investigação da Polícia Federal aponta que grupo articulava monitoramento ilegal, coleta de informações sigilosas e ações de intimidação contra jornalistas

Logo do Banco Master na sede da empresa em São Paulo 18/11/2025 REUTERS/Amanda Perobelli (Foto: REUTERS/Amanda Perobelli)

A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça que autorizou a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro nesta quarta-feira (4) revelou a existência de um grupo de mensagens no WhatsApp chamado informalmente de “A Turma”, apontado pela investigação da Polícia Federal (PF) como estrutura voltada à prática de atos ilícitos, incluindo ações de intimidação contra críticos do conglomerado financeiro Banco Master.

De acordo com reportagem do jornal Valor Econômico, a investigação descreve que o grupo atuava na obtenção de informações sigilosas e na articulação de medidas para constranger ou pressionar pessoas consideradas adversárias do banco, como concorrentes empresariais, ex-funcionários e jornalistas. Segundo a PF, diversas ações relatadas teriam “caráter violento”.

“Sicário” é apontado pela PF como executor de práticas violentas em grupo ligado a Daniel Vorcaro

Decisão do STF descreve monitoramento, extração ilegal de dados e planos de intimidação

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, apontado pela PF como "sicário" de Daniel Vorcaro (Foto: Divulgação)

A Polícia Federal (PF) apontou Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido pelo apelido de ,“Sicário” como peça central na engrenagem de uma organização atribuída ao banqueiro Daniel Vorcaro, com atuação que incluiria monitoramento de alvos, extração ilegal de dados em sistemas sigilosos e ações de intimidação física e moral. As informações constam de reportagem do G1, baseada em trechos da decisão que embasou mandados de prisão no caso.

Mourão foi preso em Minas Gerais nesta quarta-feira (4). À noite, a Secretaria de Saúde de Minas Gerais informou que a morte ainda não estava confirmada e que ele seguia em cuidados no CTI. Por volta das 21h45, segundo o relato, o hospital iniciava o protocolo para confirmação de morte cerebral.

PEC da Segurança enviada pelo governo Lula é aprovada na Câmara


       Sessão do Plenário desta quarta-feira (4) – Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (4), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O texto foi enviado ao Congresso Nacional pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em abril do ano passado e agora segue para análise do Senado Federal.

A proposta tem como objetivo reorganizar e ampliar a integração entre as forças de segurança no país. Entre os pontos do texto está a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) na Constituição.

A PEC também constitucionaliza o Fundo Nacional de Segurança Pública e o Fundo Nacional Penitenciário. Parte do financiamento dessas políticas será reforçada com 30% dos recursos provenientes da tributação das apostas esportivas, as chamadas “bets”.

Segunda Turma do STF deve manter prisão de Daniel Vorcaro após decisão de André Mendonça

Ministros vão analisar recurso da defesa, mas avaliação interna é de que chances de reversão são remotas

     André Mendonça (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil | Ton Molina/STF)

A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) deve manter a prisão do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, determinada nesta quarta-feira (4) pelo ministro André Mendonça. A defesa deve recorrer ao colegiado, mas, segundo avaliações feitas dentro da própria Turma, a possibilidade de derrubar a decisão é considerada pequena.

As informações foram publicadas na coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo, com reportagem de Diego Alejandro, Jullia Gouveia e Karina Matias. De acordo com o relato, a manutenção da prisão preventiva pode ocorrer inclusive por unanimidade, a depender do entendimento consolidado entre os ministros sobre o risco associado às acusações.