terça-feira, 7 de julho de 2026

Defesa de Bolsonaro revela onde está a espingarda que não foi entregue à PF


        O então presidente Jair Bolsonaro atirando com uma espingarda. Foto: Reprodução

A defesa de Jair Bolsonaro (PL) afirmou que uma espingarda do ex-presidente que não chegou à Polícia Federal está em posse de uma empresa de artigos bélicos em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. A informação foi apresentada após o Exército entregar seis armas de Bolsonaro à corporação por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Os advogados disseram que a arma é uma Espingarda Maestro Arms Company, calibre 12 GA, recebida por Bolsonaro como presente. “Isso porque o referido armamento, recebido pelo peticionário a título de presente, sequer chegou a ser retirado das dependências da empresa, circunstância que explica sua permanência naquele estabelecimento comercial até o presente momento”, afirmou a defesa.

A defesa não apresentou explicação sobre outra arma que também não entrou na remessa entregue pelo Exército. O item indicado é uma Pistola Glock, calibre 9×19 mm Parabellum. Ao todo, Bolsonaro tem 11 armas registradas em seu nome.

Armas entregues pelo Exército à Polícia Federal

O Exército cumpriu determinação de Moraes feita na decisão que prorrogou a prisão domiciliar de Bolsonaro. O ministro havia dado prazo de 48 horas para que as armas do ex-presidente mantidas pela instituição fossem levadas à Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal.

A lista entregue inclui uma Pistola Forjas Taurus calibre .380 Automatic, uma Pistola Forjas Taurus calibre .40 Smith & Wesson, uma Carabina/Fuzil Springfield Armory calibre 7,62×51 mm, uma Espingarda Typhoon calibre 12 GA, uma Pistola Arex calibre 9×19 mm Parabellum e uma Pistola SIG-Sauer calibre 9×19 mm Parabellum.

Messi x Salah: veja os jogos do último dia das oitavas da Copa


Lionel Messi com a camisa da seleção argentina durante partida. Foto: Reprodução

A Argentina enfrenta o Egito nesta terça-feira (07), às 13h, no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, pelo último dia das oitavas de final da Copa do Mundo 2026. Lionel Messi chega ao confronto como artilheiro do torneio, com sete gols, e tenta conduzir a seleção de Lionel Scaloni a mais um passo na busca pelo bicampeonato mundial consecutivo, feito que não ocorre desde o Brasil de 1958 e 1962.

A equipe argentina fechou a fase de grupos com 100% de aproveitamento, mas precisou da prorrogação para eliminar Cabo Verde nos 16 avos de final, com vitória por 3 a 2. O Egito avançou em segundo lugar em sua chave, com uma vitória e dois empates, e passou pela Austrália nos pênaltis após empate por 1 a 1 no tempo regulamentar. Mohamed Salah, principal nome egípcio, marcou um gol na competição e também converteu sua cobrança na classificação contra os australianos.

Mais tarde, às 17h, Suíça e Colômbia fecham a programação no BC Place, em Vancouver. Os suíços empataram com o Catar, venceram Bósnia e Canadá e eliminaram a Argélia por 2 a 0, com Johan Manzambi, de 20 anos, em destaque após três gols e duas assistências. A Colômbia venceu Uzbequistão e RD Congo, empatou com Portugal e superou Gana por 1 a 0 nos 16 avos; Luis Díaz é a principal referência técnica, enquanto Daniel Muñoz soma três gols no torneio.

Fonte: DCM

Pode rir: golpista Temer diz respeitar Dilma, mas reclama que ela nunca mais falou com ele


      A ex-presidente Dilma Rousseff e o golpista, Michel Temer. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Michel Temer (MDB), o vice que chegou ao Planalto após o golpe parlamentar contra Dilma Rousseff (PT), afirmou que respeita a ex-presidente, mas disse que ela nunca mais falou com ele depois do impeachment de 2016. A declaração foi dada em entrevista ao programa Frente a Frente, do Canal UOL.

Questionado por Daniela Lima sobre o fato de quase não mencionar o nome de Dilma, Temer tentou apresentar uma versão cordial da ruptura. Disse que tem “muito gosto” em falar da petista e lembrou um episódio em que, ao comentar o caso Pasadena, chamou a ex-presidente de “muito honesta” e “honestíssima”.

Segundo Temer, Dilma teria reagido mal ao elogio. “No dia seguinte ela lançou uma nota dizendo que não admitia que eu a chamasse de honesta. Aí, até a sua colega me ligou e eu disse: ‘Eu prometo não fazer mais essa acusação’”, afirmou, em tom de ironia.

Zé Trovão chama Bolsonaro de “covarde” por silêncio após derrota para Lula


             O deputado federal, Zé Trovão (PL-SC). Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

O deputado federal Zé Trovão (PL-SC), identificado com a extrema-direita, chamou Jair Bolsonaro de “covarde” ao criticar o silêncio do ex-presidente depois da derrota para Lula (PT) nas eleições de 2022. A fala ocorreu em um vídeo que circula nas redes sociais e expõe uma nova fissura pública entre aliados da extrema direita.

“Covarde. Não podia ter feito aquilo porque hoje tem milhares de pessoas presas por conta daquilo”, disse Zé Trovão, ao comentar a postura de Bolsonaro após o resultado eleitoral. Segundo ele, o ex-presidente deveria ter reconhecido a derrota e mandado seus apoiadores voltarem para casa.

Na fala, o deputado afirma que Bolsonaro errou ao permanecer em silêncio e viajar para os Estados Unidos antes da posse de Lula. “Perdeu as eleições, tinha que ter mandado todo mundo para casa. Vai para casa, acabou, eu estou embarcando aqui, vou para os Estados Unidos de férias, o Lula vai assumir dia 1º de janeiro e nós vamos vencer as eleições em 2026”, declarou.

Exército entrega armas de Jair Bolsonaro à PF, mas duas somem da lista

 

Jair Bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: Saulo Cruz/Agência Senado
O comando do batalhão de polícia do Exército em Brasília entregou nesta segunda-feira (06) à Polícia Federal seis armas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que estavam sob custódia da corporação. A entrega cumpriu ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

Moraes havia dado prazo de 48 horas para que oito armas do ex-presidente guardadas pelo Exército fossem levadas à Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal. A corporação entregou uma pistola Forjas Taurus calibre .380, uma pistola Forjas Taurus calibre .40, uma carabina/fuzil Springfield Armory calibre 7,62×51 mm, uma espingarda Typhoon calibre 12, uma pistola Arex calibre 9×19 mm e uma pistola SIG-Sauer calibre 9×19 mm.

Duas armas não seguiram para a PF. O Exército informou que elas não estavam no batalhão de polícia em Brasília: uma pistola Glock calibre 9×19 mm Parabellum e uma espingarda Maestro Arms Company calibre 12.

Bolsonaro tem 11 armas registradas em seu nome. A defesa do ex-presidente afirmou que duas delas, uma carabina e uma pistola Caracal, já haviam sido entregues à PF por determinação do Tribunal de Contas da União em março de 2023; a 11ª é uma pistola Glock 9 mm apreendida em uma blitz no mês passado com o sargento do Exército Estácio Leite da Silva Filho.

Aliado de Flávio Bolsonaro é alvo de operação da PF contra facções no RJ


     Flávio Bolsonaro e Márcio Canella. Foto: reprodução

A Polícia Federal cumpre nesta terça-feira (07) mandados de busca e apreensão contra Márcio Canella (União Brasil), ex-prefeito de Belford Roxo (RJ) indicado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para disputar uma vaga ao Senado pelo Rio de Janeiro.

O delegado Marcus Amin, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro na gestão Cláudio Castro (PL), também é alvo da operação. Ao todo, os agentes cumprem 19 mandados na capital fluminense e em Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Resende.

A ação integra a sexta fase da Operação Unha e Carne, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A investigação mira uma organização criminosa suspeita de usar postos de combustíveis para lavar dinheiro do Comando Vermelho com participação de agentes públicos.

A PF afirma que o caso envolve movimentações superiores a R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos, com base em relatório do Coaf. Os investigadores apuram suspeitas de contratação direta ilegal e lavagem de dinheiro, além de outros crimes que podem surgir no avanço da apuração.

Tebet e Marina lideram disputa ao Senado por São Paulo

Datafolha mostra Tebet e Marina com vantagem sobre nomes da direita no estado

Marina Silva e Simone Tebet    -          Crédito: Marcelo Camargo/AgênciA Brasil I Washington Costa/MPO

A pesquisa Datafolha aponta Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) na liderança da disputa pelas duas vagas de São Paulo no Senado em 2026. De acordo com os dados publicados, Tebet aparece com 18% das intenções de voto, enquanto Marina registra 16%, em um cenário no qual o eleitor poderá escolher dois nomes para a Casa.

O levantamento, segundo o G1, foi realizado entre quarta-feira (1º) e sexta-feira (3), com 1.608 eleitores de 16 anos ou mais em 71 municípios paulistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-01703/2026.

Na sequência da disputa pelo Senado em São Paulo, Ricardo Salles (Novo) aparece com 13% e é o nome da direita mais bem posicionado no levantamento. André do Prado (PL) tem 11%, seguido por Guilherme Derrite (PP), com 10%, e Paulinho da Força (Solidariedade), com 8%.

Ainda de acordo com a pesquisa Datafolha, 7% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar. Outros 17% declararam intenção de votar em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados.

A má notícia para Moro em pesquisa sobre governo do PR


       O senador Sergio Moro, do PL do Paraná. Foto: Reprodução

Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta terça-feira (07) mostra o senador Sergio Moro (PL-PR) na liderança da corrida ao governo do Paraná, com 39,9% das intenções de voto. O deputado estadual Requião Filho (PDT-PR) aparece em segundo, com 21,1%, reduzindo a diferença para 18,8 pontos percentuais. Em junho, Moro tinha 42,3%, Requião marcava 19,9%, e a vantagem era de 22,4 pontos.