Portugal volta às urnas neste domingo (8) para um segundo turno presidencial inédito em quatro décadas, em uma disputa direta entre a esquerda e a extrema direita. O pleito opõe o socialista António José Seguro ao líder do Chega, André Ventura, em um cenário que reflete a fragmentação política do país e a ascensão da direita radical no Parlamento.
O segundo turno ocorre após um primeiro turno altamente pulverizado, com 11 candidaturas, recorde na história recente do país. Seguro liderou a votação inicial, com cerca de 31% dos votos, enquanto Ventura ficou em segundo, com 23,49%. Pesquisas divulgadas nos últimos dias indicam vantagem confortável do socialista, apontando cerca de 70% das intenções de voto, contra 30% do adversário.

