domingo, 16 de agosto de 2026

Brasil vence China e conquista ouro inédito no Mundial de ginástica rítmica

 

Conjuunto Brasileiro com a medalha de ouro na final da série de cinco bolas do Campeonato Mundial. Foto: Divulgação/CBG
O conjunto brasileiro conquistou neste domingo (16) o primeiro ouro da história do país em um Campeonato Mundial de ginástica rítmica. A equipe venceu a final da série de cinco bolas, em Frankfurt, na Alemanha, com 29,450 pontos, a maior nota registrada por um conjunto na modalidade em 2026. Com informações de O Globo.

A China, atual campeã olímpica, ficou com a prata ao somar 28,900 pontos. A Bulgária levou o bronze, com 28,400. O resultado deu ao Brasil seu primeiro título mundial na ginástica rítmica.

As brasileiras foram o terceiro conjunto a se apresentar na decisão e assumiram a liderança com a nota de 29,450. Nenhuma adversária superou a marca: a Espanha, campeã do conjunto geral, cometeu um erro e terminou com 27,450, enquanto a Alemanha marcou 25,400 após falhar na apresentação.

O ouro veio um dia depois de um revés na mesma prova. No conjunto geral, o Brasil errou a série de cinco bolas, recebeu 26,800 e ficou na oitava posição entre as finalistas do aparelho. Na final, a equipe executou a rotina sem a falha de sábado.

Nota supera recorde brasileiro e confirma vaga em Los Angeles

A pontuação em Frankfurt superou em 0,200 o anterior recorde brasileiro da temporada. Em junho, durante o Campeonato Pan-Americano no Rio de Janeiro, o conjunto havia alcançado 29,250 pontos com a série de cinco bolas.

A apresentação brasileira usa “Feeling Good”, canção popularizada por Nina Simone, como trilha sonora. A rotina integra o repertório preparado pela equipe para a temporada de 2026.




Antes do ouro, o Brasil já havia conquistado o bronze no conjunto geral do Mundial. A equipe somou 55,500 pontos, atrás de Espanha, campeã com 57,450, e Japão, prata com 56,700.

O terceiro lugar no geral garantiu uma vaga inédita para o Brasil na disputa de conjuntos dos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028. Espanha, Japão e Brasil foram as três primeiras seleções classificadas, em um torneio olímpico que terá 14 equipes.

No Mundial de 2025, realizado no Rio de Janeiro, o conjunto brasileiro havia obtido duas pratas, as primeiras medalhas do país na competição. A equipe ainda disputaria neste domingo a final da série mista, de três arcos e dois pares de maças, prova que não faz parte do programa olímpico.

Fonte: DCM com informações do jornal O Globo

Aliados veem Flávio “cansado” e “disperso” na largada da campanha


Flávio Bolsonaro. Foto: Cristiano Mariz/15-05-202

Aliados de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) descrevem o senador como “cansado” e “um pouco disperso” às vésperas do início oficial de sua campanha presidencial. A avaliação foi publicada neste domingo (16) na coluna de Lauro Jardim, no Globo, antes de um ato previsto para Copacabana, no Rio de Janeiro.

O senador chega à largada depois de uma sequência de crises políticas e pessoais. Um dos principais desgastes envolve o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, procurado por Flávio para financiar “Dark Horse”, filme sobre a trajetória de Jair Bolsonaro.

Áudios e mensagens revelaram as tratativas sobre o filme, e Flávio também se reuniu com Vorcaro após a primeira prisão do empresário. A Polícia Federal passou a investigar o caso.

A relação com Vorcaro ampliou o conflito entre o senador e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Ela afirmou ter sido “humilhada” e “apunhalada” pelo enteado, além de compartilhar insinuações sobre festas atribuídas ao ex-banqueiro; Flávio respondeu que ela estava “desinformada” e depois pediu desculpas.

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) • Reprodução/Flávio Bolsonaro

Carta de Jair e correção em biografia ampliam desgastes

Outro episódio atingiu a campanha após Flávio ler, em transmissão, uma carta de apoio assinada por Jair Bolsonaro. O ministro Alexandre de Moraes suspendeu por 90 dias as visitas do senador ao ex-presidente e enviou o caso ao Ministério Público Eleitoral para apurar possível propaganda antecipada.

Moraes apontou indícios de que a carta teria servido para contornar restrições impostas a Jair Bolsonaro. A decisão acrescentou uma frente eleitoral à pressão sobre o pré-candidato do PL.

Perfis oficiais de Flávio também corrigiram nesta semana a informação de que ele teria feito pós-graduação em Ciências Políticas na Universidade Federal do Rio de Janeiro. A UFRJ declarou não ter localizado registro do senador no curso, e os diplomas divulgados depois não comprovavam a formação anunciada.

A campanha enfrentou ainda uma alteração no sistema de filiações da Justiça Eleitoral, que registrou Flávio no partido Missão sem autorização e com dados falsos. O TSE restabeleceu a filiação ao PL e encaminhou o caso à Polícia Federal; o senador disse que seu gabinete recebeu mensagens sobre o cadastro, mas tratou os e-mails como “spam”.

Pesquisa Quaest divulgada na sexta-feira (14) apontou rejeição de 54% a Flávio, acima dos 52% registrados por Lula. No cenário de primeiro turno, Lula aparece com 38% das intenções de voto e o senador, com 31%, a 49 dias da votação.

Fonte: DCM com informações da coluna de Lauro Jardim, no Globo

Dino rebate vídeo antigo e cobra correção de informações falsas

 Ministro afirma que gravação na praia é de maio de 2023, mostra carro particular e critica manipulações que, segundo ele, alimentam ódio e ameaças graves.

Ministro do STF Flávio Dino afirma que vídeo em que aparece na praia foi gravado em maio de 2023, antes de sua posse no STF, e diz que o veículo mostrado nas imagens é particular
Crédito: Gustavo Moreno/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino voltou a desmentir neste domingo a circulação de um vídeo em que aparece em uma praia, próximo a um veículo. Segundo ele, as imagens são antigas, foram registradas em maio de 2023 e mostram um carro particular, período em que ainda não integrava a Corte.

Em publicação feita em seu perfil no Instagram, fonte original da informação, Dino afirmou que a gravação tem sido usada fora de contexto e ressaltou que tomou posse no STF apenas em 2024. “Informo, mais uma vez, que esse VÍDEO em que apareço na praia – abrindo a porta de um carro – é BEM ANTIGO, quando NÃO ERA ministro do STF. E aquele carro mostrado é PARTICULAR. Basta ver a data no print: maio de 2023. Minha posse no STF foi em 2024.”

A manifestação ocorre após a repercussão das imagens nas redes sociais. No registro divulgado, é possível visualizar a indicação de maio de 2023, elemento destacado pelo próprio ministro para contestar versões que associam o episódio ao período em que passou a exercer o cargo de ministro do Supremo.

⦿ Dino relaciona segurança a riscos fora do expediente

Ao comentar críticas relacionadas à segurança de autoridades, Dino argumentou que ameaças e ações criminosas não se restringem ao horário de trabalho nem aos ambientes institucionais. “De todo modo, ASSASSINOS e criminosos em geral não respeitam locais de lazer e o horário de expediente normal dos servidores públicos.”

O ministro acrescentou que pessoas dispostas a cometer crimes também não observam regras administrativas ou trabalhistas que delimitem jornadas e espaços de atuação. “Pessoas que não cumprem as leis penais não obedecem leis trabalhistas e administrativas sobre jornadas laborais, nem leis de proteção a crianças e adolescentes.”

Na mesma publicação, Dino rejeitou a ideia de que uma autoridade pública tenha de se expor a riscos como consequência de suas atribuições. “Destaco que “aceitar” ser alvo de crimes não se insere no rol de minhas obrigações funcionais.”

⦿ Ministro critica ciclo de desinformação e ameaças

Dino também associou a divulgação de informações falsas ou manipuladas ao aumento da hostilidade contra autoridades. Para ele, esse processo pode alimentar novos ataques e, consequentemente, elevar a necessidade de medidas de proteção.

“Lamento que a indústria criminosa de fake news e manipulações gere ainda mais ÓDIOS, com isso mais ataques e, portanto, mais necessidade de segurança, em um ciclo sem fim”, declarou o ministro.

A crítica foi acompanhada de uma defesa da apuração jornalística e do cumprimento das leis como instrumentos para preservar a liberdade. Dino sustentou que o debate público deve se basear em informações verificadas e em uma análise responsável dos fatos.

⦿ Dino defende apuração jornalística e respeito às leis

“O cumprimento das leis, a boa apuração jornalística e a reflexão serena são FONTES essenciais para realmente defender a liberdade”, afirmou. Na sequência, o ministro delimitou o que, em sua avaliação, não pode ser apresentado como exercício legítimo de liberdade.

“Afinal, não existem liberdades para mentir, agredir, perseguir, ameaçar, atacar, matar. Tampouco para tentar intimidar juízes”, escreveu Dino, ao relacionar a disseminação de conteúdos falsos a possíveis consequências concretas para integrantes do Judiciário e outras autoridades.

Ao encerrar a publicação, o ministro reiterou que o vídeo é anterior à sua chegada ao Supremo e pediu a retificação das informações divulgadas de forma equivocada. “Sobre essa mentira do vídeo na praia – que é de 2023 e com carro particular – espero que jornalistas, comentaristas de TV e demais autores de postagens corrijam, em nome da ética (a fonte da verdade).”

⦿ Vídeo é anterior à posse de Dino no Supremo

Flávio Dino tomou posse como ministro do STF em 2024, enquanto a data indicada no registro compartilhado por ele aponta para maio de 2023. Esse intervalo temporal é o principal argumento apresentado pelo magistrado para desmentir a interpretação de que as imagens mostrariam uma situação ocorrida já durante seu exercício no Supremo.

Além de contestar a cronologia atribuída ao vídeo, Dino enfatizou que o automóvel que aparece na gravação era particular. A explicação busca afastar também interpretações relacionadas ao uso de estrutura pública no episódio retratado pelas imagens.

Com a publicação, o ministro procurou responder tanto ao conteúdo específico que voltou a circular nas redes quanto ao que classificou como um problema mais amplo de desinformação. Em sua manifestação, ele defendeu a correção pública de informações falsas e atribuiu à imprensa, aos comentaristas e aos autores de postagens a responsabilidade de retificar versões incorretas sobre o episódio.

Fonte: Brasil 247

Lula explica por que decidiu voltar à Vila Euclides

 Presidente afirma que retorno ao estádio de São Bernardo do Campo representa uma viagem à história das lutas dos trabalhadores e à mobilização que contribuiu para a reconquista da democracia

Lula visita o estádio da Vila Euclides - Crédito: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva explicou neste domingo (16) o significado de sua volta à Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP), local que se tornou símbolo das grandes mobilizações do movimento sindical brasileiro no final da década de 1970 e início dos anos 1980.

Em post publicado nas redes sociais, Lula relacionou o retorno ao estádio à memória das lutas dos trabalhadores e ao processo histórico que contribuiu para a redemocratização do Brasil.

“Minha volta à Vila Euclides é uma viagem ao passado e à história de luta dos trabalhadores brasileiros, que tiveram papel fundamental na reconquista da democracia”, afirmou o presidente.

⦾ Um símbolo das lutas dos trabalhadores

A Vila Euclides ocupa um lugar central na trajetória política e sindical de Lula. Foi na região do ABC paulista que o então dirigente sindical ganhou projeção nacional durante as grandes greves dos metalúrgicos, em meio à ditadura militar.

Ao explicar a decisão de retornar ao estádio, Lula destacou o protagonismo coletivo dos trabalhadores que participaram das mobilizações daquele período.

“Este estádio foi palco de uma história escrita pelas mãos de homens e mulheres que nos permitiram sonhar com um Brasil soberano, democrático e que pode muito mais”, escreveu.

A declaração recupera três elementos recorrentes na trajetória política do presidente: a valorização da organização dos trabalhadores, a defesa da democracia e a ideia de soberania nacional.

⦾ Vila Euclides e a redemocratização

As assembleias realizadas na Vila Euclides tornaram-se marcos do chamado novo sindicalismo brasileiro. Em plena ditadura militar, milhares de trabalhadores se reuniam para decidir os rumos das greves e reivindicar melhores salários e condições de trabalho.

A mobilização operária do ABC ultrapassou as reivindicações trabalhistas e ganhou dimensão política, contribuindo para o fortalecimento da sociedade civil e das forças que pressionavam pela abertura democrática.

O retorno de Lula ao local, portanto, carrega um forte conteúdo histórico. Ao definir a visita como uma “viagem ao passado”, o presidente associa sua própria trajetória à de homens e mulheres que participaram daquele ciclo de mobilizações e ajudaram a transformar a vida política brasileira.

⦾ Democracia e soberania

No post, Lula também conecta a memória das lutas da Vila Euclides a um projeto de futuro para o país. Ao mencionar um Brasil “soberano, democrático e que pode muito mais”, o presidente apresenta a preservação da democracia e da soberania como parte do legado das mobilizações dos trabalhadores.

A volta à Vila Euclides ocorre, assim, como uma retomada simbólica de um dos lugares mais importantes da história política de Lula e do movimento sindical brasileiro, décadas depois das assembleias que projetaram nacionalmente o então líder dos metalúrgicos do ABC.

Fonte: Brasil 247

Haddad oficializa campanha em São Paulo e defende prioridade às pessoas

Petista diz que estado perdeu posições na educação e cresceu menos que o Brasil

Fernando Haddad anunciou nas redes sociais o início oficial de sua campanha ao governo de São Paulo e afirmou ter um plano com propostas concretas para o estado
Crédito: Reprodução/X

Fernando Haddad (PT) anunciou neste domingo (16) o início oficial de sua campanha ao governo de São Paulo com uma mensagem nas redes sociais em que apresentou o mote de sua candidatura e afirmou ter um plano para o estado.

Campanha eleitoral começa com Lula no ABC e Flávio Bolsonaro em Copacabana

 


A campanha eleitoral para a Presidência começa oficialmente neste domingo (16), quando os candidatos passam a poder pedir votos de forma explícita e realizar comícios, carreatas e passeatas. Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo) programaram seus primeiros atos em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás.

A propaganda na internet também fica liberada a partir deste domingo. As inserções e programas de campanha no rádio e na televisão começam em 28 de agosto.

O presidente Lula abre a agenda em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, com visita ao Estádio da Vila Euclides. O local remete à sua trajetória sindical e às greves que liderou no fim da década de 1970, antes de entrar na política institucional.

Em texto de convocação para o ato, a campanha petista afirma que “o gramado da Vila Euclides é testemunha do surgimento de uma nova consciência no Brasil”. A mensagem chama apoiadores a levarem suas famílias para o que define como um “reencontro histórico”.

Lula, em 1979, então presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, no estádio da Vila Euclides. Reprodução

Copacabana, USP e cidades de Goiás concentram os outros atos

Flávio Bolsonaro fará um discurso em trio elétrico na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. O formato segue o modelo dos atos promovidos no local por seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar em Brasília após condenação por tentativa de golpe de Estado.

Renan Santos escolheu o Largo de São Francisco, em São Paulo, diante da Faculdade de Direito da USP, onde estudou sem concluir a graduação. “Vai ser um momento histórico”, afirmou o candidato, cuja equipe relaciona a escolha ao início de sua atuação na política estudantil.

Ronaldo Caiado inicia a campanha com uma carreata por Águas Lindas de Goiás, Santo Antônio do Descoberto, Novo Gama, Valparaíso e Cidade Ocidental. A comitiva deve se encontrar em Luziânia, no entorno do Distrito Federal, região ligada à carreira política do ex-governador goiano.

Augusto Cury fará seu primeiro evento em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Psiquiatra e escritor, o candidato lançou sua pré-candidatura em Minas Gerais, em março, e diz que pretende “furar a bolha” e combater a polarização.

Romeu Zema visitará o Mercado Central de Montes Claros, no norte de Minas Gerais. A campanha do ex-governador cita obras realizadas durante sua gestão, entre elas o Contorno de Montes Claros, rodovia construída na região onde vivem cerca de 414 mil pessoas, segundo o IBGE.

Fonte: DCM

Partidos levam 13 nomes ao TSE para a corrida presidencial de 2026


Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão). Fotomontagem

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu 13 pedidos de registro de candidatura à Presidência da República para as eleições de 2026. Partidos, federações e coligações tiveram até as 19h deste sábado (15) para protocolar os nomes que pretendem levar à disputa.

O recebimento do pedido não autoriza automaticamente uma candidatura. A Justiça Eleitoral ainda vai examinar a documentação e as condições de elegibilidade de cada postulante antes de decidir quais nomes poderão concorrer.

O empresário e influenciador Pablo Marçal (PRTB) apresentou o último registro, na reta final do prazo. A Executiva Nacional do PRTB aprovou horas antes a substituição de Leonardo Avalanche para abrir espaço ao empresário na chapa presidencial.

Marçal obteve neste sábado uma liminar que reconheceu provisoriamente sua filiação ao PRTB, com efeitos retroativos a 4 de abril, data-limite de filiação partidária para candidatos. A decisão permitiu o protocolo do pedido, mas não derrubou sua inelegibilidade até 2032, decorrente de condenações do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo relacionadas à campanha municipal de 2024.

Vox Brasil: Marina Silva e Simone Tebet lideram pesquisa para o Senado em SP


    Marina Silva durante entrevista. Foto: Reprodução

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), lidera a pesquisa Vox Brasil Opinião e Pesquisas para as duas vagas de São Paulo no Senado em 2026, com 26,1% das intenções de voto. A ministra do Planejamento, Simone Tebet, aparece em seguida, com 25,5%, em levantamento divulgado no domingo (16). Com informações de Metrópoles.

O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado (PL), ocupa a terceira posição, com 21,5%. Ricardo Salles (Novo-SP) soma 19,3%, e o deputado federal Guilherme Derrite (PL) registra 17%.

A margem de erro é de 2,55 pontos percentuais, para mais ou para menos. Dentro desse intervalo, as diferenças entre os cinco primeiros nomes testados podem ser menores do que os percentuais indicam.

A eleição paulista escolherá dois senadores, e cada um dos 1.480 entrevistados pôde apontar até dois nomes. O Vox Brasil ouviu eleitores entre os dias 11 e 13 de agosto.

Pesquisa ao Senado.

Simone Tebet na TV 247: ‘Senado será a muralha de contenção contra retrocessos civilizatórios e motor para São Paulo’

 Ex-ministra detalha compromissos para o mandato legislativo, garante dedicação integral aos 645 municípios paulistas e coloca a defesa da Constituição e a indústria do futuro como prioridades

Simone Tebet  -  Crédito: Flickr / Simone Tebet

Em entrevista ao jornalista Leonardo Attuch, da TV 247, a candidata ao Senado por São Paulo e ex-ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, traçou um panorama detalhado de como pretende atuar no Congresso Nacional a partir de 2027. Com o respaldo da experiência acumulada em oito anos como senadora, na presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e no comando das contas públicas federais, Tebet afirmou que sua principal missão será atuar como uma fortaleza institucional em defesa da democracia, dos direitos sociais e do desenvolvimento estratégico do estado de São Paulo.

A ex-ministra foi taxativa ao afastar qualquer hipótese de trocar o Legislativo por novos cargos no Poder Executivo:

O presidente Lula tem quadros competentes de sobra para assumir ministérios. O que o país e a democracia vão precisar é de uma muralha de contenção no Senado Federal contra retrocessos civilizatórios e contra qualquer tentativa de ferir as cláusulas pétreas da Constituição.”