quinta-feira, 30 de abril de 2026

Redução da pena de Bolsonaro dependerá do STF; entenda


        O presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Foto: Divulgação

O Congresso Nacional derrubou nesta quinta-feira (30) o veto presidencial ao projeto que reduz as penas de condenados pelos ataques aos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023, o PL da Dosimetria. Com isso, ao menos 280 pessoas podem ser beneficiadas pela nova medida, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados, condenados por tentar implementar um golpe de Estado no Brasil.

A redução das penas, no entanto, não ocorre de forma automática. O projeto aprovado determina que o Supremo Tribunal Federal (STF) seja o responsável por recalcular as punições de cada réu, levando em consideração as novas regras estabelecidas pela legislação.

Para que a redução aconteça, a corte precisa ser provocada, seja pela defesa de algum dos condenados, pelo Ministério Público ou por um ministro do STF, que seria o relator de um dos casos relacionados à tentativa de golpe.

Apesar da aprovação do projeto, ele ainda pode ser questionado no STF. Partidos políticos, entidades de classe, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o próprio governo podem entrar com ações para contestar a validade da medida, que, se for considerada inconstitucional, poderá ser anulada pelos ministros da corte.

'Alcolumbre é inimigo do Brasil e precisa mostrar a cara no Congresso da bandidagem', desabafam internautas

'O Congresso quer colocar estupradores e assassinos fora da cadeia para salvar um genocida golpista', denunciou um perfil em rede social

Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão conjunta do Congresso Nacional destinada à deliberação do veto presidencial (VET 3/2026) ao projeto que trata da dosimetria das penas aplicadas aos condenados nos atos de 8 de janeiro de 2023. Mesa: deputado Eros Biondini (PL-MG); presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP); senador Jaime Bagattoli (PL-RO) (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)

Internautas fizeram duras críticas ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, nesta quinta-feira (30) após a Casa Legislativa derrubar o veto do presidente Lula (PT) ao PL da Dosimetria. Na rede social X, as expressões “Alcolumbre mostra a cara”, “Alcolumbre inimigo do Brasil” e “Congresso da bandidagem” ficaram entre os assuntos mais comentados na plataforma.

Segundo um perfil do X, “o Congresso quer colocar estupradores e assassinos fora da cadeia para salvar um genocida golpista. A pior coisa que aconteceu ao Brasil foi essa familícia ter chegado ao poder, graças a algoritmos de ódio”. “Que desgraça. Congresso inimigo do povo. Alcolumbre mostra a cara”.

Outra pessoa fez a seguinte postagem: “a esquerda luta sozinha contra uma maioria de abutres corruptos da direita e centro! Por isso em Outubro é 13 de cabo a rabo!”.

Mais um perfil escreveu: “Alcolumbre odeia o Brasil. Congresso inimigo do povo. Alcolumbre odeia o Brasil. Congresso inimigo do povo. Alcolumbre mostra a cara. Alcolumbre inimigo do Brasil. Congresso da bandidagem”.

A mulher negra que Lula pode indicar para o STF

A juíza federal Adriana Cruz. Foto: Divulgação

O presidente Lula enfrenta um cenário desafiador após a derrota da sua indicação do ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF). A sabatina levou o governo a procurar alternativas para reconquistar o apoio político. Uma dessas alternativas poderia ser a nomeação de uma mulher negra para o cargo de ministra do STF, como a juíza federal Adriana Cruz, do Rio de Janeiro.

Ela tem se destacado no campo jurídico por sua atuação na vara especializada em lavagem de dinheiro e sua experiência no gabinete do ex-ministro Luis Roberto Barroso, além de sua participação no Observatório de Direitos Humanos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A possibilidade de uma nova indicação, agora com um foco em diversidade, surge como uma estratégia para neutralizar a crítica que pode ser levantada caso Lula opte por uma nova nomeação.

TV Paraná Turismo transmite nesta quinta programa especial sobre a Ponte de Guaratuba

Com imagens exclusivas e registros de diferentes fases, o conteúdo mostra desde os estudos iniciais até a execução final, revelando bastidores, desafios técnicos e as soluções que tornaram possível a materialização de um dos projetos mais emblemáticos da infraestrutura paranaense.

TV Paraná Turismo transmite nesta quinta programa especial sobre a Ponte de Guaratuba
Foto: Jonathan Campos/AEN

A TV Paraná Turismo preparou um conteúdo especial que envolverá o público em todo o processo, até a finalização, de uma das obras mais aguardadas dos últimos 40 anos no Estado: a Ponte de Guaratuba. O programa vai ao ar nesta quinta-feira (30), às 18h e às 21h30, com reapresentação na sexta (1º de maio), às 11h – data da inauguração da estrutura, trazendo uma narrativa rica e acessível sobre cada etapa da construção. Mais do que apresentar uma obra de engenharia, o especial convida o telespectador a acompanhar a transformação de um projeto que atravessou décadas de espera até se tornar realidade.

Com imagens exclusivas e registros de diferentes fases, o conteúdo mostra desde os estudos iniciais até a execução final, revelando bastidores, desafios técnicos e as soluções que tornaram possível a materialização de um dos projetos mais emblemáticos da infraestrutura paranaense.

“Bora olhar para frente?” O publicitário por trás da campanha de Requião Filho

O comercial, compartilhado nas redes de Requião Filho e Gleisi, é um chamado à militância para engajar nas duas pré-campanhas



O experiente publicitário Oliveiros Marques é quem assina o comercial com o mote “bora olhar para frente” que foi rapidamente pulverizado nos perfis de políticos da esquerda no Paraná — em especial nas redes sociais de Requião Filho (PDT) e Gleisi Hoffmann.

A nova pena de Bolsonaro após derrubada do veto de Lula


         O ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: Divulgação

A derrubada do veto presidencial ao Projeto de Lei (PL) da dosimetria no Congresso Nacional pode resultar em uma redução significativa da pena do ex-presidente Jair Bolsonaro, que poderia ver sua sentença diminuir cerca de 24%.

Segundo estimativas do deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), relator do projeto, a pena de Bolsonaro, que originalmente seria de 27 anos e três meses, poderia ser reduzida para 20 anos e 8 meses.

Nesse novo cenário, o ex-presidente teria que cumprir, no mínimo, três anos e cinco meses em regime fechado, para então iniciar o processo de progressão de pena. O PL da dosimetria, que foi vetado por Lula, e teve o veto derrubado no Congresso, também prevê que o tempo de prisão domiciliar seja contabilizado para a remição da pena.

Isso resultaria em uma redução significativa do tempo que Bolsonaro precisaria cumprir efetivamente em regime fechado. De acordo com projeções do parlamentar, o ex-capitão de direita passaria cerca de dois anos e quatro meses em regime fechado, considerando o tempo de prisão domiciliar já cumprido.

Haddad diz que governo Tarcísio é “um dos piores da história” de São Paulo e critica gestão econômica e social

Pré-candidato do PT afirma que estado perdeu dinamismo, acusa governador de falta de compromisso e promete rever contratos e políticas públicas

Haddad diz que governo Tarcísio é “um dos piores da história” de São Paulo e critica gestão econômica e social (Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247 | Alan Santos/PR)

O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, fez um duro diagnóstico da atual gestão estadual e classificou o governo de Tarcísio de Freitas como um dos mais fracos da história recente paulista. As declarações foram dadas em entrevista ao Metrópoles.

Logo no início da crítica, Haddad foi direto ao ponto: “Acho que desde o Fleury a gente não tem um governo tão ruim em São Paulo”. Para ele, o estado perdeu capacidade econômica, qualidade na gestão pública e protagonismo nacional.

Governo Lula celebra menor desemprego da história no primeiro trimestre, com taxa de 6,1%

Dados do IBGE mostram recordes de renda e avanço do emprego formal no país

Rio Grande (RS), 20/01/2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita às instalações do Estaleiro ECOVIX. Foto: Ricardo Stuckert/PR (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

O governo do presidente Lula celebrou nesta quinta-feira (30) a divulgação de novos dados do mercado de trabalho que apontam a menor taxa de desocupação da história para um primeiro trimestre no Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice ficou em 6,1% no trimestre encerrado em março, conforme dados da Pnad Contínua divulgados pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

O resultado representa uma queda de 0,9 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2025, quando a taxa era de 7% — índice que, à época, já havia sido o menor da série histórica para primeiros trimestres. A nova marca reforça a trajetória de recuperação do mercado de trabalho ao longo do atual governo.

Manuela D’Ávila lidera corrida ao senado no RS, aponta Quaest


Pesquisa mostra ex-deputada à frente com até 14%, seguida por germano rigotto; levantamento também indica alta taxa de indecisos no eleitorado gaúcho

      Manuela D'Ávila (Foto: Reprodução)

A ex-deputada Manuela D’Ávila (Psol) aparece na liderança da disputa pelo Senado no Rio Grande do Sul, de acordo com pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (30). O levantamento mostra a candidata com desempenho entre 13% e 14% das intenções de voto nos dois cenários avaliados.

As informações foram publicadas originalmente pelo Valor Econômico e revelam um cenário fragmentado na corrida eleitoral, marcada por diferenças estreitas entre os principais nomes e um elevado número de eleitores ainda indecisos.

Na sequência de Manuela está o ex-governador Germano Rigotto (MDB), que registra 12% em ambos os cenários testados. O ex-ministro Paulo Pimenta (PT) aparece com variação entre 9% e 10%, enquanto o deputado Marcel Van Hattem (Novo) soma 9%. Já o deputado Ubiratan Sanderson (PL) pontua entre 6% e 7%. Em posições mais distantes estão Frederico Antunes (PSD), com 2% a 3%, e Cláudio Diaz (PSDB), com 1% em um único cenário.

Congresso derruba veto ao projeto da dosimetria


Sessão do Congresso Nacional (Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados)

O Congresso Nacional derrubou, na sessão conjunta desta quinta-feira (30), o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Projeto de Lei 2162/23, o PL da Dosimetria. Na Câmara dos Deputados, foram 318 votos pela derrubada do veto, 144 para manter o veto e 5 abstenções; no Senado, foram 49 pela derrubada do veto e 24 para manter o veto.

Com a decisão, será promulgado o texto, que altera as penas aos condenados por tentativa de golpe de Estado ou por envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023. Para alguns, muda o tempo de prisão e as regras de progressão de regime.

Impasse sobre progressão de pena gera mudanças no PL da dosimetria

O principal ponto de tensão envolve a possível incompatibilidade com o PL antifacção

Plenário da Câmara dos Deputados em sessão que analisa a derrubada do veto ao PL da dosimetria (Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados)

O projeto de lei (PL) que reduz as penas dos condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro, cujo veto presidencial será analisado em sessão conjunta do Congresso Nacional nesta quinta-feira (30), deve passar por ajustes para diminuir receios de que o texto possa abrir brechas para o abrandamento de penas de condenados por outros crimes.

Os relatores do chamado PL da dosimetria na Câmara e no Senado, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) e senador Esperidião Amin (PP-SC), afirmaram antes da sessão que o texto pode ser alterado nesse sentido, com a retirada de alguns dispositivos e a derrubada integral do veto.

O principal ponto de tensão envolve a possível incompatibilidade com o PL antifacção, que estabelece prazos mais rigorosos para progressão de pena, enquanto trechos do PL da dosimetria reduzem esses períodos.

“É hora de desmascarar o Congresso inimigo do povo”, diz Lindbergh após acordão da Dosimetria


              Lindbergh Farias, deputado federal. Foto: reprodução

O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) acusou, nesta quinta-feira (30), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), de fechar um acordo com a extrema-direita para pautar a derrubada do veto de Lula (PT) ao PL da Dosimetria e, ao mesmo tempo, barrar a instalação da CPI do Banco Master.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Lindbergh afirmou que a articulação beneficiaria condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e evitaria uma investigação sobre o Banco Master, caso que envolve o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e pode atingir integrantes da classe política.

“É hora de desmascarar o ‘Congresso inimigo do povo’. É hora de revelar a verdade, o que está acontecendo é um acordão vergonhoso entre o bolsonarismo e o Centrão com dois objetivos: barrar as investigações da Polícia Federal. É como se Romero Jucá que lá atrás falou ‘é preciso estancar essa sangria’. É como se isso tivesse voltado”, disse Lindbergh.

Lula fará pronunciamento em rede nacional nesta quinta

Presidente falará sobre Dia do Trabalhador e programa de renegociação de dívidas do governo

                   Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Ricardo Stuckert/PR )

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará um pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão nesta quinta-feira (30), às 20h30, com foco no Dia do Trabalhador e no lançamento de um novo programa de renegociação de dívidas. Segundo o Metrópoles, a fala, prevista para durar mais de cinco minutos, deve abordar medidas econômicas e sociais voltadas à população.

O discurso não deve tratar de temas políticos recentes, como a rejeição do nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Foco no 1º de Maio e em medidas econômicas

O conteúdo do pronunciamento será centrado no 1º de Maio, data simbólica para trabalhadores, além de iniciativas do governo federal na área econômica. Entre os destaques está o programa de renegociação de dívidas, cuja nova versão deve ser apresentada na próxima semana.

Alcolumbre e Hugo Motta têm as piores avaliações do país, aponta AtlasIntel

Pesquisa mapeou a percepção da população em relação a 13 líderes políticos

Presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados, Davi Alcolumbre e Hugo Motta (Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados)

Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), têm as piores avaliações do país, aponta AtlasIntel, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira (30) que mapeou a percepção da população em relação a 13 líderes políticos brasileiros. O levantamento revela que os presidentes concentram os maiores índices de imagem negativa entre os nomes analisados. Os dados fazem parte do relatório Latam Pulse de abril de 2026, produzido pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, que avalia mensalmente indicadores políticos, sociais e econômicos no Brasil .

Marco Aurélio Carvalho estuda acionar STF após derrota de Messias no Senado

Advogado afirma que pode ter ocorrido um “desvio de finalidade” por parte de Davi Alcolumbre

Marco Aurélio de Carvalho e Jorge Messias (Foto: Joédson Alves/Agência Brasil | José Cruz/Agência Brasil)

A derrota de Jorge Messias no Senado, ao ter sua indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitada, abriu espaço para articulações jurídicas entre aliados do presidente Lula. Em entrevista ao jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles, o advogado Marco Aurélio de Carvalho afirmou que estuda a possibilidade de acionar a Corte, sob o argumento de que pode ter havido irregularidades na condução do processo pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre.

Coordenador do grupo Prerrogativas, Carvalho afirmou que está reunindo juristas e dirigentes partidários para analisar a atuação de Alcolumbre durante a sabatina e a deliberação no Senado. Para ele, há indícios de possível desvio de finalidade na condução do processo.

“Estamos reunindo um grupo de juristas para avaliar a conduta do Alcolumbre. Ele funciona como uma espécie de juiz. (…) Ele não deu ao sabatinado condições que pudesse enfrentar a sabatina. Há um desvio de finalidade dele na condução do processo”, declarou.

Celso de Mello diz que Senado errou ao rejeitar Messias: “A política venceu a razão”


                     O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello – Reprodução

O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello lamentou a rejeição do nome de Jorge Messias para uma vaga no STF e classificou a decisão do Senado como “grave”. Para ele, a negativa foi “destituída de fundamento substancial” e impediu a Corte de receber um “jurista sério, preparado, experiente e comprometido com os valores superiores do Estado Democrático de Direito”. Com informações da coluna de Míriam Leitão, no Globo.

“Lamento, profundamente, a grave e injustificável deliberação hoje adotada pelo Senado Federal, que, ao rejeitar a indicação presidencial do Dr. Jorge Rodrigo Araújo Messias para o cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal, produziu decisão que, a meu juízo, não se harmoniza com a estatura jurídica, a qualificação profissional e a trajetória pública do eminente Advogado-Geral da União. (…)

Senado vota PL da Dosimetria e deve impor nova derrota a Lula para tirar golpistas da cadeia


Bolsonaristas em motim pedindo anistia aos golpistas. Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O Congresso vota nesta quinta-feira (30) o veto do presidente Lula (PT) ao projeto que reduz penas de condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A proposta, conhecida como PL da Dosimetria, pode beneficiar ao menos 280 golpistas condenados, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que recebeu a sentença de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Ratinho faz acordo sigiloso com bailarina para encerrar ação de R$ 2 milhões por racismo


                    A bailarina Cíntia Melo e o apresentador Ratinho. Foto: Reprodução

O apresentador Ratinho firmou um acordo para encerrar a ação movida pela bailarina Cíntia Melo, que o acusava de racismo e pedia indenização de R$ 2 milhões por danos morais. A Justiça homologou o entendimento entre as partes, e os valores acertados não foram divulgados por conta de cláusula de confidencialidade.

O caso teve origem em abril de 2024, durante o programa no SBT, quando o apresentador questionou o cabelo da bailarina, insistindo que não seria natural. A defesa de Cíntia afirmou que as falas configuraram “racismo recreativo”, enquanto Ratinho alegou que se tratava de uma brincadeira sem intenção discriminatória.

Cresce a pressão sob Lula por indicação de mulher negra ao STF; entenda


O presidente Lula junto do Jorge Messias, rejeitado pelo Senado para vaga no STF. Foto: Adriano Machado/Reuters

Movimentos e entidades negras voltaram a pressionar o presidente Lula (PT) para que indique uma mulher negra ao Supremo Tribunal Federal (STF). A cobrança ganhou força após o Senado rejeitar, na quarta-feira (29), o nome de Jorge Messias, advogado-geral da União, para a vaga aberta na Corte.

A derrota de Messias foi interpretada por defensores da proposta como a reabertura da disputa pela indicação. Para esses grupos, o novo cenário recoloca no centro do debate a possibilidade de uma escolha inédita na história do Supremo: uma ministra negra.

Entre as entidades que se manifestaram estão a Coalizão Negra por Direitos, Mulheres Negras Decidem e o Instituto da Defesa da População Negra (IDPN). Os grupos defendem que a nova indicação leve em conta a representatividade racial e de gênero em uma Corte que, em mais de 130 anos, nunca teve uma mulher negra entre seus ministros.

Ministros do STF veem derrota de Messias como recado político e risco de impeachment no futuro

Rejeição da indicação de Jorge Messias pelo Senado é vista como indicativo de maior pressão política sobre o STF

     Plenário do STF (Foto: Gustavo Moreno/STF)

A rejeição da indicação de Jorge Messias pelo Senado foi interpretada por integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) como um sinal político relevante e um alerta institucional. Nos bastidores da Corte, a leitura predominante é a de que o resultado expôs a fragilidade do governo no Congresso e indicou um possível risco futuro para os próprios ministros, especialmente diante da correlação de forças no Legislativo.

Segundo a coluna da jornalista Carolina Brígido, do jornal O Estado de São Paulo, a votação foi vista dentro do STF como um recado direto do Senado: se há maioria suficiente para barrar uma indicação ao tribunal, também poderia existir base política para avançar sobre ministros já em exercício.

Jandira Feghali afirma que rejeição de Jorge Messias ao STF representa derrota da democracia e risco de crise institucional


A deputada do PCdoB criticou duramente o resultado da votação no Senado Federal

      Jandira Feghali (Foto: Kayo Magalhaes/Câmara dos Deputados)

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) afirmou que a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) representa uma derrota da democracia e pode ampliar tensões entre os poderes da República. Segundo a parlamentar, a decisão abre espaço para uma crise institucional ao priorizar interesses particulares em detrimento do interesse nacional.

A declaração foi publicada por Feghali em sua conta na rede social X (antigo Twitter), onde a deputada criticou duramente o resultado da votação no Senado Federal. Para ela, o episódio rompe um padrão histórico e fragiliza a institucionalidade brasileira.

Lula não recua e fará nova indicação ao STF

Indicado pelo presidente, Jorge Messias teve o nome rejeitado pelo Senado na quarta-feira

         Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

O presidente Lula decidiu manter o plano de indicar um novo nome ao Supremo Tribunal Federal (STF), mesmo após a rejeição de seu indicado anterior pelo Senado, informa a jornalista Ana Flor, do G1. A expectativa no governo é de que a nova escolha seja anunciada nas próximas semanas.

Em uma reunião com aliados no Palácio do Alvorada, Lula sinalizou que não pretende abrir mão da prerrogativa de indicar um novo ministro para a Corte, ainda que sem pressa imediata.

☉ Rejeição no Senado acende alerta no governo
A decisão de seguir com uma nova indicação ocorre após o Senado Federal rejeitar o nome de Messias, escolhido anteriormente pelo presidente. Segundo relatos de participantes da reunião, Lula afirmou ter recebido a decisão do Congresso com tranquilidade. O próprio Messias esteve presente no encontro.

Rui Falcão diz que Alcolumbre fez “declaração de guerra” ao governo Lula após derrota no Senado

Deputado critica rejeição de indicação de Jorge Messias ao STF e afirma que decisão representa ofensiva contra a democracia

Rui Falcão diz que Alcolumbre fez “declaração de guerra” ao governo Lula após derrota no Senado (Foto: © Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O deputado federal Rui Falcão (PT-SP) analisou a rejeição pelo Senado da indicação de Jorge Messias para a vaga ao Supremo Tribunal Federal (STF). O parlamentar classificou o episódio como um marco de escalada na crise política e institucional do país.

Segundo Rui Falcão, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, rompeu com o governo ao conduzir o processo que resultou na derrota. “Ele não só não é confiável e não integra a base de governo, como ele fez uma declaração de guerra ao governo”, afirmou.

Governo Lula amplia crédito para caminhoneiros autônomos

Nova fase do Move Brasil deve liberar mais R$ 10 bilhões para renovar frota

Governo Lula amplia crédito para caminhoneiros autônomos (Foto: Divulgação / Comunicação ANTT)

O governo amplia crédito para caminhoneiros autônomos ao preparar a segunda fase do programa Move Brasil, com previsão de liberar mais R$ 10 bilhões para renovação de frota. A iniciativa busca facilitar a troca de caminhões por meio de financiamento com condições mais acessíveis, fortalecendo o transporte rodoviário de cargas no país. O anúncio está previsto para esta quinta-feira (30), em cerimônia no Palácio do Planalto.

Attuch: a derrota é de Alcolumbre, não de Messias

Jornalista afirma que governo Lula sofreu revés no Senado, mas destaca capacidade de reação e rejeita tese de colapso político

         Leonardo Attuch, em entrevista ao jornalista Breno Altman (Foto: Reprodução Youtube)

A derrota de Jorge Messias no Senado, após sua indicação ao Supremo Tribunal Federal pelo presidente Lula, abriu uma nova fase de tensão política em Brasília. Em análise publicada na TV 247 nesta quinta-feira (30), o jornalista Leonardo Attuch afirma que, embora o episódio represente um revés para o governo, não significa nem o fim da gestão Lula nem o colapso de um projeto de reeleição.


Juliana Brizola lidera disputa pelo governo do Rio Grande do Sul, aponta Quaest

Levantamento mostra candidata do PDT com 24%, seguida por Luciano Zucco com 21%; Manuela D´ávila e Germano Rigotto lideram disputa pelo Senado

      Juliana Brizola (Foto: Reprodução / Instagram)

A ex-deputada estadual Juliana Brizola (PDT) aparece na liderança das intenções de voto para o governo do Rio Grande do Sul, segundo levantamento da Quaest, que também analisou a avaliação do governador Eduardo Leite (PSD) e os cenários para o Senado. Os dados indicam um quadro ainda indefinido, com elevado número de eleitores indecisos e disputa aberta entre os principais nomes.

Os números foram divulgados em pesquisa Genial/Quaest realizada em abril de 2026 no estado , que avaliou diferentes cenários eleitorais, além da percepção da população sobre a atual gestão estadual.

Daniel Vilela lidera disputa pelo governo de Goiás, indica Quaest

Levantamento mostra cenários ao governo, alta aprovação de Caiado e disputa ao Senado em Goiás

14 03 2026 Caiado lança Daniel Vilela ao governo com presença de 209 prefeitos, em Jaraguá (Foto: Cristiano Borges / Flickr do Governador Ronaldo Caiado)

Daniel Vilela (MDB) lidera a disputa pelo governo de Goiás, segundo levantamento da Quaest, que também aponta alta aprovação do governo de Ronaldo Caiado (PSD) e detalha os cenários para o Senado no estado.

De acordo com a pesquisa Genial/Quaest realizada em abril de 2026, Vilela aparece à frente em diferentes cenários estimulados de primeiro turno, consolidando-se como principal nome na corrida eleitoral.

Pesquisa Quaest aponta Camilo Santana como favorito ao governo do Ceará

Ciro Gomes aparece em segundo lugar, mas lidera em cenário de segundo turno contra Elmano de Freitas

            Pesquisa Quaest aponta Camilo Santana como favorito ao governo do Ceará (Foto: ABR)

A pesquisa Quaest aponta Camilo Santana como favorito ao governo do Ceará, com Ciro Gomes em segundo lugar no primeiro turno e vantagem sobre Elmano de Freitas em simulações de segundo turno, segundo dados divulgados em abril de 2026.
O levantamento da Genial/Quaest detalha os cenários eleitorais no estado e também mede a aprovação da atual gestão e as intenções de voto para o Senado.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Internautas disparam críticas ao “Congresso inimigo do povo” e ao Centrão após o Senado rejeitar Messias para o STF

“O povo precisa reagir à altura", escreveu um perfil em rede social

     Jorge Messias (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)

A rejeição do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF) anunciada pelo Senado provocou forte reação nas redes sociais, com críticas direcionadas ao Congresso Nacional e ao Centrão. Termos como “Congresso inimigo do povo” e “Centrão” ficaram entre os assuntos mais comentados na plataforma X nesta quarta-feira (29).

As reações ganharam volume ao longo do dia, impulsionadas por perfis políticos e comentários de figuras públicas. Entre as publicações, um perfil afirmou: “O povo precisa reagir à altura”. Na mesma mensagem, o usuário acrescentou: “O Congresso Nacional, que deveria ser a casa do povo, virou refém de interesses próprios, e sob liderança de Davi Alcolumbre, sequestrou o orçamento e prerrogativas presidenciais para enfraquecer o governo eleito. Um golpe disfarçado!”.

Como Alcolumbre atuou para sabotar a indicação de Messias no Senado


O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e o advogado-geral da União, Jorge Messias. Fotomontagem

A rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) foi também uma vitória política do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), na queda de braço com o Palácio do Planalto. O advogado-geral da União, indicado por Lula para a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, foi barrado por 42 votos contrários e 34 favoráveis. Segundo fontes ouvidas pelo Metrópoles e o blog da Natuza Nery, no g1.

A derrota ocorreu depois de Messias vencer uma primeira etapa na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde foi aprovado por 16 votos a 11. No plenário, porém, a indicação precisava de ao menos 41 votos favoráveis e acabou arquivada em votação secreta.

Alcolumbre articulou fortemente contra a aprovação de Messias nas semanas anteriores à votação. O presidente do Senado queria que Lula tivesse indicado Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e a escolha pelo chefe da AGU nunca teria sido digerida pelo comando da Casa.

VÍDEO: Antes da votação, Alcolumbre já dizia que Messias cairia por 8 votos


      O presidente do Senado, Davi Alcolumbre – Reprodução

Pouco antes da votação que barrou Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, se aproximou do líder do governo na Casa, Jaques Wagner, e fez uma previsão precisa: “Acho que vai perder por 8”. A frase foi dita no plenário nesta quarta-feira (29), antes da sessão que rejeitou o nome do advogado-geral da União.

VÍDEO: A reação de Messias após ter seu nome rejeitado pelo Senado


     Jorge Messias abraça sua esposa após a derrota de seu nome no Senado. Reprodução

O advogado-geral da União, Jorge Messias, reagiu com tristeza à rejeição de sua indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo plenário do Senado. Um vídeo obtido pelo Metrópoles mostra o ministro abraçando a esposa na sala da liderança do governo, onde acompanhou a votação.

STF se manifesta após Senado rejeitar indicação de Messias

Corte diz aguardar "providências constitucionais cabíveis para o oportuno preenchimento da vaga em aberto"

     Jorge Messias (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O Supremo Tribunal Federal (STF) se manifestou após a rejeição do nome de Jorge Messias pelo Senado Federal, destacando que aguarda os próximos passos institucionais para o preenchimento da vaga aberta na Corte. A decisão dos senadores interrompeu a indicação feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e abriu um novo capítulo no processo de escolha de ministros do Supremo. Em nota, o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, ressaltou a postura institucional do tribunal diante da decisão do Legislativo.

Edinho vê "grave erro" do Senado ao barrar indicação de Messias para o STF

Presidente do PT afirma que rejeição inédita em mais de 130 anos gera instabilidade e politiza escolha técnica para a Suprema Corte

     Edinho Silva (Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil)

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que o Senado errou ao rejeitar a indicação do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF), decisão inédita em cerca de 130 anos. Segundo ele, a análise deveria priorizar critérios técnicos, mas acabou envolvida em disputas políticas, o que pode gerar efeitos institucionais relevantes.

De acordo com o petista, a decisão do Senado introduz um fator de instabilidade no cenário político e institucional do país. Ele também destacou que a recusa representa uma interferência em atribuição tradicional do Poder Executivo, que indica nomes para a Suprema Corte.

Boulos classifica rejeição de Messias no Senado como "episódio lamentável"

Indicação ao STF foi barrada por 42 a 34

       Guilherme Boulos (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

O Ministro da Secretaria-Geral do Governo, Guilherme Boulos, criticou a decisão do Senado que rejeitou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), classificando o resultado como um “episódio lamentável”. A votação ocorreu nesta quarta-feira (29), quando o nome do ex-advogado-geral da União foi recusado por 42 votos a 34, superando o mínimo necessário de 41 votos para aprovação.

Brasil perde oportunidade de ter um grande Ministro do STF, afirma Mendonça após rejeição de Messias

Ministro do STF critica decisão do Senado que barrou Jorge Messias por 42 votos a 34 após meses de impasse político

Ministro do STF André Mendonça 01/12/2021 REUTERS/Adriano Machado (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

O Ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, manifestou-se publicamente nesta quarta-feira (29) após o Senado rejeitar a indicação de Jorge Messias para a Corte. A votação terminou com 42 votos contrários e 34 favoráveis, impedindo a nomeação do ex-advogado-geral da União, que precisava de ao menos 41 votos para ser aprovado.

Em publicação nas redes sociais, Mendonça comentou o resultado e fez uma defesa direta de Messias. “Respeito a decisão do Senado, mas não posso deixar de externar minha opinião. O Brasil perde a oportunidade de ter um grande Ministro do Supremo”, afirmou.