terça-feira, 20 de outubro de 2026
Flávio não aceitará desafio de Lula para abrir sigilos, diz campanha
Flávio Bolsonaro chega a 50,8% e Lula registra 49,2% dos votos válidos, mostra pesquisa
Veja também as votações dos presidenciáveis por regiões, sexo, renda e faixa etária
Flávio Bolsonaro e Lula - Crédito: Vittor Sales/Divulgação e Ricardo Stuckert
A pesquisa do Instituto França, divulgada nesta terça-feira (20), mostrou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) registrou 50,8% dos votos válidos e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcançou 49,2%. A diferença de 1,6 ponto percentual está dentro da margem de erro de 1,8 ponto, para mais ou para menos. O levantamento apontou empate técnico.
Na pesquisa estimulada, que inclui votos brancos e nulos, o senador Flávio Bolsonaro registra 40,95% das intenções de voto, enquanto o presidente Lula alcança 39,65%. Outros 10,56% dos entrevistados afirmam que pretendem votar em branco, anular o voto ou não escolher nenhum dos candidatos. Já 8,84% ainda estão indecisos ou não souberam responder.
Foram entrevistadas 3 mil pessoas por telefone entre os dias 16 e 20 de outubro, com abrangência das 27 unidades da Federação. O nível de confiança chegou a 95%. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu o registro do levantamento sob o número BR-07896/2026.
Escritório de Flávio Bolsonaro faturou R$ 13,7 milhões e entrou na mira da PF
Levantamento mostra pagamentos de advogados e empresas ao senador. Investigação apura suspeitas de conexão financeira com Willer Tomaz
O escritório de advocacia do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) emitiu pelo menos R$ 13,7 milhões em notas fiscais entre janeiro de 2023 e julho de 2026, período em que ele exercia mandato parlamentar. Segundo investigação publicada pelo Uol, a Polícia Federal (PF) abriu um inquérito para examinar as movimentações financeiras da empresa, após identificar indícios de uma possível ligação bancária entre o senador e o advogado Willer Tomaz.
Foram examinados 62 documentos fiscais e identificou que aproximadamente metade deles envolve pagamentos de outros advogados. A maior parte dos registros apresenta apenas a descrição “assessoria jurídica”, sem especificar os serviços executados. Em consultas a tribunais estaduais, federais e superiores, o veículo encontrou somente um processo relacionado aos clientes identificados nas notas.
A ausência de processos judiciais não significa, por si só, irregularidade. Advogados também podem prestar consultoria, elaborar pareceres e oferecer orientação jurídica sem atuar diretamente em ações judiciais. A reportagem procurou os contratantes para esclarecer a natureza dos serviços, mas não obteve informações detalhadas sobre a maior parte das atividades.
Mediadora da Band diz que precisou cobrar Flávio para respeitar Lula
Abaixo-assinado cobra checagem ao vivo da Globo no debate

Flávio Bolsonaro quer continuar aparecendo atrás de Lula no debate na Globo
Flávio Bolsonaro chamou benefícios sociais de “bolsa-farelo” e acusou PT de perpetuar pobreza em posts apagados
Candidato do PL à Presidência atacava benefícios sociais e associava programas de transferência de renda ao clientelismo eleitoral, mas agora promete manter o Bolsa Família
Publicações antigas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, revelam críticas a programas de transferência de renda e acusações de que o PT utilizaria benefícios sociais para preservar seu apoio eleitoral. Em uma das mensagens, posteriormente apagada, o parlamentar afirmou que “o PT perpetua a pobreza com o bolsa-farelo”. Atualmente, porém, o candidato afirma que manterá o Bolsa Família caso seja eleito presidente.
Segundo o G1, as postagens foram feitas entre 2011 e 2013, período em que Flávio Bolsonaro exercia o mandato de deputado estadual no Rio de Janeiro. Os registros mostram que o político associava iniciativas de assistência social ao clientelismo, à dependência econômica dos beneficiários e a estratégias eleitorais do Partido dos Trabalhadores.
Uma das manifestações mais contundentes foi publicada em 24 de junho de 2013. Ao responder a um usuário do então Twitter, atual X, Flávio Bolsonaro escreveu que “o PT perpetua a pobreza com o bolsa-farelo”. A declaração integra um conjunto de mensagens excluídas de sua conta, mas preservadas em uma base histórica de publicações da rede social.
PL já movimentou R$ 1,56 bilhão nas eleições, quase o dobro do PT
‘Barão do agro’ denunciado por compra de sentenças doa R$ 1,1 milhão à campanha de Flávio Bolsonaro
Nelson José Vigolo, investigado na Operação Faroeste, é o segundo maior financiador da campanha do senador no segundo turno das eleições
O empresário Nelson José Vigolo, proprietário do Grupo Bom Jesus Agropecuária e denunciado por suspeita de envolvimento em um esquema de compra de decisões judiciais, destinou R$ 1,1 milhão à campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL). O valor coloca o empresário entre os principais financiadores privados do candidato no segundo turno das eleições de 2026. As informações foram divulgadas pelo jornalista Lauro Jardim, em sua coluna no jornal O Globo.
Flávio Bolsonaro arrecadou R$ 20,3 milhões em doações privadas para a disputa do segundo turno. Desse montante, aproximadamente 5,4% vieram de Vigolo, que aparece como o segundo maior doador individual da campanha.
Conhecido como “barão do agro”, o empresário atua no setor agropecuário em Rondonópolis, no Mato Grosso, e figura entre os denunciados no âmbito da Operação Faroeste, investigação que revelou suspeitas de corrupção e comercialização de decisões judiciais envolvendo disputas fundiárias na Bahia.
Em 2021, Vigolo foi denunciado pelo Ministério Público da Bahia sob a acusação de integrar um esquema de venda de sentenças relacionadas à grilagem de terras. As investigações apontaram suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro em uma estrutura que teria sido organizada para proteger interesses econômicos de grupos envolvidos em disputas pela propriedade de terras.
PM´s em SP presenciam bolsonarista socar mulher em metrô e liberam homem sem ao menos pegar identificação
Empresário bolsonarista Diogo Freire desferiu três socos contra uma mulher que usava uma camiseta vermelha
Dois policiais militares presenciaram uma agressão contra uma mulher na entrada da estação Butantã do Metrô, na zona oeste de São Paulo, mas liberaram o suspeito sem sequer identificá-lo ou encaminhá-lo à delegacia. O episódio ocorreu no domingo (18), quando o empresário bolsonarista Diogo Freire desferiu três socos contra uma mulher que usava uma camiseta vermelha. Apesar da presença dos agentes, o agressor deixou o local sem ser detido.
Segundo informações publicadas pelo jornalista Demétrio Vecchioli, do Metrópoles, os policiais estavam próximos ao local da violência e chegaram a intervir para separar os envolvidos. As imagens registradas por uma testemunha mostram a atuação dos agentes, que não conduziram o agressor à delegacia nem colheram seus dados pessoais. A identificação de Freire só foi possível posteriormente, depois que o vídeo circulou nas redes sociais e uma fonte da coluna reconheceu o empresário.
O caso levanta questionamentos sobre a conduta dos policiais militares diante de uma agressão física presenciada pelos próprios agentes. Mesmo após os três socos, a vítima não recebeu, naquele momento, o encaminhamento necessário para o registro da ocorrência, segundo seus representantes legais.
Os advogados Leandro Raca e Miguel Fragelli, responsáveis pela defesa da mulher, criticaram a atuação policial e afirmaram que os agentes deixaram de adotar providências fundamentais para proteger a vítima e responsabilizar o agressor.
“A atuação do policial militar na estação Butantã deveria ter sido mais efetiva na proteção e no acolhimento da vítima, agredida com três socos sem reagir. O policial não prestou o suporte necessário para o registro da ocorrência nem realizou uma intervenção que resultasse na prisão em flagrante do agressor. Confiamos no trabalho das forças de segurança para que, agora, o caso seja devidamente apurado e as medidas cabíveis sejam adotadas”, afirmaram os advogados em nota.
Ato de Lula em Porto Alegre reuniu cerca de 200 mil pessoas, dizem organizadores
Manifestação no Centro Histórico pode ter sido uma das maiores da história da capital gaúcha e marcou a reta final da campanha presidencial
A caminhada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelas ruas de Porto Alegre, realizada na segunda-feira (19), reuniu cerca de 200 mil pessoas, segundo estimativa dos organizadores, em uma das maiores mobilizações políticas recentes da capital gaúcha. O ato ocorreu a menos de uma semana do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25), e transformou o Centro Histórico em um grande espaço de manifestação de apoio à reeleição.
O próprio presidente afirmou durante a caminhada que aquela estava entre as maiores manifestações da história da cidade. “Essa possivelmente seja a maior manifestação já feita na história de Porto Alegre”, disse Lula.
Acusada de favorecer Flávio Bolsonaro, Meta diz ao TSE que trata candidatos de forma igual nas plataformas
Empresa nega tratamento desigual entre as campanhas após acusações do PT sobre restrições a publicações e falhas em ferramenta de inteligência artificial
Inteligência artificial do WhatsApp continuou gerando imagens com referências a Flávio Bolsonaro e ao número 22, mesmo após a Meta anunciar medidas para bloquear conteúdos eleitorais, segundo testes realizados - Crédito: Reprodução | Agência Senado
A Meta, empresa responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, afirmou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não privilegiou a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) em relação à do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A manifestação ocorre após a Justiça Eleitoral determinar que a companhia comprove a aplicação de critérios iguais às duas candidaturas na distribuição de conteúdos políticos e no funcionamento de suas ferramentas de inteligência artificial.
A resposta foi apresentada em meio a uma disputa judicial iniciada pela campanha de Lula, que acusa a empresa de prejudicar a circulação de publicações favoráveis ao presidente e permitir a divulgação de conteúdos produzidos por inteligência artificial contra sua candidatura. A Meta rejeita as acusações de favorecimento e sustenta que seus sistemas seguem regras aplicáveis aos dois candidatos.
Na semana passada, o TSE confirmou por unanimidade uma decisão do ministro Marco Aurélio Bellizze que impede a plataforma de adotar medidas discriminatórias contra qualquer uma das campanhas presidenciais. A determinação estabelece limites para alterações na distribuição, recomendação e visibilidade de publicações relacionadas à disputa eleitoral.
Em nova decisão, proferida no domingo (18), Bellizze exigiu que a Meta demonstrasse o cumprimento das determinações anteriores. O magistrado também rejeitou a possibilidade de a empresa utilizar sua manifestação sobre a execução da ordem judicial para questionar novamente as obrigações estabelecidas.
“As determinações nela contidas são plenamente exigíveis, e a manifestação de cumprimento não constitui via adequada para a rediscussão de seu conteúdo”, afirmou o ministro.
Projeto defendido por Flávio Bolsonaro contraria ONU e facilita o tráfico de armas
Proposta elimina a rastreabilidade de munições das forças de segurança, prejudicando investigações policiais
Uma proposta legislativa endossada no Senado pelo candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), que busca eliminar a obrigatoriedade de gravação de códigos de identificação nas munições adquiridas pelas forças de segurança pública do país, entra em confronto direto com as diretrizes internacionais fixadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), informa a Folha de São Paulo.
A iniciativa visa abrandar as exigências vigentes no mercado de armamentos e suprimir a capacidade de rastreamento dos equipamentos bélicos pertencentes às corporações estatais. Durante sua tramitação no Senado Federal, a medida contou com o suporte do parlamentar do PL.
Em 2023, as Nações Unidas ratificaram um parâmetro global orientando que os Estados-membros implementem sistemas rígidos de marcação e monitoramento de materiais bélicos, ferramenta considerada indispensável para conter o contrabando, os desvios institucionais e o abastecimento de facções criminosas.
Conforme ressalta Bruno Langeani, consultor especialista do Instituto Sou da Paz, o modelo brasileiro vinha sendo tratado internacionalmente como uma referência positiva. “O Brasil, inclusive, é citado como uma boa prática nesse quesito, justamente porque não só tem as marcações nas embalagens de munição, mas também avança no sentido de gravar no próprio cartucho um código de rastreabilidade que permite identificar para qual cliente foi vendido”, pontuou o especialista.
Renan Santos associa Flávio ao CV e afirma “desprezar” seus eleitores
TSE barra propaganda de Flávio Bolsonaro que esconde vice
Justiça eleitoral exige adequação do material para destacar o nome de Alfredo Gaspar conforme exige a legislação
A veiculação na televisão da peça publicitária da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) que apresenta o programa “Smart Brasil” precisa ser interrompida imediatamente por determinação da ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), informa Manoela Alcântara, do Metrópoles.
O posicionamento atende parcialmente a um requerimento de tutela de urgência submetido pela aliança partidária do presidente Lula (PT). A acusação aponta que os conteúdos transmitidos no dia 14 de outubro divulgavam a plataforma do postulante do PL à Presidência da República sem exibir a devida identificação de seu companheiro de chapa, Alfredo Gaspar, que concorre à Vice-Presidência.
Flávio Bolsonaro nega perseguição a homossexuais: “pode dar à vontade” (vídeo)
Em conversa com o influenciador Rico Melquiades, candidato afirmou que obrigação é garantir que “você vai dar o seu caneco e não vai ser assaltado no caminho”
Durante uma gravação divulgada no Instagram nesta segunda-feira (19), o candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro (PL) negou a possibilidade de promover qualquer tipo de caça ou restrição às pessoas homossexuais caso seja eleito para o Palácio do Planalto.
Ao ser questionado pelo influenciador digital Rico Melquiades sobre se haveria algum plano de perseguição ou retirada de conquistas da população LGBT em um eventual mandato presidencial, o parlamentar assegurou que a vida privada das pessoas não cabe ao Estado. “O que a pessoa faz na sua intimidade ninguém tem nada a ver com isso”, declarou o candidato.
Na sequência do diálogo, Melquiades usou de termos informais ao indagar se os cidadãos teriam que deixar de vivenciar sua sexualidade sob sua gestão: “então no seu governo ninguém vai ter que ficar sem dar o ‘caneco’?”. Diante da pergunta, Flávio respondeu: “pode dar à vontade. (…) Qual a minha obrigação como homem público? Tenho que garantir que você vai dar o seu caneco e não vai ser assaltado no caminho, até você chegar onde você quer ser feliz”, disparou o senador.
Entenda a acusação de ‘manipulação algorítmica’ movida pela campanha de Lula contra a Meta no TSE
Campanha à reeleição do presidente aponta direcionamento ilegal e falhas recorrentes em ferramentas de inteligência artificial em favor de Flávio Bolsonaro
A equipe jurídica responsável pela campanha do presidente Lula (PT) acionou novamente o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir a punição da multinacional de tecnologia Meta por descumprir ordens da Justiça Eleitoral e favorecer o candidato oposicionista no segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL). De acordo com a acusação protocolada na corte, o conglomerado controlador do Instagram, Facebook e WhatsApp estaria empregando mecanismos de inteligência artificial generativa e inteligência algorítmica para amplificar e impulsionar indevidamente a candidatura do parlamentar do PL, informa o jornal O Globo.
Janones anuncia alta do hospital e convoca Exército do Lula para encontro
Faltam 5 dias: eleitores não podem ser presos a partir de hoje (20)
Bolsonarista faz ofensa racista a estudante em São Paulo (vídeo)
Jovem tentou apartar discussão no metrô e virou alvo de injúrias de cunho racial
Um estudante foi alvo de ataques e injúrias racistas na estação Vila Sônia Profª Elisabeth Tenreiro, na Linha 4-Amarela do metrô paulistano, na noite de domingo (18), após tentar intervir em uma briga para conter os ânimos, informa a CNN Brasil.
Ao retornar de um ato político de esquerda na região da Barra Funda, Marcio Ferreira presenciou um bate-boca entre uma mulher e outros três passageiros. Ao perceber o risco de agressão física, o jovem pediu que a mulher se acalmasse e deixasse o local. No entanto, após ele mencionar que a agressora era apoiadora de Jair Bolsonaro (PL), a mulher passou a direcionar os ataques diretamente contra ele.
Ao perceber o tom hostil, o estudante começou a filmar a situação com o celular e tentou se afastar, mas acabou seguido pela agressora pela escada rolante do metrô. Durante a perseguição captada em vídeo, a mulher disparou ofensas racistas e o xingou de “preto do caralho” e “preto de bosta”.








