Decisão atende a pedido da PGE-SP e alcança 32 alvos suspeitos de usar fundos e empresas para ocultar patrimônio e dificultar cobranças tributárias
A Justiça de São Paulo determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 10,8 bilhões em bens e ativos de 32 pessoas físicas e jurídicas investigadas na Operação Carbono Oculto, que apura a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no mercado de combustíveis. A decisão atende a uma solicitação da Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo (PGE-SP), que busca recuperar créditos tributários e combater estruturas financeiras utilizadas para dificultar a cobrança de dívidas com o poder público.
Segundo a PGE-SP, a decisão judicial saiu em 19 de outubro e alcança fundos de investimento, empresas do setor financeiro, sociedades empresariais e pessoas físicas. A Procuradoria afirma que as investigações identificaram mecanismos de movimentação e fragmentação de patrimônio destinados a dificultar a identificação dos responsáveis pelos ativos e impedir que credores tenham acesso aos recursos.











