
A Polícia Federal pediu em janeiro de 2026 a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. O pedido foi autorizado pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, antes mesmo de a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS aprovar medida semelhante nesta quinta (26), segundo o Poder360.
Mendonça é o relator no STF da investigação que apura fraudes em descontos ilegais aplicados a beneficiários do INSS. Indicado ao Supremo em 2021, ele também conduz o caso relacionado ao Banco Master, que foi liquidado extrajudicialmente pelo Banco Central.
Documentos preliminares da apuração da PF indicam que Lulinha pode ter recebido R$ 300 mil de um investigado. O filho do presidente nega irregularidades. O advogado Marco Aurélio de Carvalho afirmou que as citações a ele são “fofocas e vilanias” e tentativa de prejudicar sua família e o governo.

