domingo, 18 de outubro de 2026
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Janones é convocado por Lula para ajudar em debate contra Flávio na Band
Bolsonarista Gayer pode perder o mandato por gastos suspeitos; entenda
Kassio manda retirar vídeo de Lula sobre repasses de Vorcaro a Flávio Bolsonaro
Alcolumbre articula reeleição ao comando do Senado e tenta dividir bancada do PL
Presidente da Casa busca apoio de partidos aliados, negocia cargos e aposta em dissidências no partido de Flávio Bolsonaro para derrotar Rogério Marinho
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), intensificou as articulações para permanecer no comando da Casa, independentemente de quem vença a disputa presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Diante da decisão do PL de lançar o senador Rogério Marinho (RN) como adversário, Alcolumbre trabalha para dividir a bancada da legenda, consolidar o apoio de outras siglas e ampliar sua influência sobre os parlamentares que assumirão seus mandatos em 2027.
Segundo o G1, a movimentação ganhou força depois que o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, anunciou que o partido não apoiará a recondução de Alcolumbre. A legenda elegeu 19 senadores nas eleições de 2026 e contará com uma bancada de 29 integrantes na próxima legislatura, tornando-se uma força decisiva na disputa pela presidência do Senado.
A estratégia de Alcolumbre consiste em impedir que o crescimento do PL se traduza automaticamente em votos para Marinho. O presidente da Casa avalia que mantém relações políticas com integrantes da bancada adversária e pretende explorar essas alianças para enfraquecer a candidatura anunciada pela direção partidária.
⦾ Alcolumbre tenta dividir o PL e ampliar apoio no Senado
Um dos principais nomes dessa articulação é o senador Eduardo Gomes (PL-TO), atual vice-presidente do Senado e integrante do grupo político de Alcolumbre. De acordo com aliados ouvidos pela reportagem, Gomes deverá ser escolhido relator do Orçamento de 2027, embora um entendimento anterior previsse que a função seria destinada a um parlamentar do MDB.
A possível indicação é interpretada como um gesto em direção aos senadores do PL que mantêm proximidade com o atual presidente da Casa. O objetivo é demonstrar que a permanência de Alcolumbre no comando do Senado poderá assegurar espaços de influência à legenda, mesmo sem o apoio formal de sua direção.
Nos bastidores, Alcolumbre reconhece a legitimidade do PL para apresentar uma candidatura própria, mas recorda que o partido já enfrentou dificuldades em disputas anteriores pela Mesa Diretora. Em 2025, a sigla optou por apoiar sua eleição, evitando um confronto direto.
As projeções de aliados indicam que Alcolumbre poderia reunir pelo menos 49 votos, número alcançado por Rodrigo Pacheco na eleição de 2023. Outros interlocutores apresentam uma estimativa mais conservadora, de 44 votos. Em ambos os cenários, os cálculos apontam uma vantagem inicial para o atual presidente, embora a composição definitiva dos apoios ainda dependa das negociações.
O movimento também envolve a tentativa de reunir outras legendas em torno de uma candidatura capaz de enfrentar o peso da bancada bolsonarista.
Na terça-feira (13), os senadores Eduardo Braga (MDB-AM) e Otto Alencar (PSD-BA), líderes de suas respectivas bancadas, anunciaram apoio à reeleição de Alcolumbre.
“Eu tive a oportunidade de exercer o meu voto favorável à sua Presidência e posso exercê-lo de novo pelo trabalho, pela sua perseverança, pela sua presença no Senado Federal discutindo as matérias”, declarou Otto Alencar.
Vorcaro sugere torcida pela morte de Lula após cirurgia no cérebro: “Na traaaveeeee”
TSE rejeita pedido do Novo para barrar atos com artistas pró-Lula
Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva afirma que não há provas de que manifestações sejam comícios disfarçados e alerta para risco à liberdade de expressão
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, rejeitou o pedido do Partido Novo para suspender manifestações do movimento Brasil nas Ruas, programadas para este domingo (18) em diferentes cidades do país.
O partido alegou que os atos, convocados para a reta final do segundo turno presidencial, poderiam funcionar como “showmícios” em benefício da candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A sigla também pediu que os organizadores fossem obrigados a apresentar documentos financeiros e preservar comunicações relacionadas à preparação dos eventos.
Na decisão, Cueva afirmou que não há elementos suficientes para concluir que as manifestações sejam comícios ou reuniões eleitorais destinados a promover a candidatura petista por meio de apresentações artísticas.
“Não se verifica, neste momento processual, demonstração suficiente de que os eventos anunciados constituam comícios ou reuniões eleitorais destinadas à promoção da candidatura mediante apresentações artísticas, de modo a justificar sua suspensão preventiva”, escreveu o ministro.
Após entrevista de Roberta Luchsinger, Fábio Luís diz que comprovará sua inocência nos autos
Defesa nega irregularidades, contesta declarações à CNN e denuncia vazamentos com objetivo de interferir na pauta da imprensa durante o período eleitoral
Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, afirmou, por meio de sua defesa, que não cometeu nenhuma irregularidade e que comprovará sua inocência nos autos das investigações. Em nota divulgada neste sábado (17), após a entrevista de Roberta Luchsinger à CNN, o advogado Guilherme Suguimori Santos contestou as acusações públicas da entrevistada e afirmou que elas são incompatíveis com o depoimento prestado por ela às autoridades.
O documento também sustenta que Fábio Luís se colocou à disposição da Justiça desde o início das apurações e teve seus dados bancários, fiscais e telemáticos abertos. A defesa denuncia o que considera indícios de manipulação e direcionamento das investigações, além de vazamentos ilegais com finalidade eleitoral.
“Assim como fez em diversas acusações anteriores, inclusive na operação do INSS em que não foi nem sequer indiciado, Fábio Luís comprovará sua inocência nos autos, após ter contato com dados e provas concretas”, afirma a nota.
“Três perguntas, três mentiras”: tucano histórico expõe as contradições de Flávio no JN
VÍDEO: vereador bolsonarista quebra vidro de carro com haste de bandeira do Brasil
Lula tem 51% dos votos válidos contra 49% de Flávio Bolsonaro, aponta Vox Brasil

sábado, 17 de outubro de 2026
“Não sou sócia do Lulinha”, diz Roberta Luchsinger em entrevista à CNN
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Ato pró-Lula ocupa o Portão de Brandemburgo, em Berlim
Após vexame na Globo, Flávio enfrenta Lula em 30 minutos de embate livre na Band

Proposta do PL levaria 90% dos internos da Fundação Casa à Justiça criminal; a do PT, apenas 4%
Lula dispara nas redes e tem quase quatro vezes as interações de Flávio Bolsonaro
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TSE nega pedido de Flávio Bolsonaro e mantém vídeo que o chama de “mentiroso Master”
TSE proíbe campanha de Lula de associar Flávio Bolsonaro a milícias
Ministro André Mendonça aponta falta de provas e uso de inteligência artificial na propaganda eleitoral. Decisão prevê multa de R$ 10 mil por exibição
Lula e Flávio Bolsonaro - Crédito: Ricardo Stuckert/PR I Reprodução/YT
O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a retirada de uma propaganda da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que associava o senador Flávio Bolsonaro (PL) a organizações milicianas. Na decisão, proferida na quinta-feira (15), o magistrado considerou que a peça eleitoral sugeria vínculos do candidato com o crime organizado sem apresentar elementos suficientes para sustentar a acusação. A medida também questiona o uso de inteligência artificial para simular depoimentos e estabelece multa de R$ 10 mil por veiculação em caso de descumprimento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
A campanha de Lula apresentou a propaganda durante o horário eleitoral gratuito na televisão, em 13 de outubro. O material reunia relatos atribuídos a vítimas de milícias, trechos de reportagens jornalísticas e declarações antigas de Flávio Bolsonaro. A montagem sustentava a ideia de que o senador não teria condições de enfrentar o crime organizado em razão de supostas ligações com essas organizações. A campanha do parlamentar contestou o conteúdo e pediu a intervenção da Justiça Eleitoral.
Ao analisar a representação, o ministro entendeu que a propaganda ultrapassava os limites da crítica política permitida durante a disputa presidencial de 2026.



















