
sábado, 1 de agosto de 2026
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1º de agosto de 1914: o dia em que a Europa mergulhou na Primeira Guerra Mundial e mudou para sempre a história
O conflito que nasceu da rivalidade entre impérios, do militarismo e do nacionalismo deixou cerca de 20 milhões de mortos, destruiu antigas potências europeias e criou as condições para a ascensão do nazismo e a Segunda Guerra Mundial
Em 1º de agosto de 1914, a Alemanha declarou guerra ao Império Russo, dando início à rápida escalada diplomática e militar que transformaria uma crise regional nos Bálcãs na Primeira Guerra Mundial. Nos dias seguintes, França e Reino Unido entrariam no conflito, enquanto os planos militares cuidadosamente preparados durante décadas colocavam milhões de soldados em marcha.
O que muitos governos imaginavam ser uma guerra breve tornou-se um conflito de quatro anos que matou cerca de 20 milhões de pessoas, entre militares e civis, devastou a Europa, provocou o colapso de quatro grandes impérios e remodelou completamente a ordem internacional. Mais do que um episódio isolado, a Primeira Guerra Mundial inaugurou o chamado “século das guerras totais”, cujas consequências se estenderam até a Segunda Guerra Mundial e continuam influenciando a política internacional.
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PV oficializa apoio à candidatura de Lula à reeleição
Legenda confirmou em convenção virtual o apoio ao presidente e reforçou compromisso com a democracia, a sustentabilidade e a construção de uma ampla aliança de forças progressistas
O Partido Verde (PV) oficializou, nesta sexta-feira (31), seu apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição. A decisão foi tomada durante uma convenção nacional realizada de forma virtual, transmitida pela internet, consolidando a posição da legenda no processo eleitoral.
Segundo a Agência Brasil, o apoio ocorre às vésperas da convenção do Partido dos Trabalhadores (PT), marcada para domingo (2), quando Lula será oficialmente confirmado como candidato à Presidência da República.
⦿ Apoio já havia sido antecipado
A posição do PV já vinha sendo sinalizada nas últimas semanas. Durante a convenção nacional do PDT, realizada anteriormente, o vice-presidente da legenda, Reynaldo Nunes, participou do evento e manifestou o alinhamento político do partido com a candidatura de Lula.
A oficialização desta sexta-feira consolida esse entendimento e amplia a frente de apoio ao presidente.
Michelle afirma que ainda não esteve com Flávio Bolsonaro após crise e cita convenção no DF como possível reencontro
Ex-primeira-dama afirma que decisão sobre disputa ao Senado depende de conversa com Jair Bolsonaro
Michelle Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (31) que ainda não voltou a se encontrar pessoalmente com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desde o episódio de desgaste entre ambos. Segundo a ex-primeira-dama, um possível reencontro poderá ocorrer no domingo (2), durante a convenção do Partido Liberal no Distrito Federal, caso o parlamentar e candidato à Presidência participe do evento. As informações são do jornal O Globo.
Ao comentar a situação, ela declarou: “Não me encontrei com Flávio. Domingo, com certeza, né? Se ele estiver. Eu quase não tenho saído de casa.” Além da relação com o senador, Michelle voltou a tratar da possibilidade de disputar uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal.
Ela afirmou que a decisão será tomada em conjunto com o ex-mandatário Jair Bolsonaro e ressaltou que, neste momento, sua principal preocupação é acompanhá-lo. “Tudo que eu gosto, gosto de fazer bem-feito, por isso vou definir com ele. Estou cuidando dele, e a prioridade é ele. Mas há uma expectativa do nosso grupo de mulheres”, disse.
Bolsonaro decidirá até domingo se Michelle disputará Senado pelo DF, diz Valdemar
Ex-primeira-dama se reuniu com Valdemar Costa Neto antes da convenção do PL no Distrito Federal
A eventual candidatura de Michelle Bolsonaro ao Senado pelo Distrito Federal ficará nas mãos do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, caberá a ele decidir, até domingo (2), se a ex-primeira-dama entrará na disputa.
A informação foi publicada pelo UOL nesta sexta-feira (31). De acordo com a reportagem, Valdemar afirmou que Michelle comparecerá à convenção do diretório do PL no Distrito Federal, marcada para domingo (2), quando há expectativa de que ela anuncie se será candidata.
Valdemar e Michelle se reuniram na tarde desta sexta-feira (31) em uma cafeteria localizada em frente ao condomínio onde moram Michelle e Bolsonaro. O encontro durou cerca de uma hora e 20 minutos.
Valdemar anuncia sucessora de Michelle na coordenação do PL Mulher
Ana Munhoz assume a coordenação do segmento feminino; ex-primeira-dama discutiu com Valdemar possível candidatura ao Senado pelo DF
O presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, anunciou que Ana Munhoz assumirá a coordenação do PL Mulher em substituição à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. As informações são da coluna Grande Angular, do Metrópoles.
Segundo Valdemar, Ana Munhoz foi indicada por Michelle Bolsonaro para assumir a função. Até então, ela exercia o cargo de secretária-geral do partido e ficará responsável pela articulação do segmento feminino da legenda.
“Ela vai ficar aqui trabalhando e tendo contato com as presidentes estaduais. Não vamos mais ter comando nacional”, explicou Valdemar ao comentar a nova estrutura do PL Mulher.
O dirigente também afirmou que Michelle Bolsonaro não pretende retornar, neste momento, à presidência do PL Mulher. “Vamos conversar sobre esse assunto só depois das eleições”, declarou.
Mendonça autoriza segundo inquérito contra Fábio Luís
Novo inquérito apura supostas irregularidades na relação de Fábio com o empresário do setor de tecnologia e a Dataprev
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça autorizou a abertura de um segundo inquérito para investigar suspeitas de tráfico de influência envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo a coluna de Manoela Alcântara, do Metrópoles, a nova investigação está relacionada às apurações conduzidas pela Polícia Federal (PF) sobre Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.
De acordo com a investigação, foram identificados indícios de possíveis irregularidades na relação entre Fábio e o empresário Cleber Ribas de Oliveira, sócio da empresa 3STRUCTURE IT. Segundo a PF, a empresa teria buscado contratos junto à Dataprev, estatal de tecnologia vinculada ao governo federal, além de outros órgãos públicos. Os investigadores suspeitam que Fábio Luís tenha recebido ao menos uma viagem em troca de negócios relacionados à administração federal.
PT denuncia violência de gênero contra deputada Camila Jara na FIEMS
A bancada do PT prestou solidariedade à deputada Camila Jara depois que ela foi barrada pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul, em um evento do qual participava como integrante da comitiva do governo federal
A bancada do PT na Câmara manifestou solidariedade à deputada federal Camila Jara (PT-MS) e repudiou de forma veemente o tratamento “aviltante” recebido pela parlamentar na quinta-feira (30), na Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (FIEMS), em Campo Grande (MS).
Na quinta-feira, Jara foi barrada em evento da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (Fiems) por ordem do presidente da Federação, Sérgio Longen. A deputada integrava a comitiva oficial a convite do ministro da Fazenda, Dario Durigan.
“É inaceitável uma representante do Congresso Nacional, eleita pelo povo de Mato Grosso do Sul, ser barrada em evento com um representante do governo federal”, diz a nota do PT na Câmara, assinada pelo líder do partido, deputado Pedro Uczai (SC).
A bancada do PT expressou solidariedade à Camila Jara: “A Bancada do PT solidariza-se e condena a violência de gênero praticada contra a deputada na Fiems. É inadmissível que uma parlamentar, da base do Governo Lula, seja truculentamente impedida de cumprir seu papel constitucional de trabalhar pelo desenvolvimento inclusivo do estado de Mato Grosso do Sul”.
Leia a íntegra da nota:
sexta-feira, 31 de julho de 2026
Bastidores da investigação sobre o INSS ampliam crise entre Mendonça e PF


‘Extrema direita está desesperada’, diz Pastor Henrique Vieira, que cita Interpol e Dark Horse
Podemos adia definição, sinaliza neutralidade e amplia impasse na chapa de Flávio Bolsonaro
Partido transfere à executiva nacional a definição sobre candidatura própria, aliança ou neutralidade na eleição presidencial
A convenção nacional do Podemos terminou sem uma posição final sobre o papel do partido na disputa pela Presidência da República em 2026. A legenda, cortejada pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL), decidiu deixar a definição sobre alianças nas mãos da executiva nacional, que terá até quarta-feira (5) para deliberar sobre o tema.
A informação foi publicada pelo Metrópoles. A tendência interna, segundo dirigentes citados pela reportagem, é que o Podemos opte pela neutralidade e não declare apoio formal a nenhum presidenciável.
Com a decisão tomada na quinta-feira (30), a direção nacional, presidida por Renata Abreu, recebeu autonomia para definir se a sigla lançará candidatura própria, apoiará outro nome ou ficará fora das coligações presidenciais. O prazo coincide com o último dia permitido para a realização de convenções partidárias.
PP veta Tereza Cristina na chapa de Flávio Bolsonaro e reforça neutralidade

Justiça condena Nikolas a pagar R$ 20 mil ao PT por post sobre tráfico


PP avalia que Tereza Cristina aceitou convite de Flávio Bolsonaro par fazer gesto ao agro: “ela não queria”
Cúpula do partido avalia que senadora aceitou conversa sobre vice para responder à pressão do agronegócio; Legenda mantém neutralidade
A cúpula do Progressistas avalia que o convite feito por Flávio Bolsonaro (PL) à senadora Tereza Cristina (PP-MS) para compor a chapa presidencial chegou tarde demais e sem condições políticas ou formais de prosperar dentro do partido. Segundo o blog do jornalista Gerson Camarotti, no G1, dirigentes do PP interpretam que Tereza Cristina aceitou abrir a conversa com Flávio porque já sabia que a legenda barraria a aliança.
Nos bastidores, a leitura é que a senadora fez um gesto ao setor produtivo, especialmente ao agronegócio de Mato Grosso do Sul, que vinha pressionando por uma aproximação com o candidato do PL.
Um deputado do PP resumiu a avaliação feita internamente sobre o movimento da senadora: “No fundo, se avalia que ela também não queria. Ela voltou atrás (em aceitar a vice) apenas para fazer um gesto ao agro, principalmente de Mato Grosso do Sul, que estava cobrando isso dela”.
O encontro entre Flávio Bolsonaro e Tereza Cristina ocorreu na quarta-feira (29). A conversa foi comunicada pela senadora na quinta-feira (30), quando ela divulgou nota afirmando que “falou-se, pela primeira vez, sobre a vice-presidência, mas nada foi decidido”.
Aliados de Tereza Cristina afirmaram que uma segunda reunião só seria realizada caso houvesse aval formal do PP. Esse aval, no entanto, não veio. A direção da legenda já havia se manifestado contra a entrada na coligação e decidiu manter a posição de neutralidade no processo eleitoral.
Além da resistência política, o PP identificou um obstáculo burocrático para viabilizar a aliança. Depois de anunciar sua independência, o partido não convocou convenção nacional, formalidade necessária para lançar candidatos ou integrar coligações.
PT oficializa candidatura de Pedro Rousseff à Câmara dos Deputados por Minas Gerais
Vereador mais votado da história do PT mineiro afirma que pretende reforçar a defesa do governo Lula e fazer contraponto ao bolsonarismo
O Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou, nesta sexta-feira (31), a candidatura do vereador de Belo Horizonte Pedro Rousseff à Câmara dos Deputados por Minas Gerais durante a Convenção Estadual da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PCdoB.
Sobrinho da ex-presidente Dilma Rousseff, Pedro foi eleito vereador da capital mineira em 2024 com 17.595 votos, tornando-se o candidato mais votado da história do PT em Minas Gerais para o cargo. Em 2025, assumiu a vice-presidência estadual da sigla, consolidando sua posição entre as principais lideranças emergentes do partido no estado.
Segundo dirigentes petistas ouvidos pela reportagem original, a candidatura de Pedro Rousseff integra a estratégia eleitoral da legenda para fortalecer sua bancada na Câmara dos Deputados e ampliar sua presença entre o eleitorado jovem. Internamente, o vereador é apontado como um dos principais representantes da nova geração do PT e sua candidatura foi estruturada para fazer contraponto ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL), um dos principais nomes do bolsonarismo em Minas Gerais.