quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Gilmar acusa Mendonça de agir como “pixuleco eleitoral” e compara método à Lava Jato
Mistério no Paraná: Vigilante desaparecido é achado morto em chaminé de churrascaria
A princípio, funcionários acreditaram que o cheiro pudesse ser provocado por algum animal morto
pela Polícia Civil, que identificou indícios de morte por asfixia O corpo do vigilante Paulo Rogério Lopes Farezin Júnior, de 27 anos, que estava desaparecido desde 1º de setembro, foi encontrado dentro da chaminé
Crédito: Reprodução
O corpo do vigilante Paulo Rogério Lopes Farezin Júnior, de 27 anos, que estava desaparecido desde 1º de setembro, foi encontrado dentro da chaminé de uma churrasqueira em uma residência de Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba. A Polícia Civil do Paraná identificou indícios de morte por asfixia, mas aguarda os exames periciais para determinar a causa e esclarecer como o homem foi parar no local.
Segundo informações publicadas pelo UOL, o corpo foi localizado na segunda-feira (14), depois que uma funcionária do imóvel, situado no bairro Vila Brasília, percebeu um forte odor vindo da área da churrasqueira. A ocorrência mobilizou a Guarda Municipal e o Corpo de Bombeiros.
A princípio, funcionários acreditaram que o cheiro pudesse ser provocado por algum animal morto. Um homem decidiu verificar a churrasqueira e avistou os pés de uma pessoa dentro da estrutura. O vigilante patrimonial da residência então comunicou o caso às autoridades.
Paulo estava em avançado estado de decomposição. Segundo relato do supervisor Gelenski ao Balanço Geral, da Ric Record, uma perita estimou que a vítima estivesse dentro da chaminé havia aproximadamente dez dias.
Lula lembra que Ibaneis Rocha quebrou o BRB, critica Celina Leão e reforça apoio a Leandro Grass no DF
Presidente responsabilizou o ex-governador pela crise no banco público de Brasília, rejeitou socorro para cobrir o rombo e entrou em confronto com Celina Leão durante comício em Ceilândia
Lula durante comício em Ceilândia - Crédito: Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva responsabilizou o ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) pela crise financeira do Banco de Brasília (BRB) e reforçou seu apoio à candidatura de Leandro Grass (PT) ao Palácio do Buriti. As declarações foram feitas durante comício realizado nesta quarta-feira (16), em Ceilândia. As informações são da jornalista Ana Maria Campos, em sua coluna no Correio Braziliense.
No discurso, Lula associou diretamente os problemas enfrentados pelo banco público às operações realizadas com o Banco Master, de Daniel Vorcaro. Segundo o presidente, a responsabilidade pela situação do BRB está na administração anterior do Distrito Federal.
“Quem quebrou o BRB foi a ligação do Ibaneis com Vorcaro, do Banco Master. O BRB comprou títulos que não existiam: R$ 12 bilhões”, afirmou Lula.
PF trava novas diligências dos casos Master e INSS diante da crise no STF
Indefinição sobre a relatoria paralisa apurações e gera incertezas jurídicas sobre a condução dos processos na Corte
A Polícia Federal passou a adotar uma postura de extrema cautela e desacelerou o ritmo das investigações relativas ao caso do Banco Master e ao esquema de irregularidades no INSS diante do impasse institucional no Supremo Tribunal Federal (STF), desencadeado após o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, determinar o envio de todos os processos à Presidência do tribunal, segundo reportagem do jornal O Globo.
Operação Overclean: PF investiga contratos de R$ 80 milhões na Educação em BH
Ação cumpre 24 mandados de busca e apreensão em seis estados para apurar crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa
Viatura da Polícia Federal - Crédito: Aquiles Lins
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (17), uma operação para investigar suspeitas de direcionamento na contratação de serviços e no fornecimento de materiais didáticos para a Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte, informa o Metrópoles.
A ação integra a 10ª fase da Operação Overclean. Ao todo, os agentes cumprem 24 mandados de busca e apreensão expedidos para endereços localizados em seis estados: Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Tocantins, Paraná e Espírito Santo.
O foco central do inquérito apura irregularidades em ao menos três contratos celebrados entre os anos de 2024 e 2025, cujos valores somados ultrapassam a cifra de R$ 80 milhões. Além desses acordos já identificados, outros procedimentos de contratação conduzidos pela pasta municipal também estão sob análise minuciosa da corporação.