domingo, 14 de dezembro de 2025

Lindbergh cobra cumprimento da Constituição após renúncia de Zambelli e diz que Câmara já deveria ter declarado perda do mandato

A decisão da deputada ocorre após o STF ter determinado a perda automática de seu mandato

       Lindbergh Farias (Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados)

 A renúncia da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) ao mandato, formalizada no domingo (14), reacendeu críticas à condução do caso pela Câmara dos Deputados e intensificou a pressão pelo cumprimento imediato das decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Em uma postagem dura, o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou que a Casa perdeu a “última oportunidade digna” de se alinhar à Constituição.

“A Câmara perde sua última oportunidade digna de se alinhar à Constituição. Carla Zambelli anunciou renúncia, mas ninguém pode renunciar a um mandato que já não existe”, declarou Lindbergh. Segundo ele, a Constituição é clara ao estabelecer a incompatibilidade entre o exercício do mandato parlamentar e condenações criminais com pena privativa de liberdade superior a determinados limites.

De acordo com o parlamentar, os dispositivos constitucionais não deixam margem para interpretação política. “A Constituição é inequívoca no sentido de que é incompatível o exercício do mandato com pena privativa de liberdade por mais de 120 dias (art. 55, III), condenação criminal transitada em julgado (art. 55, VI) e pena superior a 4 anos com suspensão dos direitos políticos (art. 15, art. 55, IV). Nessas hipóteses, a perda do mandato é automática (art. 55, parágrafo 3°.), o que deveria ter sido feito há meses, mas foi retardada até o presente momento”, afirmou.

A renúncia de Zambelli foi comunicada oficialmente à Secretaria-Geral da Mesa da Câmara, que confirmou o encerramento de sua atuação parlamentar. Com a vacância do cargo, assume a cadeira o suplente do Partido Liberal em São Paulo mais votado nas últimas eleições, Adilson Barroso. As informações foram divulgadas inicialmente pelo Brasil 247.

A decisão da deputada ocorre após o STF ter determinado a perda automática de seu mandato. O entendimento foi firmado em julgamento no plenário virtual da Corte, com votos dos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino e Cármen Lúcia, que acolheram os argumentos da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Segundo a PGR, Carla Zambelli atuou em parceria com o hacker Walter Delgatti Neto para inserir documentos falsos na base de dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), incluindo um falso mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes. Para o STF, a condenação criminal transitada em julgado impunha a perda imediata do mandato.

Apesar da decisão da Corte, a Câmara dos Deputados rejeitou o pedido de cassação baseado no julgamento do STF, o que gerou críticas de parlamentares e juristas. Para Lindbergh Farias, a tentativa de preservar o mandato foi uma manobra política fracassada.

“A tentativa de preservar o mandato pela Câmara foi uma manobra fracassada. O Mandado de Segurança, a decisão do ministro Alexandre de Moraes e a unanimidade do STF deixaram claro que não há espaço para voto político, barganha ou corporativismo. À Mesa cabe apenas declarar a perda do mandato, em ato administrativo vinculado”, afirmou o deputado.

Fonte: Brasil 247

Haddad confirma saída da Fazenda no início de 2026 e resiste a disputar eleição

Ministro diz que deixará o cargo antes de março para ajudar Lula, mas mantém cautela sobre candidatura em 2026

Brasília (DF) - 20/08/2025 - O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que pretende deixar o comando da pasta no começo de 2026, indicando que a saída deve ocorrer antes do prazo legal de desincompatibilização eleitoral. A declaração foi feita durante participação na inauguração do SBT News, em São Paulo, na última sexta-feira (12), quando o ministro comentou o calendário político do próximo ano.

Ao falar sobre o momento da saída, Haddad foi direto e disse: "Deve ser um pouco antes de março". Em tom descontraído, ainda cantou um trecho de uma marchinha popular para ilustrar a proximidade do prazo: "ai, ai, ai, ai, tá chegando a hora…".

As informações foram divulgadas inicialmente na coluna Painel, da Folha de São Paulo. Em entrevista concedida anteriormente ao jornal O Globo, Haddad já havia sinalizado que sua eventual saída do ministério estaria ligada à estratégia eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a possibilidade de atuar na coordenação da campanha de reeleição ou na elaboração do programa de governo.

Apesar da pressão interna no Partido dos Trabalhadores, Haddad tem resistido à ideia de disputar cargos eletivos em 2026, seja o governo do estado de São Paulo ou uma vaga no Senado. Segundo relatos, a resistência permanece, mas o ministro poderia reconsiderar a decisão caso haja um apelo direto do presidente Lula.

Caso venha a disputar a eleição, Haddad precisará se afastar formalmente do cargo até o início de abril, conforme exige a legislação eleitoral. Nos bastidores do Ministério da Fazenda, o nome mais citado para assumir a pasta em sua eventual saída é o do atual secretário-executivo, Dario Durigan, que desponta como favorito para a sucessão.

Fonte: Brasil 247 com informações da coluna Painel da Folha de S. Paulo

O que levou Zambelli à renúncia antes do desfecho no STF

Carla Zambelli. Foto: Divulgação

O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante, comentou neste domingo (14), a renúncia de Carla Zambelli ao mandato parlamentar. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou que a decisão foi tomada como parte de uma estratégia jurídica diante das decisões recentes do Supremo Tribunal Federal.

Segundo o deputado, a renúncia ocorreu antes da conclusão do processo de cassação e teria como objetivo preservar direitos da agora ex-deputada. “Foi uma decisão estratégica diante de uma decisão vergonhosa do STF, que ignorou o devido processo legal e avançou sobre as garantias constitucionais básicas”, declarou Sóstenes.

Na avaliação do líder do PL, a saída antecipada do mandato amplia as possibilidades de defesa de Zambelli. De acordo com ele, a medida evita consequências mais severas decorrentes de um julgamento que classificou como “claramente politizado”.

Sóstenes afirmou ainda que, com a renúncia, Zambelli passa a ter mais espaço jurídico para atuar fora do país. Segundo o deputado, a decisão garante à ex-parlamentar “margem jurídica para buscar liberdade e permanecer na Itália”.

O líder do PL também rejeitou a interpretação de que a atitude represente fuga. “É cálculo jurídico em um ambiente de exceção. Quando a Corte perde a imparcialidade, a estratégica passa a ser a única forma de proteção contra o arbítrio”, afirmou.

O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante. Foto: Divulgação
A renúncia foi confirmada oficialmente pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, também neste domingo. A decisão de Zambelli ocorreu após determinação do STF para que o suplente assumisse a vaga no prazo de 48 horas.

Em nota, a Câmara informou que a deputada comunicou formalmente a renúncia à Secretaria-Geral da Mesa Diretora. “Em decorrência disso, o presidente da Câmara dos Deputados determinou a convocação do suplente, deputado Adilson Barroso (PL-SP), para tomar posse”, informou a Casa.

Zambelli está fora do país desde que foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal e teve o mandato questionado pela Corte. A situação levou à aceleração dos trâmites na Câmara e à convocação imediata do suplente após a formalização da renúncia.

Com a saída definitiva de Zambelli, Adilson Barroso, primeiro suplente do PL em São Paulo, passa a ocupar a cadeira na Câmara dos Deputados, encerrando o impasse institucional em torno do mandato da ex-parlamentar.

Fonte: DCM


Avenida Paulista é tomada por manifestantes contra anistia e pautas anti-povo do Congresso

Outros atos também ocorrem nas principais cidades do país

      Ato na Paulista (Foto: Florestan Fernandes JR)

Manifestantes ocupam a Avenida Paulista, na região central de São Paulo, na tarde deste domingo (14), em protesto contra a aprovação, na Câmara dos Deputados, do PL da Dosimetria — projeto que reduz as penas dos condenados por tentativa de golpe de Estado. Outros atos também ocorrem nas principais cidades do país.

Os manifestantes também pautam medidas do Congresso como o uso do orçamento secreto e da imediata aprovação de projetos que de fato beneficiem a população, como o fim da escala 6x1.
Veja imagens do ato:

 


 

 

 


Fonte: Brasil 247

Zambelli renuncia ao mandato após decisão do STF e Motta convoca suplente


O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. Foto: Divulgação

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, informou neste domingo (14), que a deputada federal Carla Zambelli renunciou ao mandato. A decisão foi comunicada após determinação do Supremo Tribunal Federal para que o suplente assumisse o cargo no prazo de 48 horas.

Em nota oficial, a Câmara informou que a parlamentar comunicou formalmente a renúncia à Secretaria-Geral da Mesa. “Em decorrência disso, o presidente da Câmara dos Deputados determinou a convocação do suplente, deputado Adilson Barroso, para tomar posse”, afirmou a Casa.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), disse que a decisão fez parte de uma estratégia articulada pela defesa para impedir a cassação da deputada.

Zambelli está presa desde julho na Itália, país para onde fugiu após ser condenada pelo STF. A deputada havia se licenciado do mandato entre maio e outubro, mas, desde o retorno formal, passou a acumular ausências nas sessões plenárias.

A Constituição prevê a perda do mandato parlamentar quando há ausência em mais de um terço das sessões legislativas ao longo do ano. A situação dela passou a ser analisada pela Câmara após sucessivas faltas registradas desde o fim da licença.

A deputada foi condenada a 10 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal por envolvimento na invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça. A Justiça italiana deve analisar na próxima quinta-feira (18), o pedido de extradição apresentado pelas autoridades brasileiras.

Carla Zambelli presta depoimento na CCJ da Câmara. Foto: Divulgação

Em junho, a Primeira Turma do STF já havia decidido pela perda do mandato de Zambelli e comunicou oficialmente a Câmara. Na ocasião, Hugo Motta optou por encaminhar o caso à Comissão de Constituição e Justiça, atendendo a pressões da oposição.

Após meses de análise, a CCJ deu aval à cassação do mandato, mas a votação no plenário não atingiu o número de votos necessários para confirmar a perda do cargo. Diante disso, o ministro Alexandre de Moraes considerou o ato da Câmara nulo.

Em resposta, Moraes determinou a perda imediata do mandato e fixou o prazo de 48 horas para a posse do suplente. A decisão foi confirmada por unanimidade na Primeira Turma do STF, e a Câmara foi oficialmente notificada na sexta-feira (12).

Com a renúncia, a vaga passa a ser ocupada por Adilson Barroso (PL-SP), primeiro suplente do partido no estado. Desde as eleições, ele já assumiu o mandato em outras três ocasiões, sempre na condição de suplente.

Fonte: DCM

VÍDEOS – Brasileiros saem às ruas para protestar contra o PL da Dosimetria

 

Duas imagens de manifestações em Natal e Florianópolis
Imagens de manifestações em Natal e Florianópolis – Reprodução/X
As manifestações contra o projeto de lei da dosimetria começaram neste domingo (14) em diferentes regiões do país, reunindo movimentos sociais, organizações populares, militantes de esquerda e artistas em atos convocados sob o mote “Congresso inimigo do povo”.

As mobilizações foram organizadas ao longo da última semana, após a Câmara dos Deputados aprovar, na madrugada de quarta-feira (10), o projeto que reduz penas aplicadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a outros envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

Os protestos estão previstos em mais de 40 cidades e ocorrem em locais simbólicos, como a avenida Paulista, em São Paulo, e a orla de Copacabana, no Rio de Janeiro. A proposta aprovada pela Câmara é o principal alvo das manifestações, que têm como objetivo pressionar o Senado a barrar o avanço do texto. Organizadores avaliam que a mobilização popular pode influenciar a tramitação da matéria, repetindo o que ocorreu em setembro, quando protestos levaram ao arquivamento da chamada PEC da Blindagem.

O cenário das manifestações deste domingo retoma o formato adotado nos atos realizados em 21 de setembro, convocados após a Câmara aprovar uma proposta que condicionava investigações contra parlamentares à autorização do próprio Legislativo. Naquela ocasião, os protestos foram articulados em curto prazo e reuniram dezenas de milhares de pessoas, segundo levantamentos independentes, com presença significativa de artistas e lideranças culturais.

Em São Paulo, a avenida Paulista volta a ser palco de atos políticos e apresentações musicais, enquanto no Rio de Janeiro artistas também participam das atividades previstas para a tarde. As mobilizações são organizadas pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, que reúnem entidades como o MST, o MTST e a CUT, e têm usado as redes sociais para convocar participação e divulgar a programação ao longo do dia.

As imagens que seguem registram o início das manifestações, a ocupação dos espaços públicos, as faixas e cartazes levados pelos participantes em locais como Brasília, Belo Horizonte, Natal, Florianópolis e Manaus:

 

Fonte: DCM

Lula e Janja visitam Roseana Sarney durante tratamento contra câncer de mama


          Roseana Sarney entre Luiz Inácio Lula da Silva e Janja – Reprodução/Instagram

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a primeira-dama Rosângela Lula da Silva, Janja, visitaram neste sábado (13) a deputada federal Roseana Sarney (MDB-MA), que está em tratamento contra um câncer de mama. A visita foi divulgada nas redes sociais da parlamentar e do partido, com a publicação de uma foto do encontro.

Na postagem, o MDB informou que a visita foi marcada por manifestações de apoio e solidariedade. Roseana Sarney tem utilizado as redes sociais para atualizar o público sobre seu estado de saúde e compartilhar etapas do tratamento, iniciado após o diagnóstico anunciado em agosto.

A ex-governadora do Maranhão informou que enfrenta um câncer de mama triplo negativo. Em vídeos publicados entre outubro e novembro, ela apareceu com a cabeça raspada em razão da quimioterapia e agradeceu mensagens de apoio. Em um dos registros, destacou a importância do diagnóstico precoce durante a campanha do Outubro Rosa.

O câncer de mama triplo negativo representa cerca de 15% dos casos da doença no mundo. Segundo o Instituto Oncoguia, trata-se de um tipo que não apresenta receptores hormonais nem a proteína HER2, o que limita opções de tratamento e torna a quimioterapia uma abordagem frequente.

De acordo com o médico Gilberto Amorim, da Oncologia D’Or, esse grupo de tumores exige acompanhamento específico por não responder a terapias hormonais ou anti-HER2.

Fonte: DCM

VÍDEO: Organizadores falam em 100 mil contra o PL da Dosimetria em BH


        Ato contra o PL da Dosimetria neste domingo, em Belo Horizonte. Foto: Divulgação

Manifestantes realizaram neste domingo (14), um ato em Belo Horizonte contra a aprovação do Projeto de Lei da Dosimetria. A mobilização começou por volta das 9h, na Praça Raul Soares, na região central da capital mineira, sob sol forte, e foi organizada por movimentos sociais, centrais sindicais e partidos de esquerda. Os organizadores falam em 100 mil nas ruas da capital mineira.

O protesto reuniu famílias, idosos e muitas mulheres, além de representantes de torcidas organizadas de clubes mineiros. Três trios elétricos conduziram os participantes pelas ruas do Centro, em um trajeto que seguiu em direção à Praça Sete.

Entre os presentes estava a artista Luciene Lemos, que defendeu a ocupação das ruas como forma de pressão popular. “O povo tem que vir para a rua, o povo tem que lutar, porque o Congresso passou de todos os limites. E está achando que a população vai aceitar tudo calada. Então, chama as pessoas para esse, venha, e outros que tiverem também. Vamos ocupar a rua”.

A professora Fabiane Barros participou do ato acompanhada dos dois filhos pequenos. Para ela, levar as crianças é uma forma de ensinar desde cedo o valor da democracia. “É ensinar o que é a verdadeira democracia, né? A gente está do lado certo e lutar por ele, independente de quem esteja por trás de qualquer negociação, né? Saber que é a vida da gente que está em jogo. Hoje sou eu, amanhã eles continuam esse legado, e a gente saber que a vida é uma luta mesmo, né?”.

Além de Belo Horizonte, manifestações contra o PL da Dosimetria ocorreram em outras 11 cidades de Minas Gerais, como Juiz de Fora, Uberlândia e Montes Claros. Os atos fizeram parte de uma mobilização nacional convocada por movimentos sociais e partidos ligados à esquerda.


Na capital mineira, os participantes exibiram cartazes com frases como “sem anistia” e “não à impunidade”. O protesto também incorporou outras pautas, como críticas à privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais, a Copasa, e manifestações de apoio ao deputado federal Glauber Braga, que teve o mandato suspenso por seis meses.

O Projeto de Lei da Dosimetria foi aprovado pela Câmara dos Deputados na madrugada da última quarta-feira, 10. O texto permite a redução de penas de condenados por atos golpistas ao impedir a soma das punições para os crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito quando praticados no mesmo contexto.

Atualmente, o Supremo Tribunal Federal entende que esses crimes podem ocorrer simultaneamente, o que autoriza a soma das penas. Esse foi o critério adotado nas condenações relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023 e também no julgamento da trama golpista.

O projeto, apresentado pelo deputado Paulinho da Força, altera esse entendimento. Entre os beneficiados estaria o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por cinco crimes. Pela dosimetria atual, ele recebeu oito anos e dois meses por golpe de Estado e seis anos e seis meses por abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

Segundo cálculos divulgados pela equipe do relator, caso o projeto seja sancionado, Bolsonaro permaneceria em regime fechado por mais dois anos e quatro meses, o que motivou os protestos realizados neste domingo em Belo Horizonte e em outras cidades do país.

Fonte: DCM

Sertanejos Matheus & Kauan anunciam fim da dupla: “Não existe próximo capítulo”


      A dupla sertaneja Matheus & Kauan – Divulgação

A dupla sertaneja Matheus & Kauan publicou no sábado (13) um vídeo nas redes sociais em que comenta o momento atual da parceria. Na gravação, os artistas afirmam que não há continuidade prevista para a trajetória conjunta. “A gente não sabe explicar um ponto final, mas a verdade é que não existe um próximo capítulo pra essa temporada”, disseram.

No vídeo, a dupla afirma que decidiu se manifestar após especulações recentes. Segundo o relato, a conversa foi feita sem roteiro, com referência aos anos de convivência profissional, turnês e apresentações. Os cantores mencionam que, ao longo do tempo, situações foram adiadas ou ignoradas, o que acabou gerando desgaste interno.

“Às vezes em forma de silêncio e às vezes em forma de tempestade mesmo quando a vida insistia em nos empurrar para lados diferentes, mas também existe aquilo que nunca muda, aquilo que sempre será parte da nossa história: a parceria, o respeito o riso antes do show o olhar no palco que dispensa palavra aquela certeza de que, custe o que custar a gente marcou a vida um do outro e a de vocês também. No meio disso tudo A gente também entendeu que errou, errou tentando acertar, errou calado, errou falando demais, mas se Deus é quem perdoa, quem somos nós pra julgar, só temos que aceitar”, refletiram os amigos.

Fonte: DCM

Após derrota no caso Zambelli, Câmara decide mandatos de Eduardo e Ramagem


       Carla Zambelli e Eduardo Bolsonardo. Igo Estrela/Metrópoles @igoestrela

A Câmara dos Deputados entra numa semana decisiva após a derrubada, pelo STF, da decisão que havia mantido o mandato de Carla Zambelli. Agora, os deputados Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem, ambos nos Estados Unidos, precisam apresentar suas manifestações nos processos que podem levar à cassação. As notificações já foram enviadas, e os prazos para resposta se encerram nos próximos dias. As informações são do Metrópoles.

Eduardo Bolsonaro corre risco de perder o mandato por excesso de faltas. Autoexilado desde março, ele já ultrapassou o limite de ausências permitido pela Constituição. O processo administrativo foi aberto na última terça-feira. Se o deputado não responder dentro do prazo, caberá à Mesa Diretora decidir pela perda automática do mandato.

Eduardo Bolsonaro em evento nos EUA. Foto: Mandel Ngam/AFP
No caso de Alexandre Ramagem, condenado pelo STF no processo sobre tentativa de golpe de Estado, o processo foi instaurado porque ele está foragido e a condenação transitou em julgado. A Câmara informou que o plenário votará seu caso na quarta-feira (17/12), sem passar pela CCJ, em rito abreviado. Ramagem tem até cinco sessões para apresentar defesa após ser notificado.

Nos EUA, Ramagem ataca Moraes, cobra bancadas do Congresso e defende anistia
A tensão entre Congresso e Supremo voltou a crescer depois que a Câmara decidiu preservar o mandato de Zambelli, contrariando a determinação anterior do STF. Alexandre de Moraes anulou a votação e ordenou que o suplente fosse empossado em 48 horas. O episódio reacendeu o debate sobre limites e atribuições entre os Poderes.

Aliados de Hugo Motta avaliam que o presidente da Câmara terá de cumprir integralmente a ordem do STF para evitar novos confrontos institucionais. Com esse cenário, cresce a expectativa de que Motta cancele a votação sobre Ramagem, seguindo a linha de obediência imediata ao Supremo.

O caso de Zambelli permanece como pano de fundo da crise. Condenada a 10 anos de prisão pela invasão dos sistemas do CNJ, ela fugiu do país antes do julgamento e está presa na Itália, aguardando decisão sobre extradição. O desfecho do processo dela pressionou diretamente a agenda da Câmara e abriu caminho para a semana decisiva envolvendo Eduardo e Ramagem.

Fonte: DCM com informações do Metrópoles

Nova pesquisa Quaest avalia Lula após lançamento da candidatura de Flávio


    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva – Divulgação/PR

A pesquisa Genial/Quaest com cenários eleitorais para a eleição presidencial de 2026 será divulgada na quinta-feira (18), com uma mudança em relação às rodadas anteriores. Com informações da coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo.

Pela primeira vez em 2025, o levantamento não inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), nem os nomes de Michelle Bolsonaro (PL) e Eduardo Bolsonaro (PL). O único integrante da família testado é o senador Flávio Bolsonaro (PL).

Na véspera, quarta-feira (17), a Quaest divulga os dados sobre a avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A coleta foi iniciada na quinta-feira passada e se encerra nesta segunda-feira (15). Ao todo, são entrevistados presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, em todas as regiões do país.

senador Flávio Bolsonaro (PL) falando e gesticulando
O senador Flávio Bolsonaro (PL) – Reprodução

No levantamento divulgado em novembro, Lula liderou todos os cenários testados para o primeiro turno da eleição presidencial de 2026. Naquela rodada, porém, o nome de Flávio Bolsonaro não fazia parte das simulações eleitorais apresentadas aos entrevistados.

Sobre a avaliação do governo, a pesquisa anterior indicou uma interrupção na trajetória de aumento da aprovação do presidente registrada desde maio. Os dados foram divulgados após a realização de uma operação policial no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, ocorrida no período analisado pelo levantamento.

Fonte: Brasil 247 com informações do jornal O Globo