sábado, 22 de agosto de 2026

“Para de querer responder”, reclama Gabriela Duarte à mãe, Regina Duarte, sobre Bolsonaro (vídeo)

 Atrizes protagonizam saia-justa durante entrevista ao tentarem desviar de pautas políticas na estreia de nova peça em São Paulo

Regina Duarte  -  Crédito: Reprodução/Instagram@/folhailustrada

As atrizes Regina Duarte e Gabriela Duarte protagonizaram momentos de tensão durante uma entrevista concedida ao jornal Folha de São Paulo na quinta-feira (20), ao serem questionadas sobre temas políticos e a respeito do governo Jair Bolsonaro (PL).

Em cartaz juntas na comédia “A filha da…”, mãe e filha tentavam focar o encontro na promoção do espetáculo teatral. No entanto, a trajetória política de Regina Duarte voltou ao centro da pauta, desencadeando intervenções diretas de Gabriela para evitar que a mãe comentasse o assunto.

Regina Duarte, que foi apoiadora de Jair Bolsonaro e ocupou a cadeira de secretária especial da Cultura por 74 dias — entre março e maio de 2020 —, foi indagada sobre os eventuais custos pessoais e profissionais de sua passagem pela gestão federal. Antes que a veterana pudesse se pronunciar, Gabriela interveio na tentativa de cortar a abordagem: “Não, a gente não vai falar sobre isso”.

Apesar do alerta da filha, Regina fez questão de se manifestar e buscou minimizar os impactos de sua atuação no Executivo. “Deixa eu falar só isso. Não teve custo nenhum. Saí de lá depois de 74 dias, voltei para minha vida e segui magnificamente bem. Tem gente que não me perdoa até hoje por ter ido. Tem gente que não me perdoa por ter voltado. Então, agora acabou. Morreu esse assunto”, declarou a atriz.

Juliana Brizola avança e empata com Zucco na disputa pelo governo do Rio Grande do Sul, aponta pesquisa

 Disputa pelas duas vagas no Senado tem cinco concorrentes com chances reais, mostra levantamento do Paraná Pesquisas

Juliana Brizola e Zucco - Crédito: Reprodução/X/@JulianaBrizola | Marina Ramos/Câmara dos Deputados

A disputa pelo governo do Rio Grande do Sul está concentrada entre Zucco (PL-RS) e Juliana Brizola (PDT), enquanto a corrida pelas duas vagas do estado no Senado reúne cinco concorrentes em um bloco mais competitivo. É o que mostra levantamento do Paraná Pesquisas realizado entre 18 e 20 de agosto, com 1.504 eleitores de 67 municípios gaúchos. A margem de erro estimada é de 2,6 pontos percentuais, com grau de confiança de 95%.

Na pesquisa estimulada para governador, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Zucco aparece com 34,4% das intenções de voto, contra 31,4% de Juliana Brizola. A diferença entre os dois é de três pontos percentuais e os intervalos estimados a partir da margem de erro se sobrepõem.

Bem atrás dos dois primeiros colocados aparece Gabriel Souza (MDB), com 11,3%. Outros candidatos não chegaram a 5%. 7,7% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados, enquanto 6,3% não souberam ou não responderam.

O comparativo com a rodada de julho aponta estabilidade de Zucco e avanço de Juliana Brizola. Zucco passou de 34,2% para 34,4%, uma oscilação de 0,2 ponto percentual. Juliana cresceu de 30,1% para 31,4%, alta de 1,3 ponto.

Na pesquisa espontânea, em que o entrevistado não recebe uma lista de candidatos, Zucco também aparece na frente, com 14,6%, seguido por Juliana Brizola, com 9,2%.

O levantamento também revela diferenças importantes no perfil do eleitorado de Zucco e Juliana. Entre os homens, Zucco marca 40,6%, ante 27,4% de Juliana. Entre as mulheres, a relação se inverte: Juliana chega a 35,1%, enquanto Zucco tem 28,9%. A candidata também aparece à frente entre os eleitores de 16 a 24 anos, com 28,9% contra 20,1%, e entre aqueles com 60 anos ou mais, por 35,6% a 33,6%.

Zucco registra suas maiores vantagens entre eleitores de 25 a 34 anos, faixa em que chega a 35,5% contra 26,3% de Juliana, e entre os de 35 a 44 anos, com 39,3% a 26%. Entre os entrevistados de 45 a 59 anos, os dois aparecem próximos: 36,7% para Zucco e 35,4% para Juliana. O candidato também alcança 41,1% entre os eleitores com ensino superior, diante de 30,6% da adversária.

A rejeição é maior para Juliana Brizola. Questionados sobre os nomes em que não votariam de jeito nenhum, 28,7% mencionaram a candidata. Zucco aparece em seguida, com 24,2%. Gabriel Souza registra 10,6%, Cesar Pontes 8,3%, Marcelo Maranata 8,1%, Rejane de Oliveira 7,5% e Priscila Voigt 7,3%. Nessa pergunta, cada entrevistado podia indicar mais de um candidato.

⦿ Senado tem Manuela d’Ávila (PSOL) na liderança com 33,6%

A corrida pelas duas vagas gaúchas no Senado apresenta um quadro mais fragmentado. Na pesquisa estimulada, Manuela d’Ávila (PSOL) lidera com 33,6%, seguida por Marcel Van Hattem (Novo), com 26,9%. Germano Rigotto (MDB) aparece logo depois, com 24,3%, Paulo Pimenta (PT) tem 22,5% e Sanderson (PL) registra 16%. Como estarão em disputa duas cadeiras, cada entrevistado pôde indicar até dois candidatos. Os demais nomes aparecem em patamares mais baixos.

A segmentação por gênero mostra diferenças marcantes na disputa pelo Senado. Entre as mulheres, Manuela d’Ávila alcança 41,7%, contra 19,9% de Marcel Van Hattem. Entre os homens, o cenário se inverte: Van Hattem registra 34,6%, enquanto Manuela tem 24,7%. Rigotto aparece com 25,8% entre os homens e 22,9% entre as mulheres, e Pimenta marca 21,6% e 23,2%, respectivamente.

No levantamento espontâneo para senador, porém, a indefinição ainda é elevada. Marcel Van Hattem é o nome mais citado, com 7,2%, seguido por Manuela d’Ávila, com 5,2%, Pimenta, com 3,3%, Sanderson, com 2,6%, e Rigotto, com 1,9%. Ao todo, 74,2% dos entrevistados não souberam ou não opinaram, indicando que a disputa pelo Senado ainda está distante de uma consolidação espontânea entre o eleitorado.

⦿ Governo Eduardo Leite divide avaliação dos gaúchos

A pesquisa também mediu a avaliação da administração de Eduardo Leite. O governo é aprovado por 49,2% dos entrevistados e desaprovado por 47,8%, enquanto 3% não souberam ou não responderam. Na avaliação por conceitos, 6,1% classificam a gestão como ótima e 27,3% como boa, somando 33,4% de avaliações positivas. Outros 30,7% consideram o governo regular. As avaliações ruim e péssima somam 34%.

Na comparação com julho, a aprovação de Leite oscilou de 48,4% para 49,2%, enquanto a desaprovação passou de 47,9% para 47,8%. A parcela que considera a administração boa subiu de 23,7% para 27,3%, enquanto a avaliação péssima recuou de 22,2% para 20,6%.

O levantamento foi realizado por meio de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais. Segundo o Paraná Pesquisas, a amostra foi selecionada para representar o eleitorado do Rio Grande do Sul considerando critérios como gênero, idade, escolaridade e renda domiciliar. O Paraná Pesquisas registrou o levantamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RS-03898/2026.

Fonte: Brasil 247

Marília Campos lidera disputa ao Senado em Minas Gerais, aponta Datafolha

 Candidata do PT tem 11% das intenções de voto, seguida por Carlos Viana, com 8%, e Domingos Sávio, com 6%

Marília Campos  -  Crédito: Luci Sallum / Divulgação

A pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21) aponta Marília Campos (PT) na liderança da disputa por uma das duas vagas ao Senado por Minas Gerais nas eleições de outubro. A petista aparece com 11% das intenções de voto, seguida por Carlos Viana (PSD), com 8%, e Domingos Sávio (PL), com 6%.

Na sequência, aparecem Marcelo Aro (PP), com 5%; Ana Luiza do MLB (UP), com 4%; e Marco Antônio Superman (Novo), com 3%. O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de São Paulo.

Pesquisa estimulada

Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores, Áurea Carolina (PSOL), Manoel Carvalho (MDB) e Gustavo Galassi (PSDB) registram 2% cada.

Também aparecem com 2% Tião Pessoa (PCO), Marcelo Heringer (PDT) e Victória Mello Vic (PSTU). Carlin Moura (Avante), Juiz Ramon Moreira (DC), Arcanjo Pimenta (MDB), Fidélis Alcântara (UP) e Jordano Metalúrgico (PSTU) têm 1% cada.

O levantamento registra ainda 24% de eleitores indecisos e 21% que afirmam votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos. Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados, 84% dos entrevistados estão indecisos.

Fonte: Brasil 247

TRE-SP barra recursos e mantém Pablo Marçal inelegível por oito anos

 Tribunal também mantém multa de R$ 420 mil e impede, neste momento, que recursos avancem ao TSE

Pablo Marçal - Crédito: Reprodução/YT

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) rejeitou, nesta sexta-feira (21/8), os recursos apresentados pela defesa do empresário de extrema direita Pablo Marçal e pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) contra a decisão que tornou o influenciador inelegível por oito anos. Com o despacho, também permanece a multa de R$ 420 mil aplicada a Marçal.

Segundo o Metrópoles, o presidente do TRE-SP, desembargador José Antonio Encinas Manfré, não admitiu os recursos especiais apresentados pelas duas partes. Dessa forma, os pedidos ficam impedidos, neste momento, de avançar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A condenação está relacionada à campanha de Marçal à Prefeitura de São Paulo em 2024. O influenciador, que lançou seu nome à Presidência da República, foi condenado por uso indevido dos meios de comunicação social. A inelegibilidade foi estabelecida pelo período de oito anos a partir das eleições de 2024.

Patrus Ananias define saúde, educação e soberania sobre riquezas como eixos de governo em Minas Gerais

Em ato ao lado do presidente Lula, candidato do PT defende a integração com o SUS, valorização dos servidores e a industrialização do nióbio e das terras raras do estado

    Geraldo Alckmin, Lula e Patrus Ananias

O candidato do PT ao governo de Minas Gerais, Patrus Ananias, apresentou suas diretrizes para a gestão estadual durante evento político realizado na Praça da Estação, em Belo Horizonte, na sexta-feira (21). Acompanhado do presidente Lula (PT) e de lideranças da coligação que apoia sua chapa, o ex-ministro colocou a saúde, a educação e a defesa da soberania sobre os recursos naturais mineiros no centro de seu programa de governo, apontando a parceria com o governo federal como o caminho para superar os gargalos econômicos e sociais do estado, informa a cobertura local do evento.

Iniciando seu discurso com uma citação bíblica atribuída a Jesus de Nazaré (“Vim para que tenham vida, e a tenham em abundância e plenitude”), Patrus Ananias reforçou sua trajetória associada a compromissos éticos e humanos. O candidato explicou que aceitou disputar a chefia do Executivo mineiro com o propósito de reestruturar a capacidade de ação do estado e assegurar melhores condições de vida à população. “Nós temos que resgatar a história, a dignidade de Minas e do povo mineiro”, declarou diante da militância reunida na capital.

Pesquisa Datafolha mostra Benedita na liderança e cenário indefinido pela segunda vaga no Senado



Petista tem 15% das intenções de voto; Jordy e Portinho aparecem com 8%, enquanto outros quatro nomes estão tecnicamente empatados na disputa pela segunda cadeira

O levantamento é o primeiro do Datafolha sobre o cenário eleitoral fluminense na campanha de 2026 / Divulgação

A deputada federal Benedita da Silva (PT) aparece na liderança da corrida pelas duas vagas do Rio de Janeiro no Senado nas eleições de 2026. Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21) mostra a parlamentar com 15% das intenções de voto, enquanto um grupo de seis candidatos está tecnicamente empatado na disputa pela segunda cadeira.

Carlos Jordy (PL) e o senador Carlos Portinho (PL) registram 8% cada. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, eles estão tecnicamente empatados com Marcelo Crivella (Republicanos), Pedro Paulo (PSD) e Mônica Benício (PSOL), todos com 6%, além de Waguinho (Republicanos), que aparece com 3%.

Como cada eleitor poderá escolher dois candidatos ao Senado em outubro, o Datafolha apresentou duas perguntas distintas aos entrevistados. O levantamento indica um cenário ainda bastante aberto, com vários concorrentes próximos e parcela significativa do eleitorado sem uma escolha definida.

 Brancos, nulos e indecisos somam 35%

A pesquisa mostra ainda que 23% dos entrevistados declararam intenção de votar em branco ou anular o voto. Outros 12% afirmaram não saber em quem votar. Somados, brancos, nulos e indecisos representam 35%, percentual superior ao alcançado individualmente por qualquer candidato.

André Monteiro (Democrata), Marcos Dias (Podemos) e Michelly Xavier (UP) aparecem com 2% das intenções de voto. Luciano Mattos (PRTB), Paula Falcão (PSTU), Helio Secco (Missão), Vinicius Benevides (UP) e Luiz Eugênio (PCO) registram 1% cada. Ó Clemente (Democrata) foi citado, mas não chegou a 1%.

 Primeira pesquisa Datafolha no Rio

O levantamento é o primeiro do Datafolha sobre o cenário eleitoral fluminense na campanha de 2026. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e ouviu 1.204 eleitores entre terça-feira (18) e esta sexta-feira (21).

A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RJ-02945/2026.

O resultado para o Senado acrescenta um novo elemento ao quadro eleitoral do Rio, marcado pela disputa simultânea pelo governo estadual e pelas duas cadeiras de senador. Com seis candidatos dentro da margem de empate pela segunda vaga e 35% entre brancos, nulos e indecisos, a corrida permanece aberta no início da campanha.

Fonte: Agenda do Poder

Datafolha mostra resiliência de Lula em semana marcada por acusações a seu filho

Presidente lidera o primeiro turno com 39% e mantém vantagem em todos os cenários de segundo turno testados, mesmo após dias em que o noticiário político foi dominado pelo caso envolvendo Fábio Luís Lula da Silva

Lula em Belo Horizonte  - Crédito: Ricardo Stuckert

A nova pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial de 2026 aponta para a resiliência eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma das semanas mais difíceis para sua campanha. Mesmo depois de dias em que o noticiário político foi dominado por acusações e investigações relacionadas a seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, Lula permanece na liderança do primeiro turno e vence todos os adversários testados pelo instituto nos cenários de segundo turno.

Segundo o Datafolha, Lula registra 39% das intenções de voto, contra 33% de Flávio Bolsonaro, seu principal adversário. A diferença entre os dois é de seis pontos percentuais.

Lula pede voto no 13 e diz: “o poder está no dedinho de vocês”

Em ato com cerca de 20 mil pessoas em Belo Horizonte, presidente defende Patrus Ananias para o governo de Minas Gerais, destaca soberania nacional e afirma que decisão sobre o futuro do país pertence ao povo

Ato de Lula em Belo Horizonte - Crédito: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu neste sábado o voto dos mineiros no número 13 e afirmou que o poder de decidir os rumos do Brasil está nas mãos dos eleitores. A declaração foi feita durante um ato político na Praça da Estação, em Belo Horizonte, que reuniu cerca de 20 mil pessoas em apoio à candidatura de Patrus Ananias ao governo de Minas Gerais e à chapa liderada pelo presidente.

“Quem vai ganhar são vocês. Porque o poder está no dedinho de vocês”, afirmou Lula, ao destacar a importância da participação popular nas eleições.

Em um dos momentos mais emocionais do discurso, o presidente relacionou sua trajetória política ao apoio recebido da população brasileira ao longo das últimas décadas.

“Deus criou vocês, e vocês me criaram, porque se não fossem vocês, eu não seria ninguém”, disse.

Dia D de vacinação contra 20 doenças acontece neste sábado (22) em todo o Brasil

Conheça as doses à disposição e vá até a Unidade Básica de Saúde ou ao ponto de vacinação mais próximo da sua casa. Além de crianças e adolescentes, a vacinação também atende pessoas até 59 anos para proteção contra o sarampo

Campanha de vacinação atende de bebês a pessoas de até 59 anos para prevenção de 20 doenças

Atenção, população do Brasil! Mães, pais e responsáveis poderão levar crianças e adolescentes menores de 15 anos às Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e demais pontos de vacinação neste sábado (22) — Dia D da Campanha de Multivacinação — para atualizar a caderneta vacinal. A campanha segue até 1º de setembro, com a oferta de 20 vacinas do Calendário Nacional, que protegem contra doenças graves, como meningites, tuberculose e cânceres associados ao HPV.

“Este é um momento importante para todo o país. Embora o Brasil tenha eliminado algumas doenças, como a poliomielite, é fundamental manter a vacinação em dia para evitar a reintrodução dessas doenças”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Datafolha: Marina e Tebet lideram corrida pelo Senado em São Paulo


As candidatas ao Senado por São Paulo, Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede). Foto: Divulgação/Simone Tebet

Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) aparecem numericamente à frente na corrida pelas duas vagas de São Paulo no Senado, com 12% das intenções de voto cada, segundo o Datafolha divulgado nesta sexta-feira (21) pela Folha de S.Paulo. André do Prado (PL), presidente da Assembleia Legislativa paulista, registra 10%. Com margem de erro de dois pontos percentuais, os três estão tecnicamente empatados.

Marina e Tebet formam a dupla ao Senado da chapa de Fernando Haddad (PT) e apoiam a reeleição do presidente Lula (PT). André do Prado e Guilherme Derrite (PP) integram a chapa do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), alinhada à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL). Derrite aparece com 7%, deixando os dois nomes do bloco numericamente atrás das ex-ministras.

O resultado abre um foco de desgaste para o arranjo de Tarcísio e Flávio em São Paulo. Na mesma rodada, o governador lidera a disputa estadual com 45%, enquanto Flávio registra 33% na eleição presidencial. Os percentuais de cargos diferentes não são diretamente comparáveis, especialmente porque cada eleitor terá dois votos para o Senado, mas o contraste mostra que a força dos dois líderes não se transferiu automaticamente para a dupla paulista.

Ricardo Salles (Novo), candidato independente da direita, tem 6%. Geraldo Rufino (Podemos) registra 4%, enquanto Soninha Francine (Cidadania) e Dra. Eliana Ferreira (PSTU) aparecem com 3% cada. Maíra de Souza (UP) soma 2%. William Teixeira (Agir), Petter Maahs (PCB) e Ednelson Cesaretti (PCO) têm 1% cada, e Weller Gonçalves (PSTU) não pontuou.

datafolha



O maior percentual da pesquisa pertence aos 21% que declararam voto branco, nulo ou em nenhum dos candidatos. Outros 14% não souberam responder. Na pesquisa espontânea, sem a apresentação dos nomes, a indefinição chega a 79%. Tebet é citada por 3%, Marina e Derrite por 2% cada, e André do Prado por 1%.

Na rodada anterior, Marina aparecia com 18%, Tebet com 16%, Salles com 13%, André do Prado com 11% e Derrite com 10%. O Datafolha adverte, porém, que os levantamentos não podem ser comparados diretamente porque a relação de candidatos foi alterada. A nova pesquisa mostra a configuração do início da campanha, mas não permite atribuir uma perda específica de votos a cada candidatura.

O Datafolha ouviu 1.610 eleitores em 65 municípios paulistas nos dias 18 e 19 de agosto. A pesquisa, encomendada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, tem margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob os números SP-01806/2026 e BR-07185/2026.

Fonte: DCM

Mulheres, nordestinos e católicos: veja os grupos que mais votam em Lula, segundo Datafolha


       Lula e o senador Flávio Bolsonaro. Foto: reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 47% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL), que alcança 43%, na nova pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (22). O resultado mantém um cenário próximo ao de julho, quando o petista registrava 48% e o senador, 43%.

Entre as mulheres, Lula marca 51%, contra 38% de Flávio, uma vantagem de 13 pontos percentuais. Entre os homens, o senador chega a 48% e o presidente registra 43%, em empate técnico. A margem de erro para os dois recortes de gênero é de três pontos.

O maior percentual de Lula no recorte racial aparece entre os eleitores que se declaram pretos: 55%, ante 37% de Flávio. O petista também marca 48% entre pardos, contra 42% do adversário. Entre brancos, Flávio tem 47% e Lula, 41%, mas os dois ficam tecnicamente empatados nesse segmento.

Renda, religião e regiões dividem o eleitorado

Lula alcança 55% entre eleitores com renda familiar de até dois salários mínimos, enquanto Flávio registra 35%. O senador lidera nas faixas superiores: tem 51% contra 37% entre quem recebe mais de dois a cinco salários mínimos e chega a 54% diante de 39% do presidente entre os que ganham mais de cinco salários.

Lula sendo abraçado por eleitora. Foto: Ricardo Stuckert
O recorte religioso apresenta uma das maiores diferenças do levantamento. Entre católicos, Lula soma 54% e Flávio, 36%. Entre evangélicos, o senador lidera por 62% a 29%. As margens de erro são de três pontos percentuais no primeiro grupo e quatro no segundo.

No Nordeste, Lula obtém seu maior percentual regional, com 61%, contra 30% de Flávio. O senador lidera no Sul por 50% a 38%. As margens de erro nesses recortes são de quatro pontos percentuais no Nordeste e seis pontos no Sul.

O Datafolha aponta empate técnico no Sudeste, onde Flávio registra 46% e Lula, 43%, e no agrupamento Centro-Oeste/Norte, com 49% para o senador e 42% para o presidente. As margens de erro são de três pontos no Sudeste e cinco pontos no conjunto formado pelas regiões Centro-Oeste e Norte.

O instituto entrevistou presencialmente 2.058 eleitores com 16 anos ou mais nos dias 18 e 19 de agosto de 2026. A margem de erro da amostra total é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Encomendado pela Folha e pela TV Globo, o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04496/2026.

Fonte: DCM

Datafolha aponta Lula com 47% e Flávio Bolsonaro com 43% no 2º turno


Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 47% das intenções de voto, ante 43% do senador Flávio Bolsonaro (PL), em uma simulação de segundo turno da eleição presidencial de 2026 divulgada pelo Datafolha nesta sexta-feira (21).

A diferença entre os dois é de quatro pontos percentuais. O levantamento apresenta Lula à frente de Flávio Bolsonaro no cenário direto entre os dois políticos.

O Datafolha entrevistou 2.058 pessoas entre os dias 18 e 20 de agosto para elaborar a pesquisa.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral

O instituto registrou o levantamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04496/2026.

O Jornal Folha de S.Paulo e o Grupo Globo contrataram a pesquisa.

A sondagem testa um cenário de segundo turno para a disputa presidencial de 2026, que ainda poderá ter outras candidaturas e composições partidárias até o período eleitoral.

Entre os nomes associados à corrida de 2026 também estão os governadores Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (União Brasil), citados entre os possíveis postulantes à Presidência.

Fonte: DCM

50 anos depois, o Brasil já sabe que JK foi assassinado pela ditadura militar

 Comissão Especial altera registro oficial e aponta 37 fraudes na investigação sobre a morte do ex-presidente ocorrida em 1976

Juscelino Kubitschek - Crédito: Reprodução

Meio século após o evento que marcou a história do país, a morte do ex-presidente Juscelino Kubitschek, ocorrida em 22 de agosto de 1976 na Rodovia Presidente Dutra, na altura de Resende (RJ), teve seu paradigma oficial alterado pelo Estado brasileiro, que reconheceu formalmente que o ex-chefe de Estado foi vítima de um homicídio de motivação política.

Guru dos Bolsonaro e da extrema direita latina é enviado à prisão preventiva por mandar matar a mulher

 Fernando Cerimedo é acusado de tentativa de feminicídio contra a ex-companheira Nadia Beller; investigação na Bolívia aponta mensagens ameaçadoras e Justiça determinou sua prisão preventiva

Fernando Cerimedo  -  Crédito: Redes sociais

Fernando Cerimedo, estrategista político argentino ligado à família Bolsonaro e a movimentos da extrema direita latino-americana, teve a prisão preventiva decretada na Bolívia após ser acusado de envolvimento na tentativa de feminicídio de sua ex-companheira, Nadia Beller. As informações são da TeleSur.

Segundo a emissora, Beller foi vítima de um ataque a tiros em 17 de agosto. Cerimedo acabou detido três dias depois, em 20 de agosto, em La Paz. Ele é investigado por tentativa de feminicídio e corrupção e responde a diferentes processos judiciais relacionados às acusações.

A decisão de mantê-lo preso foi tomada após a apresentação de elementos reunidos durante as investigações. A defesa alegou irregularidades no processo, mas os argumentos foram rejeitados pelo juiz responsável pelo caso.

Moraes determina cassação da aposentadoria de ex-diretor da PRF

Silvinei Vasques foi condenado a 24 anos de prisão por trama golpista

           Ex-diretor-geral da PRF Silvinei Vasques  -  Crédito: Marcos Oliveira/Agência Senado

André Richter, repórter da Agência Brasil – O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (21) a cassação da aposentadoria do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques.

No ano passado, Silvinei foi condenado pelo Supremo a 24 anos e seis meses de prisão em um dos processos da trama golpista ocorrida no governo Jair Bolsonaro.

Além do tempo de prisão a cumprir, o ex-diretor foi condenado à perda do cargo em função da condenação. Contudo, em 2022, antes da decisão do STF, Silvinei conseguiu se aposentar aos 47 anos.

Na decisão, Moraes disse que o entendimento do Supremo sobre a perda de cargo público em função de condenação criminal alcança os inativos, ou seja, acarreta a cassação da aposentadoria.

“Diante de todo o exposto, nos termos do art. 21 do RISTF, remeta-se o acórdão dos embargos de declaração à Advocacia Geral da União, determinado o imediato cumprimento da sanção de perda do cargo público imposta a Silvinei Vasques, mediante a cassação de sua aposentadoria no cargo de policial rodoviário federal”, decidiu.

Em MG, Lula acusa Zema de mentir sobre dívida do estado

Presidente chamou ex-governador de “comedor de banana com casca” e disse que ele usou feitos petistas para se apresentar como “competente”

        O presidente Lula em evento em Minas Gerais | Reprodução/YouTube @LulaOficial

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acusou nesta sexta-feira (21) o ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência pelo Novo, Romeu Zema, de mentir sobre a dívida do estado. Sem citar o nome do ex-governador, Lula se referiu a ele como “comedor de banana com casca” durante visita às obras de duplicação da Ponte São Raimundo, em Governador Valadares (MG).

Segundo o presidente, Zema teria passado oito anos atribuindo ao ex-governador Fernando Pimentel (PT) a responsabilidade pela situação financeira de Minas Gerais.

Lula afirmou que, quando Pimentel deixou o governo, a dívida do estado com a União era de R$ 179 bilhões e citou que o então governador obteve, no Supremo Tribunal Federal (STF), uma liminar para suspender os pagamentos, medida que se estendeu à gestão seguinte.

PF suspeita de delegado bolsonarista no gabinete de Mendonça por vazamentos


        O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça. Foto: Gustavo Moreno/STF

A Polícia Federal desconfia de um delegado lotado no gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), por vazamentos relacionados ao caso Lulinha, revelou o jornalista Octavio Guedes na GloboNews nesta sexta-feira (21). Segundo o jornalista, o delegado em questão é considerado bolsonarista por integrantes da corporação.

“Por outro lado, a Polícia Federal desconfia especificamente de um delegado que está no gabinete do André Mendonça”, afirmou Guedes. A suspeita circula internamente na corporação em meio ao crescente embate entre a direção da PF e o ministro.

Ao explicar o ambiente de desconfiança, Guedes relembrou o período em que Mendonça comandou o Ministério da Justiça no governo Jair Bolsonaro. Na época, a pasta produziu um relatório sobre servidores identificados como antifascistas, episódio que provocou forte reação por mobilizar a estrutura de inteligência do Estado contra agentes públicos.

Apucarana celebra união de 80 casais em casamento social do Programa Justiça no Bairro

Cerimônia no Cine Teatro Fênix reuniu autoridades, padrinhos, familiares e teve participação especial do prefeito Rodolfo Mota e da primeira-dama Karine Mota, que também celebraram no evento 16 anos de união conjugal


Em uma noite marcada por emoção, 80 casais formalizaram a união civil nesta sexta-feira (21/08), durante cerimônia realizada no Cine Teatro Fênix. Com a presença de padrinhos, familiares e amigos, o espaço ficou lotado para acompanhar o tradicional “sim” dos noivos. Ao som da Banda Municipal Maestro João Florindo da Silva, a cerimônia civil integrou a programação do Programa Justiça no Bairro, iniciativa de responsabilidade social do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR) e do Sesc Paraná, em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social da Prefeitura de Apucarana. A celebração foi conduzida pela idealizadora e coordenadora do programa, desembargadora Joeci Machado Camargo. A bênção aos casais foi ministrada pelo padre Mateus Fiuza, da Catedral Basílica Menor Nossa Senhora de Lourdes.

Um dos momentos mais especiais da noite foi a revelação de que a data também marca os 16 anos de união do prefeito Rodolfo Mota e da secretária Municipal da Mulher e Assuntos da Família, primeira-dama Karine Mota. “Hoje eu estou muito feliz de estar aqui com vocês. Celebrar 16 anos de casamento justamente em um casamento coletivo, neste Cine Teatro Fênix, é uma alegria muito grande para o meu coração. Vocês estão entrando para a nossa história e nós também estamos entrando para a história de vocês”, afirmou o prefeito.

Hemonúcleo de Apucarana faz apelo a doadores de sangue para repor estoques


       Foto: Divulgação

O Hemonúcleo de Apucarana fez hoje (21) um apelo aos doadores regulares de sangue, no sentido de contribuírem para atendimentos de urgência. “Nosso estoque está muito baixo e a demanda continua alta”, explica o coordenador do hemonúcleo, Erlan Bosso.

“No momento avaliamos a necessidade de convocar, com urgência, ao menos quarenta dos nossos doadores regulares”, alerta o coordenador do hemonúcleo.

“Precisamos, com urgência, reforçar nossos estoques dos tipos sanguíneos O positivo e O negativo. Estamos solicitando que os doadores compareçam com urgência na próxima segunda-feira, dia 24 de agosto, nos seguintes horários: das 8 às 11 horas e das 13 às 16 horas”, informa Erlan Bosso.

Segundo ele, caso os doadores não possam comparecer na segunda-feira, também será possível fazer a doação de sangue nos demais dias de atendimento: quarta, quinta e sexta-feira, das 8 Às 11 horas, e das 13 às 16 horas.

Paulo Vital, diretor da 16ª Regional de Saúde de Apucarana, reforça o pedido do Hemonúcleo.“Os estoques de sangue precisam ser constantemente renovados, com o apoio dos doadores. A demanda do Honpar e do Hospital da Providência é grande e necessitamos da ajuda e solidariedade dos doadores cadastrados”, pontua Vital.

Ele acrescenta ainda que, por meio de um estoque regular de sangue, o hemonúcleo de Apucarana garante transfusões sanguíneas a pacientes que enfrentam condições médicas graves ou que são submetidos a cirurgias complexas.

O coordenador do Hemonúcleo lembra que o procedimento de doação de sangue é simples e seguro. “Os voluntários doam uma pequena quantidade de sangue, e isso contribui para ajudar pacientes e até salvar vidas”, reforça Bosso.

Fonte: Assessoria

Lula diz que em conversa com Trump afirmou: “não queremos interferência no Brasil”

 Presidente diz que Brasil aceita cooperação contra o crime organizado, mas não admite ingerência externa

Lula e Trump  -  Crédito: Ricardo Stuckert/PR | Reuters

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (21/8), em Belo Horizonte, que deixou claro ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que o Brasil está disposto a cooperar no combate ao crime organizado, mas não aceitará interferência externa em assuntos nacionais.

“Eu falei: Trump, se você quer combater o crime organizado, vamos combater o crime organizado. A Polícia Federal quer combater o crime organizado. Agora, nós queremos trabalhar juntos, o que nós não queremos é interferência no Brasil”, disse Lula, segundo o Metrópoles.

Conforme a reportagem, Lula detalhou, durante comício na Praça da Estação, uma conversa de aproximadamente uma hora e meia com Trump. Lula disse ainda que o telefonema também abordou as tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos do Brasil e conflitos internacionais.