segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Maringá é campeã geral dos Jogos Abertos; Foz do Iguaçu e Londrina completam o pódio

Organizada pela Secretaria de Estado do Esporte, a competição reuniu mais de 5 mil atletas e consolidou mais um ano de fortalecimento da política pública esportiva. Foram oito dias de disputas, envolvendo competidores de 99 municípios paranaenses.

     Foto: SEES

Os Jogos Abertos do Paraná (Japs), realizados em Campo Mourão, Centro-Oeste do Estado, ao longo dos últimos dois finais de semana, marcaram o encerramento oficial do calendário esportivo de 2025 no Estado. Organizada pelo Governo do Paraná, por meio da Secretaria de Estado do Esporte, a competição reuniu mais de 5 mil atletas e consolidou mais um ano de fortalecimento da política pública esportiva.

Foram oito dias de disputas, envolvendo competidores de 99 municípios. Os atletas competiram em modalidades como atletismo, badminton, bocha, bolão, ciclismo, ginástica rítmica, handebol de praia, natação, rugby, tênis, tênis de mesa e xadrez, movimentando diferentes espaços esportivos de Campo Mourão.

No quadro geral, a cidade de Maringá garantiu o título de campeã geral dos Jogos Abertos do Paraná. Em segundo lugar ficou Foz do Iguaçu, seguida por Londrina, que conquistou o terceiro lugar. Cascavel encerrou sua participação na quarta posição, enquanto Campo Mourão, anfitriã da edição, terminou em quinto lugar e foi reconhecida como a equipe mais disciplinada do evento.

O secretário estadual do Esporte, Helio Wirbiski, acompanhou a competição na última sexta-feira e destacou a relevância dos Japs dentro da ampla rede de eventos que compõem o calendário esportivo do Paraná. “A edição de 2025 encerra um ciclo que contempla todas as faixas etárias, desde competições estudantis com atletas a partir dos 12 anos até iniciativas voltadas ao público idoso, como o Paraná Master”, afirmou.

Wirbiski enfatizou ainda que o Governo do Estado, sob liderança do governador Carlos Massa Ratinho Junior, tem ampliado investimentos para qualificar infraestrutura, logística e recursos destinados ao esporte, permitindo que os eventos oficiais cresçam ano após ano.

Para o supervisor técnico estadual dos Japs, Richarde Salvador, o balanço final é amplamente positivo. “Fechamos com grande sucesso mais uma edição dos Jogos Abertos. Foi o último grande evento do nosso calendário 2025, com dois finais de semana de disputas de altíssimo nível, integração e muita emoção para o esporte paranaense”, afirmou.

Com o encerramento desta edição, os Jogos Abertos do Paraná reafirmam seu papel como uma das competições mais tradicionais do Estado, promovendo o desenvolvimento do esporte, estimulando o surgimento de novos talentos e fortalecendo o vínculo entre atletas, equipes e comunidades em todas as regiões. O resultado evidencia o compromisso contínuo do Paraná em avançar na construção de um sistema esportivo robusto, inclusivo e de referência nacional.

CONFIRA O PÓDIO DOS JAPS:
1º - Maringá
2º - Foz do Iguaçu
3º - Londrina
4º - Cascavel
5º - Campo Mourão

CONFIRA OS PÓDIOS DOS JAPS POR MODALIDADE:
ATLETISMO FEMININO
1º - Londrina
2º - Cascavel
3º - Campo Mourão

ATLETISMO MASCULINO
1º - Londrina
2º - Cascavel
3º - Foz do Iguaçu

BADMINTON FEMININO
1º - Toledo
2º - Foz do Iguaçu
3º - Marechal Candido Rondon

BADMINTON MASCULINO
1º - Toledo
2º - Marechal Candido Rondon
3º - Maringá

BASQUETE FEMININO - OURO
1º - Foz do Iguaçu
2º - Maringá
3º - Londrina

BASQUETE FEMININO - PRATA
1º - Paranaguá
2º - Cascavel
3º - Guarapuava

BASQUETE MASCULINO - OURO
1º - Londrina
2º - Campo Mourão
3º - Cantagalo

BASQUETE MASCULINO- PRATA
1º - Foz do Iguaçu
2º - São José dos Pinhais
3º - Cianorte

BOCHA FEMININO - OURO
1º - Foz do Iguaçu
2º - São Miguel do Iguaçu
3º - Cascavel

BOCHA MASCULINO - OURO
1º - Itaipulândia
2º - Palmas
3º - Guaraniaçu

BOLÃO FEMININO - OURO
1º - Toledo
2º - Cascavel
3º - Campo Mourão

BOLÃO MASCULINO - OURO
1º - Foz do Iguaçu
2º - Toledo
3º - Coronel Vivida

CICLISMO FEMININO
1º - Maringá
2º - Ponta Grossa
3º - Foz do Iguaçu

CICLISMO MASCULINO
1º - Maringá
2º - Arapongas
3º - Foz do Iguaçu

FUTEBOL 7 – MASCULINO - OURO
1º - Ivaiporã
2º - Coronel Vivida
3º - Foz do Iguaçu

FUTEBOL 7 – MASCULINO - PRATA
1º - Capanema
2º - Matinhos
3º - Planalto

FUTSAL FEMININO - OURO
1º - Marechal Cândido Rondon
2º - Londrina
3º - Cascavel

FUTSAL FEMININO - PRATA
1º - Palotina
2º - Apucarana
3º - Paranaguá

FUTSAL MASCULINO – OURO
1º - Manoel Ribas
2º - Planalto
3º - Guarapuava

FUTSAL MASCULINO - PRATA
1º - Maringá
2º - Mangueirinha
3º - Paranaguá

GINÁSTICA RÍTMICA - FEMININO
1º - Toledo
2º - Londrina
3º - Pato Branco

HANDEBOL DE AREIA - FEMININO - OURO
1º - Paranavaí
2º - Paranaguá
3º - Cascavel

HANDEBOL DE AREIA - MASCULINO - OURO
1º - Paranaguá
2º - São Miguel do Iguaçu
3º - Maringá

HANDEBOL - FEMININO - OURO
1º - Cascavel
2º - Maringá
3º - Santa Helena

HANDEBOL - FEMININO - PRATA
1º - Pato Branco
2º - Foz do Iguaçu
3º - Ivaí

HANDEBOL - MASCULINO - OURO
1º - Cascavel
2º - Londrina
3º - Pato Branco

HANDEBOL - MASCULINO – PRATA
1º - Paranaguá
2º - Ibiporã
3º - Dois Vizinhos

NATAÇÃO - FEMININO
1º - Foz do Iguaçu
2º - Maringá
3º - Cascavel

NATAÇÃO - MASCULINO
1º - Maringá
2º - Foz do Iguaçu
3º - Ponta Grossa

RUGBY - FEMININO
1º - Maringá
2º - Foz do Iguaçu

RUGBY - MASCULINO
1º - Maringá
2º - São José dos Pinhais
3º - Foz do Iguaçu

TÊNIS DE MESA - FEMININO
1º - Cascavel
2º - Londrina
3º - Campo Mourão

TÊNIS DE MESA - MASCULINO
1º - Cascavel
2º - Londrina
3º - Guaíra

TÊNIS - FEMININO
1º - Londrina
2º - Foz do Iguaçu
3º - Maringá

TÊNIS - MASCULINO
1º - Londrina
2º - Foz do Iguaçu
3º - Maringá

VÔLEI DE PRAIA - FEMININO - OURO
1º - Maringá
2º - Londrina
3º - São José dos Pinhais

VÔLEI DE PRAIA - FEMININO - PRATA
1º - Pato Branco
2º - Paranaguá
3º - Medianeira

VÔLEI DE PRAIA - MASCULINO - OURO
1º - Maringá
2º - Foz do Iguaçu
3º - Londrina

VÔLEI DE PRAIA - MASCULINO - PRATA
1º - Toledo
2º - Paranaguá
3º - São Mateus do Sul

VÔLEI - FEMININO - OURO
1º - Maringá
2º - Cascavel
3º - Londrina

VÔLEI - FEMININO - PRATA
1º - Marechal Cândido Rondon
2º - Sarandi
3º - Cambé

VÔLEI - MASCULINO - OURO
1º - Araucária
2º - Capanema
3º - Ivaiporã

VÔLEI - MASCULINO - PRATA
1º - Nova Esperança
2º - Cascavel
3º - Apucarana

XADREZ - FEMININO
1º - Piraí do Sul
2º - Arapongas
3º - Maringá

XADREZ - MASCULINO
1º - Maringá
2º - São José dos Pinhais
3º - Ponta Grossa

Fonte: AEN

União Brasil expulsa Celso Sabino por não obedecer ordem para deixar governo Lula

Ministro do Turismo ignorou ordem da sigla para deixar governo Lula e mira disputa ao Senado pelo Pará

O presidente Lula e o ministro do Turismo, Celso Sabino, se abraçam no dia da posse do titular da pasta - 03/08/2023 (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

O ministro do Turismo, Celso Sabino, foi expulso do União Brasil após desobedecer a determinação do partido para que seus filiados deixassem todos os cargos no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A expulsão encerra meses de tensão e desgaste entre o ministro e a direção nacional. A legenda considerou que Sabino incorreu em infidelidade partidária ao permanecer no ministério, mesmo depois de a cúpula fixar 19 de setembro como prazo final para saída de filiados da estrutura federal. As informações são do G1.

◎ Infidelidade partidária e recuo de estratégia

A sigla havia advertido que a desobediência configuraria infração disciplinar. Inicialmente, Sabino indicou que acataria a orientação: anunciou publicamente que deixaria a pasta e chegou a entregar a carta de demissão ao presidente Lula. Poucos dias depois, porém, recuou e tentou negociar sua permanência no governo e no partido, sem êxito.

Em outubro, atraído pela visibilidade proporcionada pela COP30, Sabino decidiu permanecer no ministério. O movimento ampliou o desgaste interno e levou ao seu afastamento de funções administrativas na legenda, incluindo a destituição do comando do diretório estadual do Pará.

◎ Cálculo eleitoral e disputa no Pará

Aliados afirmam que a mudança ocorreu diante de expectativas para 2026. Sabino pretende concorrer ao Senado pelo Pará e avalia que o apoio de Lula, somado à exposição obtida com a COP30, poderia fortalecer sua candidatura.

Apesar disso, ele enfrenta forte concorrência. O governador Helder Barbalho, do MDB, articula uma chapa ao Senado ao lado do presidente da Assembleia Legislativa, Chicão, também do MDB, configurando o principal obstáculo à viabilidade eleitoral do ministro.

◎ Perda de espaço e caminho aberto para nova filiação

Nas últimas semanas, Sabino relatou a interlocutores que vem sendo sondado por outras legendas, embora afirmasse que aguardaria o desfecho do conflito interno para decidir seu destino. Filiado ao União desde 2021, ele presidiu o diretório paraense e integrou a executiva nacional.

Eleito deputado federal em 2022, Sabino se licenciou para chefiar o Ministério do Turismo com apoio da bancada da sigla na Câmara. A jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral garante que, por ter sido expulso, não perderá o mandato e poderá se filiar a outro partido.

◎ Apoio a Lula e permanência até a desincompatibilização

Durante compromissos em Belém, em outubro, Sabino afirmou que apoiaria Lula “independentemente do cenário político”. O ministro também indicou que deve permanecer na pasta até o prazo de desincompatibilização, previsto para abril do próximo ano, quando ocupantes de cargos públicos precisam deixar suas funções para disputar as eleições.

Fonte: Brasil 247 com informações do G1

Dino vê "quadro generalizado de ilegalidades" em emendas PIX e manda PF investigar

Ministro do STF envia à PF relatório da CGU que aponta falhas de transparência e rastreabilidade nas emendas PIX

      Flávio Dino (Foto: Fellipe Sampaio/STF)

As falhas de transparência e rastreabilidade nas chamadas emendas PIX continuam a preocupar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, que voltou a alertar para a gravidade do problema. Em nova decisão, ele destacou que os entraves persistem mesmo após determinações anteriores da Corte para fortalecer os mecanismos de controle e fiscalização. Segundo o G1, Dino enviou à Polícia Federal um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) que detalha irregularidades constatadas na aplicação das transferências especiais destinadas a municípios brasileiros.

☉ Relatório da CGU indica falhas em todos os municípios auditados

A auditoria da CGU analisou os 20 municípios que mais receberam recursos de transferências especiais em 2024, representando 25,8% dos R$ 72 milhões liberados em 481 planos de trabalho. Foram avaliados municípios de 13 estados, incluindo Bahia, Tocantins, Pernambuco, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Amazonas e Santa Catarina.

De acordo com o órgão, nenhum dos entes analisados cumpriu integralmente os requisitos legais. A CGU registrou ausência de rastreabilidade, baixa transparência ativa e deficiências na divulgação das despesas.

“Nenhum dos 20 entes beneficiados com recursos de transferências especiais alcançou nível adequado de transparência ativa, mostrando graus distintos de acessibilidade, clareza, detalhamento e completude”, destaca um trecho do relatório. A Controladoria acrescentou ainda que a situação exige “melhorias e ajustes importantes principalmente no que diz respeito à rastreabilidade de recursos oriundos de emendas parlamentares e ao detalhamento de sua aplicação.

☉ Dino vê quadro “generalizado de ilegalidades”

Ao encaminhar o material à Polícia Federal, Dino determinou que sejam analisados possíveis indícios de crimes, com abertura de novos inquéritos ou inclusão das informações em procedimentos já em andamento. Para ele, o relatório revela um cenário de descompasso com as exigências legais que regem a execução das emendas. Em sua decisão, o ministro afirmou que o levantamento “mostra que há falhas generalizadas no cumprimento dos planos de trabalho, no atendimento às condicionantes legais e na observância dos princípios da transparência e da rastreabilidade”.

Dino ressaltou ainda que “tais auditorias por amostragem parecem indicar a permanência de um quadro generalizado de ilegalidades, com grave afronta às decisões do STF em tema tão relevante quanto o uso de dezenas de bilhões de reais do Orçamento da União”. Com o avanço da análise, caberá à Polícia Federal determinar a pertinência de investigações adicionais e verificar a existência de eventuais responsabilidades penais.

Fonte: Brasil 247 com informações do G1

Ciro Nogueira descarta candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto: 'não é viável'’

Presidente do PP afirma que só Tarcísio de Freitas e Ratinho Júnior podem unir centro-direita e direita na corrida presidencial

      Ciro Nogueira (Foto: Andressa Anholete/Agência Senado)

O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), declarou nesta segunda-feira (8), em Curitiba, que considera inviável a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) ao Planalto em 2026, defendendo que apenas os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Ratinho Junior (PSD-PR) reúnem força para liderar o campo conservador. As informações são da Folha de S. Paulo.

☆ Ciro prioriza Tarcísio e Ratinho na disputa presidencial

O senador afirmou que, apesar da relação pessoal com Flávio, considera fundamental avaliar critérios objetivos. "O senador Flávio é um dos melhores amigos que tenho na minha vida pública. Se eu tivesse que escolher pessoalmente um candidato para suceder Bolsonaro, não tenho a menor dúvida de que seria Flavio, pela minha relação com ele. Mas política não se faz só com amizades. Se faz com pesquisas, com viabilidade, ouvindo os partidos aliados. Isso não pode ser só uma decisão do PL", disse.

Ele reforçou a necessidade de união do campo conservador. "É importante unificarmos todo o campo político de centro e da direita, porque, caso contrário, não vamos ganhar a eleição", afirmou.

☆ Relação pessoal com Flávio não define escolha política

Ciro informou ainda que se reuniria com Flávio na mesma noite para conversar sobre sua movimentação eleitoral. "Vou ouvi-lo, vamos dialogar para entender [o motivo de ter se lançado candidato]", afirmou o presidente do PP.

☆ PP rejeita apoio a Sergio Moro no Paraná

Durante a passagem por Curitiba, Ciro participou de uma reunião do diretório estadual do PP, comandado no estado pelo deputado Ricardo Barros. O encontro definiu que a sigla não apoiará a candidatura do senador Sergio Moro (União Brasil) ao governo do Paraná.

☆ Flávio condiciona desistência à situação de Jair Bolsonaro

Flávio Bolsonaro havia anunciado na sexta-feira (5) que teria sido escolhido pelo pai, o Jair Bolsonaro (PL), que está preso, para disputar a Presidência. No domingo (7), declarou que poderia desistir da candidatura, mas que essa decisão teria um “preço”.

Ele afirmou que se reuniria nesta segunda-feira com lideranças partidárias, entre elas Valdemar Costa Neto (PL), Marcos Pereira (Republicanos) e Antonio Rueda (União Brasil), para discutir, entre outros temas, a anistia. Mais tarde, em entrevista à Record, disse que uma eventual desistência dependeria de Bolsonaro estar “livre, nas urnas”.

Fonte: Brasil 247 com informações da Folha de S. Paulo

Indulto de Natal de Lula deve excluir condenados por golpe, como Bolsonaro

A minuta do decreto já foi encaminhada ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, e deve seguir para análise final do presidente

Presidente Lula durante entrevista à TV Verdes Mares. Fortaleza (CE) (Foto: Foto: Ricardo Stuckert / PR)

O decreto de indulto natalino que está em elaboração pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve manter a exclusão de condenados por crimes contra o Estado Democrático de Direito, o que atinge diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As informações são da CNN Brasil.

A minuta do decreto já foi encaminhada ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, e deve seguir para análise final do presidente da República. A previsão é de que o texto seja publicado, como de costume, em 23 de dezembro, na antevéspera do Natal.

A proposta segue a mesma linha adotada pelo governo nos últimos dois anos, quando os réus envolvidos nos atos de 8 de janeiro foram excluídos do benefício. A orientação partiu do Conselho Nacional de Políticas Criminais e Penitenciárias (CNPCP), órgão ligado ao Ministério da Justiça, que recomendou a vedação do perdão a crimes considerados atentatórios à ordem democrática.

Além desse grupo, o texto também veda a concessão de indulto a pessoas que firmaram acordos de colaboração premiada. Um dos exemplos citados é o do tenente-coronel Mauro Cid, que colaborou com a Polícia Federal em investigações que resultaram em condenações envolvendo Jair Bolsonaro.

A minuta também amplia a lista de impedimentos, recomendando a exclusão de líderes de facções criminosas custodiados em presídios de segurança máxima, condenados por abuso de autoridade e autores de crimes contra a administração pública, como peculato e corrupção passiva. Também ficam fora do benefício condenados por tortura, terrorismo e racismo.Segundo o cronograma do Palácio do Planalto, o texto aprovado pelo CNPCP já foi encaminhado ao Ministério da Justiça e, após o aval do ministro Ricardo Lewandowski, será submetido ao presidente Lula.

Fonte: Brasil 247 com informações da CNN Brasil

Governo prepara relatório próprio sobre fim da escala 6x1

Texto do governo propõe jornada 5x2 com limite de 40 horas semanais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Guilherme Boulos (Secretaria-Geral), em Brasília - 29/10/2025 (Foto: REUTERS/Mateus Bonomi)

O governo federal decidiu assumir o protagonismo no debate sobre a nova organização do tempo de trabalho e elabora um relatório alternativo para substituir a escala 6x1. Segundo revelou O Globo, a proposta articulada pelo Palácio do Planalto institui uma jornada 5x2, com limite de 40 horas semanais, em resposta direta à recepção negativa do parecer inicialmente apresentado na Câmara dos Deputados.

O ministro da Secretaria-Geral, Guilherme Boulos, foi designado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para apresentar pessoalmente o novo texto aos parlamentares. A iniciativa busca alinhar a política trabalhista à agenda que o governo pretende destacar em 2026.

A proposta elaborada pelo Planalto elimina de forma categórica a escala 6x1. O modelo prevê jornada diária de oito horas e uma fase de transição: 42 horas semanais a partir de 2027 e o limite definitivo de 40 horas em 2028.

O documento também veta qualquer possibilidade de redução salarial, impede acordos individuais que flexibilizem direitos, amplia o descanso semanal para dois dias consecutivos — garantindo ao menos um domingo livre a cada três semanas — e prevê ajustes nas regras dos comerciários para adequar a categoria ao novo padrão.

A reação do governo ocorre após críticas ao relatório do deputado Gastão, que não extingue o 6x1 e propõe apenas uma redução gradual da carga semanal: 42 horas no primeiro ano, 41 no segundo e 40 no terceiro. O texto do relator sugere ainda desoneração da folha para setores com alto volume de mão de obra, como forma de mitigar eventuais impactos econômicos.

Fonte: Brasil 247 com informações do jornal O Globo

Datafolha: 56% apontam Lula como líder da esquerda, enquanto 35% veem Bolsonaro na direita

Levantamento indica predominância de Lula no campo progressista e falta de consenso sobre sucessão à direita

      Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Ricardo Stuckert / PR)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi identificado como a maior liderança da esquerda por 56% dos brasileiros, enquanto Jair Bolsonaro (PL) aparece como o principal nome da direita para 35% dos entrevistados. Os dados fazem parte de uma pesquisa do instituto Datafolha, divulgada pela Folha de S.Paulo, que ouviu 2.002 pessoas entre os dias 2 e 4 de dezembro.

A margem de erro da sondagem é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O estudo investigou quem os entrevistados consideram as maiores lideranças políticas de cada espectro ideológico, revelando um cenário de maior fragmentação na direita e de forte unidade em torno de Lula na esquerda.

Segundo o instituto, a direita enfrenta altos índices de indefinição: 36% dos participantes afirmaram não saber apontar um líder desse campo. Entre eleitores que se declaram petistas, esse percentual sobe para 46%, enquanto 16% chegam a indicar o próprio Lula como maior nome da direita, evidenciando confusão ou rejeição às alternativas disponíveis.

Na amostra geral, Lula aparece em segundo lugar na lista de nomes associados à direita, com 9%, à frente do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), que somou 5%, e de Michelle Bolsonaro (PL), com 2%. Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que lançou sua pré-candidatura ao Planalto dias antes da divulgação do levantamento, aparece com 1%. Esse desempenho o coloca atrás de Lula e empatado com outros nomes que registraram baixa lembrança, como Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Nikolas Ferreira (PL-MG). Governadores como Romeu Zema (Novo-MG) e Ratinho Jr. (PSD-PR) sequer pontuaram, enquanto Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás, marcou 1%.

No campo da esquerda, a coesão é maior. Atrás de Lula, o segundo nome mais citado — de forma curiosa — é o de Jair Bolsonaro, com 5%. Em seguida aparecem o ministro do STF Alexandre de Moraes, com 2%, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com 1%. Apenas 2% dos entrevistados dizem não enxergar uma liderança à esquerda, e 4% mencionaram outras opções. À direita, 3% afirmam não haver nome principal e outros 3% apontaram alternativas diversas.

Os dados reforçam a força de Lula entre grupos alinhados ao PT: 51% dos petistas o reconhecem como principal figura de esquerda, enquanto 20% apontam Bolsonaro como líder máximo da direita. Já entre os bolsonaristas, 52% veem o ex-presidente como principal liderança de seu campo político, ao passo que 60% atribuem a Lula a maior influência na esquerda.

A pesquisa também lança luz sobre o cenário eleitoral de 2026. A presença de Lula como figura dominante limita o surgimento de nomes alternativos e mais jovens dentro da esquerda, como Fernando Haddad ou Guilherme Boulos. À direita, a falta de consenso e a ausência de uma sucessão clara para o bolsonarismo alimentam especulações sobre a viabilidade de candidaturas como a de Flávio Bolsonaro ou de Tarcísio de Freitas, visto por aliados e adversários como potencial herdeiro político.

Fonte: Brasil 247 com informações da Folha de S. Paulo

Quem é a “sugar baby” que ganhou apartamento de R$ 4,3 milhões de Vorcaro


    Karolina Trainotti, “sugar baby” de Daniel Vorcaro. Foto: reprodução

Com mais de 34 mil seguidores no Instagram, Karolina Trainotti exibe uma vida de luxo marcada por viagens internacionais, festas e presença em eventos de alto padrão nas redes sociais. Formada em administração pela universidade Mackenzie, ela aparece em fotos no Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, no festival Burning Man, o maior evento de música eletrônica que acontece no deserto de Nevada, nos Estados Unidos, além de registros no Empire State, em Nova York, ou entre carnavais em São Paulo e Olinda.

Também circula em ambientes corporativos de elite, como o CEO Conference, o “maior evento anual do BTG Pactual”, como a ré por lavagem de dinheiro descreveu em uma publicação. A imagem de influenciadora de luxo, porém, contrasta com as suspeitas de crimes financeiros ligada ao esquema internacional de tráfico comandado por Rowles Magalhães.

Karolina no Burning Man, nos Estados Unidos. Foto: reprodução

Apartamento de R$ 4,3 milhões

A relação de Karolina com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, tornou-se pública após a doação de um apartamento de R$ 4,3 milhões na região da Faria Lima, local onde também estão outros imóveis ligados ao banqueiro.

A transferência foi oficializada em dezembro de 2024 e ocorreu após o imóvel circular entre empresas controladas por Vorcaro, como a Viking Participações e a Super Empreendimentos e Participações, esta última dona de propriedades milionárias associadas ao empresário.

Morando no 37º andar, Karolina não respondeu aos contatos da imprensa. Seu advogado, Eugênio Pacelli, afirmou que ela não comentaria o caso. Vorcaro também permaneceu em silêncio.

O banqueiro foi preso preventivamente em novembro por suspeita de fraude em um negócio de R$ 12 bilhões com o BRB, sendo solto dias depois por ordem judicial.

Karolina em ilha paradisíaca na Croácia. Foto: reprodução

Lavagem de dinheiro

Karolina se tornou ré a partir das investigações que cercam Rowles Magalhães, apontado pela Polícia Federal como integrante do primeiro escalão de uma organização criminosa responsável por enviar cocaína para a Europa por meio de jatos executivos.

Segundo o Ministério Público Federal, ela teria sido “destinatária dos recursos de origem criminosa que Rowles pretendia omitir”, recebendo R$ 271 mil entre 2020 e 2021, parte por meio do esquema dólar-cabo. “Ele chegava e passava as contas da família dele (…) e da amante, que era a Karolina”, relatou o doleiro.

Em outra troca de mensagens, Rowles afirmou: “vou precisar fazer alguma coisa”. Questionado sobre o valor, respondeu: “uns 15 mil daí”, que foram depositados no mesmo dia.

A denúncia afirma que “a forma como as transações foram realizadas não deixa dúvida acerca da intenção de ocultação da origem, localização, disposição, movimentação e propriedade de valores oriundos do tráfico internacional de drogas”.

A defesa sustenta que ela recebia uma “mesada” como “sugar baby” e “nunca soube do suposto tráfico de drogas imputado aos corréus”.

A investigação também aponta que outras mulheres próximas a Rowles atuavam na guarda de dólares, na lavagem de capitais ou eram beneficiadas com presentes e viagens, compondo o círculo pessoal usado pelo lobista para movimentar valores ilícitos.

Fonte: DCM

VÍDEO – A gafe de Nicole Bahls no programa de Luciano Huck: “Tenho delay”


      Nicole Bahls no “Domingão com Huck”. Foto: reprodução

Na grande final do quadro “Dança dos Famosos”, Luciano Huck reuniu todo o elenco no palco do “Domingão” para uma celebração e uma votação interna. O apresentador explicou que os famosos distribuiriam troféus como “Melhor Biscoito” usando quatro placas de votação. No entanto, Nicole Bahls, uma das participantes mais comentadas da edição, se confundiu com a dinâmica.

Ao perceber que a influenciadora estava perdida, Huck perguntou se ela havia entendido. “Eu demoro mais um pouquinho, tenho delay”, respondeu Nicole, antes de explicar sua dificuldade: “Não estou entendendo porque todas as placas são iguais”. O apresentador, então, deu a dica: “Vira a placa”.

O momento descontraído, registrado em vídeo, resgatou o espírito divertido que Nicole trouxe ao quadro com suas gafes ao longo da temporada, arrancando risos do público e dos colegas no palco de despedida.

Fonte: DCM

Lula comemora saída de beneficiários do Bolsa Família e diz que programa cumpre papel de promover autonomia

Presidente afirma que maioria dos jovens que recebiam o benefício em 2014 deixou o programa até 2025

     Lula e cartão do Bolsa Família (Foto: REUTERS/Adriano Machado | Jefferson Rudy/Agência Senado)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou os dados que apontam que uma parcela expressiva de jovens beneficiários do Bolsa Família conseguiu deixar o programa ao longo da última década, destacando o resultado como prova de que a política pública tem cumprido sua finalidade de promover ascensão social e redução da pobreza.

De acordo com o presidente, sete em cada dez adolescentes que eram beneficiários do Bolsa Família em 2014 deixaram o programa até 2025, o que, segundo ele, demonstra que o programa não é pensado como uma política permanente de dependência, mas como uma ponte para que as famílias possam alcançar autonomia financeira e melhores condições de vida.

Em declaração pública, Lula afirmou: "7 em cada 10 adolescentes que eram beneficiários do Bolsa Família em 2014 deixaram o programa até 2025. Um resultado que representa a essência do programa: Garantir suporte para as famílias mais necessitadas, para que possam seguir seu caminho com mais segurança. Conseguir um emprego, abrir um negócio, melhorar de vida. Garantir um futuro digno para seus filhos. É este o objetivo do Bolsa Família. Dar sustentação a quem mais precisa. E é este o compromisso do nosso governo: estar sempre do lado do povo brasileiro."

Segundo o Planalto, o dado é utilizado pelo governo como um dos principais argumentos para defender a manutenção e o fortalecimento do programa social, que atende milhões de famílias em situação de vulnerabilidade em todo o país. A avaliação oficial é de que a política pública não apenas reduz a pobreza imediata, mas também cria condições para que crianças e adolescentes permaneçam na escola e tenham melhores oportunidades no mercado de trabalho no futuro.

Especialistas em políticas sociais avaliam que a rotatividade de beneficiários é um dos principais indicadores de efetividade do programa, já que demonstra a capacidade de parte das famílias de superar a linha de pobreza ao longo do tempo. Ainda assim, apontam que o desafio segue sendo alcançar regiões mais vulneráveis e reduzir desigualdades históricas.

O governo federal tem defendido que a nova fase do Bolsa Família, relançado com regras mais rígidas de acompanhamento escolar e de saúde, amplia o foco na emancipação das famílias, associando a transferência de renda a políticas de qualificação profissional, estímulo ao empreendedorismo e geração de emprego.


Fonte: Brasil 247

Nassif defende reabertura das investigações sobre a morte de Teori Zavascki

Teori morreu dias depois de assegurar que enquadraria os abusos da Operação Lava Jato

       Teori Zavascki. Foto: José Cruz / Agência Brasil

O jornalista Luis Nassif defendeu que a morte do ministro Teori Zavascki seja novamente investigada diante dos novos elementos que emergem sobre a atuação da Lava Jato e do então juiz Sérgio Moro. A análise foi publicada originalmente no GGN e trouxe detalhes da chamada “caixa amarela” da 13ª Vara Federal de Curitiba, onde estariam guardados vídeos da conhecida “festa da cueca”. Para Nassif, esse material dá nova gravidade às denúncias do empresário Tony Garcia sobre mecanismos de chantagem atribuídos à operação.

Nassif afirma que a suposta existência dos vídeos fortalece o relato de Garcia, que afirma ter sido coagido por Moro a produzir gravações comprometedoras de autoridades. O jornalista argumenta que esse conjunto de denúncias ajuda a explicar a postura leniente do TRF-4, que durante anos validou as decisões da Lava Jato sem resistência.

Entre os episódios narrados por Tony Garcia, há acusações de grande impacto institucional. Segundo ele, “um desembargador, contrário à Lava Jato, foi sacrificado com base em denúncias falsas”. O empresário também afirma que dois ministros — Herman Benjamin, do STJ, e Luís Roberto Barroso, do STF — teriam sido alvos de chantagem. No caso de Barroso, Garcia relaciona a pressão a operações do Banestado, quando o ministro ainda atuava como advogado.

O texto de Nassif também destaca o depoimento da ex-juíza Luciana Bauer, que reforçou publicamente a acusação de ter sido agredida por Moro dentro de um elevador. Ela relata que o então magistrado teria segurado seu pescoço e que, após o episódio, viaturas suspeitas passaram a circular com frequência incomum em sua rua.

Diante desse conjunto de relatos, Nassif sustenta que é necessário reexaminar o acidente aéreo que matou Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal. O jornalista lembra que, no documentário do GGN sobre a operação — prestes a ser divulgado —, o ministro Gilmar Mendes afirma que Teori morreu poucos dias depois de sinalizar que enfrentaria os abusos da força-tarefa.

Com a morte de Teori, a relatoria dos casos foi transferida para o ministro Luiz Edson Fachin, visto como “confiável” por integrantes da operação, conforme diálogos revelados pela Vaza Jato. Embora não haja qualquer evidência de envolvimento irregular de Fachin, Nassif destaca que a mudança ocorreu em um momento de forte disputa institucional.

Para o jornalista, a discussão ultrapassa o campo jurídico e envolve interesses econômicos expressivos — desde recursos bilionários que seriam destinados à chamada Fundação Lava Jato até disputas entre empreiteiras brasileiras e efeitos diretos sobre a Lei de Partilha da Petrobras. Nesse cenário, afirma Nassif, a reabertura das investigações sobre a morte de Teori Zavascki torna-se indispensável diante dos novos elementos que vieram à tona.

Fonte: Brasil 247 com informações do GGN