quinta-feira, 25 de abril de 2024

Com Lula, pobreza cai para menor índice desde 2012, diz IBGE

 

Segundo dados da Pnad Contínua, a taxa de pobreza no Brasil caiu para 27,5% em 2023, ante 31,6% do ano anterior

Luiz Inácio Lula da Silva (à esq.) e Wellington Dias (à dir.) mais uma família em situação de miséria
Luiz Inácio Lula da Silva (à esq.) e Wellington Dias (à dir.) mais uma família em situação de miséria (Foto: Reprodução-PT / ABR)

 

A taxa de pobreza no Brasil caiu para 27,5% em 2023, menor patamar de índice de pobreza registrado no País, desde 2012, quando foi iniciada a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022 a taxa de pobreza no Brasil estava em 31,6%. A queda de 4,2 pontos percentuais corresponde, em números absolutos, a mais de 8,5 milhões de indivíduos que saíram da pobreza em 2023. O recuo ocorreu em 26 das 27 unidades da Federação.

Ainda conforme o IBGE, o estado do Amapá lidera a lista com a queda mais expressiva de pobreza (-14,8 pontos percentuais), caindo de 47,8% em 2022 para 33% em 2023. Depois, figuram os estados de Roraima (-9,5 pontos percentuais) e Amazonas (-9,3 pontos percentuais).

“Vamos continuar na missão de diminuir cada vez mais a pobreza e combater a fome no Brasil. Em um ano, já conseguimos ver mudanças importantes na vida das famílias, e seguimos trabalhando para melhorar ainda mais a qualidade de vida da nossa população”, disse o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.

A análise do cenário foi realizada pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), órgão vinculado ao governo do Espírito Santo, a partir dos resultados da Pnad Contínua, divulgados na última sexta-feira (19). O estudo do IBGE, que apura informações relacionadas ao rendimento recebido pela população, como trabalho, pensões, aposentadorias e outros, concluiu que o Programa Bolsa Família reduz as desigualdades socioeconômicas no Brasil.

O diretor-presidente do IJSN, Pablo Lira, também atribui o recuo da pobreza às políticas públicas de assistência social, assim como às ações de melhoria no ambiente econômico, à geração de emprego e à ampliação da renda. “Esse resultado evidencia o desenvolvimento de um trabalho conjunto, de integração dos esforços com o Governo Federal”, afirma.

Com a melhora do mercado de trabalho e maior alcance do número de beneficiários de programas sociais, a massa de rendimento mensal domiciliar per capita chegou a R$ 398,3 bilhões, patamar recorde registrado pela PNAD Contínua.

Fonte: Brasil 247

 

 

Governo indica na reforma tributária "cashback do povo" para quem ganha até meio salário

 

Haddad apresentou o projeto de regulamentação da reforma tributária na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (24)

MInistro da Fazenda, Fernando Haddad, em reunião do G20 em São Paulo
MInistro da Fazenda, Fernando Haddad, em reunião do G20 em São Paulo (Foto: REUTERS/Carla Carniel)

 

O governo federal sugeriu a devolução de parte dos impostos pagos pela população mais pobre, o chamado “cashback do povo”, destinado às famílias que recebem até meio salário-mínimo. A proposta faz parte do projeto de lei complementar (PLP) que regulamenta a reforma tributária, enviado pelo governo ao Congresso Nacional nesta quarta-feira (24), 

De acordo com informações do Metrópoles, a matéria começará a tramitar pela Câmara dos Deputados. Ainda não há definição sobre a discussão do tema em grupos de trabalho ou sobre quais comissões temáticas o PLP passará. De acordo com o texto, o "cashback" é uma espécie de “justiça fiscal”, e consiste na devolução dos tributos para pessoas físicas que integram famílias de baixa renda.

Saiba mais - Após apresentar o projeto de regulamentação da reforma tributária na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (24), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou que a aprovação da proposta transformará o sistema tributário brasileiro em "um dos mais modernos do mundo".

Ele destacou que a medida trará benefícios para as camadas mais humildes da população e também facilitará a desoneração de investimentos. "As pessoas podem se surpreender que são 300 páginas e 500 artigos, mas isso substitui uma infinidade de leis que estão sendo revogadas por um sistema tributário que será um dos mais modernos do mundo", disse Haddad a jornalistas, conforme vídeo divulgado em suas redes sociais.

Fonte: Brasil 247 com informações do Metrópoles

 

Xenofobia: Julia Zanatta diz que "SC não é Maranhão" pois "tem mais gente com carteira assinada do que no Bolsa Família"

 "Santa Catarina dá certo", acrescentou a deputada, enaltecendo o seu estado e depreciando a população maranhense

Deputada federal Júlia Zanatta incita violência contra presidente Lula
Deputada federal Júlia Zanatta incita violência contra presidente Lula (Foto: Reprodução/Twitter/Julia Zanatta)


A deputada bolsonarista Julia Zanatta (PL-SC) decidiu usar seu discurso durante a CCJ da Câmara nesta quarta-feira (24) para promover ataques xenófobos. 

 "Santa Catarina não é igual ao Maranhão, o meu Estado tem mais gente com carteira assinada do que no Bolsa Família, ao contrário do Maranhão", disse.

"Santa Catarina dá certo", acrescentou a deputada ao enaltecer o Estado em discurso a favor de que as gestões estaduais legislem sobre o porte e posse de armas de fogo.

A fala da extremista gerou revolta nas redes. "Sim, é parece que aí teve 13 prefeitos presos. Graças a Deus não é mesmo igual ao Maranhão", disse a internauta Yadya.

"Sabe o que SC tem mais que todos os Estado do Brasil? Isso mesmo, Células Nazistas", destacou o internauta Henrique.

Fonte: Brasil 247

 



Petrobras decide sobre dividendos e elege novo conselho nesta quinta

 

Os dividendos são uma parcela do lucro da empresa que é repartida entre os acionistas

Petrobras
Petrobras (Foto: Reprodução)


A Petrobras realiza nesta quinta-feira (25) assembleia de acionistas para eleger um novo conselho de administração e definir sobre o pagamento de dividendos extraordinários.

De acordo com apuração do G1, o Conselho de Administração da Petrobras vai levar para a assembleia a proposta para distribuição de 50% dos dividendos extraordinários da estatal. Em reunião nesta sexta (19), o conselho entendeu que a capacidade de financiamento dos projetos da estatal subiu de 65% para 85%, isso em razão do aumento do preço do barril do petróleo. Por conta disso, o conselho não se opôs à proposta da diretoria de pagar os dividendos extraordinários em 50%.

Os dividendos são uma parcela do lucro da empresa que é repartida entre os acionistas. No caso dos extraordinários, eles são aqueles pagos além do mínimo obrigatório. Ou seja, a empresa não tem que pagá-los necessariamente.

Fonte: Brasil 247 com informações do G1

Após decisão de Moraes no caso da embaixada, Bolsonaro vai pedir devolução do passaporte

Ministro não viu crime por parte de Bolsonaro durante sua permanência na embaixada da Hungria. Em 28 de março, Moraes negou pedido de Bolsonaro para reaver seu passaporte

Jair Bolsonaro e o ministro Alexandre de Moraes
Jair Bolsonaro e o ministro Alexandre de Moraes (Foto: Isac Nóbrega/PR | Nelson Jr./SCO/STF)

 A equipe jurídica de Jair Bolsonaro (PL) está preparando um novo requerimento para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, buscando a liberação do passaporte do ex-mandatário, informa Ricardo Noblat, do Metrópoles. A nova solicitação surge após Moraes não identificar qualquer crime por parte de Bolsonaro durante sua permanência na embaixada da Hungria, em Brasília.

No novo pedido, a defesa argumentará que se tratava de uma missão diplomática e que houve um convite oficial do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, para uma visita ao país. Em 28 de março deste ano, Moraes negou a devolução do passaporte a Bolsonaro, justificando: “as diligências estão em curso, razão pela qual é absolutamente prematuro remover a restrição imposta ao investigado, conforme, anteriormente, por mim decidido em situações absolutamente análogas”. Na ocasião, a Procuradoria-Geral da República (PGR) também se manifestou no sentido de manter o passaporte apreendido: “a medida em questão se prende justamente a prevenir que o sujeito à providência saia do país, ante o perigo para o desenvolvimento das investigações criminais e eventual aplicação da lei penal. Os pressupostos da medida continuam justificados no caso”.

Saiba mais - Alexandre de Moraes afirmou que não existem elementos concretos de que Bolsonaro buscava asilo diplomático quando se hospedou por duas noites na embaixada da Hungria, em Brasília. O território de uma embaixada é do país que ela representa, e não pode ser alvo de batidas de autoridades. O ex-mandatário, que está proibido de sair do Brasil, é investigado no inquérito da trama golpista. "Não há elementos concretos que indiquem – efetivamente – que o investigado pretendia a obtenção de asilo diplomático para evadir-se do país e, consequentemente, prejudicar a investigação criminal em andamento", escreveu o ministro. "Os locais das missões diplomáticas, embora tenham proteção especial, nos termos do art. 22 da Convenção de Viena sobre relações diplomáticas, promulgada através do Decreto nº 56.435/1965, não são considerados extensão de território estrangeiro, razão pela qual não se vislumbra, neste caso, qualquer violação a medida cautelar de proibição de se ausentar do país".

Fonte: Brasil 247 com informações do Metrópoles

Ciro volta a xingar senadora do PT do Ceará e agora chama Janaína Farias de ‘cortesã’, termo associado à prostituição

 ‘Em vez de ser uma assessora de alcova, agora vou substituir: ela é uma pessoa que organizava as festas do Camilo’, disse ex-ministro

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) renovou suas críticas à senadora Janaína Farias (PT-CE) nesta quarta-feira (24). Em entrevista, ele classificou a parlamentar, que assumiu o posto do ministro Camilo Santana (Educação) no Senado, como “cortesã”, termo frequentemente associado à prostituição.


Ciro reiterou sua opinião de que Janaína não possui qualificações para o cargo, durante uma entrevista à rádio Jangadeiro BandNews, de Fortaleza (CE). Ele afirmou: “Qual é o mérito dela? Usei uma expressão mais moderada, disse que era ‘assessora para assuntos de alcova [quarto]’, e o mundo veio abaixo sobre mim. […] Em vez de ser uma assessora de alcova, agora vou substituir: ela é uma pessoa que organizava as festas do Camilo”.


Apesar de suas declarações, ele negou que houvesse machismo em seus comentários, questionando: “O que tenho eu a ver com a vida de Camilo? Nada. O que tenho eu a ver com a vida dela? Nada. Mas ‘colocá-la’ no Senado? A voz do Ceará no Senado? A mulher cearense representada no Senado por uma cortesã. Isso é machismo?”.


Em resposta, a senadora Janaína Farias criticou as declarações de Ciro e reiterou sua intenção de processar o ex-ministro. Ela afirmou: “A violência política contra as mulheres é um problema que precisamos erradicar de nossa sociedade. Infelizmente, ainda é uma prática comum e desesperada de quem não consegue tolerar a ascensão de lideranças femininas. Mas é importante deixar claro que os ataques proferidos por esse senhor, conhecido por suas atitudes misóginas, estão sendo levados à Justiça e é lá que ele terá que responder por esse comportamento inaceitável”.


Em entrevista ao site A Notícia do Ceará no início do mês, Ciro Gomes afirmou que a senadora era “assessora de assuntos de cama” do ministro da Educação, Camilo Santana. Ele também declarou que Janaína realizava “serviço particular” de “harém”.


As declarações de Ciro Gomes foram repudiadas pelas bancadas femininas tanto na Câmara Federal quanto no Senado. Ciro Gomes e Camilo Santana são adversários políticos no Ceará.


A primeira suplente, Augusta Brito (PT), deixou o Senado para assumir um cargo na secretaria, a convite do governador Elmano de Freitas (PT). De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, esse movimento foi articulado por Camilo nos bastidores para promover Janaína, que é cotada para concorrer à prefeitura de Crateús.


Fonte: Agenda do Poder com informações do UOL.  

Reforma Tributária: produtos da cesta básica têm impostos zerados em projeto apresentado pelo governo; veja a lista

 Arroz, feijões, leite, café e óleo de soja estão entre os produtos apontados no texto

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou nesta quarta-feira (24) o primeiro e mais amplo projeto de regulamentação da Reforma Tributária. O projeto lista os produtos da cesta básica nacional, que terão imposto zerado.


Produtos da cesta básica terão imposto zerado:

  • Arroz;
  • Leite fluido pasteurizado ou industrializado, na forma de ultrapasteurizado, leite em pó, integral, semidesnatado ou desnatado; e fórmulas infantis definidas por previsão legal específica;
  • Manteiga;
  • Margarina;
  • Feijões;
  • Raízes e tubérculos;
  • Cocos;
  • Café;
  • Óleo de soja;
  • Farinha de mandioca;
  • Farinha de trigo;
  • Farinha, grumos e sêmolas, de milho, e grãos esmagados ou em flocos, de milho;
  • Açúcar;
  • Massas;
  • Pão do tipo comum (contendo apenas farinha de cereais, fermento biológico, água e sal);
  • Ovos;
  • Produtos hortícolas, exceto cogumelos e trufas;
  • Frutas frescas ou refrigeradas e frutas congeladas sem adição de açúcar ou de outros corantes.

Outros produtos terão redução de 60% na alíquota:


  • Carnes bovina, suína, ovina, caprina e de aves e produtos de origem animal (exceto foies gras), carne caprina e miudezas comestíveis de ovinos e caprinos;
  • Peixes e carnes de peixes (exceto salmonídeos, atuns; bacalhaus, hadoque, saithe e ovas e outros subprodutos);
  • Crustáceos (exceto lagostas e lagostim) e moluscos;
  • Leite fermentado, bebidas e compostos lácteos;
  • Queijos tipo mussarela, minas, prato, queijo de coalho, ricota, requeijão, queijo provolone, queijo parmesão, queijo fresco não maturado e queijo do reino;
  • Mel natural;
  • Mate;
  • Farinha, grumos e sêmolas, de cerais grãos esmagados ou em flocos, de cereais, e amido de milho do código;
  • Tapioca e seus sucedâneos;
  • Óleos vegetais e óleo de canola;
  • Massas alimentícias;
  • Sal de mesa iodado;
  • Sucos naturais de fruta ou de produtos hortícolas sem adição de açúcar;
  • Polpas de frutas sem adição de açúcar ou de outros edulcorantes e sem conservantes.

Pela Emenda Constitucional, cinco tributos sobre consumo em vigor hoje serão unidos e substituídos por um Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Após a cobrança e pagamento pelos contribuintes, esse imposto vai se dividir em dois, um gerenciado pela União, e outro com gestão compartilhada entre estados e municípios:


  • Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS): com gestão federal, vai unificar IPI, PIS e Cofins;
  • Imposto sobre Bens e Serviços (IBS): com gestão compartilhada estados e municípios, unificará ICMS (estadual) e ISS (municipal).

O imposto vai incidir no momento de cada compra, a chamada cobrança no destino. Hoje os impostos recaem sobre os produtos na origem, ou seja, desde a fabricação até a venda final. Essa modalidade leva a um acúmulo das taxas ao longo da cadeia produtiva, deixando o produto mais caro. No modelo do IVA, os impostos não são cumulativos ao longo da cadeia de produção de um item.


Fonte: Agenda do Poder com informações de O Globo.  

‘Imposto do pecado’ vai taxar cigarros, bebidas alcóolicas e açucaradas, veículos poluentes, extração de petróleo, minério e gás

 Texto já aprovado da PEC indica necessidade de regulamentação de alguns assuntos por meio de projetos de lei; é o que o governo começou a enviar ao Legislativo

O governo federal, em acordo com os estados, propôs que o imposto seletivo, conhecido como “imposto do pecado”, seja aplicado em cigarros, bebidas alcoólicas, bebidas açucaradas, veículos poluentes e na extração de minério de ferro, petróleo e gás natural. Essa sugestão está inserida no projeto de regulamentação da reforma tributária sobre o consumo entregue hoje no Congresso.


A intenção é que produtos e serviços considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente sejam tributados com uma alíquota mais elevada em comparação com outros itens da economia.


“O presente Projeto especifica os produtos sobre os quais o Imposto Seletivo incidirá, bem como a forma pela qual se dará a tributação sobre cada categoria de produto. As alíquotas a serem aplicadas serão definidas posteriormente por lei ordinária”, menciona o texto do projeto.


Ainda não se pode afirmar que a aplicação do imposto do pecado resultará em aumento na carga tributária em comparação com o sistema atual, no qual esses produtos já são taxados de forma mais elevada.


De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria das Cervejas (Sindicerv), que representa 85% das fabricantes nacionais, uma lata de cerveja atualmente tem cerca de 56% de impostos federais e estaduais.


Por sua vez, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) estimou que, em 2017, a carga tributária sobre os cigarros variou entre 69% e 83% do preço total.


Segundo informações da Associação dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a carga tributária sobre automóveis varia entre 37% e 44% do valor do veículo.


Segundo dados do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a carga tributária dos seguintes produtos é a seguinte:


  • Vinho, entre 44% (nacional) e 58% (importados);
  • vodka e wiskie: 67%;
  • cachaça: quase 82%;
  • refrigerantes: cerca de 45%.

Pontos importantes, como o fim da cumulatividade, a cobrança dos impostos no destino, simplificação e fim de distorções na economia (como passeio de notas fiscais e do imposto cobrado “por dentro”) já foram assegurados na PEC da reforma tributária – aprovada e promulgada no fim do ano passado pelo Legislativo.


Entretanto, vários temas sensíveis ficaram para o ano de 2024, pois o texto da PEC indica a necessidade de regulamentação de alguns assuntos por meio de projetos de lei. É o que o governo começou a enviar ao Legislativo nesta semana.


Esse primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária possui cerca de 300 páginas, 500 artigos e vários anexos. Além disso, também traz oito páginas tratando apenas da revogação de regras atuais que serão extintas no futuro.


Além desse projeto, disse ele, haverá outros dois:


  • um sobre a transição na distribuição da receita (para os estados e municípios) e com questões relativas a contencioso administrativo;
  • um para tratar das transferências de recursos aos fundos de desenvolvimento regional e de compensações de perdas dos estados.

O cronograma da Fazenda prevê que a regulamentação será feita entre 2024 e 2025. Com o término dessa fase, poderá ter início, em 2026, a transição dos atuais impostos para o modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) – com cobrança não cumulativa.


Fonte: Agenda do Poder com informações do g1.

Reforma Tributária prevê descontos de até 60% para serviços das áreas de saúde e de educação; veja a lista abaixo

 Texto entregue pelo Ministro da Fazenda detalha setores e produtos que terão redução de Imposto sobre Valor Agregado (IVA)

Fernando Haddad apresentou nesta quarta-feira (24) o primeiro e mais amplo projeto de regulamentação da Reforma Tributária. O texto entregue pelo ministro da Fazenda detalha setores e produtos que terão redução de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), alguns com desconto de 60% e outros com isenção total.


Veja a lista dos serviços de educação com desconto:


  • Ensino Infantil, inclusive creche e pré-escola;
  • Ensino Fundamental;
  • Ensino Médio;
  • Ensino Técnico de Nível Médio;
  • Ensino para jovens e adultos destinado àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria;
  • Ensino Superior, compreendendo os cursos e programas de graduação, pós-graduação, de extensão e cursos sequenciais;
  • Ensino de sistemas linguísticos de natureza visual-motora e de escrita tátil;
  • Ensino de línguas nativas de povos originários;
  • Educação especial destinada a portadores de deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, de modo isolado ou agregado a qualquer das etapas de educação tratadas neste anexo.

Veja os serviços de saúde com desconto:


  • Serviços cirúrgicos;
  • Serviços ginecológicos e obstétricos;
  • Serviços psiquiátricos;
  • Serviços prestados em Unidades de Terapia Intensiva;
  • Serviços de atendimento de urgência;
  • Serviços hospitalares não classificados em subposições anteriores;
  • Serviços de clínica médica;
  • Serviços médicos especializados;
  • Serviços odontológicos;
  • Serviços de enfermagem;
  • Serviços de fisioterapia;
  • Serviços laboratoriais;
  • Serviços de diagnóstico por imagem;
  • Serviços de bancos de material biológico humano;
  • Serviços de ambulância;
  • Serviços de assistência ao parto e pós-parto;
  • Serviços de psicologia;
  • Serviços de vigilância sanitária;
  • Serviços de epidemiologia;
  • Serviços de vacinação;
  • Serviços de fonoaudiologia;
  • Serviços de nutrição;
  • Serviços de optometria;
  • Serviços de instrumentação cirúrgica;
  • Serviços de biomedicina;
  • Serviços farmacêuticos;
  • Serviços de cuidado e assistência a idosos e pessoas com deficiência em unidades de acolhimento.

Fonte: Agenda do Poder com informações de O Globo.

Homem tenta invadir prédio de advogado de Bolsonaro em São Paulo; ele quis se passar por sobrinho de Wajngarten

 Ele foi avisado pelo porteiro e desceu, mas quando chegou o rapaz já havia fugido

Um homem tentou invadir nesta tarde o prédio de Fabio Wajngarten, advogado de Bolsonaro, no fim desta tarde (24), em São Paulo. O suspeito tentou se passar por sobrinho do ex-secretário de Comunicação Social do governo Bolsonaro.


Segundo informações do jornalista Lauro Jardim, do Globo, Wajngarten estava em seu apartamento no momento. Ele foi avisado pelo porteiro e desceu imediatamente. Mas quando chegou o rapaz já havia fugido.


Wajngarten acionou as Polícias Civil e Militar e vai registrar um novo boletim de ocorrência. Isso porque é a segunda vez que o episódio acontece em menos de um mês.


Fonte: Agenda do Poder com informações do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo

Datafolha: 8% dos brasileiros são ‘terraplanistas’ e ainda acreditam que o globo terrestre é plano

 No grupo que declarou ter votado em Lula, 7% sustentam a ideia de um planeta plano. Entre os apoiadores de Bolsonaro, 8% mantêm a crença na Terra plana

Pesquisa divulgada pelo Datafolha nesta quarta-feira (24) revela que 90% dos cidadãos brasileiros têm a convicção de que o globo terrestre tem formato esférico, enquanto 8% sustentam a teoria de que a Terra é plana, e 3% optaram por não opinar. Os resultados do levantamento, realizado entre os dias 8 e 11 de abril, permanecem consistentes em relação aos índices obtidos no estudo realizado em julho de 2019 sobre o mesmo assunto.


A adesão à teoria do “terraplanismo” é praticamente equitativa entre os eleitores tanto de Lula quanto de Bolsonaro, conforme aponta a pesquisa mais recente. Dentro do grupo que declarou ter votado Em Lula na última eleição presidencial, 90% acreditam que a Terra é redonda, em comparação com 7% que sustentam a ideia de um planeta plano. Por sua vez, entre os apoiadores de Bolsonaro, 91% afirmam concordar com a visão de um mundo esférico, enquanto 8% mantêm a crença na Terra plana.


Os resultados da pesquisa indicam uma maior propensão à crença na forma esférica da Terra entre os brasileiros com maior grau de instrução e maior renda média, em oposição aos menos escolarizados e mais pobres.


No segmento da população que concluiu o ensino superior, 94% estão convictos da esfericidade do planeta, em contraponto aos 85% entre os menos instruídos. Essa convicção também é compartilhada por 94% dos entrevistados pertencentes às classes A e B, enquanto esse índice cai para 87% no grupo das classes D e E.


O Datafolha conduziu 2.008 entrevistas em 113 municípios, no período de 8 a 11 de abril. A margem de erro estimada para a pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.


Fonte: Agenda do Poder com informações de O Globo.