domingo, 12 de abril de 2026

Ex-esposa de amigo de Trump denuncia abusos e ameaça expor o americano: “Nada a perder”


        A ex-modelo Amanda Ungaro. Foto: O Globo

A ex-modelo brasileira Amanda Ungaro, que foi casada com Paolo Zampolli, amigo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma série de postagens no X, onde ameaçou expor o mandatário americano e a primeira-dama Melania Trump, alegando ter convivido com o casal por mais de 20 anos. Amanda, que também acusa Zampolli de abuso sexual e violência doméstica, afirmou que tomará medidas legais contra Melania e Trump, acusando o presidente de pedofilia.

“Você sabia que eu estava detida no ICE. Você esteve presente na minha vida — todos os anos no aniversário do meu filho, inclusive enviando o Serviço Secreto e sendo a primeira a parabenizá-lo, lá em 2016″, disse Amanda sobre Melania. “Eu vou derrubar o seu sistema corrupto, mesmo que seja a última coisa que eu faça na minha vida. Eu vou até o fim — não tenho medo. Talvez você devesse ter medo do que eu sei… de quem você é e de quem é o seu marido.”

Amanda também compartilhou sua experiência de viagem no avião de Jeffrey Epstein em 2002, quando ela afirmou ter visto cerca de 30 meninas com o financista, descrevendo as meninas como “bonitas e bem novinhas, mas não tinham perfil de modelo”. A ex-modelo também acusou Zampolli de abusos sexuais e de ter usado sua influência para conseguir que ela fosse deportada dos EUA durante uma disputa pela guarda de seu filho.

O relacionamento de Amanda com Zampolli, que durou 19 anos, foi marcado por graves acusações de abuso. Ela detalhou uma situação em que Zampolli comentou sobre um ato sexual que ela não se lembrava, dizendo que ela estava dormindo e que “não se lembraria”. Amanda também contou sobre o abuso psicológico e físico que sofreu, incluindo um episódio em que foi agredida por recusar fazer sexo com Zampolli.

Em relação à sua deportação, Amanda relatou que o ICE invadiu sua casa às 6h da manhã, algemou ela e seu atual marido na frente do filho, Giovanni, e confiscou seus passaportes. Ela foi deportada para o Brasil em outubro de 2025.

Fonte: DCM



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