



Levantamento mostra disputa aberta pelo governo mineiro caso senador do Republicanos fique fora da eleição
Alexandre Kalil e Patrus Ananias (Crédito: Reprodução/X | Kayo Magalhães/Câmara dos deputados)
Alexandre Kalil (PDT) e Patrus Ananias (PT) aparecem tecnicamente empatados na disputa pelo governo de Minas Gerais quando o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) não é incluído no cenário, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (30).
A pesquisa foi divulgada um dia depois de o Republicanos anunciar, na quarta-feira (29), que Cleitinho não disputaria o governo mineiro. Horas depois, porém, o senador contrariou a posição da própria legenda e afirmou que pretende concorrer. A indefinição sobre sua candidatura mudou o peso político dos cenários testados.
Na simulação sem Cleitinho, Kalil aparece numericamente à frente, com 20% das intenções de voto. Patrus vem em seguida, com 17%, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Marcelo Aro (PP) também aparece competitivo, com 15%, seguido pelo atual governador Mateus Simões (PSD), que registra 10%.
Ainda nesse cenário, Gabriel Azevedo (MDB) marca 8%, Maria da Consolação (Psol) tem 3%, e Indira Xavier (UP), Ben Mendes (Missão) e Túlio Lopes (PCB) aparecem com 1% cada. Rafael Duda (PSTU) não pontuou. Nulos e brancos somam 8%, enquanto 16% dos entrevistados não souberam ou não responderam.



Pesquisa Quaest aponta cenário aberto após confirmação de que senador do Republicanos não disputará o governo estadual
Alexandre Kalil e Patrus Ananias (Crédito: Reprodução/X | Kayo Magalhães/Câmara dos deputados)
O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) não disputará o governo de Minas Gerais nas próximas eleições estaduais, alterando significativamente o cenário político no estado. A decisão foi confirmada pelo presidente nacional do Republicanos, o deputado federal Marcos Pereira, após o parlamentar não comparecer à Convenção Estadual do partido em Minas Gerais, realizada no último sábado (25), evento onde sua candidatura deveria ter sido chancelada formalmente. Com a desistência, a legenda oficializou que apoiará a pré-candidatura do ex-secretário de Governo de Minas Gerais, Marcelo Aro (PP), ao comando do Executivo mineiro.
A saída de Cleitinho do páreo redesenha a corrida eleitoral, uma vez que ele aparecia na liderança das intenções de voto no levantamento divulgado pela Quaest na terça-feira (28). O senador figurava à frente em todos os cenários em que seu nome era testado pela pesquisa, tanto nas simulações de primeiro turno quanto no segundo turno.
Sem a presença de Cleitinho, a liderança numérica da disputa passa para o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT). Em uma das simulações de primeiro turno testadas pelo instituto, Kalil surge com 15% das intenções de voto, seguido de perto pelo deputado federal Patrus Ananias (PT), que registra 13%. O atual governador Mateus Simões (PSD) pontua 9%, enquanto Gabriel Azevedo (MDB) aparece com 6%. Flávio Roscoe (PL) marca 4%, Ben Mendes (Missão) soma 2% e Maria da Consolação (PSOL) tem 1%. Rafael Duda (PSTU) e Túlio Lopes (PCB) não pontuaram (0%). Nesse levantamento, os eleitores indecisos somam 27%, e os votos brancos, nulos ou de eleitores que declararam que não vão votar representam 23%.
Ministro do STF vê possível contradição em parlamentar indicar recursos e ficar fora dos mecanismos de controle
Ministro Flávio Dino, 11 de junho de 2026 (Crédito: Victor Piemonte/STF)
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), sinalizou nesta quarta-feira (29) que parlamentares podem ser responsabilizados caso obras e serviços financiados por emendas indicadas por eles não sejam devidamente executados pelos gestores públicos.
A decisão determina que Câmara dos Deputados, Senado Federal e Presidência da República enviem ao STF, em até dez dias, informações detalhadas sobre a responsabilidade jurídica de cada agente público envolvido no percurso das emendas parlamentares, desde a indicação até a execução dos recursos.
A medida foi tomada em uma ação apresentada pela Rede Sustentabilidade e abre uma nova frente de apuração no gabinete de Dino sobre transparência, rastreabilidade e controle das emendas parlamentares. O partido pede que o Supremo reconheça que deputados e senadores que indicam emendas impositivas exercem papel semelhante ao de “ordenador de despesas”, o que poderia sujeitá-los a responsabilização em casos de mau uso do dinheiro público por prefeituras e outros gestores.


Republicanos apoiará Marcelo Aro
Cleitinho Azevedo (Crédito: Ton Molina/Agência Senado)
O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) não será candidato ao governo de Minas Gerais nas próximas eleições estaduais. A decisão foi confirmada pelo presidente nacional do Republicanos, o deputado federal Marcos Pereira.
A definição ocorreu após uma série de indefinições e do não comparecimento do parlamentar à Convenção Estadual do Republicanos em Minas Gerais, realizada no último sábado (25), evento no qual sua candidatura deveria ter sido chancelada formalmente.
Em nota oficial assinada conjuntamente pelas executivas estadual — presidida pelo deputado Euclydes Pettersen — e nacional da legenda, o partido destacou que trabalhou ostensivamente para viabilizar o projeto político, mas criticou a falta de postura do parlamentar. “A ausência do senador na Convenção Estadual do Republicanos — apesar das justificativas pessoais — representou um fato político objetivo, que produziu consequências inevitáveis”, informou o partido.
Fiscalização do Ministério da Fazenda também identificou logos de casas de apostas em uniformes esportivos infantis
Apostas esportivas (Crédito: Divulgação)
A ofensiva do Ministério da Fazenda contra a publicidade irregular de apostas online resultou na remoção de 937 páginas de influenciadores entre janeiro de 2025 e junho deste ano. O balanço inclui perfis que divulgaram plataformas clandestinas e contas que descumpriram normas aplicáveis ao mercado regulado.
As informações foram reveladas pela Folha de São Paulo, com base em respostas obtidas por meio da Lei de Acesso à Informação. Parte dos dados também foi levantada pela instituição de pagamento Pay4Fun.
Queda de vantagem na pesquisa Quaest e pessimismo nas igrejas levam coordenação a criar núcleo para conter o presidente
Lula sanciona lei que cria Dia Nacional da Música Gospel (Crédito: Ricardo Stuckert)
Diante de críticas sobre a excessiva centralização das articulações políticas da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o coordenador da empreitada, senador Rogério Marinho (PL-RN), decidiu descentralizar algumas frentes de atuação e determinou a criação de um núcleo específico para realizar o trabalho de corpo a corpo com o eleitorado evangélico, buscando conter o avanço das investidas do presidente Lula (PT) sobre esse segmento, informa Bela Megale, do jornal O Globo.
Levantamento mostra que brasileiros concordam com manutenção do ex-presidente em casa por razões de saúde, mas desaprovam restrições impostas por Alexandre de Moraes à visita do senador
Flávio Bolsonaro e Alexandre de Moraes (Crédito: Waldemir Barreto/Agência Senado)
A maioria dos brasileiros apoia a manutenção da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas discorda da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de impedir que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) visite o pai. Os dados são de pesquisa Datafolha, divulgada pela Agenda do Poder, e revelam uma percepção diferenciada da população sobre as medidas cautelares impostas ao ex-presidente.
Segundo o levantamento, 59% dos entrevistados defendem que Bolsonaro permaneça em prisão domiciliar, autorizada por razões de saúde, enquanto 35% são contrários à medida.
Levantamento aponta vantagem dos pré-candidatos do PT; João Roma e Ângelo Coronel aparecem empatados com 6%
Rui Costa e Jaques Wagner (Crédito: Divulgação)
Os pré-candidatos Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) aparecem à frente na disputa pelas duas vagas da Bahia ao Senado nas eleições de outubro, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (29).
De acordo com levantamento publicado pelo G1, encomendado pela Genial Investimentos, Rui Costa tem 22% das intenções de voto, enquanto Jaques Wagner registra 16%. Na sequência aparecem João Roma (PL) e Ângelo Coronel (Republicanos), ambos com 6%.
A pesquisa ouviu 1.200 eleitores de 16 anos ou mais entre 23 e 27 de julho. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número BA-02331/2026.
No primeiro cenário testado pela Quaest, Rui Costa lidera com 22%, seguido por Jaques Wagner, com 16%. João Roma e Ângelo Coronel aparecem empatados numericamente, com 6% cada. Professora Delliana Ricelli (Psol) marca 3%, Marcelo Santtana (DC) tem 1% e Gregorio Gould (UP) aparece com 0%.
Nesse mesmo cenário, 22% dos entrevistados se declararam indecisos. Outros 24% disseram que pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas.
⦾ Veja os números do cenário 1:
● Rui Costa (PT): 22%
● Jaques Wagner (PT): 16%
● João Roma (PL): 6%
● Ângelo Coronel (Republicanos): 6%
● Professora Delliana Ricelli (Psol): 3%
● Marcelo Santtana (DC): 1%
● Gregorio Gould (UP): 0%
● Indecisos: 22%
● Branco/Nulo/Não vai votar: 24%
Em um segundo cenário, também liderado pelos dois nomes do PT, Rui Costa mantém 22% e Jaques Wagner permanece com 16%. João Roma e Ângelo Coronel continuam empatados, com 6% cada. Professora Delliana Ricelli sobe para 4%, enquanto Gregorio Gould aparece com 0%.
Os índices de indecisos e de eleitores que afirmam votar em branco, anular ou não votar permanecem iguais: 22% e 24%, respectivamente.
⦾ Veja os números do cenário 2:
● Rui Costa (PT): 22%
● Jaques Wagner (PT): 16%
● João Roma (PL): 6%
● Ângelo Coronel (Republicanos): 6%
● Professora Delliana Ricelli (Psol): 4%
● Gregorio Gould (UP): 0%
● Indecisos: 22%
● Branco/Nulo/Não vai votar: 24%
A disputa ao Senado na Bahia terá duas vagas em jogo. O desempenho de Rui Costa e Jaques Wagner, ambos do PT, indica vantagem inicial dos dois pré-candidatos governistas no estado. A distância para os demais nomes testados é de ao menos dez pontos percentuais em relação a Jaques Wagner, segundo colocado no levantamento.
A Quaest também mediu o grau de conhecimento dos eleitores sobre os pré-candidatos. Rui Costa é o mais conhecido, citado por 47% dos entrevistados. Jaques Wagner aparece em seguida, com 36%. João Roma registra 15%, e Ângelo Coronel, 13%.
No recorte de rejeição informado pela pesquisa, Jaques Wagner tem 45%, Rui Costa aparece com 39%, João Roma soma 24% e Ângelo Coronel registra 23%.
Fonte: Brasil 247