
Na CPMI do INSS, Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), conhecido como Lulinha, foi mencionado em investigações sobre fraudes bilionárias no INSS, acusado de manter relações com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, e de receber mesadas de cerca de R$ 300 mil mensais ou transferências financeiras vinculadas a ele, além de ter viajado com o empresário. Essas suspeitas geraram pedidos de quebra de sigilos bancário e fiscal, embora não haja denúncia formal ou provas que comprovem sua participação no esquema.
Em entrevista ao DCM, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, responsável pela defesa de Lulinha, negou categoricamente qualquer relação financeira entre ele e Antunes.
Segundo o defensor, a quebra de sigilo, cujo conteúdo acabou vazado para a imprensa, comprova que “jamais houve qualquer transação financeira” entre os dois.
