quarta-feira, 1 de julho de 2026

Aliados de Sóstenes Cavalcante são alvos de de operação da PF nesta quarta; entenda


        Agentes da Polícia Federal em operação. Foto: Reprodução.

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (1º) a terceira fase da Operação Rent a Car, batizada de “Galho Fraco II”, para aprofundar a apuração sobre o uso de recursos de cota parlamentar na contratação de uma empresa de locação de veículos.

Na etapa anterior, deflagrada em dezembro do ano passado, a PF mirou os deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Carlos Jordy (PL-RJ). A investigação, agora, avança para outros pontos da estrutura ligada à suposta fraude envolvendo pessoas ligadas aos bolsonaristas.

Os agentes cumprem medidas judiciais no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais. O Supremo Tribunal Federal autorizou as ações, segundo as informações da investigação.

A PF apura indícios de possível envolvimento de agentes públicos, particulares e pessoas jurídicas em uma movimentação irregular de recursos públicos. A investigação mira contratos de aluguel de carros pagos com verba parlamentar.

Os investigadores também suspeitam de tentativas de ocultação ou alteração de provas. A nova etapa busca avançar sobre a cadeia de pessoas e empresas ligadas aos contratos investigados.

Sóstenes Cavalcante, líder do PL. Foto: reprodução

Operadores entram na mira da nova fase

A CNN apurou que operadores da fraude estão entre os alvos desta fase da Operação Rent a Car. A pauta não informou os nomes dos investigados alcançados pelas medidas desta quarta.

A operação recebeu o nome “Galho Fraco II” e integra uma sequência de diligências sobre a contratação da empresa de locação de veículos. A PF trata o caso como suspeita de desvio de recursos públicos por meio do uso da cota parlamentar.

As medidas desta quarta seguem sob autorização do STF. A Polícia Federal mantém a apuração em andamento para identificar a origem, o destino e os responsáveis pela movimentação de recursos públicos nos contratos investigados.

Fonte: Brasil 247 com informações da CNN Brasil

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