



O valor corresponde a uma redução de R$ 2,7 milhões em comparação com o montante informado pelo atual presidente na última eleição
Presidente Lula - Crédito: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva formalizou neste sábado (8) sua candidatura a um novo mandato e apresentou à Justiça Eleitoral uma declaração patrimonial de R$ 4,7 milhões. O montante ficou R$ 2,7 milhões abaixo dos R$ 7,4 milhões informados em 2022, uma redução nominal de 35,7%.
A redução dos valores mantidos em previdência privada responde pela maior parcela da diferença registrada entre as declarações eleitorais de 2022 e 2026.
Dois planos de previdência privada representam a maior parcela do patrimônio informado pelo presidente. Um deles registra saldo de R$ 1,93 milhão e o outro soma R$ 1,38 milhão.
Juntos, os investimentos alcançam R$ 3,31 milhões e correspondem a 69,4% de todos os bens declarados por Lula à Justiça Eleitoral.
O presidente também informou participação de 26,68% em um sítio localizado em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. A parcela atribuída a Lula recebeu avaliação de R$ 130 mil.
A declaração inclui ainda um veículo estimado em R$ 50 mil e outro terreno no mesmo município, avaliado em R$ 2,7 mil, além dos demais itens relacionados no registro eleitoral.
Defesa pediu autorização excepcional para que três filhos encontrassem o ex-mandatário neste domingo
Jair Bolsonaro - Crédito: REUTERS/Diego Herculano
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou neste sábado (8) o pedido para que Jair Bolsonaro recebesse três de seus filhos no domingo (9), Dia dos Pais. A defesa pretendia obter uma autorização excepcional para o encontro familiar durante o período de suspensão das visitas ao ex-mandatário.
Moraes citou a decisão anterior que suspendeu por 30 dias as visitas a Bolsonaro. Permanecem autorizados os atendimentos permanentes de médicos e fisioterapeutas, além do acesso dos advogados.
A medida foi adotada após Moraes considerar que houve descumprimento das restrições judiciais impostas pelo STF.



Brasileiro de 19 anos vence ex-número 2 do mundo por 7-6(6) e 6-3 e agora terá revanche contra Ben Shelton, atual campeão do torneio e integrante do top 10
João Fonseca - Crédito: Getty Images
O tenista João Fonseca conquistou mais uma vitória de peso no circuito internacional. O brasileiro de 19 anos derrotou o norueguês Casper Ruud por 7-6(6) e 6-3 e garantiu vaga nas oitavas de final do Masters 1000 de Montreal, confirmando seu bom momento diante de alguns dos principais nomes do tênis mundial.
Segundo a CNN Brasil, João conseguiu superar dificuldades no início da partida, cresceu durante o confronto e passou a impor a potência de seus golpes, especialmente com a direita. O resultado representa também sua segunda vitória sobre Ruud em cerca de dois meses, depois de ter eliminado o ex-número 2 do ranking mundial nas oitavas de final de Roland Garros.
Divergências entre Andrei Rodrigues e André Mendonça aumentaram após mudanças na condução das apurações
André Mendonça e Andrei Rodrigues - Crédito: Victor Piemonte/STF | José Cruz/Agência Brasil
A investigação sobre as fraudes no INSS passou a ser conduzida em meio a um ambiente de tensão entre a Polícia Federal e o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Delegados da corporação, no entanto, avaliam que o conflito permanece no campo institucional e não chegou ao ponto de interferir diretamente nas apurações.
Segundo a coluna Painel, da Folha de São Paulo, integrantes da PF reconhecem que o embate entre o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, e Mendonça provoca ruídos no caso. A principal consequência, na avaliação relatada pela coluna, é o desgaste na relação entre os delegados responsáveis pela investigação e o ministro, que atua como relator no Supremo.
Embora não apontem interferência no trabalho investigativo, os delegados admitem que a desconfiança estabelecida entre representantes das instituições produziu um ambiente hostil. A avaliação é de que não existe plena harmonia na condução do processo.
Candidato do PL sobe o tom contra o Supremo e afirma que opositores tentarão impedir sua chegada a Brasília
Flávio Bolsonaro - Crédito: Carlos Moura/Agência Senado
Durante um almoço com empresários e políticos em São Caetano do Sul, nesta sexta-feira (7), o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) elevou o tom contra o Judiciário e direcionou ataques especialmente ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em seu discurso, segundo a coluna Painel, da Folha de São Paulo, afirmou que vem divulgando uma “roubalheira na mais alta cúpula do Judiciário” e relacionou suas acusações à resistência que diz enfrentar na disputa pelo Palácio do Planalto.
Diante de empresários e apoiadores, Flávio afirmou que seus adversários temem uma eventual vitória de seu grupo político e sugeriu que haveria uma escalada de ações para impedir sua chegada ao poder.
“Entendem qual o pavor que eles têm de a gente chegar e fazer a coisa certa? Imaginam dispostos ao que eles estão para impedir que nós cheguemos juntos em Brasília? Eles vão ultrapassar o limite da maldade”, afirmou.
Documentos enviados ao STF indicam estabilização clínica após ajuste de medicação e relatam evolução na recuperação do ombro
O ex-mandatário Jair Bolsonaro (PL) apresentou episódios de elevação da pressão arterial e leves crises de soluço nos últimos dias, segundo relatórios médicos encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (STF). As informações são do SBT News.
De acordo com o relatório semanal, os picos de pressão ocorreram nos dias 3 e 4 de agosto e exigiram um ajuste temporário na medicação. Após o controle do quadro, os médicos informaram que Bolsonaro respondeu satisfatoriamente ao tratamento e, atualmente, apresenta estabilidade hemodinâmica e cardiorrespiratória.
A equipe médica informou ainda que a prescrição dos medicamentos de uso contínuo foi mantida após a estabilização do quadro clínico. Apesar da evolução considerada positiva, o documento registra efeitos colaterais associados ao uso de medicamentos de ação central. Entre eles, estão sonolência durante o dia e instabilidade do equilíbrio corporal, motivo pelo qual os profissionais mantêm medidas preventivas para reduzir o risco de quedas.
Federação Brasil da Esperança quer apurar possível vazamento de conversas sigilosas e como material teria chegado à campanha de Flávio Bolsonaro
O Partido dos Trabalhadores acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (7) e pediu a abertura de um inquérito para investigar a possível divulgação irregular de áudios envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, e a empresária Roberta Luchsinger. Segundo a coluna de Mônica Bergamo, a Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, também quer esclarecer por quais caminhos o material teria chegado à campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Advogados da federação encaminharam a petição ao ministro André Mendonça, do STF, após O Globo informar que a campanha de Flávio Bolsonaro pretendia divulgar as gravações. A representação levanta a hipótese de que os arquivos tenham relação com dados telemáticos reunidos pela Polícia Federal (PF) em investigações protegidas por segredo de Justiça.
Deputado saiu de cerca de R$ 36 mil declarados em 2022 para R$ 3,8 milhões em 2026; imóvel financiado concentra a maior parcela dos bens apresentados à Justiça Eleitoral
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) parece ter descoberto uma fórmula particularmente eficiente de multiplicação patrimonial. Em apenas quatro anos, entre a eleição de 2022 e a disputa de 2026, os bens declarados pelo parlamentar saltaram de aproximadamente R$ 36 mil para R$ 3,8 milhões, uma expansão de cerca de 8.850%.
Os números foram revelados por O Globo, a partir das declarações de bens apresentadas à Justiça Eleitoral e tornadas públicas nesta semana. Considerado o efeito da inflação, os R$ 36 mil informados por Nikolas em 2022 corresponderiam atualmente a aproximadamente R$ 43,5 mil — ainda assim uma distância extraordinária dos R$ 3,8 milhões declarados agora.
Não há, apenas a partir desses dados, indicação de irregularidade. Mas a velocidade da ascensão patrimonial chama atenção e coloca a evolução financeira do deputado sob o escrutínio natural que acompanha as declarações obrigatórias de candidatos a cargos públicos.
Processo citado pelo senador deixou a relatoria de Alexandre de Moraes e passou para André Mendonça
Flávio Bolsonaro e Alexandre de Moraes - Crédito: Waldemir Barreto/Agência Senado
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, rejeitou um pedido apresentado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, para que o ministro Alexandre de Moraes fosse declarado suspeito em ações relacionadas ao caso Dark Horse, que envolve o financiamento de um filme inspirado na trajetória de Jair Bolsonaro (PL) da ordem de R$ 61 milhões. Os recursos foram repassados pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Segundo a Coluna do Estadão, do jornal O Estado de São Paulo, Fachin fundamentou a decisão no fato de que a ação apontada por Flávio para questionar a atuação de Moraes não está mais sob responsabilidade do ministro. O processo, originado de uma iniciativa do deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), passou para a relatoria de André Mendonça.
A decisão de Fachin foi assinada em 25 de junho. No dia seguinte, a Procuradoria-Geral da República (PGR) concordou com o despacho. O procedimento referente ao pedido de Flávio foi formalmente encerrado nesta quinta-feira (6).
Presidenciável afirma que medida faria tema “sair da pauta” e promete uma série de mudanças no governo
Ronaldo Caiado - Crédito: Lula Marques/Agência Brasil
O ex-governador Ronaldo Caiado, candidato do PSD à Presidência da República, afirmou nesta sexta-feira (7) que pretende encaminhar, no primeiro dia de um eventual governo, uma proposta de anistia aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. O ex-governador de Goiás também anunciou um pacote que inclui reformas administrativa e política e mudanças em pontos da reforma tributária.
Segundo o jornal O Globo, Caiado argumentou que a anistia aos golpistas serviria para “pacificar” o país e retirar o episódio da pauta política. Questionado se considera o 8 de janeiro uma tentativa de golpe de Estado, porém, evitou responder diretamente.
“Essa medida (anistia) não estará sozinha, estará junto a dezenas de medidas que tomarei, como várias reformas que trarei no meu primeiro dia. Essa medida tem o sentido de pacificar o país; nós não podemos mais conviver com o que estamos vivendo; é impossível hoje. É uma briga inútil, que só traz desgastes. Eu tenho a consciência de que, no momento em que eu promover a anistia, esse assunto sai da pauta e vamos viver um outro momento, de pautas que sejam relevantes para as pessoas”, disse Caiado durante sabatina na Globonews, de acordo com o jornal O Globo, nesta sexta-feira (7).
Imóvel em Botafogo foi retomado após atraso em financiamento e tem lance inicial de R$ 644,3 mil
Apartamento que pertenceu a Eduardo Bolsonaro em Botafogo será leiloado pela Caixa após atraso no financiamento (Crédito: Reprodução/Caixa)
A Caixa Econômica Federal marcou para 20 de agosto o leilão de um apartamento que pertencia ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), localizado na Avenida Pasteur, em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro. O imóvel, de 101 m², foi avaliado pelo banco em pouco mais de R$ 1 milhão, mas terá lance inicial de aproximadamente R$ 644,3 mil.
As informações foram publicadas originalmente pelo Metrópoles. Segundo a reportagem, o imóvel foi retomado pela Caixa depois que Eduardo deixou parcelas do financiamento em aberto e não regularizou a dívida dentro do prazo legal, mesmo após intimação por edital.
Eduardo Bolsonaro comprou o apartamento em 2017 por R$ 1 milhão. O contrato foi assinado em 30 de junho daquele ano, quando ele exercia mandato de deputado federal. A maior parte do valor foi financiada pela Caixa: de acordo com o registro do imóvel, o financiamento contratado foi de R$ 788 mil, com prazo de 420 meses, equivalente a 35 anos. A prestação inicial prevista era de R$ 9.743,29.
Ciro Nogueira e Flávio Bolsonaro se afastaram nos últimos meses. Relação conturbada impediu aliança entre o PL e a federação União-PP
Ciro Nogueira e Flávio Bolsonaro - Crédito: Edilson Rodrigues/Agência Senado/Isac Nóbrega/PR
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, utilizou sua transmissão ao vivo semanal, na quinta-feira (7), para listar os nomes que apoia na disputa ao Senado Federal. Entre as candidaturas anunciadas, a ausência do senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-ministro da Casa Civil durante a gestão Jair Bolsonaro (PL), destacou-se como um dos principais pontos da fala, segundo a CNN Brasil.
Nas eleições deste ano, o Senado Federal passará por uma renovação de dois terços de suas cadeiras, totalizando 54 vagas em disputa em todo o território nacional. Diante dessa configuração, cada eleitor deve votar em dois nomes para representar seu estado na Casa Alta. No cenário do Piauí, no entanto, o pré-candidato do PL optou por indicar apoio formal a apenas um concorrente: Tiago Junqueira, filiado ao seu próprio partido. Durante a transmissão ao vivo, Flávio declarou tom descontraído ao referir-se ao correligionário, afirmando que Junqueira é “apaixonado pelo [Jair] Bolsonaro” e brincando que chega a sentir ciúmes dessa relação.
Em podcast, candidato do PL perguntou à ex-presidente da Caixa qual seria o ritmo de queda dos juros em eventual governo
Flávio Bolsonaro - Crédito: Lula Marques/Agência Brasil
O candidato à Presidência pelo PL, senador Flávio Bolsonaro, afirmou que “não entende tanto de economia” ao questionar a ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques sobre o comportamento da taxa Selic em caso de vitória eleitoral.
A declaração foi feita durante entrevista ao podcast Market Makers e divulgada na quinta-feira (6). No diálogo, Flávio buscou saber se as sinalizações de um eventual governo teriam efeito rápido sobre os juros.
“Não entendo tanto de economia. Vamos supor, ganhamos a eleição. Como funciona a próxima taxa de juro com as sinalizações que vamos fazer? Ela cai rápido ou demora a cair?”, perguntou o senador.
Daniella respondeu que a redução poderia ocorrer rapidamente, associando parte do movimento à reação da curva de juros. “Cai rápido. Um pedaço do ajuste vem na curva. Cada um ponto de Selic custa R$ 90 bilhões. Se você faz um corte de 1,5 ponto, 2,5 vem do próprio ajuste da curva. O Brasil não precisa de presidente que entenda de economia, precisa de presidente que tenha vontade política de aprovar o que tem que ser aprovado no Congresso.”
Documento aprovado pelo partido em Alagoas prevê retomada automática da candidatura caso deputado deixe a vice na chapa de Flávio Bolsonaro
Alfredo Gaspar - Crédito: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
A direção estadual do PL em Alagoas aprovou uma ata que mantém aberta a possibilidade de o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) voltar a disputar uma vaga no Senado, caso deixe a condição de candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL). A informação foi publicada pela coluna de Igor Gadelha, no Metrópoles.
Segundo o registro partidário, aprovado em reunião virtual extraordinária na noite de quarta-feira (5), a retirada de Gaspar da corrida ao Senado ocorreu “exclusivamente” por causa de sua designação para a chapa presidencial de Flávio.
O texto da ata estabelece que qualquer mudança posterior na candidatura nacional de Gaspar à Vice-Presidência torna sem efeito a deliberação que revogou sua escolha como candidato ao Senado. Com isso, a decisão anterior da convenção estadual voltaria a valer, desde que respeitados os prazos e as regras da legislação eleitoral.
“Qualquer nova alteração superveniente na candidatura nacional de ALFREDO GASPAR DE MENDONÇA NETO ao cargo de Vice-Presidente da República tornará, automaticamente e de pleno direito, sem efeito a deliberação constante do item ‘I’, hipótese em que restabelecer-se-á para todos os fins de direito a escolha regularmente realizada na Convenção Estadual ordinária, observados os prazos e as condições da legislação eleitoral vigente”, diz o documento.
Ministério Público questiona gastos milionários da Prefeitura de Santa Bárbara do Tugúrio com a Festa da Banana diante do comprometimento de recursos da saúde e educação
Ana Castela - Crédito: Reprodução/Instagram/@anacastelacantora
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ajuizou uma ação civil pública, com pedido de tutela de urgência, para barrar o gasto de R$ 1,816 milhão da Prefeitura de Santa Bárbara do Tugúrio com a contratação de apresentações musicais para a 40ª Festa da Banana. O município, localizado na região do Campo das Vertentes e administrado pelo prefeito Donatinho (PSD), possui pouco mais de 4 mil habitantes, informa o jornal O Globo.
A ação judicial pede a suspensão imediata dos pagamentos e o cancelamento dos shows de artistas de projeção nacional e regional, como Ana Castela, Gustavo Mioto, Muriel Alves, Igor Ferrari, Yuri e Troy e Delino Marçal. Entre os pedidos apresentados à Justiça, o MPMG exige o bloqueio dos valores ainda não desembolsados, a proibição do evento nos moldes contratados e a imposição de um limite para os gastos municipais com eventos artísticos, que não devem ultrapassar os valores praticados em 2024, ajustados apenas pela inflação.