Parada do Orgulho LGBT+ completa 30 anos de existência. Veja também números da violência contra este segmento. Ministério defende importância do evento
Deputada Erika Hilton (Foto: Divulgação)
A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP), que é trans, defendeu neste domingo (7) a centralidade das pautas LGBTQIA+ na política brasileira. De acordo com a parlamentar, a luta por direitos não pode aparecer apenas em datas simbólicas. A LGBTfobia é crime no Brasil, pois, em 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) equiparou a prática ao crime de racismo
A Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo ocorre neste domingo (7), na Avenida Paulista, com a presença de uma multidão. Ao completar 30 anos, o evento traz como tema “30 Anos Parada SP: A rua convoca, a urna confirma”, em uma proposta de debate sobre o peso do voto e da participação democrática na defesa dos direitos da população LGBT+.
Em postagem na rede social X, Erika também cobrou justiça por Luana Barbosa, mulher negra e lésbica morta após ser espancada por policiais em 8 de abril de 2016, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. "Esse compromisso é diário, é cotidiano e é, acima de tudo, político e de luta!", escreveu Erika Hilton. "Vivam as mulheres lésbicas e bissexuais! Viva toda a comunidade LGBTQIA+!", acrescentou.