quarta-feira, 29 de julho de 2026
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Sem Cleitinho, Minas Gerais pode ter 2º turno entre Kalil e Patrus Ananias
Pesquisa Quaest aponta cenário aberto após confirmação de que senador do Republicanos não disputará o governo estadual
Alexandre Kalil e Patrus Ananias (Crédito: Reprodução/X | Kayo Magalhães/Câmara dos deputados)
O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) não disputará o governo de Minas Gerais nas próximas eleições estaduais, alterando significativamente o cenário político no estado. A decisão foi confirmada pelo presidente nacional do Republicanos, o deputado federal Marcos Pereira, após o parlamentar não comparecer à Convenção Estadual do partido em Minas Gerais, realizada no último sábado (25), evento onde sua candidatura deveria ter sido chancelada formalmente. Com a desistência, a legenda oficializou que apoiará a pré-candidatura do ex-secretário de Governo de Minas Gerais, Marcelo Aro (PP), ao comando do Executivo mineiro.
A saída de Cleitinho do páreo redesenha a corrida eleitoral, uma vez que ele aparecia na liderança das intenções de voto no levantamento divulgado pela Quaest na terça-feira (28). O senador figurava à frente em todos os cenários em que seu nome era testado pela pesquisa, tanto nas simulações de primeiro turno quanto no segundo turno.
Sem a presença de Cleitinho, a liderança numérica da disputa passa para o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT). Em uma das simulações de primeiro turno testadas pelo instituto, Kalil surge com 15% das intenções de voto, seguido de perto pelo deputado federal Patrus Ananias (PT), que registra 13%. O atual governador Mateus Simões (PSD) pontua 9%, enquanto Gabriel Azevedo (MDB) aparece com 6%. Flávio Roscoe (PL) marca 4%, Ben Mendes (Missão) soma 2% e Maria da Consolação (PSOL) tem 1%. Rafael Duda (PSTU) e Túlio Lopes (PCB) não pontuaram (0%). Nesse levantamento, os eleitores indecisos somam 27%, e os votos brancos, nulos ou de eleitores que declararam que não vão votar representam 23%.
Dino sinaliza que parlamentares podem ser punidos por não fiscalizarem emendas
Ministro do STF vê possível contradição em parlamentar indicar recursos e ficar fora dos mecanismos de controle
Ministro Flávio Dino, 11 de junho de 2026 (Crédito: Victor Piemonte/STF)
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), sinalizou nesta quarta-feira (29) que parlamentares podem ser responsabilizados caso obras e serviços financiados por emendas indicadas por eles não sejam devidamente executados pelos gestores públicos.
A decisão determina que Câmara dos Deputados, Senado Federal e Presidência da República enviem ao STF, em até dez dias, informações detalhadas sobre a responsabilidade jurídica de cada agente público envolvido no percurso das emendas parlamentares, desde a indicação até a execução dos recursos.
A medida foi tomada em uma ação apresentada pela Rede Sustentabilidade e abre uma nova frente de apuração no gabinete de Dino sobre transparência, rastreabilidade e controle das emendas parlamentares. O partido pede que o Supremo reconheça que deputados e senadores que indicam emendas impositivas exercem papel semelhante ao de “ordenador de despesas”, o que poderia sujeitá-los a responsabilização em casos de mau uso do dinheiro público por prefeituras e outros gestores.
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Cleitinho não será candidato ao governo de Minas Gerais
Republicanos apoiará Marcelo Aro
Cleitinho Azevedo (Crédito: Ton Molina/Agência Senado)
O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) não será candidato ao governo de Minas Gerais nas próximas eleições estaduais. A decisão foi confirmada pelo presidente nacional do Republicanos, o deputado federal Marcos Pereira.
A definição ocorreu após uma série de indefinições e do não comparecimento do parlamentar à Convenção Estadual do Republicanos em Minas Gerais, realizada no último sábado (25), evento no qual sua candidatura deveria ter sido chancelada formalmente.
Em nota oficial assinada conjuntamente pelas executivas estadual — presidida pelo deputado Euclydes Pettersen — e nacional da legenda, o partido destacou que trabalhou ostensivamente para viabilizar o projeto político, mas criticou a falta de postura do parlamentar. “A ausência do senador na Convenção Estadual do Republicanos — apesar das justificativas pessoais — representou um fato político objetivo, que produziu consequências inevitáveis”, informou o partido.
Otoni de Paula defende “direita com Lula” em 2º turno contra Flávio Bolsonaro
Governo derruba 937 perfis de influenciadores por propaganda irregular de bets
Fiscalização do Ministério da Fazenda também identificou logos de casas de apostas em uniformes esportivos infantis
Apostas esportivas (Crédito: Divulgação)
A ofensiva do Ministério da Fazenda contra a publicidade irregular de apostas online resultou na remoção de 937 páginas de influenciadores entre janeiro de 2025 e junho deste ano. O balanço inclui perfis que divulgaram plataformas clandestinas e contas que descumpriram normas aplicáveis ao mercado regulado.
As informações foram reveladas pela Folha de São Paulo, com base em respostas obtidas por meio da Lei de Acesso à Informação. Parte dos dados também foi levantada pela instituição de pagamento Pay4Fun.
Campanha de Flávio Bolsonaro já se preocupa com avanço de Lula entre evangélicos
Queda de vantagem na pesquisa Quaest e pessimismo nas igrejas levam coordenação a criar núcleo para conter o presidente
Lula sanciona lei que cria Dia Nacional da Música Gospel (Crédito: Ricardo Stuckert)
Diante de críticas sobre a excessiva centralização das articulações políticas da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o coordenador da empreitada, senador Rogério Marinho (PL-RN), decidiu descentralizar algumas frentes de atuação e determinou a criação de um núcleo específico para realizar o trabalho de corpo a corpo com o eleitorado evangélico, buscando conter o avanço das investidas do presidente Lula (PT) sobre esse segmento, informa Bela Megale, do jornal O Globo.
Maioria apoia prisão domiciliar de Bolsonaro, mas rejeita veto à visita de Flávio, aponta Datafolha
Levantamento mostra que brasileiros concordam com manutenção do ex-presidente em casa por razões de saúde, mas desaprovam restrições impostas por Alexandre de Moraes à visita do senador
Flávio Bolsonaro e Alexandre de Moraes (Crédito: Waldemir Barreto/Agência Senado)
A maioria dos brasileiros apoia a manutenção da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas discorda da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de impedir que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) visite o pai. Os dados são de pesquisa Datafolha, divulgada pela Agenda do Poder, e revelam uma percepção diferenciada da população sobre as medidas cautelares impostas ao ex-presidente.
Segundo o levantamento, 59% dos entrevistados defendem que Bolsonaro permaneça em prisão domiciliar, autorizada por razões de saúde, enquanto 35% são contrários à medida.
Rui Costa e Jaques Wagner lideram disputa pelo Senado na Bahia, diz Quaest
Levantamento aponta vantagem dos pré-candidatos do PT; João Roma e Ângelo Coronel aparecem empatados com 6%
Rui Costa e Jaques Wagner (Crédito: Divulgação)
Os pré-candidatos Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) aparecem à frente na disputa pelas duas vagas da Bahia ao Senado nas eleições de outubro, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (29).
De acordo com levantamento publicado pelo G1, encomendado pela Genial Investimentos, Rui Costa tem 22% das intenções de voto, enquanto Jaques Wagner registra 16%. Na sequência aparecem João Roma (PL) e Ângelo Coronel (Republicanos), ambos com 6%.
A pesquisa ouviu 1.200 eleitores de 16 anos ou mais entre 23 e 27 de julho. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número BA-02331/2026.
No primeiro cenário testado pela Quaest, Rui Costa lidera com 22%, seguido por Jaques Wagner, com 16%. João Roma e Ângelo Coronel aparecem empatados numericamente, com 6% cada. Professora Delliana Ricelli (Psol) marca 3%, Marcelo Santtana (DC) tem 1% e Gregorio Gould (UP) aparece com 0%.
Nesse mesmo cenário, 22% dos entrevistados se declararam indecisos. Outros 24% disseram que pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas.
⦾ Veja os números do cenário 1:
● Rui Costa (PT): 22%
● Jaques Wagner (PT): 16%
● João Roma (PL): 6%
● Ângelo Coronel (Republicanos): 6%
● Professora Delliana Ricelli (Psol): 3%
● Marcelo Santtana (DC): 1%
● Gregorio Gould (UP): 0%
● Indecisos: 22%
● Branco/Nulo/Não vai votar: 24%
Em um segundo cenário, também liderado pelos dois nomes do PT, Rui Costa mantém 22% e Jaques Wagner permanece com 16%. João Roma e Ângelo Coronel continuam empatados, com 6% cada. Professora Delliana Ricelli sobe para 4%, enquanto Gregorio Gould aparece com 0%.
Os índices de indecisos e de eleitores que afirmam votar em branco, anular ou não votar permanecem iguais: 22% e 24%, respectivamente.
⦾ Veja os números do cenário 2:
● Rui Costa (PT): 22%
● Jaques Wagner (PT): 16%
● João Roma (PL): 6%
● Ângelo Coronel (Republicanos): 6%
● Professora Delliana Ricelli (Psol): 4%
● Gregorio Gould (UP): 0%
● Indecisos: 22%
● Branco/Nulo/Não vai votar: 24%
A disputa ao Senado na Bahia terá duas vagas em jogo. O desempenho de Rui Costa e Jaques Wagner, ambos do PT, indica vantagem inicial dos dois pré-candidatos governistas no estado. A distância para os demais nomes testados é de ao menos dez pontos percentuais em relação a Jaques Wagner, segundo colocado no levantamento.
A Quaest também mediu o grau de conhecimento dos eleitores sobre os pré-candidatos. Rui Costa é o mais conhecido, citado por 47% dos entrevistados. Jaques Wagner aparece em seguida, com 36%. João Roma registra 15%, e Ângelo Coronel, 13%.
No recorte de rejeição informado pela pesquisa, Jaques Wagner tem 45%, Rui Costa aparece com 39%, João Roma soma 24% e Ângelo Coronel registra 23%.
Fonte: Brasil 247
Quaest: ACM Neto e Jerônimo Rodrigues empatam tecnicamente na disputa pelo governo da Bahia
Levantamento mostra cenário acirrado no primeiro turno, vantagem de ACM Neto em simulação de segundo turno e aprovação de 57% ao governo Jerônimo
ACM Neto e Jerônimo Rodrigues (Crédito: Divulgação)
A disputa pelo governo da Bahia segue aberta e marcada pelo equilíbrio entre os dois principais candidatos. Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (29) aponta empate técnico entre o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) e o governador Jerônimo Rodrigues (PT) em ambos os cenários testados para o primeiro turno das eleições estaduais.
O levantamento entrevistou 1.200 eleitores entre 23 e 27 de julho. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número BA-02331/2026.
No principal cenário apresentado, ACM Neto aparece com 39% das intenções de voto, enquanto Jerônimo Rodrigues registra 38%, configurando empate técnico dentro da margem de erro. Também pontuam Aroldo Felix (UP) e Ronaldo Mansur (PSOL), ambos com 1%, enquanto José Estevão (DC) não alcança 1%.
Em um segundo cenário, que altera apenas a composição dos candidatos de menor expressão, os números permanecem praticamente inalterados: ACM Neto tem 39% e Jerônimo Rodrigues, 38%, mantendo o quadro de empate técnico.
A pesquisa também mostra que parte significativa do eleitorado ainda não definiu completamente sua escolha. Segundo o levantamento, 44% dos entrevistados afirmam que ainda podem mudar o voto para governador, enquanto 54% dizem que a decisão já é definitiva.
Na simulação de segundo turno, ACM Neto aparece numericamente à frente. O ex-prefeito de Salvador alcança 43%, contra 39% de Jerônimo Rodrigues. Outros 11% se declararam indecisos.
Apesar da disputa equilibrada nas intenções de voto, o governador mantém avaliação positiva entre os baianos. A pesquisa indica que 57% aprovam sua administração, enquanto 34% desaprovam o governo estadual.
Na avaliação da gestão, 37% classificam o governo como positivo, 35% como regular e 23% como negativo. Outros 5% não souberam ou preferiram não responder.
Outro indicador favorável ao atual governador é a percepção sobre uma eventual recondução ao cargo. Para 52% dos entrevistados, Jerônimo Rodrigues merece ser reeleito, enquanto 41% avaliam que ele não merece um novo mandato.
Já no índice de rejeição, Jerônimo lidera com 40%, seguido por ACM Neto, com 30%. Entre os demais nomes testados, Ronaldo Mansur registra 17%, José Estevão, 13%, e Aroldo Felix, 9%.
A segurança pública aparece como a principal preocupação dos eleitores baianos, sendo apontada por 47% dos entrevistados. Em seguida vêm saúde (39%), emprego e renda (34%), transporte público (33%), políticas sociais (28%), educação (27%), atração de empresas (26%), infraestrutura e mobilidade (25%) e habitação (23%).
Fonte: Brasil 247
