



Ex-deputado diz que evento reuniu parlamentares e familiares; PF analisa material do celular de Weverton Rocha
Alexandre Ramagem e políticos em uma piscina - Crédito: Reprodução/PF
O ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) explicou em uma rede social o contexto da foto em que aparece em uma piscina ao lado de políticos e do advogado Willer Tomaz. Segundo o ex-parlamentar, o evento privado reuniu parlamentares, familiares dos convidados e uma apresentação musical. A PF (Polícia Federal) analisa o material extraído do celular do senador Weverton Rocha, onde encontrou a imagem. As informações foram divulgadas no Portal Uol.
O registro data de 23 de abril de 2023 e mostra participantes de um encontro realizado na propriedade de Willer Tomaz, em Planaltina, no Distrito Federal. Entre os políticos presentes aparecem o deputado Arthur Lira (PP-AL), o deputado Juscelino Filho (PSDB-MA), o senador Weverton Rocha (PDT-MA), o deputado Elmar Nascimento (União-BA), o deputado Paulo Azi (União-BA) e o senador Efraim Filho (PL-PB).
A imagem de Alexandre Ramagem em uma piscina foi encontrada no âmbito da Operação Sem Desconto, investigação que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado aos descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
O encontro ocorreu em 23 de abril de 2023, no Rancho Tomaz, propriedade do advogado situada a cerca de 80 quilômetros de Brasília. A fotografia mostra um momento de confraternização, com participantes dentro e nas proximidades da piscina, enquanto bebidas aparecem dispostas sobre uma mesa ao lado.









Oitiva prevista para novembro depende de autorização do ministro do STF Alexandre de Moraes
General Braga Netto - Crédito: Fernando Frazão / Agência Brasil
O general Walter Souza Braga Netto foi indicado como testemunha pela defesa de um tenente-coronel acusado de se apropriar de armas que estavam sob responsabilidade do Exército no Rio de Janeiro. O depoimento está marcado para 10 de novembro e deverá ocorrer por videoconferência.
Segundo a coluna de Manoela Alcântara, do Metrópoles, o nome de Braga Netto foi apresentado pela defesa do tenente-coronel Alexandre de Almeida. O oficial chefiava o setor responsável pela fiscalização de armas e produtos controlados da 1ª Região Militar, que abrange Rio de Janeiro e Espírito Santo.
Almeida é acusado pelo Ministério Público Militar (MPM) de se apropriar de armas entregues ao Exército para destruição ou retorno à cadeia de suprimentos da Força. Segundo a denúncia, parte dos armamentos havia pertencido a militares da reserva ou já mortos.
Os episódios investigados ocorreram entre 2016 e 2018, período em que Braga Netto comandava a 1ª Região Militar.
Ex-deputado cassado criticou regra prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente
Ex-deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro - Crédito: Lula Marques/Agência Brasil
O ex-deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro voltou a atacar a política brasileira de vacinação infantil ao defender, em vídeo publicado no X, que pais possam recusar imunizantes obrigatórios para seus filhos. O vídeo com a crítica contra a obrigatoriedade da vacinação de crianças no Brasil, regra prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA, foi publicado na sexta-feira (7).
“No Brasil, papai Lula obriga que todas as crianças se vacinem com tudo quanto é tipo de coisa. E se der alguma coisa errado, certamente ele não será o responsabilizado”, afirmou o ex-parlamentar no vídeo, de acordo com o Estadão Conteúdo.


Instituto Locomotiva aponta apoio à divisão das tarefas e alerta para a sobrecarga feminina
Pai e filho - Crédito: Jon Nazca/Reuters
A ausência da figura paterna marcou a infância e a adolescência de metade dos brasileiros das classes D e E, segundo pesquisa do Instituto Locomotiva. Ao mesmo tempo, o levantamento identifica uma mudança significativa na percepção sobre a paternidade: a maioria considera que pais e mães devem compartilhar o cuidado, o afeto e a formação emocional dos filhos.
Segundo o UOL, o estudo mostra que, mesmo entre brasileiros que cresceram sem a presença constante do pai, existe o reconhecimento de que a participação paterna deveria ir além do sustento financeiro e incluir diálogo, acolhimento e envolvimento cotidiano.
“Muitos brasileiros cresceram sem uma presença paterna constante ou com pais mais associados ao sustento do que ao cuidado cotidiano”, afirma Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva.
“Hoje, essas mesmas pessoas reconhecem que ser pai também deve envolver escuta, afeto, diálogo e participação. Essa demanda deveria abrir espaço para vínculos mais próximos, que muitos não viveram na própria infância e adolescência”, acrescenta.




