Grupo contrário a o governador Tarcísio de Freitas tentou chegar à Paulista antes de ato com Flávio Bolsonaro
A Polícia Militar de São Paulo lançou bombas de gás lacrimogêneo contra um grupo de manifestantes de esquerda nas proximidades da Avenida Paulista, na manhã desta segunda-feira (7), em meio à preparação de um ato bolsonarista que teria a presença do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).
Vídeos publicados nas redes sociais registraram a confusão na região da Alameda Santos, perto do bloqueio montado para controlar o acesso à avenida. O episódio também foi noticiado por outros veículos nesta segunda-feira, no contexto das manifestações de 7 de Setembro em São Paulo.
🔴 Grupo contra Tarcísio tentou acessar a Paulista
De acordo com o jornal O Globo, os manifestantes carregavam faixas contra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e tentaram seguir em direção à Avenida Paulista. No trajeto, o grupo cruzou com apoiadores bolsonaristas que caminhavam para a manifestação da direita.
A PM, que bloqueava o acesso pela Alameda Santos, impediu a entrada dos manifestantes. Na sequência, agentes usaram bombas de gás lacrimogêneo para dispersar o grupo.
🔴 PM diz que houve tentativa de invasão de área isolada
Em nota, a Polícia Militar afirmou que a intervenção ocorreu porque um grupo tentou acessar o espaço reservado a manifestantes de posição política oposta.
“Na Peixoto Gomide, com a Alameda Santos, um grupo tentou invadir o espaço destinado a outro grupo antagônico, momento em que a PM e a GCM intervieram para conter as partes”, disse a corporação.
A PM informou ainda que reforçou o policiamento na Avenida Paulista por causa das manifestações previstas para esta segunda-feira. Segundo a corporação, “não foram registrados incidentes graves”.
🔴 Tensão política no 7 de Setembro
A confusão ocorreu em meio a atos políticos organizados na capital paulista durante o feriado de 7 de Setembro. A Avenida Paulista foi escolhida como palco de manifestação bolsonarista, com participação prevista de Flávio Bolsonaro.
A Polícia Militar afirmou que segue no local para garantir a segurança dos participantes e “o direito à livre manifestação”.
Fonte: Brasil 247 com informações do jornal O Globo
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