

Republicanos apoiará Marcelo Aro
Cleitinho Azevedo (Crédito: Ton Molina/Agência Senado)
O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) não será candidato ao governo de Minas Gerais nas próximas eleições estaduais. A decisão foi confirmada pelo presidente nacional do Republicanos, o deputado federal Marcos Pereira.
A definição ocorreu após uma série de indefinições e do não comparecimento do parlamentar à Convenção Estadual do Republicanos em Minas Gerais, realizada no último sábado (25), evento no qual sua candidatura deveria ter sido chancelada formalmente.
Em nota oficial assinada conjuntamente pelas executivas estadual — presidida pelo deputado Euclydes Pettersen — e nacional da legenda, o partido destacou que trabalhou ostensivamente para viabilizar o projeto político, mas criticou a falta de postura do parlamentar. “A ausência do senador na Convenção Estadual do Republicanos — apesar das justificativas pessoais — representou um fato político objetivo, que produziu consequências inevitáveis”, informou o partido.
Fiscalização do Ministério da Fazenda também identificou logos de casas de apostas em uniformes esportivos infantis
Apostas esportivas (Crédito: Divulgação)
A ofensiva do Ministério da Fazenda contra a publicidade irregular de apostas online resultou na remoção de 937 páginas de influenciadores entre janeiro de 2025 e junho deste ano. O balanço inclui perfis que divulgaram plataformas clandestinas e contas que descumpriram normas aplicáveis ao mercado regulado.
As informações foram reveladas pela Folha de São Paulo, com base em respostas obtidas por meio da Lei de Acesso à Informação. Parte dos dados também foi levantada pela instituição de pagamento Pay4Fun.
Queda de vantagem na pesquisa Quaest e pessimismo nas igrejas levam coordenação a criar núcleo para conter o presidente
Lula sanciona lei que cria Dia Nacional da Música Gospel (Crédito: Ricardo Stuckert)
Diante de críticas sobre a excessiva centralização das articulações políticas da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o coordenador da empreitada, senador Rogério Marinho (PL-RN), decidiu descentralizar algumas frentes de atuação e determinou a criação de um núcleo específico para realizar o trabalho de corpo a corpo com o eleitorado evangélico, buscando conter o avanço das investidas do presidente Lula (PT) sobre esse segmento, informa Bela Megale, do jornal O Globo.
Levantamento mostra que brasileiros concordam com manutenção do ex-presidente em casa por razões de saúde, mas desaprovam restrições impostas por Alexandre de Moraes à visita do senador
Flávio Bolsonaro e Alexandre de Moraes (Crédito: Waldemir Barreto/Agência Senado)
A maioria dos brasileiros apoia a manutenção da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas discorda da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de impedir que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) visite o pai. Os dados são de pesquisa Datafolha, divulgada pela Agenda do Poder, e revelam uma percepção diferenciada da população sobre as medidas cautelares impostas ao ex-presidente.
Segundo o levantamento, 59% dos entrevistados defendem que Bolsonaro permaneça em prisão domiciliar, autorizada por razões de saúde, enquanto 35% são contrários à medida.
Levantamento aponta vantagem dos pré-candidatos do PT; João Roma e Ângelo Coronel aparecem empatados com 6%
Rui Costa e Jaques Wagner (Crédito: Divulgação)
Os pré-candidatos Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) aparecem à frente na disputa pelas duas vagas da Bahia ao Senado nas eleições de outubro, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (29).
De acordo com levantamento publicado pelo G1, encomendado pela Genial Investimentos, Rui Costa tem 22% das intenções de voto, enquanto Jaques Wagner registra 16%. Na sequência aparecem João Roma (PL) e Ângelo Coronel (Republicanos), ambos com 6%.
A pesquisa ouviu 1.200 eleitores de 16 anos ou mais entre 23 e 27 de julho. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número BA-02331/2026.
No primeiro cenário testado pela Quaest, Rui Costa lidera com 22%, seguido por Jaques Wagner, com 16%. João Roma e Ângelo Coronel aparecem empatados numericamente, com 6% cada. Professora Delliana Ricelli (Psol) marca 3%, Marcelo Santtana (DC) tem 1% e Gregorio Gould (UP) aparece com 0%.
Nesse mesmo cenário, 22% dos entrevistados se declararam indecisos. Outros 24% disseram que pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas.
⦾ Veja os números do cenário 1:
● Rui Costa (PT): 22%
● Jaques Wagner (PT): 16%
● João Roma (PL): 6%
● Ângelo Coronel (Republicanos): 6%
● Professora Delliana Ricelli (Psol): 3%
● Marcelo Santtana (DC): 1%
● Gregorio Gould (UP): 0%
● Indecisos: 22%
● Branco/Nulo/Não vai votar: 24%
Em um segundo cenário, também liderado pelos dois nomes do PT, Rui Costa mantém 22% e Jaques Wagner permanece com 16%. João Roma e Ângelo Coronel continuam empatados, com 6% cada. Professora Delliana Ricelli sobe para 4%, enquanto Gregorio Gould aparece com 0%.
Os índices de indecisos e de eleitores que afirmam votar em branco, anular ou não votar permanecem iguais: 22% e 24%, respectivamente.
⦾ Veja os números do cenário 2:
● Rui Costa (PT): 22%
● Jaques Wagner (PT): 16%
● João Roma (PL): 6%
● Ângelo Coronel (Republicanos): 6%
● Professora Delliana Ricelli (Psol): 4%
● Gregorio Gould (UP): 0%
● Indecisos: 22%
● Branco/Nulo/Não vai votar: 24%
A disputa ao Senado na Bahia terá duas vagas em jogo. O desempenho de Rui Costa e Jaques Wagner, ambos do PT, indica vantagem inicial dos dois pré-candidatos governistas no estado. A distância para os demais nomes testados é de ao menos dez pontos percentuais em relação a Jaques Wagner, segundo colocado no levantamento.
A Quaest também mediu o grau de conhecimento dos eleitores sobre os pré-candidatos. Rui Costa é o mais conhecido, citado por 47% dos entrevistados. Jaques Wagner aparece em seguida, com 36%. João Roma registra 15%, e Ângelo Coronel, 13%.
No recorte de rejeição informado pela pesquisa, Jaques Wagner tem 45%, Rui Costa aparece com 39%, João Roma soma 24% e Ângelo Coronel registra 23%.
Fonte: Brasil 247
Levantamento mostra cenário acirrado no primeiro turno, vantagem de ACM Neto em simulação de segundo turno e aprovação de 57% ao governo Jerônimo
ACM Neto e Jerônimo Rodrigues (Crédito: Divulgação)
A disputa pelo governo da Bahia segue aberta e marcada pelo equilíbrio entre os dois principais candidatos. Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (29) aponta empate técnico entre o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) e o governador Jerônimo Rodrigues (PT) em ambos os cenários testados para o primeiro turno das eleições estaduais.
O levantamento entrevistou 1.200 eleitores entre 23 e 27 de julho. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número BA-02331/2026.
No principal cenário apresentado, ACM Neto aparece com 39% das intenções de voto, enquanto Jerônimo Rodrigues registra 38%, configurando empate técnico dentro da margem de erro. Também pontuam Aroldo Felix (UP) e Ronaldo Mansur (PSOL), ambos com 1%, enquanto José Estevão (DC) não alcança 1%.
Em um segundo cenário, que altera apenas a composição dos candidatos de menor expressão, os números permanecem praticamente inalterados: ACM Neto tem 39% e Jerônimo Rodrigues, 38%, mantendo o quadro de empate técnico.
A pesquisa também mostra que parte significativa do eleitorado ainda não definiu completamente sua escolha. Segundo o levantamento, 44% dos entrevistados afirmam que ainda podem mudar o voto para governador, enquanto 54% dizem que a decisão já é definitiva.
Na simulação de segundo turno, ACM Neto aparece numericamente à frente. O ex-prefeito de Salvador alcança 43%, contra 39% de Jerônimo Rodrigues. Outros 11% se declararam indecisos.
Apesar da disputa equilibrada nas intenções de voto, o governador mantém avaliação positiva entre os baianos. A pesquisa indica que 57% aprovam sua administração, enquanto 34% desaprovam o governo estadual.
Na avaliação da gestão, 37% classificam o governo como positivo, 35% como regular e 23% como negativo. Outros 5% não souberam ou preferiram não responder.
Outro indicador favorável ao atual governador é a percepção sobre uma eventual recondução ao cargo. Para 52% dos entrevistados, Jerônimo Rodrigues merece ser reeleito, enquanto 41% avaliam que ele não merece um novo mandato.
Já no índice de rejeição, Jerônimo lidera com 40%, seguido por ACM Neto, com 30%. Entre os demais nomes testados, Ronaldo Mansur registra 17%, José Estevão, 13%, e Aroldo Felix, 9%.
A segurança pública aparece como a principal preocupação dos eleitores baianos, sendo apontada por 47% dos entrevistados. Em seguida vêm saúde (39%), emprego e renda (34%), transporte público (33%), políticas sociais (28%), educação (27%), atração de empresas (26%), infraestrutura e mobilidade (25%) e habitação (23%).
Fonte: Brasil 247
Resposta exigida por Alexandre de Moraes coloca ex-presidente diante de um dilema jurídico com consequências para ele e para a campanha do filho
Vídeo de Jair Bolsonaro feito com IA (Crédito: Reprodução)
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de conceder 48 horas para que a defesa de Jair Bolsonaro esclareça se o ex-presidente autorizou o uso de sua imagem em um vídeo produzido com inteligência artificial exibido na convenção do PL criou um impasse jurídico com potencial para atingir tanto Bolsonaro quanto a candidatura presidencial de seu filho, Flávio Bolsonaro. A avaliação é do analista Teo Cury, da CNN Brasil.
Segundo a análise, qualquer uma das respostas possíveis pode produzir consequências graves: se Bolsonaro admitir que autorizou o vídeo, poderá ser acusado de descumprir as condições de sua prisão domiciliar; se negar a autorização, abre-se espaço para que a Justiça Eleitoral investigue a utilização de um deepfake sem consentimento, com possíveis reflexos sobre a campanha de Flávio Bolsonaro.
Pesquisa mostra senador com 34% das intenções de voto contra 30% do presidente
Lula-Flávio Bolsonaro (Crédito: Ricardo Stuckert / PR I Jefferson Rudy / Agência Senado)
A disputa presidencial em São Paulo aparece em cenário de empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (29). O senador marca 34% das intenções de voto no estado, enquanto Lula registra 30%.
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 1.650 eleitores paulistas de 16 anos ou mais entre 23 e 27 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Na pesquisa estimulada de primeiro turno, Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente, mas a diferença em relação a Lula está dentro da margem de erro. O resultado indica que, no maior colégio eleitoral do país, a disputa segue aberta entre os dois principais nomes testados.
Atrás dos dois líderes, Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) aparecem empatados numericamente, cada um com 3% das intenções de voto. O escritor Augusto Cury (Avante) registra 2%. Cabo Daciolo (Mobiliza) e Samara Martins (UP) têm 1% cada. Edmilson Costa (PCB) e Leonardo Avalanche (PRTB) aparecem com 0%.
O levantamento também mostra que 10% dos eleitores se declaram indecisos. Outros 13% afirmam que pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer.
A Quaest mediu ainda o grau de consolidação da escolha eleitoral. Entre os entrevistados em São Paulo, 57% disseram que o voto para presidente é definitivo. Outros 42% afirmaram que ainda podem mudar de posição até a eleição.
No índice de rejeição, Lula aparece com 61%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 55%. Cabo Daciolo é rejeitado por 33% dos eleitores ouvidos. Ronaldo Caiado e Romeu Zema têm 30% de rejeição cada um. Renan Santos aparece com 18%, Augusto Cury com 17%, Samara Martins com 11%, Edilson Costa com 10%, Leonardo Avalanche com 8% e Hertz Dias (PSTU) com 7%.
A pesquisa também apresentou simulações de segundo turno. Em um confronto direto entre Flávio Bolsonaro e Lula, o senador aparece com 40%, contra 35% do presidente. Nesse cenário, 7% se dizem indecisos e 18% afirmam que votariam em branco, nulo ou não iriam votar.
Contra Romeu Zema, Lula marca 35%, enquanto o governador de Minas Gerais aparece com 33%. Indecisos somam 9%, e brancos, nulos ou eleitores que não pretendem votar chegam a 23%.
Em uma simulação contra Ronaldo Caiado, Lula registra 35%, e o governador de Goiás tem 34%. Nesse cenário, 9% estão indecisos, enquanto 22% dizem que votariam em branco, nulo ou não compareceriam.
No confronto com Renan Santos, Lula aparece com 36%, contra 30% do candidato do Missão. A fatia de indecisos é de 9%, e 25% afirmam que votariam em branco, anulariam ou não iriam votar.
A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número SP-04846/2026.
Fonte: Brasil 247
Ex-ministras oscilam para baixo, mas mantêm vantagem sobre candidatos de direita
Simone Tebet e Marina Silva
As ex-ministras do governo Lula (PT) Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) registraram quedas nas intenções de voto no estado de São Paulo, mas mantêm a liderança isolada na disputa por duas vagas no Senado Federal nas eleições deste ano, informa levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta-feira (28).
A nova sondagem simulou um cenário inédito incluindo o nome de Soninha Francine (Cidadania) — oficializada em convenção partidária na última terça-feira (28) —, além de três postulantes da Unidade Popular (UP): Maíra de Souza, Márcio Alves e Allana Mattos (que figura como suplente na chapa). Também compõem a cartela do estudo o ex-secretário da Segurança Pública de São Paulo Guilherme Derrite (PP), o deputado federal Ricardo Salles (Novo), o deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade) e o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), André do Prado (PL).
Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada em junho, Marina Silva oscilou de 35,1% para 31%. Simone Tebet seguiu dinâmica semelhante, passando de 32,4% para 30,7%. Apesar do recuo, ambas permanecem na primeira e segunda colocações, dentro de um quadro favorável em relação aos demais concorrentes.
O ex-ministro e deputado federal Ricardo Salles foi o único nome da lista a apresentar variação positiva em relação ao mês anterior, subindo de 17,1% para 19,2%.
Em contrapartida, os demais quadros da direita e do centro oscilaram negativamente. Guilherme Derrite caiu de 26,7% em junho para 24,8% na atual medição; André do Prado recuou de 13,9% para 13,5%; e Paulinho da Força variou de 13,4% para 12,3%.
● Marina Silva (Rede): 31,0%
● Simone Tebet (PSB): 30,7%
● Guilherme Derrite (PP): 24,8%
● Ricardo Salles (Novo): 19,2%
● André do Prado (PL): 13,5%
● Paulinho da Força (Solidariedade): 12,3%
● Soninha Francine (Cidadania): 4,8%
● Allana Mattos (UP): 1,8%
● Maíra de Souza (UP): 1,5%
● Márcio Alves (UP): 1,4%
● Nenhum, branco ou nulo: 10,6%
● Não sabe ou não opinou: 6,6%
O Instituto Paraná Pesquisas também levantou a taxa de rejeição dos pré-candidatos ao Senado no estado. Como a metodologia permitia ao entrevistado indicar mais de uma opção, a soma ultrapassa os 100%.
Apesar de encabeçar as intenções de voto no estado, Marina Silva é a candidata que contabiliza a maior taxa de rejeição entre o eleitorado paulista.
● Marina Silva (Rede): 29,3%
● Simone Tebet (PSB): 23,4%
● Paulinho da Força (Solidariedade): 23,2%
● Guilherme Derrite (PP): 15,2%
● Ricardo Salles (Novo): 13,5%
● Soninha Francine (Cidadania): 12,3%
● André do Prado (PL): 11,7%
● Maíra de Souza (UP): 8,9%
● Márcio Alves (UP): 8,6%
● Allana Mattos (UP): 7,5%
● Não sabe ou não opinou: 15,0%
● Poderia votar em todos: 6,7%
A pesquisa foi realizada presencialmente com 1.680 eleitores, distribuídos em 79 municípios do estado de São Paulo, entre os dias 25 e 28 de julho. O nível de confiança do estudo é de 95%, e a margem de erro estimada é de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento encontra-se devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-04624/2026.
Fonte: Brasil 247