Romeu Zema tem insistido em expor sua burrice. O exemplo mais gritante é a defesa do trabalho infantil. Ele usa histórias pessoais e comparações esdrúxulas com os EUA, mas ignora que, no Brasil, esse tema está ligado à evasão escolar e à desigualdade, não a uma “formação de caráter” romantizada.
O mesmo vale para a promessa de “privatizar tudo”. É uma frase de efeito forte para agradar o mercado. Tudo é tudo e nada é nada, dizia Tim Maia. Na previdência, a lógica se repete: fala em aumentar tempo de contribuição e segurar benefícios, mas sem detalhar quem paga essa conta.
Zema é o padre Kelmon de Flávio Bolsonaro.

