Defesa afirma que operação procurava armamentos e documentos de registro, mas sustenta que nenhum material foi encontrado
O advogado de defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), João Henrique Freitas, afirmou que a Polícia Federal (PF) realizou uma nova operação de busca e apreensão na residência onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar, em Brasília. O mandado de busca foi expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e tinha como objetivo localizar armas de fogo, munições, acessórios e documentos relacionados aos registros dos armamentos.
Em publicação na rede social X, Freitas afirmou que os agentes cumpriram a determinação judicial, mas que nenhuma arma ou outro material alvo da busca foi encontrado. A manifestação ocorreu após Moraes manter a prisão domiciliar do ex-presidente e determinar a entrega de todas as armas registradas em seu nome à Polícia Federal.
A nova diligência acontece em meio às controvérsias envolvendo o paradeiro de parte do arsenal registrado em nome de Bolsonaro. Inicialmente, a defesa informou ao STF que oito armas estavam sob custódia de um Batalhão do Exército e outras duas permaneciam com a Polícia Federal.


