A assessoria de imprensa do G4 Educação esclareceu a polêmica envolvendo uma foto do CEO da empresa, Tallis Gomes, ao lado do bilionário Mark Zuckerberg, dono da Meta. A imagem foi publicada nas redes sociais pelo empresário e passou a ser questionada por usuários da rede X, que apontaram supostas inconsistências visuais e levantaram a hipótese de montagem com inteligência artificial.
Em nota, a assessoria afirmou que o registro é autêntico. “O encontro e a foto são reais, não se trata de um fake”, afirmou ao DCM.
Tallis Gomes, de 39 anos, é presidente da G4 Educação, plataforma de soluções empresariais que projeta alcançar R$ 1 bilhão em receita no próximo ano. O empresário bolsonarista publicou a imagem após participar de um evento de UFC promovido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Segundo Gomes, o encontro com Zuckerberg ocorreu na Casa Branca. No domingo, Trump transformou o gramado da residência oficial em uma arena de MMA para celebrar seu aniversário de 80 anos. O evento reuniu apoiadores do presidente estadunidense e convidados para acompanhar lutas no octógono.
Na publicação, Gomes afirmou ter conversado rapidamente com Zuckerberg sobre temas como liberdade de expressão, eleições e empreendedorismo. “Na Casa Branca ontem, bati um papo rápido com o Zuckerberg sobre liberdade de expressão, eleições e empreender. Não foi conversa longa, mas reforçou o óbvio: sem liberdade de verdade, o jogo fica manipulado”, escreveu.
A postagem, no entanto, gerou questionamentos. Usuários da rede X observaram que a imagem trazia o logo da ferramenta Gemini, do Google, e passaram a afirmar que a fotografia teria sido criada por inteligência artificial. A marca foi interpretada por parte dos internautas como indício de que se tratava de uma imagem artificial ou manipulada.
A assessoria de Tallis Gomes negou que a foto tenha sido fabricada. Segundo a equipe do empresário, a imagem original foi capturada em um ambiente com pouca iluminação e depois passou por uma ferramenta de inteligência artificial para ajuste de qualidade.
“O que aconteceu é que a foto original foi tirada em um ambiente muito escuro e acabou passando por uma ferramenta de IA (Gemini) para melhorar a nitidez e a iluminação. Como esse tipo de tecnologia às vezes altera um pouco as texturas e feições, acabou gerando essa impressão de montagem, mas o registro de fato aconteceu”.
Fonte: DCM
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