- Giovanni: considerada a melhor da avaliação, com sabor mais suave e aparência natural;
- Aurora: avaliada como a “menos pior” entre as nacionais, com equilíbrio visual e de sabor;
- Perdigão: textura granulosa, mas ainda lembrava mortadela tradicional;
- Ceratti: criticada pela consistência “plástica” causada por excesso de emulsificante;
- Marba: recebeu críticas por excesso de corante e sabor artificial;
- Seara: descrita como “insossa”, “arenosa” e “quebradiça”.
A mortadela, tradicional embutido italiano feito principalmente de carne suína e gordura, passou por avaliação às cegas conduzida pelo Paladar Testou, do Estadão. Seis marcas vendidas em supermercados brasileiros foram analisadas por especialistas em charcutaria, que observaram critérios como aroma, textura, cor e sabor.
Segundo os jurados, uma boa mortadela deve ter coloração rosada suave, gordura branca bem distribuída, aroma equilibrado e textura macia. O teste apontou que muitos produtos nacionais apresentam excesso de corantes, emulsificantes e aromas artificiais, o que compromete a experiência sensorial.
A vencedora foi a italiana Giovanni, importada pela Ceratti, considerada a mais equilibrada no sabor e na aparência. Aurora ficou em segundo lugar, enquanto Perdigão levou o terceiro lugar, apesar de críticas à textura e ao aroma artificial. Outras marcas tiveram desempenho abaixo do esperado devido a problemas como consistência “plástica”, sabor artificial e textura quebradiça.
O júri também apontou diferenças na composição das mortadelas industrializadas no Brasil, que podem incluir soja e carne mecanicamente separada. Para melhor apreciação, os especialistas recomendam consumir o produto recém-fatiado, em lâminas finas.
Veja a avaliação das marcas:
Fonte: DCM
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