Após aprovação de requerimentos em conjunto, parlamentares da base do governo se queixam junto ao presidente da comissão
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aprovou, na manhã desta quinta-feira (26), dezenas de requerimentos de forma conjunta, incluindo a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT) e de Frei Chico, irmão do mandatário. A deliberação ocorreu em meio a divergências sobre o formato da votação e terminou em tumulto no auditório.
A oposição defendeu que cada requerimento fosse analisado separadamente. A proposta, no entanto, foi inicialmente rejeitada. Na sequência, os pedidos passaram a ser apreciados em bloco e acabaram aprovados pela maioria dos integrantes da comissão.
Parlamentares da base do governo tentaram barrar a aprovação em conjunto. Eles argumentaram que a condução dos trabalhos estaria sendo marcada por seletividade na definição da pauta. As críticas foram direcionadas ao presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), acusado por governistas de proteger pessoas supostamente ligadas ao bolsonarismo ao não incluir determinados requerimentos para análise.
Com a confirmação da votação em bloco, a insatisfação de integrantes da base governista se intensificou. A aprovação dos pedidos, incluindo a quebra de sigilo de Lulinha, provocou reações imediatas no plenário.
Após o resultado, o clima esquentou e uma confusão generalizada tomou conta do auditório, interrompendo momentaneamente o andamento dos trabalhos da CPMI do INSS.
Fonte: Brasil 247
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