Defesa afirma que movimentações são legais e diz que vazamento relacionado à quebra de sigilo será comunicado às autoridades
A defesa do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, afirmou que o vazamento de documentos sigilosos relacionados à quebra de seu sigilo bancário configura um “crime grave” e reiterou que ele não possui qualquer relação com as supostas fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) investigadas por uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI).As informações são da coluna da jornalista Julia Duailibi, do G1.
Segundo os advogados, nem o empresário nem sua equipe jurídica tiveram acesso aos documentos divulgados e, por isso, afirmam que não é possível confirmar a autenticidade ou o conteúdo detalhado do material citado.





