O conteúdo das conversas, obtidas por investigadores, inclui troca de opiniões políticas, comentários sobre segurança pública e críticas a temas sociais
Conversas anexadas ao inquérito citam não-binários e ministros do STF; CNJ investiga atuação de magistrado no local da morte de policial militar (Foto: Polícia Civil)
Mensagens trocadas entre o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de matar a esposa, e o desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan foram incorporadas ao inquérito que investiga a morte da policial militar Gisele Alves Santana. As informações foram reveladas pelo jornal O Globo.
O conteúdo das conversas, obtidas por investigadores, inclui troca de opiniões políticas, comentários sobre segurança pública e críticas a temas sociais, como pessoas não-binárias e decisões do Supremo Tribunal Federal. Em uma das mensagens, Neto escreveu: “Estava lotado de pessoas não binárias nos blocos de pré-Carnaval, kkkkkkk. O final dos tempos mesmo!”, em diálogo com o magistrado.


