
O Ministério Público Federal no Amazonas denunciou dois pesquisadores e a União por supostos crimes contra a humanidade em um estudo com proxalutamida durante o pico da covid-19 no Brasil, em 2021. O teste terminou com 200 pacientes mortos, 30% do público-alvo, e o MPF pede R$ 85 milhões de indenização. Com informações da UOL.
A droga havia sido criada inicialmente para tratar câncer de próstata e não tinha indicação científica contra covid-19. A pesquisa foi autorizada pela Conep em 27 de janeiro de 2021, mas, segundo a denúncia, os responsáveis alteraram o protocolo aprovado, ampliaram o número de participantes, omitiram riscos no termo de consentimento e incluíram hospitais sem estrutura adequada.